| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.141,00 |
| Fev/26 | R$ 14.001,00 |
| Jan/26 | R$ 13.863,00 |
| Dez/25 | R$ 13.726,00 |
| Nov/25 | R$ 13.591,00 |
| Out/25 | R$ 13.869,00 |
| Set/25 | R$ 14.140,00 |
| Ago/25 | R$ 14.429,00 |
| Jul/25 | R$ 14.287,00 |
| Jun/25 | R$ 14.146,00 |
| Mai/25 | R$ 14.175,00 |
| Abr/25 | R$ 14.188,00 |
Panorama da referência FIPE para o Ford Del Rey 1991: GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8 em 2p e 4p
Este artigo aborda a Tabela FIPE relacionada ao Ford Del Rey do ano-modelo 1991, contemplando as versões GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, com opções de carroceria em 2 portas (2p) e 4 portas (4p). O objetivo é oferecer uma visão educativa sobre como a FIPE influencia a análise de seguros, além de apresentar a ficha técnica dessas versões e aspectos relevantes da marca Ford naquela época. A partir desse contexto, você entenderá melhor como as informações da tabela de referência ajudam corretores e consumidores a estimar custos de cobertura, sem depender de valores de mercado específicos neste conteúdo.
A Tabela FIPE funciona como um farol central para o mercado automotivo brasileiro, padronizando valores que refletem a oferta e a procura de veículos usados ao longo do tempo. Mesmo sem incluir preços no texto, é importante entender que a FIPE reúne dados de diversas fontes, levando em conta variações de estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e a configuração de cada versão. Para quem trabalha com seguros, conhecer as particularidades das versões GLX e GL, bem como as diferenças entre 2p e 4p, ajuda a calibrar o valor venal estimado pela seguradora. No contexto do Del Rey, esse entendimento é especialmente relevante, pois o modelo remonta a uma época de transição no portfólio da Ford no Brasil, com foco em sedãs acessíveis e confiáveis para uso diário.

Ficha técnica do Ford Del Rey GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8 (2p e 4p)
Abaixo estão os componentes-chave que caracterizam as versões GLX e GL do Ford Del Rey, com foco na motorização e no conjunto de carroceria. A diversidade de versões (1.6 e 1.8, 2p e 4p) impacta diretamente a percepção de valor na FIPE e, por consequência, as opções de seguro disponíveis.
- Motorização: quatro cilindros em linha, com opções de 1.6 litros ou 1.8 litros; alimentação variando entre carburador nas versões mais básicas e injeção eletrônica em alguns exemplares GLX. Essas variações influenciam o comportamento de consumo, a resposta de torque em baixa rotação e a manutenção típica da época.
- Transmissão: manual de quatro velocidades, com resultados previsíveis de dirigibilidade para uso urbano; câmbio tradicional da época, simples de manter, com reparos de rotina amplamente disponíveis na rede de assistência Ford.
- Configuração de carroceria: disponíveis em 2 portas (2p) e 4 portas (4p), oferecendo opções para diferentes estilos de uso — desde o uso mais prático em família até a preferência por um visual de carroceria mais enxuta.
- Conjunto de suspensão e tração: tração dianteira com configuração típica de carro de passeio da época; suspensão dianteira tipo MacPherson, traseira com eixo rígido ou semi-independente, dependendo do lote de fabricação e da versão; direção assistida em alguns modelos, contribuindo para manuseio mais suave em vias urbanas.
Essa ficha técnica resumida oferece um retrato das características que costumam aparecer na documentação da FIPE para o Del Rey 1991. Embora números detalhados de potência e torque variem conforme o lote e o estado de conservação, o essencial é reconhecer que as opções de motor 1.6 e 1.8 proporcionam desempenho adequado para o período, alinhando-se a um perfil de uso típico de um veículo urbano com eixo traseiro robusto e manutenção relativamente simples. Para quem atua no seguro, entender essas dimensões ajuda a estimar riscos, histórico de parcagem e necessidade de cobertura adicional para itens como componentes de motor, câmbio e sistema de freios.
