Valor FIPE Atual
R$ 113.869,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 002090-7
Ano: 2012-3
MêsPreço
Mar/26R$ 113.869,00
Fev/26R$ 114.442,00
Jan/26R$ 115.018,00
Dez/25R$ 115.642,00
Nov/25R$ 115.707,00
Out/25R$ 115.319,00
Set/25R$ 112.543,00
Ago/25R$ 115.996,00
Jul/25R$ 112.177,00
Jun/25R$ 108.721,00
Mai/25R$ 105.045,00
Abr/25R$ 106.858,00

Panorama técnico da Hilux 3.0 D-4D 4×4 de 2012 na Tabela FIPE: entendendo valores de referência para seguros e decisões de compra

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estabelecer valores médios de mercado de veículos usados. Para seguradoras, corretores e compradores, entender como essa tabela funciona é essencial para avaliar o risco, prever tributos e orientar a contratação de apólices adequadas. No caso da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. 2012, modelo reconhecido pela robustez, a leitura de sua posição na tabela FIPE pode impactar desde o valor de referência para a indenização até o cálculo de prêmios que envolvem itens como histórico de uso (off-road), idade do veículo e custos de reparo. Abaixo, exploramos não apenas o posicionamento da Hilux nessa tabela, mas também o contexto da marca, a ficha técnica deste exemplar específico e considerações úteis para quem está avaliando seguros ou aquisição.

Ficha Técnica da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. 2012

A versão CD SR D4-D 4×4 da Hilux 2012 representa uma configuração de cabine dupla (Double Cab), com tração integral (4×4) e motor 3.0 litros a diesel com tecnologia D-4D. Abaixo apresentam-se dados típicos desta linha, sabendo que pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado e a configuração exata de cada unidade:

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0  TDI Dies. 2012
  • Motor: diesel, turbo, injeção direta D-4D (com injeção comum a alta pressão); bloco 3.0 litros.
  • Potência e torque aproximados: potência em faixa de cerca de 170 a 177 cv, torque entre aproximadamente 340 e 360 Nm, variando conforme calibragem e mercado.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas (comumente 5 ou 6 velocidades) associada a tração 4×4 com opções de reduzida para uso off‑road; diferencial dianteiro combinado com eixo traseiro para maior tração em terrenos desafiadores.
  • Capacidade e dimensões: cabine dupla com espaço para cinco ocupantes, caçamba de carga relativamente ampla para a categoria, tanque de combustível típico na casa de dezenas de litros (em motos de uso utilitário costuma ficar entre 70–80 litros); peso e dimensões variam conforme acessórios e especificações de mercado.

Essa ficha técnica, embora resumida, oferece bases para avaliação de reparabilidade, consumo (quando consultado junto a fabricantes ou fontes de referência), bem como para entender o quanto um veículo de uso misto — urbano com incursões em trilhas leves — pode impactar no seguro. A Hilux 3.0 D-4D é lembrada pela robustez do conjunto motor-transmissão e pela capacidade de trabalho, características que costumam influenciar a percepção de risco por seguradoras e também o valor de reposição de peças no pós-indenização.

A versão CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D: o que ela representa na linha Hilux de 2012

A sigla CD SR descreve a configuração de cabine dupla com especificações de acabamento típicas da linha SR, focada em oferecer conforto com utilidade para quem carrega passageiros com frequência e que, em algum momento, pode exigir a capacidade de tração 4×4 para enfrentar vias não pavimentadas ou piso escorregadio. O motor D-4D 3.0 em 2012 representa a geração que buscou equilibrar performance com economia de combustível, um aspecto relevante para quem utiliza a Hilux tanto em trajetos urbanos quanto em trabalhos pesados. A tração 4×4 com reduzida amplia a funcionalidade em aclives, curvas com baixa aderência e condições de terreno menos previsíveis, o que, por sua vez, pode ter impacto direto na avaliação de risco por seguradoras em termos de uso do veículo e possíveis sinistros de terceiros em trilhas, por exemplo.

Do ponto de vista de confiabilidade, a Hilux tem uma tradição bem consolidada no mercado brasileiro e global: caminhonete destinada a trabalho duro, com chassis robusto e componentes desenhados para suportar aplicações severas. Isso não apenas atrai proprietários que desejam longevidade, mas também influencia a forma como o seguro avalia o valor de reposição e os custos de manutenção. O tipo de uso — guinadas repetidas, trechos de estrada não pavimentada ou atividades que exijam torque em baixas velocidades — é levado em conta na hora de calibrar a apólice, com impactos em franquias, coberturas de terceiros e itens opcionais, como proteção contra roubo específico para utilitários, alarmes e dispositivos de imobilização.

Por que a Tabela FIPE importa para seguros e avaliações de veículos usados

A Tabela FIPE funciona como uma referência de valores médios de mercado para veículos usados no Brasil, com consultas periódicas para emitir cotações, tabelas de indenização e cálculos de depreciação. Em seguros, o valor de referência FIPE é comumente utilizado para determinar a indenização a título de soma segurada ou valor de reposição em caso de perda total, bem como para compor o valor de referência de coberturas adicionais. No caso da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. 2012, o FIPE ajuda a traduzir o que a frota de Hilux nessa faixa etária está sendo vendida no mercado de usados, servindo como parâmetro para prêmios de seguro e para veículos que sofreram sinistros parciais, onde o valor de reparação precisa se aproximar de um valor de reposição adequado.

