Valor FIPE Atual
R$ 73.759,00
↑ 1,3% vs mês anterior
FIPE: 002078-8
Ano: 2004-3
MêsPreço
Mar/26R$ 73.759,00
Fev/26R$ 72.830,00
Jan/26R$ 72.991,00
Dez/25R$ 73.131,00
Nov/25R$ 74.624,00
Out/25R$ 75.800,00
Set/25R$ 78.345,00
Ago/25R$ 75.696,00
Jul/25R$ 75.951,00
Jun/25R$ 76.212,00
Mai/25R$ 73.636,00
Abr/25R$ 72.728,00

Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SRV 4×4 3.0 Diesel 8V 116cv TB 2004: como interpretar a referência e impactos para seguros

Contexto da Hilux CD SRV 4×4 3.0 Diesel 2004

A Toyota Hilux é reconhecida mundialmente pela combinação de robustez, confiabilidade e capacidade de atuação em condições adversas. A versão CD SRV, com câmbio de cabine dupla (CD) e tração 4×4, destaca-se pela versatilidade no uso profissional — desde atividades agrícolas até serviços de entrega que demandam consumo de combustível adequado e torque disponível para terrenos desafiadores. O propulsor descrito, 3.0 turbo diesel com 8 válvulas e 116 cavalos de potência, reforça a ideia de uma picape preparada para trabalho contínuo, com boa relação entre desempenho e durabilidade. Já no ano-modelo 2004, muitas unidades já contavam com componentes simples de manutenção e reaproveitamento de peças, o que pode favorecer reparos em rede de serviços autorizados ou independentes, desde que haja histórico de revisões regulares.

Nesse contexto, entender a Tabela FIPE e a forma como ela dialoga com o seguro é essencial. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de referência que as seguradoras utilizam para orientar a avaliação de Mercado de reposição, depreciação e outros parâmetros operacionais. Embora não envolva a prática de venda direta ou de cotação, a Tabela FIPE funciona como referência técnica para calibrar o valor de reposição de peças, a vida útil estimada de componentes e, em última instância, o ajuste de coberturas conforme o perfil do veículo e o uso específico.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SRV 4×4 3.0 8V 116cv TB Diesel 2004

Para quem está pesquisando a Tabela FIPE da Hilux 2004, vale lembrar que variações regionais, histórico de manutenção, kilometragem, estado de conservação e itens adicionais (tais como uma caçamba específica, protetor de chassi, ou acessórios de off-road) influenciam o cenário de seguro, mesmo quando a base de referência é a mesma linha de veículo. A lógica aplicada pela seguradora costuma considerar não apenas a idade do carro, mas também o uso (profissional, particular, aluguel) e o histórico de sinistros envolvendo o modelo e a versão. Por isso, compreender a relação entre FIPE, desgaste e custo de proteção é um passo importante para escolher a cobertura mais adequada.

Ficha técnica resumida (2004)

  • Versão: Hilux CD SRV 4×4 (cabine dupla) com propulsor Diesel 3.0, 8V e turbo
  • Potência: 116 cv
  • Tração: 4×4, adequado para terrenos desafiadores e serviços pesados
  • Transmissão: manual (configuração típica dessa linha na época) e combustível Diesel

A marca Toyota e seu posicionamento no mercado

A Toyota é uma das marcas mais reconhecidas pela consistência de desempenho, facilidade de manutenção e rede de assistência técnica ampla. Em termos de seguro, esse perfil de fabricante costuma contribuir para uma percepção de menor risco por parte das seguradoras, especialmente quando há histórico de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e reposicionamento rápido em caso de sinistro. A Hilux, em particular, ganhou aura de veículo versátil para trabalho pesado, o que muitas vezes reflete em avaliações mais estáveis de custo de propriedade ao longo do tempo. Além disso, a rede de concessionárias e oficinas especializadas facilita a obtenção de serviços críticos, como inspeções periódicas, alinhamento, freios e manutenção do sistema 4×4, aspectos que, no universo de seguros, ajudam a manter a confiabilidade e o tempo de resposta na reposição de componentes necessários para a retomada de uso após algum dano.

É importante notar que a idade relativamente avançada de um modelo 2004 impõe desafios, como a disponibilidade de peças específicas para essa versão e o potencial aumento de custo de mão de obra para serviços raros. Uma boa prática, portanto, é manter um histórico completo de revisões, com documentação de manutenções preventivas e eventuais substituições de itens críticos (filtro de combustível, linha de alimentação, bomba, sistema de injeção diesel). Dados bem documentados ajudam a seguradora a entender o risco associado ao veículo e, consequentemente, a estruturar a cobertura de forma mais alinhada com a realidade de uso.