Ford no Brasil: legado, presença e contexto da Del Rey
A Ford tem uma presença histórica no Brasil que remonta a décadas de atuação industrial no país. A fábrica e a rede de concessionárias contribuíram para a popularização de modelos que equilibravam custo, confiabilidade e facilidade de manutenção, especialmente em grandes centros urbanos. O Del Rey surge nesse cenário como uma evolução de propostas anteriores, buscando atender ao público que valorizava praticidade, espaço interno e uma proposta de sedã acessível para famílias e profissionais que utilizavam o carro como ferramenta de trabalho. A história da marca no Brasil envolve também uma trajetória de adaptação a normas locais, a rede de assistência técnica e a disponibilidade de peças de reposição, fatores que impactam diretamente a percepção de valor na FIPE e, portanto, na percepção de seguro para modelos de época.
É comum que o Del Rey seja recordado pela combinação entre design simples, ergonomia prática e robustez mecânica, características que ajudam no cotidiano de quem adquiriu o veículo na época. Em termos de seguro, a reputação da marca como fornecedora de autos com manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças pode influenciar positivamente as cotações, desde que o veículo esteja em bom estado de conservação. Assim, a conversa entre corretor e cliente muitas vezes se ancora em dados da FIPE que refletem tanto o histórico de fabricação quanto a condição estrutural do exemplar em questão.
Conforto, design e mecânica da linha Del Rey
O Del Rey, na linha 1990-1991, privilegiava um interior funcional, com espaço razoável para o motorista e ocupantes, além de uma visão prática para quem dirigia em áreas urbanas. O design exterior seguia a linguagem da Ford da época, com linhas limpas, proporções horizontais e uma altura de solo que favorecia a visibilidade. Do ponto de vista mecânico, a offered motorizações de 1.6 e 1.8 promoviam resposta suficiente para o tráfego da época, com manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças de reposição em redes autorizadas ou autorizadas de uso de peças originais. Em termos de segurança, os recursos disponíveis eram compatíveis com o padrão da época, priorizando frenos, suspensão e estruturas que garantiam comportamento previsível em manobras diurnas e em condições normais de uso diário.
Para quem trabalha com seguros, entender o equilíbrio entre desempenho, conforto e custo de manutenção ajuda a calibrar a proteção adequada para o veículo. O histórico de uso, a disponibilidade de peças e o acesso a serviços autorizados costumam ser fatores decisivos na hora de definir a cobertura mais adequada — desde a proteção contra colisões até a cobertura contra roubo, incêndio e danos causados por terceiros.
A Tabela FIPE como ferramenta de seguros: uso prático para corretagem
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado reconhecida por seguradoras, concessionárias e compradores de veículos usados. Quando se trata de Del Rey 1991, as classes GLX e GL, bem como as variações de porta (2p/4p) cumprem o papel de categorizar o veículo dentro de um conjunto homogêneo de informações. No âmbito dos seguros, essa classificação contribui para a estimativa de valores de cobertura, premiações de seguro e condições de pagamento. Vale notar que a FIPE não é um preço de venda nem um preço de compra único; é uma referência de mercado que pode variar conforme estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, localização geográfica e outros fatores que influenciam a avaliação de risco pelas seguradoras.
Ao analisar a FIPE para Del Rey GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, é comum que corretores verifiquem se a transição entre 2p e 4p, bem como as diferenças entre as versões, impacta a determinação de valor venal. As variações entre 1.6 e 1.8 também costumam ser consideradas na avaliação de risco. Em termos práticos, isso se traduz em ajustes na base de cálculo para o prêmio do seguro, bem como na necessidade de coberturas adicionais para componentes específicos do motor, da transmissão, da carroceria e de acessórios originais. Em resumo, a leitura cuidadosa da FIPE ajuda o corretor a orientar o cliente sobre o que é essencial na cobertura e como evitar surpresas no momento de uma eventual indenização.
