| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 11.313,00 |
| Fev/26 | R$ 11.909,00 |
| Jan/26 | R$ 11.342,00 |
| Dez/25 | R$ 11.187,00 |
| Nov/25 | R$ 11.112,00 |
| Out/25 | R$ 11.516,00 |
| Set/25 | R$ 11.127,00 |
| Ago/25 | R$ 10.751,00 |
| Jul/25 | R$ 10.627,00 |
| Jun/25 | R$ 10.627,00 |
| Mai/25 | R$ 10.551,00 |
| Abr/25 | R$ 10.195,00 |
Análise detalhada da Yamaha YS250 Fazer/ Fazer L Edition BlueFlex 2009 e a referência FIPE para seguros
Quando pensamos em seguros de motocicletas, a Tabela FIPE funciona como uma bússola que orienta a avaliação de valor de mercado, indenizações e coberturas. No caso da Yamaha YS250 Fazer, especialmente na versão BlueFlex 2009, esse referencial ganha relevância para as seguradoras ecologicamente com foco na proteção de quem usa a moto diariamente, seja para deslocamento urbano, viagens curtas ou trajetos mistos. Abaixo, exploramos não apenas a evolução da linha Fazer, mas também como a ficha técnica, o histórico da marca e as particularidades da edição BlueFlex podem influenciar a forma como o seguro é precificado e utilizado.
Contexto sobre a Yamaha e a linha Fazer
A Yamaha é uma fabricante japonesa com trajetória marcada por inovação, confiabilidade e uma presença global sólida no segmento de duas rodas. No Brasil, a marca consolidou uma linha de modelos populares entre quem busca desempenho equilibrado e custo-benefício, incluindo a linha Fazer, que desde o início da década de 2000 se destacou pela proposta de uma moto esportiva com foco no conforto de uso diário. A Fazer conquistou espaço por meio de um conjunto de motorização confiável, equilíbrio entre potência e consumo, além de um design que mescla esportividade com ergonomia pensada para viagens mais longas.

Entre as versões produzidas no Brasil, a YS250 Fazer ganhou variações ao longo dos anos. A edição BlueFlex de 2009, em particular, aparece como referência para quem consulta a Tabela FIPE ao buscar um modelo com características específicas de acabamento, cor e materiais. Embora detalhes visuais da edição possam impactar o apelo de mercado, a avaliação de seguração segue seu rumo com base na condição geral da moto, quilometragem, procedência de peças e manutenção realizada. Esse panorama é essencial para entender por que uma seguradora pode considerar fatores além do número exato da cilindrada ao definir coberturas e prêmios.
Ficha Técnica (Resumo com 4 itens-chave)
- Cilindrada e motor: 249 cm³, motor 4 tempos, monocilíndrico, arrefecimento por ar; potência e torque são valores aproximados típicos da linha Fazer dessa era, com transmissão de 5 velocidades.
- Alimentação, câmbio e transmissão: sistema de alimentação por carburador; câmbio de 5 marchas; transmissão final por corrente; ausência de injeção eletrônica na configuração tradicional dessa geração.
- Suspensão e freios: garfo telescópico na frente, monoamortecedor atrás; freios a disco na dianteira e na traseira (sem ABS nessa geração específica); configuração voltada para uso urbano com boa estabilidade em curvas moderadas.
- Peso, tanque e dimensões: peso próximo de 148 kg em ordem de funcionamento; tanque de combustível com capacidade em torno de 16 litros; dimensões e altura do assento comunicadas para facilitar o planejamento de deslocamentos e manuseio em manobras do dia a dia.
Observação importante: números podem variar conforme a unidade, estado de conservação e acessórios originais ou substituídos ao longo da vida útil da moto. A ficha técnica apresentada atua como referência compacta para orientar decisões de seguro, manutenção e revenda, sempre levando em conta a avaliação individual realizada pela seguradora na hora da contratação.
A Tabela FIPE: entendendo o valor de referência para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estabelecer valores de reposição e indenização em seguros de veículos, incluindo motos. No caso da Yamaha YS250 Fazer/ Fazer L Edition BlueFlex de 2009, a FIPE serve para balizar o valor de referência que serve de base para a cobertura de valor segurado, limites de indenização e, muitas vezes, para compor o seguro obrigatório de terceiros. Ao considerar a edição BlueFlex, que trazia elementos de acabamento diferenciados, é comum que o valor de referência seja ajustado pela percepção de conservação, originalidade e disponibilidade de peças originais, além de fatores como a quilometragem e o histórico de uso do veículo.
É fundamental entender que o valor FIPE não é o preço de venda atual nem um orçamento de mercado aberto em uma transação específica. Trata-se, sim, de uma referência padronizada que facilita o trabalho das seguradoras para cálculos de prêmio e de indenização. No seguro, esse valor de referência influencia a forma como o contrato é estruturado: quanto maior o valor FIPE estimado, maior tende a ser o valor segurado, o que costuma impactar o prêmio. Por outro lado, um veículo com histórico de sinistros, alterações significativas de uso (por exemplo, instalação de acessórios não originais) ou avarias não reparadas pode ter reajustes que se refletem na avaliação da seguradora, independentemente do número FIPE em questão.
Para o corretor de seguros e o proprietário, o alinhamento entre o estado real do veículo, a documentação de manutenção e o registro de peças originais é essencial. A FIPE funciona como referência, mas a apólice é moldada pela documentação e pela condição prática da motocicleta. Assim, mesmo sem entrar em detalhes de preço no corpo do artigo, vale reforçar a ideia de que o valor FIPE é uma base, não uma garantia de custo ou valor de venda na prática cotidiana.
Edição BlueFlex 2009: impacto no mercado e na segurabilidade
A edição BlueFlex de 2009 representa uma particularidade estética e de acabamento da linha Fazer. Modelos especiais ou edições limitadas geralmente possuem maior atratividade para colecionadores ou para usuários que valorizam itens de visual diferenciado, componentes originais de fábrica e documentação associada a esse conjunto específico. Esses elementos podem, em determinados casos, influenciar o valor de mercado segundo a FIPE, especialmente se a condição de originalidade for preservada e se houver histórico de manutenção documentado. Do ponto de vista de seguro, a edição BlueFlex pode exigir atenção especial em itens como acessórios originais, estado de pintura e histórico de peças de reposição, já que esses fatores costumam impactar a avaliação de conservação do veículo.
Para quem planeja contratar ou renovar um seguro, é prudente realizar uma checagem detalhada da documentação: notas fiscais de peças originais, registro de revisões, comprovantes de manutenção, histórico de sinistros, se houver, e foto-documentação atualizada do estado da moto. Um veículo bem documentado não apenas facilita a validação
