| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 7.663,00 |
| Fev/26 | R$ 7.680,00 |
| Jan/26 | R$ 7.697,00 |
| Dez/25 | R$ 7.712,00 |
| Nov/25 | R$ 7.724,00 |
| Out/25 | R$ 7.743,00 |
| Set/25 | R$ 7.768,00 |
| Ago/25 | R$ 7.785,00 |
| Jul/25 | R$ 7.798,00 |
| Jun/25 | R$ 7.806,00 |
| Mai/25 | R$ 7.822,00 |
| Abr/25 | R$ 7.830,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Ford Verona GLX 2.0i / 2.0 4p 1996
Este artigo acompanha a temática central da Tabela FIPE para o Ford Verona GLX 2.0i / 2.0 4 portas do ano de 1996. O foco é compreender como esse conjunto de dados impacta o entendimento de valores de mercado, especialmente no contexto de seguros veiculares e de planejamento financeiro para proprietários e corretores. Observação importante: não apresentaremos preços específicos neste espaço, pois os valores são inseridos automaticamente no topo do post, conforme a prática comum de planilhas FIPE. A ideia aqui é oferecer uma visão clara sobre o veículo, sua ficha técnica, a história da marca e como interpretar as variações de mercado que aparecem na tabela, com um olhar voltado para quem atua na área de seguros.
Contexto histórico: Ford Verona e o cenário automotivo brasileiro na década de 1990
Para entender a relevância da Tabela FIPE para o Verona, é útil rever brevemente o papel da Ford no Brasil durante o período em que o Verona esteve em circulação. O Verona surgiu como uma derivação sedã do conjunto de modelos da Ford que já ocupavam espaço significativo nas ruas brasileiras, principalmente nas décadas de 1980 e 1990. A Ford investiu em compactos de desempenho modesto e em sedãs acessíveis, com foco tanto em uso urbano quanto em quilometragem moderada. O Verona, com a proposta de oferecer espaço interior razoável, conforto básico e motor 2.0, serviu a um público que buscava uma opção de cinco lugares com boa relação custo-benefício. A marca, conhecida por sua rede de concessionárias, inovação em tecnologia de fábrica para a época e pelo histórico de SUVs e picapes, consolidou uma imagem de fabricante confiável para quem precisava de um automóvel com manutenção viável e disponibilidade de peças no mercado nacional.
Ao longo dos anos, a percepção pública sobre o Verona foi moldada pela confiabilidade mecânica típica de modelos com motorizações 2.0 adotadas pela indústria automobilística brasileira naquele período. Embora não estivesse entre os lançamentos mais recentes, o Verona ganhou espaço pela combinação de cabine espaçosa, visual quadrado e comportamento previsível. A Tabela FIPE, nesse cenário, funciona como um referencial de mercado que ajuda proprietários e corretores a balizar expectativas de valor, levando em consideração fatores como idade do veículo, estado de conservação, quilometragem e a disponibilidade de peças de reposição — aspectos que, no universo de seguros, influenciam diretamente o prêmio e as coberturas mais adequadas.
Ficha Técnica do Verona GLX 2.0i / 2.0 4p (estimativas típicas da época)
Abaixo, encontra-se um resumo técnico que descreve, de forma geral, as características esperadas para o Verona GLX 2.0i/2.0 4 portas do ano 1996. Os valores são expressões plausíveis para esse conjunto de peças e configuração, levando em conta a linha de motores 2.0 com injeção eletrônica da Ford na época. Em caso de dúvidas específicas sobre uma unidade particular, vale consultar o manual do proprietário ou o certificado de conformidade do veículo.
Motor e desempenho: motor 4 cilindros em linha, com 2.0 litros de deslocamento, alimentado por injeção eletrônica (EFI) de aspiração natural. Potência estimada entre 90 e 110 cavalos, com torque na faixa de aproximadamente 14 a 17 kgfm (ou 140 a 165 Nm). Transmissão predominantemente manual de 5 velocidades, com tração dianteira. Sistema de freios com discos na dianteira e tambor na traseira, conforme características da época para sedãs de médio porte da marca. Preparação mecânica voltada para uso urbano com boa resposta para ultrapassagens e retomadas em highway, sem comprometer a robustez necessária para deslocamentos diários.
Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,28 a 4,32 metros; largura de cerca de 1,69 a 1,72 metros; altura ao redor de 1,38 a 1,41 metros. Entre-eixos na faixa de 2,55 a 2,58 metros. Peso próprio estimado entre 1.000 e 1.150 kg, variando conforme a versão, estado de conservação, inclusão de equipamentos e opcionalizações originais. Tanque de combustível com capacidade na casa de 50 litros, proporcionando autonomia suficiente para uso cotidiano sem frequentes abastecimentos.