Como a FIPE influencia apólices e cotações
Quando o veículo pertence ao recorte GLX 1.6/1.8 ou GL 1.6/1.8, a FIPE atua como referência para a estimativa de valor venal que a seguradora considera para uma eventual indenização. Esse valor serve de base para o cálculo de cobertura de terceiros, de danos parciais ou totais, bem como para a definição de franquias, limites e regras de pagamento. Além disso, corretores costumam levar em conta o histórico de manutenção e o estado geral do veículo para sugerir coberturas adicionais, como proteção contra quebra acidental, assistência 24h, guincho e, em alguns casos, cobertura para acessórios originais do fabricante. A ideia central é alinhar a proteção ao uso real do carro, respeitando o valor de referência da FIPE e as particularidades de cada exemplar.
Para o consumidor, esse entendimento facilita o diálogo com a seguradora, ajudando a esclarecer por que determinada versão ou configuração pode ter variações na cotação. Um ponto importante é manter a documentação atualizada, com histórico de serviços, manutenções realizadas, além de registros de sinistros anteriores, se houver. Esses elementos podem influenciar, de forma positiva, a percepção de risco pela seguradora e, consequentemente, a competitividade da cotação final.
Manutenção que ajuda a reduzir custos com seguro e preservar o valor de FIPE
Selecionar um Del Rey bem cuidado é fundamental não apenas para a condução diária, mas também para manter o valor venal alinhado com a FIPE e, por consequência, para obter condições de seguro mais estáveis. Abaixo estão algumas práticas comuns de manutenção que costumam impactar positivamente a avaliação de seguro ao longo do tempo, sem exigir intervenções complexas ou dispendiosas.
- Manter o histórico de revisões em dia e guardar notas fiscais de peças substituídas e serviços executados; isso demonstra cuidado com o veículo e reduz o risco de falhas mecânicas inesperadas.
- Realizar inspeções periódicas no sistema de freios, suspensão e iluminação; itens de segurança bem preservados costumam favorecer a percepção de menor risco pela seguradora.
- Conservar a carroceria com proteção contra corrosão e ficar atento a reparos voltados à conformidade estrutural; danos não corrigidos podem impactar a avaliação FIPE e o custo do seguro.
- Manter documentação de proprietário-uso e histórico de sinistros, se houver; clareza nos registros ajuda na cotação ao demonstrar estabilidade de uso.
Além disso, uma postura proativa de conservação do Del Rey pode reduzir não apenas o custo do seguro, mas também o custo efetivo de propriedade ao longo dos anos, já que veículos bem mantidos tendem a exigir menos reparos emergenciais, reduzir falhas que geram indenizações parciais e manter o veículo mais próximo do estado de referência na FIPE.
Conclusão e convite à cotação
O Ford Del Rey 1991, em suas versões GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, representa um capítulo importante da história automobilística brasileira, aliado a um conjunto de características de uso diário que ainda pode despertar interesse de entusiastas e novos proprietários. A maneira como a FIPE é interpretada no contexto dessas versões ajuda corretores e clientes a alinharem expectativas com relação a valores de referência, sem perder o foco na segurança, no custo de manutenção e na disponibilidade de peças. Ao planejar um seguro para um Del Rey, é essencial considerar não apenas o valor venal segundo a FIPE, mas também o histórico de conservação, o comportamento do veículo nas ruas e as necessidades específicas do proprietário.
Para quem está buscando proteção adequada para um veículo clássico ou de uso diário, a cotação com a GT Seguros pode ser um caminho eficiente para comparar opções, coberturas e condições de pagamento que se ajustem ao seu perfil. Faça a sua cotação com a GT Seguros e avalie as opções disponíveis para o Del Rey nas versões GLX 1.6/1.8 e GL 1.6/1.8, considerando tanto a prática cotidiana quanto o componente histórico de valor da FIPE.
