| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 28.339,00 |
| Fev/26 | R$ 28.402,00 |
| Jan/26 | R$ 27.955,00 |
| Dez/25 | R$ 27.515,00 |
| Nov/25 | R$ 27.082,00 |
| Out/25 | R$ 26.656,00 |
| Set/25 | R$ 26.742,00 |
| Ago/25 | R$ 26.799,00 |
| Jul/25 | R$ 25.893,00 |
| Jun/25 | R$ 25.486,00 |
| Mai/25 | R$ 25.538,00 |
| Abr/25 | R$ 25.136,00 |
Entenda como a Tabela FIPE reflete o valor da Toyota Hilux CS SRV 4×2 2.7 16V 142cv 2002 para seguros
Por que a Tabela FIPE é essencial para a avaliação de veículos usados
A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado para veículos usados no Brasil. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela consolidou-se como uma referência amplamente aceita por seguradoras, concessionárias, lojas e usuários. Não é, por si só, o valor de venda, tampouco uma avaliação oficial para todas as situações, mas serve de base para mensurar o “valor de mercado” do veículo em determinado mês, levando em conta modelo, versão, ano de fabricação e condições usuais de conservação. Em termos práticos, ao solicitar um seguro para a Toyota Hilux CS SRV 4×2 2.7 16V 142cv de 2002, a seguradora costuma usar o valor referência da FIPE como um dos pilares para definir o capital segurado ou o valor de reposição, especialmente em modalidades com capital variável ou com cláusulas de sinistro com reposição de veículo semelhante ao que foi adquirido originalmente. Assim, entender como a tabela reflete o estágio atual do veículo é importante para evitar subseguro (valor insuficiente para reposição) ou superseguro (valor desnecessariamente elevado).
Ficha técnica da Toyota Hilux CS SRV 4×2 2.7 16V 142cv 2002
A versão CS SRV do Hilux, com tração 4×2, apresentava um conjunto fácil de reconhecer para quem busca robustez e versatilidade. Abaixo estão os pontos-chave da ficha técnica que costumam aparecer na Tabela FIPE e em catálogos da época, com foco na aplicação de seguros e na percepção de risco:

- Motor: 2.7 litros, quatro cilindros em linha, 16 válvulas
- Potência: 142 cv
- Transmissão: manual de 5 marchas
- Tração: 4×2 (traseira com tração nas rodas motrizes, típico de versões de passeio da Hilux 2002)
A partir desses elementos, a seguradora avalia a propensão a desgaste mecânico, consumo e custo de reparo. Outros aspectos da ficha, como dimensões, peso, capacidade de carga útil e tipo de carroceria, costumam aparecer nos registros oficiais da marca e nas tabelas de referência, ainda que nem todos sejam destacados com o mesmo destaque na FIPE. Em termos práticos para o seguro, o que mais pesa são o tipo de motor, a configuração de tração e o valores de mercado estimados pela tabela para aquela versão e ano específicos. Essas informações ajudam a compor a soma segurada, o cálculo de prêmios e o entendimento de eventuais franquias ou condições especiais de cobertura.
Além disso, vale mencionar que veículos de 2002 costumam apresentar particularidades, como desgaste de componentes, histórico de manutenção e disponibilidade de peças de reposição. Em termos de seguro, isso impacta a percepção de risco do veículo pela seguradora, influenciando a avaliação de risco, a necessidade de coberturas adicionais (como proteção contra roubo, incêndio ou vidros) e os prêmios associados a cada modalidade de apólice.
A marca Toyota e a confiabilidade associada à Hilux
Fundada no Japão, a Toyota ganhou ao longo de décadas reconhecimento mundial pela confiabilidade, durabilidade e pela filosofia de produção conhecida como Toyota Way, que enfatiza melhoria contínua (kaizen), respeito pelas pessoas e foco no cliente. A Hilux, em especial, tornou-se sinônimo de utilidade robusta e desempenho constante em condições desafiadoras — agroindústria, transporte de carga, atividades comerciais e uso urbano. Em mercados variados, a Hilux consolidou-se como veículo de trabalho, com histórico de disponibilidade de peças, rede de assistência técnica ampla e facilidade de manutenção, características que costumam ser valorizadas por seguradoras ao avaliar o risco de sinistro e a probabilidade de reparo após acidentes ou avarias.