Capacidades e itens de conforto: o Verona GLX 2.0i foi oferecido com acabamento interno compatível com o segmento e com recursos comuns da época, como ar-condicionado, vidros elétricos, trava elétrica, painel analógico simples, volante com ajuste (dependendo da versão) e rádio com TV ou toca-cd em algumas configurações de topo. Suspensão dianteira do tipo MacPherson com resposta previsível para piso irregular e eixo traseiro com desenho típico da época, priorizando conforto para ocupantes e boa estabilidade em curvas moderadas. Capacidade de porta-malas adequada aos padrões de sedã médio, favorecendo a utilidade familiar e de viagem de fim de semana.
Resumo técnico orientativo: motor 2.0 4 cilindros em linha com EFI, potência na faixa de 90–110 cv, torque de 14–17 kgfm, câmbio manual de 5 marchas, tração dianteira, dimensões compatíveis com sedã de segmento médio, peso entre 1.000–1.150 kg, tanque de combustível ~50 L. Lembre-se de que os valores podem variar conforme o lote de fabricação, especificações regionais e a configuração de cada unidade, por isso a verificação de dados no documento oficial do veículo é sempre recomendada.
Como a Tabela FIPE estrutura a avaliação do Verona 1996
A Tabela FIPE funciona como linha de referência para o valor de mercado de veículos usados, levando em conta o ano-modelo, a versão e o estado de conservação. No caso do Verona GLX 2.0i / 2.0 4p 1996, a variação de preço ao longo do tempo é influenciada por fatores como:
- Condição mecânica e de câmbio: a operação do motor, a resposta da transmissão e o funcionamento de itens como freios, suspensão e direção impactam diretamente a faixa de avaliação.
- Quilometragem: veículos com menor desgaste registrado tendem a manter valores mais próximos aos patamares originais, enquanto unidades com uso intenso podem se afastar da referência de fábrica.
- Conservação estética: a condição da carroceria, pintura, interior e componentes de acabamento é levada em conta, uma vez que afeta a percepção de valor pelo segurado e por potenciais compradores.
- Disponibilidade de peças e custo de reposição: a presença de peças originais e a facilidade de manutenção podem influenciar a atratividade do veículo para seguradoras e compradores de longo prazo.
É comum que as cotações de seguro se utilizem da Tabela FIPE para calibrar prêmios com base no valor de substituição ou de recompra, adicionando ainda fatores adicionais como perfil do motorista, histórico de sinistros, localização geográfica e uso do veículo. No entanto, é essencial compreender que a FIPE se apresenta como uma referência de mercado, não como um valor definitivo de transação entre comprador e vendedor. Por isso, ao planejar um seguro, é recomendado considerar também o custo de reparo, disponibilidade de peças e a rede de oficinas credenciadas pela seguradora.
Mercado, marca e percepção de seguração
A Ford, como marca, carrega um legado de engenharia prática e foco em utilidade para o dia a dia do motorista brasileiro. O Verona, nesse sentido, representou uma opção de sedã acessível com espaço interno e robustez compatível com a demanda cotidiana. A percepção de seguro para modelos antigos tende a ser influenciada pela disponibilidade de peças genuínas, pelo histórico de confiabilidade do motor 2.0 com injeção eletrônica e pela facilidade de manutenção. Corretores costumam orientar clientes sobre a necessidade de revisão completa antes de acionar ferramentas de avaliação de seguro, para evitar surpresas com possíveis restrições ou diferenças entre a reposta da seguradora e o que está descrito na FIPE ou no laudo veicular. Além disso, vale observar que seguros podem oferecer coberturas adicionais para itens como assistência 24h, proteção contra roubo/furto, danos a terceiros e extensões de garantia mecânica em veículos com idade mais elevada.
Quando se analisa a tabela FIPE e as especificações do Verona, é comum que o interessado em seguro avalie pontos de segurança, como o estado dos travamentos, alarme, e a presença de itens opcionais que compõem o pacote da época. Esses elementos impactam a taxa de prêmio, especialmente para um carro veterano cuja manutenção pode exigir peças de reposição específicas. Por isso, é comum que corretoras, como a GT Seguros, reconheçam a importância de um diagnóstico técnico prévio e de uma cotação alinhada ao estado real do veículo, para oferecer coberturas proporcionais ao risco.
Fatores-chave para entender a tabela FIPE neste modelo
Para quem atua na área de seguros ou está planejando contratar um seguro para o Verona 1996, alguns pontos ajudam a interpretar a Tabela FIPE de forma mais assertiva:
- Condição atual do veículo: um exemplar bem conservado tende a ter classificação FIPE mais elevada, refletindo menor risco de sinistro relacionado a avarias que exigem reparos complexos.
