Valor FIPE Atual
R$ 16.601,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 004117-3
Ano: 1993-1
MêsPreço
Mar/26R$ 16.601,00
Fev/26R$ 16.638,00
Jan/26R$ 16.675,00
Dez/25R$ 16.707,00
Nov/25R$ 16.733,00
Out/25R$ 16.774,00
Set/25R$ 16.828,00
Ago/25R$ 16.864,00
Jul/25R$ 16.892,00
Jun/25R$ 16.909,00
Mai/25R$ 16.943,00
Abr/25R$ 16.959,00

Entendendo a Tabela FIPE para o GM Brasinca Blazer CD 4.1 1993 e suas implicações para seguros

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para embasar a negociação de veículos usados, servindo também como base para contratos de seguro, financiamentos e avaliação em situações administrativas. Quando o assunto é um modelo específico como o Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1, ano 1993, entender como a FIPE classifica o veículo ajuda não apenas a compreender o estágio do carro dentro do mercado, mas também a orientar decisões de proteção veicular feitas pela corretora de seguros. Este artigo aborda a Tabela FIPE no contexto desse modelo GM, oferece uma ficha técnica resumida, discute o papel da marca Chevrolet (GM) no cenário brasileiro e demonstra como essa referência impacta o seguro, destacando pontos educacionais úteis para quem acompanha veículos antigos ou de época.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro

A Tabela FIPE é um catálogo gratuito mantido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) que agrega informações de condições de mercado de diferentes veículos ao longo do tempo. Ela funciona como uma referência padronizada para estimar a condição de um carro no momento da negociação ou da contratação de seguro. Em termos práticos, para o seguro, a FIPE serve como um eixo de comparação entre propostas, ajudando a seguradora a entender o estágio de valorização do veículo, a idade da peça e o perfil de uso do automóvel. Em contrapartida, o consumidor passa a ter uma base clara para discutir coberturas, franquias e limites de indenização com a seguradora, mantendo o foco na proteção do ativo, sem depender apenas de uma visão subjetiva de mercado.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1993

Para modelos como o Brasinca Blazer CD 4.1, a FIPE desempenha um papel ainda mais pertinente por lidar com um veículo que pode apresentar características especiais por origem, fábrica e adaptação ao mercado brasileiro. Em geral, os itens que as seguradoras observam ao consultar a FIPE incluem a idade do modelo, a continuidade da produção, o histórico de uso e a disponibilidade de peças. Em veículos com pedigree de época, a FIPE ajuda a situar o veículo em uma faixa de cobertura compatível com o perfil de proprietário e com as expectativas de uso — por exemplo, alguém que utiliza o carro para lazer, eventos ou colecionismo pode ter necessidades diferentes de proteção em comparação a um uso diário recente.

É importante destacar que a FIPE não determina sozinha o custo da apólice. A seguradora considera também o estado de conservação, o histórico de sinistros, a quilometragem, alterações mecânicas ou estéticas, a procedência e o valor de reposição de peças originais. Por isso, entender a tabela é essencial, mas é apenas um componente de uma avaliação mais ampla realizada pela corretora de seguros. Ao longo deste texto, vamos explorar como esse referencial se aplica ao Brasinca Blazer CD 4.1 e como interpretar as informações para uma proteção mais adequada.

Ficha Técnica resumida: Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1993

  • Motor: 4.1 litros, seis cilindros em linha, configuração típica de SUVs da época, com alimentação por sistema de injeção eletrônica em grande parte das unidades; desempenho voltado para torque em baixos regimes.
  • Transmissão: câmbio manual de 5 marchas; versão com tração nas quatro rodas (4×4) e opção de reduzida para uso off-road leve a moderado.
  • Tração e carroceria: SUV de porte médio com carroceria voltada a uso misto (urbano e fora-de-estrada moderado), configurada para acomodar ocupantes com conforto relativo à época.
  • Capacidade e dimensões: veículo robusto, com peso típico de utilitário de seu período e capacidade de carga compatível com uso familiar ou recreativo; tanque de combustível de capacidade suficiente para lazer a longa distância, sem depender de reabastecimento frequente.

Essa ficha técnica, apresentada de forma condensada, destaca as características-chave que costumam interessar ao seguro: tipo de motor, sistemas de alimentação, configuração de tração, transmissão e uso pretendido. Em situações de sinistro, a seguradora pode considerar essas informações ao avaliar o risco, o que influencia a cobertura e as condições da apólice. Vale notar que, em veículos clássicos ou de época, o estado de conservação e a originalidade ganham relevância especial na análise de segurabilidade. Por isso, manter registros de manutenção, histórico de revisões e comprovantes de origem ajuda a sustentar uma apólice mais alinhada às necessidades do proprietário.

A trajetória da marca GM no Brasil e o papel da Brasinca

O Brasil testemunhou uma relação longa e multifacetada com a General Motors (GM), que chegou ao país no início do século XX e consolidou uma presença industrial robusta ao longo das décadas. A Chevrolet, parte integrante do portfólio GM, tornou-se uma das marcas mais reconhecidas no mercado brasileiro, oferecendo desde compactos até utilitários esportivos. A atuação local envolveu não só a montagem de veículos, mas também a adaptação de linhas de produção, logística de peças e suporte a redes de concessionárias. Nesse cenário, as parcerias com fabricantes locais e a incorporação de modelos adaptados ao gosto e às condições brasileiras revelam a busca contínua por oferecer opções que atendessem às necessidades de diferentes perfis de cliente.

Em termos históricos, a presença de Brasinca no ecossistema automotivo brasileiro é marcada pela participação em projetos que envolveram colaboração com grandes players do setor, inclusive a GM, em contextos de desenvolvimento, montagem e adaptação de veículos ao mercado nacional. O conceito de “Brasinca Blazer CD 4.1 1993” pode ser entendido dentro dessa lógica de integração entre marcas globais e capacidades locais de fabricação e ajuste de modelos para o público brasileiro, com foco em utilitários esportivos que combinaram desempenho, robustez e versatilidade para uso cotidiano e para atividades de lazer. O resultado é uma linha de veículos que, embora tenha raízes técnicas comuns à indústria global da época, também carrega traços de especificidade brasileira na concepção de carrocerias, interiores e componentes usados pela rede de assistência local.

Para quem trabalha com seguros, entender esse contexto ajuda a enxergar por que certos modelos, mesmo com plataformas compartilhadas, apresentam particularidades de custos de reparo, disponibilidade de peças e histórico de uso. A disponibilidade de peças originais, a necessidade de restaurações específicas e o estado de conservação das unidades podem influenciar a avaliação de risco e, por consequência, a política de coberturas oferecida pela seguradora. A GM, ao longo dos anos, demonstrou uma atenção constante à proteção de seus veículos e ao atendimento às necessidades