A reputação da marca para modelos de trabalho como a Hilux 2002, mesmo em versões com tração 4×2, ajuda a reduzir o estigma de “alto risco” associado a picapes mais antigas. No entanto, a idade do veículo impõe cautela: componentes de desgaste, disponibilidade de peças usadas e custos de mão de obra podem variar de região para região. A leitura da Tabela FIPE, aliada ao histórico de manutenção (comprovado por notas fiscais, pastas de revisão e checagens periódicas), facilita a construção de uma apólice que reflita com mais precisão o valor real do veículo e o nível de proteção desejado pelo proprietário.
Como a FIPE influencia o seguro da Hilux CS SRV 4×2 2.7 16V 142cv 2002
Ao solicitar ou renovar um seguro, a seguradora utiliza o valor da FIPE como referência para definir o capital segurado — isto é, o montante que seria pago em caso de sinistro total ou de reposição do veículo. Em linhas gerais, quanto maior o valor de referência na FIPE, maior tende a ser o capital segurado exigido pela apólice, o que pode impactar diretamente o custo do prêmio. Para veículos com mais de uma década de uso, a FIPE costuma apresentar faixas de valor relacionadas ao estado de conservação, à quilometragem e à presença de itens originais de fábrica. Assim, condicionar o valor segurado aos dados da FIPE ajuda a manter a cobertura compatível com o preço de mercado e com o custo de reposição de um veículo similar à Hilux de 2002.
Entretanto, vale destacar que algumas apólices trabalham com opções de reposição de veículo novo ou de reposição de igual/specifique equivalência para veículos usados, o que pode exigir uma análise cuidadosa do contrato e do que está incluído na cobertura. Além disso, algumas seguradoras permitem ajustes periódicos do valor segurado, de forma a acompanhar a depreciação real observada no mercado. Nesse cenário, acompanhar as atualizações da FIPE e manter a documentação atualizada (comprovação de manutenção, registros de sinistros, situação do veículo na data da contratação) ajuda a evitar surpresas quando houver a necessidade de acionar a seguradora.
Contexto histórico e uso prático da Hilux 2002 na rotina brasileira
A Hilux de 2002 é frequentemente associada a uso utilitário, transporte regional de cargas, serviços de manutenção predial, pequenas e médias empresas de seguimento logístico e até mesmo uso particular que exige confiabilidade. Em termos de custo de propriedade, o consumo de combustível, o custo de manutenção e a disponibilidade de peças de reposição são fatores que costumam orientar o seguro para este tipo de veículo. A Tabela FIPE, ao oferecer um retrato mensal do valor de mercado, ajuda tanto o proprietário quanto a seguradora a tomar decisões mais alinhadas ao cenário real do veículo, evitando grandes distorções entre o preço pago pela apólice e o valor que o veículo poderia alcançar em uma reposição ou venda no mercado contemporâneo.
Fatores que influenciam o prêmio de seguro para a Hilux CS SRV 4×2 2.7 16V 142cv 2002
Os prêmios de seguros para veículos usados, como a Hilux de 2002, são determinados por uma combinação de fatores que vão muito além do valor da FIPE. Entre os principais elementos considerados pelas seguradoras estão:
Estado de conservação e histórico de manutenção, incluindo a qualidade e a regularidade das revisões. Veículo bem mantido tende a apresentar menor probabilidade de falha mecânica grave, o que reduz o risco de sinistro e, consequentemente, o prêmio.
Perfil do motorista, incluindo idade, tempo de carteira de habilitação, historial de sinistros e classificados de risco. Perfis com experiência maior e histórico limpo costumam ter prêmios mais baixos.
Uso do veículo e local de guarda. Carros que ficam em garagem fechada ou em áreas com menor taxa de roubo tendem a sofrer prêmio menor do que aqueles que ficam expostos a maior risco de roubo ou vandalismo.
Tipo de coberturas escolhidas. Coberturas essenciais (ROUBO/Incêndio, colisão) são combinadas com adicionais de responsabilidade civil, proteção contra terceiros e, às vezes, acessórios específicos (alarme, dispositivo de imobilização, etanol), o que pode influenciar o custo