- Proveniência de peças: disponibilidade de peças originais e de reposição facilita o conserto e reduz o tempo de imobilização, o que pode influenciar o custo de seguradora.
- Uso previsto: veículos usados para deslocamentos diários podem ter perfis de risco diferentes em comparação a unidades guardadas ou usadas apenas ocasionalmente.
- Histórico de sinistros: clientes com histórico limpo podem se beneficiar de condições mais interessantes de prêmio, especialmente quando o veículo faz parte de uma faixa de valor vinculada à FIPE.
É importante destacar que a tabela FIPE é apenas um referencial. Em seguros, o prêmio final depende de uma combinação de fatores: idade do condutor, tempo de habilitação, localização, tipo de uso do veículo (licença para uso particular ou profissional), coberturas escolhidas, franquias e as próprias políticas internas da seguradora. A GT Seguros, por meio de análise criteriosa, costuma equilibrar o custo do seguro com o nível de proteção desejado pelo cliente, buscando soluções ajustadas ao cenário do Verona e ao orçamento disponível.
Por que entender a ficha técnica facilita na hora de segurar?
A compreensão da ficha técnica do Verona GLX 2.0i / 2.0 4p ajuda não apenas na precificação pelo FIPE, mas também na avaliação de risco pela seguradora. Pontos como tipo de motor, configuração de transmissão, memória de assistência técnica, eficiência do consumo e a confiabilidade geral do conjunto mecânico influenciam a percepção de risco de seguro. Um motor 2.0 com injeção eletrônica, por exemplo, costuma oferecer boa resposta para condução urbana sem comprometer o consumo, o que pode favorecer planos com cobertura equilibrada entre valor de reconstrução e valor de reposição. Além disso, carros com século de fabricação sugerem um perfil de manutenção mais simples, desde que as peças estejam disponíveis e haja histórico de revisões em dia. Corretores costumam orientar o cliente a manter registros de serviços, manuais, notas fiscais e comprovantes de manutenção para demonstrar cuidado com o veículo quando a seguradora solicitar comprovações.
Guia prático para proprietários e corretores
Para acompanhar de perto a Tabela FIPE e tomar decisões informadas sobre seguro para o Verona, seguem diretrizes úteis:
- Atualize-se sobre o estado do veículo com uma avaliação técnica inicial, se possível, para caracterizar a condição mecânica e estética do exemplar.
- Considere a reputação da marca Ford no que concerne à disponibilidade de peças de reposição e rede de oficinas credenciadas para a manutenção, o que facilita o processo de sinistro e a manutenção contínua.
- Quando possível, mantenha a documentação organizada: manual, histórico de revisões, notas fiscais de substituição de peças e comprovantes de inspeções periódicas.
- Converse com a GT Seguros para entender as opções de coberturas, as faixas de proteção de valor de mercado pela FIPE e as possibilidades de personalização de franquias para atender ao seu orçamento.
Observação final: a Tabela FIPE está atualizada periodicamente para refletir as variações de mercado entre anos-modelo. No caso do Verona 1996, o valor de referência é revisado conforme a idade do veículo e as condições de mercado, o que reforça a necessidade de uma cotação de seguro alinhada com a informação mais recente disponível. Assim, proprietários e corretores podem alinhar expectativas, planejar renovação de apólice e evitar surpresas ao acionar coberturas em situações adversas.
Conclusão: o Verona na prática de seguros e no mercado de usados
O Ford Verona GLX 2.0i / 2.0 4p de 1996 permanece como um exemplo clássico de sedã de passeio brasileiro dos anos 1990: carro que prioriza conforto, espaço interno e robustez de manutenção. A Tabela FIPE, ao oferecer um referencial de valor para esse modelo, ajuda proprietários e corretores a dimensionarem riscos, planejarem seguros com coberturas proporcionais e, principalmente, entenderem como o estado de conservação influencia no custo do seguro. A ficha técnica, por sua vez, oferece o mapa técnico que facilita a comunicação entre clientes, corretores e seguradoras, assegurando que as coberturas reflitam, de fato, o que há de mais relevante a proteger em um automóvel com esse perfil. Considerando-se a idade do veículo, a disponibilidade de peças e a rede de suporte, o Verona pode permanecer como opção viável para quem busca custo-benefício, desde que haja um planejamento adequado de manutenção e de seguro.
Se você está avaliando opções de seguro para este modelo, uma cotação com a GT Seguros pode ser útil para comparar coberturas, valores de franquia e condições específicas, assegurando que você obtenha proteção adequada sem comprometer o orçamento. Uma abordagem bem informada facilita o gerenciamento de riscos ao longo da vida útil do veículo.