É importante notar que FIPE não é o preço de venda fixo de cada unidade; trata-se de uma média que pode variar conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem, acessórios instalados (gela de vidro, proteção de caçamba, estribos, etc.) e o histórico de sinistros. Por isso, corretores e seguradoras costumam usar a FIPE como ponto de partida, ajustando o valor de acordo com o estado real do veículo, o tipo de uso previsto e o perfil do motorista. Pequenas variações no estado de conservação, como desgaste de botão de painel, estado de pneus, ou a presença de acessórios, podem gerar diferenças relevantes no cálculo final do prêmio ou da indenização.

Impactos práticos para o segurado e o corretor

Para quem contrata seguro, entender onde o veículo se posiciona na Tabela FIPE oferece várias vantagens. Primeiro, há previsibilidade: conhecer a referência de mercado ajuda a evitar subavaliação ou supervalorização da soma segurada. Segundo, facilita a validação de propostas de cobertura. Ter uma ideia clara do valor de reposição ajuda a escolher entre a indenização integral, reposição por peças originais ou alternativas de reposição compatíveis com o modelo. Terceiro, para veículos com uso misto (cidade e trilha leve), a FIPE ajuda a calibrar o prêmio de acordo com o risco agregado, incluindo fatores como consumo, consumo de combustível, desgaste mecânico e potencial de danos por situações off-road.

Quando o assunto é custo de reparo, a combinação de motor 3.0 D-4D, sistema 4×4 e cabine dupla pode influenciar o tempo de conserto e a disponibilidade de peças. Em regiões com maior disponibilidade de peças Toyota ou concessionárias autorizadas, o custo médio de reparo tende a ser mais estável, o que pode reduzir a volatilidade do prêmio ao longo do tempo. Em contrapartida, em áreas com menor disponibilidade de peças ou mão de obra especializada, o reparo pode exigir mais tempo, o que também impacta o custo do seguro, especialmente em apólices com coberturas de danos parciais que dependem de avaliações rápidas para o reposicionamento de peças e mão de obra.

Como interpretar a relação entre seguro e uso off-road neste modelo

O uso off-road recomendado em uma Hilux 4×4 pode envolver riscos adicionais de danos na caçamba, suspensão, rodas e sistema de tração. Por isso, muitas seguradoras pedem informações sobre o tipo de uso, se o veículo é empregado em atividades profissionais, em caminhos de terra ou em trechos de uso esportivo. A classificação de uso pode influenciar o valor do prêmio, a franquia e as coberturas incluídas. Além disso, acessórios instalados, como proteção de cárter, snorkel, tratadores de para-choques, guias de proteção lateral e alarmes, costumam ser considerados ao precificar o seguro, pois afetam a exposição a perdas e danos. Ter documentação de manter o veículo com revisões periódicas, além de registros de manutenção, pode facilitar a negociação com a seguradora, aumentando a confiabilidade do valor declarado na FIPE e reduzindo o risco de disputas em eventual indenização.

Considerações finais sobre a marca Toyota e o cenário de mercado

A Toyota é reconhecida globalmente pela robustez, durabilidade e rede de assistência. A Hilux, em particular, consolidou-se como referência no segmento de picapes nossas de uso misto, sendo adotada tanto por frotistas quanto por proprietários que valorizam confiabilidade para uso diário, bem como capacidade de trabalho em condições adversas. Esse histórico influencia positivamente a percepção de valor pela FIPE e, por consequência, pelos seguradores, pois há um registro de desempenho em longo prazo que respalda avaliações de sinistros menos agressivos e de reposição confiável de peças originais. Ao mesmo tempo, a popularidade da Hilux no mercado de usados tende a manter uma demanda estável por reposição de peças, o que, em essência, facilita o reaviso de valores na prática de seguro e, muitas vezes, reduz o custo de manutenção a longo prazo para proprietários diligentes.

Para quem avalia uma Toyota Hilux CD SR D4‑D 4×4 3.0 TDI Dies. 2012 entre seguros, compras ou negociações, vale considerar a combinação de 1) o estado geral do veículo, 2) a periodicidade de manutenção e as peças originais utilizadas, 3) o uso pretendido (urbano, trabalho, off-road leve) e 4) a leitura cuidadosa da posição do veículo na Tabela FIPE, levando em conta discrepâncias regionais. Essa abordagem permite não apenas um melhor ajuste de prêmio, mas também uma proteção mais alinhada com as necessidades do proprietário, incluindo cobertura para terceiros, danos a acessórios e reparos de ferramental ou cabine, caso comuniquem com sinistros de menor gravidade.

Se você está avaliando opções de seguro para uma Hilux desta geração e quer uma leitura prática do que isso significa para o seu caso, lembre-se: a FIPE é ponto de referência, mas cada detalhe do veículo — estado mecânico, histórico de manutenção, acessórios e o tipo de uso — pode modificar o valor final calculado pela seguradora. Manter a documentação atualizada, registrar histórico de manutenções e comunicar claramente o uso do veículo ajudam a chegar a uma apólice mais justa e adequada ao seu perfil de risco.

Para quem busca orientação prática e uma cotação que leve em conta as particularidades da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. 2012, a GT Seguros oferece atendimento personalizado para corretores e clientes finais. Faça uma cotação com a GT Seguros e explore opções de coberturas que considrem não apenas o valor de reposição, mas também a proteção de acessórios, responsabilidade civil e serviços de assistência 24 horas para situações de uso off-road ou trecho urbano intenso.