Entendendo a Tabela FIPE e seu papel para seguros

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, ajudando seguradoras a alinharem as bases de avaliação em casos de sinistros, reposições e renegociações de apólices. Embora a FIPE não determine sozinho o valor do prêmio, ela serve como parâmetro técnico que orienta perguntas sobre depreciação, reposição de partes e cenários de restituição de danos. No caso da Hilux CD SRV 4×4 3.0 Diesel 2004, a seguradora pode usar os dados da FIPE para calibrar como a estimativa de reposição evolui com o tempo, atentos ainda ao estado de conservação do veículo, aos acessórios originais e à historicidade de uso. Diferentemente de modelos mais recentes, que costumam apresentar variações menores na perenidade de componentes, veículos com duas décadas de circulação exigem avaliação cuidadosa sobre o que está instalado a mais e o que pode ter sido substituído ao longo dos anos.

Para quem contrata seguro, entender a lógica de FIPE facilita o diálogo com o corretor. Diante da Hilux 2004, por exemplo, é comum discutir a necessidade de cláusulas adicionais (proteção para peças específicas, guarnições, vidro, airbags, e itens de segurança) que possam mitigar o custo de sinistros em cenários de perda total ou de dano significativo. O objetivo é evitar surpresas no momento de acionar a cobertura, assegurando que as condições da apólice reflitam com mais fidelidade o perfil do veículo, o seu uso e as suas particularidades técnicas.

Cuidados com o seguro de uma Hilux 2004 4×4 a diesel

O segurado de uma Hilux 2004 com configuração 4×4 a diesel precisa considerar alguns aspectos práticos para assegurar que a cobertura seja adequada ao uso real do veículo. Abaixo, destacamos pontos que costumam impactar diretamente no cenário de seguro, sem entrar em cifras:

1) Histórico de manutenção: manter registros de revisões, trocas de óleo, filtros, correias, e inspeções do sistema de injeção diesel ajuda a demonstrar cuidado com o veículo, o que costuma favorecer condições de prêmio mais estáveis ao longo do tempo.

2) Sistema 4×4 e componentes off-road: veículos usados para trabalhos pesados podem exigir acertos frequentes no sistema de tração, diferencial, caixas de câmbio e suspensões. Ter notas de serviço e peças originais pode facilitar o ajuste de coberturas específicas para danos relacionados a essas áreas.

3) Condição geral da cabine e carroceria: ferrugem, trincas na carroceria, corrosão em pontos estruturais ou danos na cabine podem influenciar a avaliação de reparos. Documentar o estado atual ajuda a evitar subavaliação em caso de sinistro.

4) Itens de segurança e acessorizações: itens como sensores, alarmes, travas adicionais, bem como acessórios de proteção de solo e de caçamba, são relevantes para o perfil de risco. A inclusão de tais itens na apólice pode influenciar positivamente a percepção de segurança, desde que devidamente declarados.

5) Uso e localização de uso: se a Hilux é empregada em atividades que exigem deslocamentos frequentes, trajetos rurais ou serviços pesados, o segurado deve informar o uso pretendido ao corretor. O perfil de uso impacta a avaliação de risco e, consequentemente, a forma de coberturas que melhor protegem o patrimônio.

6) Manutenção de pneus e freios: componentes de frenagem e rodas adequadas contribuem para a segurança geral e para a minimização de perdas em cenários de sinistro envolvendo atropelamentos ou colisões. A verificação regular ajuda a manter o veículo em condições de operação segura.

É relevante mencionar que, ao tratar da Tabela FIPE, o objetivo é alinhar expectativas com a seguradora quanto à base de avaliação, não apenas para o prêmio, mas para o suporte de sinistros. Ter uma visão clara de como o seguro reage a diferentes estados de conservação, uso e histórico do veículo facilita a escolha de coberturas, franquias e limites que realmente protegem o patrimônio do segurado ao longo do tempo.

No fim das contas, a Hilux CD SRV 4×4 3.0 Diesel de 2004 é um veículo com apelo prático elevado: robustez, capacidade de trabalho e confiabilidade histórica. A Tabela FIPE oferece uma bússola para entender o cenário de referência de mercado, enquanto o seguro traduz essa leitura em proteção concreta para o dia a dia do proprietário. A cada decisão — desde a escolha de coberturas até a documentação de manutenção — há uma oportunidade de alinhar custo, cobertura e tranquilidade, mantendo o veículo seguro para o propósito a que se destina.

Se você está buscando alinhamento entre a Tabela FIPE, as características da Hilux 2004 e as melhores opções de proteção, uma abordagem orientada por um corretor experiente ajuda a explorar cenários, esclarecer dúvidas sobre coberturas adicionais e ajustar a apólice conforme o seu uso real. Para contemplar as opções disponíveis e ter uma leitura prática da cobertura ideal para o seu perfil, considere falar com a GT Seguros. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra como a proteção pode acompanhar o dia a dia da sua Hilux CD SRV 4×4 3.0 Diesel 2004.