Valor FIPE Atual
R$ 30.639,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504038-8
Ano: 1987-3
MêsPreço
Mar/26R$ 30.639,00
Fev/26R$ 30.707,00
Jan/26R$ 30.775,00
Dez/25R$ 30.834,00
Nov/25R$ 30.881,00
Out/25R$ 30.956,00
Set/25R$ 31.056,00
Ago/25R$ 31.122,00
Jul/25R$ 31.172,00
Jun/25R$ 31.204,00
Mai/25R$ 31.267,00
Abr/25R$ 31.296,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) de 1987

Ao falar sobre seguro de veículos comerciais ou de frotas, a Tabela FIPE surge como referência essencial para entender o valor de reposição, a depreciação e, consequentemente, as coberturas indicadas pela corretora. O modelo em foco neste artigo é o Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) de 1987, um caminhão de cabine simples que fez parte de uma geração conhecida pela robustez de seus motores diesel turbo e pela capacidade de transportar cargas consideráveis em diferentes tipos de vias. Quando uma seguradora avalia o seguro de um caminhão antigo, ela utiliza a FIPE como uma das bases para estimar o valor de reposição e a indenização em caso de sinistro. É fundamental compreender como esse índice funciona, quais limitações ele possui e como ele se aplica a um veículo com tantas particularidades como o Cargo 1619 Turbo 2p de 1987.

Antes de mergulhar no veículo em si, vale esclarecer que a Tabela FIPE funciona como um registro estatístico de transações de venda de veículos usados. Cada modelo, versão, ano e estado de conservação recebe um valor médio que reflete o preço de mercado praticado no período de referência. Em termos de seguro, esse valor é utilizado para balizar a indenização por perda total ou para acrescentar recursos de cobertura adicional, como assistência 24h, carro reserva ou coberturas específicas para carga. No entanto, é comum que, em veículos com histórico de uso comercial, o valor FIPE seja apenas uma referência inicial: a seguradora pode considerar avaliação própria, condições estruturais, histórico de acidentes, quilometragem, manutenção e disponibilidade de peças originais ao ajustar o valor segurável. Por isso, entender o que compõe a ficha técnica, a idade do veículo e o comportamento de mercado é essencial para uma cotação mais precisa.

Tabela FIPE FORD CARGO 1619 Turbo 2p (diesel) 1987

O Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) de 1987 representa uma classe de caminhões de cabine simples voltados para serviços de distribuição, transportes de carga e operações que exigem robustez, longa vida útil e facilidade de manutenção. Em termos de seguro, esse tipo de veículo envolve particularidades relevantes: o custo de reposição pode ser significativamente influenciado pela disponibilidade de peças de época, o custo de mão de obra especializada para caminhões diesel/ turbo e a necessidade de coberturas para transporte de carga, bem como proteções contra riscos de danos à carga. A seguir, apresentamos uma síntese detalhada da ficha técnica, seguida de uma contextualização sobre a marca e o impacto disso na avaliação de risco e no planejamento de seguro para frotas que incluem modelos clássicos como o Cargo 1619 Turbo 2p.

Ficha técnica do Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) 1987

O conjunto técnico deste modelo reflete a proposta da linha Cargo da Ford, que combinava linha de produção robusta com motores diesel turbo projetados para enfrentar uso intenso em curtas, médias e longas distâncias. Abaixo estão os componentes considerados elementos centrais da ficha técnica deste veículo específico, com observações sobre configuração típica daquela época e variações que podiam ocorrer conforme o lote de produção ou a customização para clientes empresariais:

  • Tipo de veículo: Caminhão pesado de cabine simples, com eixo dianteiro voltado ao serviço de entrega de cargas em diferentes cenários operacionais.
  • Motorização: diesel turbo em linha, 6 cilindros, desenvolvido para oferecer torque elevado a baixas rotações, favorecendo a tração em relações de carga e subidas íngades.
  • Potência e torque: potência nominal e torque variavam conforme a configuração e o ano de fabricação; valores comuns para essa faixa de fábrica ficavam em patamares que viabilizavam a movimentação de cargas com eficiência na operação de frota, mantendo boa relação entre desempenho e consumo para o período.
  • Transmissão e tração: transmissão manual com múltiplas marchas (tipicamente entre 5 e 6 marchas à frente), com opções de configuração de tração que podiam incluir 6×2 ou 6×4, dependendo da versão voltada a maior capacidade de carga e estabilidade em terrenos variados.

Além dos itens acima, outros aspectos relevantes da ficha técnica que influenciam o uso e o seguro incluem o peso bruto total (PBT), a capacidade de carga útil, o tamanho do tanque de combustível e as dimensões gerais do veículo. O PBT, por exemplo, é uma referência direta à capacidade de transporte permitido por questões legais e operacionais; variações de acordo com o conjunto de suspensões, eixo e sistemas de freio poderiam alterar a classificação de cada unidade. A carga útil é o que a operação pode efetivamente carregar sem exceder o limite permitido, elemento decisivo na hora de planejar rotas, frete e, por consequência, o custo do seguro com base no risco de roubo ou dano à carga. As dimensões, por sua vez, influenciam navegação em vias, estacionamento em instalações de depósitos e, de forma indireta, na avaliação de risco de colisão ou incidente com infraestrutura urbana.

É importante destacar que, por tratar-se de um modelo específico de uma década marcada por ciclos de modernização de motores a diesel, muitas fiações, sistemas de cabine e componentes mecânicos podem ter apresentado variações entre lotes. Assim, ao consultar a FIPE para uma cotação, o conjunto exato de especificações do veículo é fundamental para caracterizar o preço de reposição ou a indenização correspondente à falta de uso do veículo. Em termos práticos, ao manter a documentação em ordem — nota fiscal, registro do veículo, histórico de manutenções, comprovantes de acidente e certificados de inspeção —, aumenta-se a capacidade da seguradora de fazer uma avaliação mais próxima da realidade de uso do veículo no período de vigência do seguro.

Ford Cargo: a marca e o seu papel no mercado de caminhões

A Ford, uma das montadoras mais antigas e globais do mundo, manteve no Brasil, ao longo das décadas, uma presença significativa no segmento de veículos comerciais. A linha Cargo, lançada para atender necessidades de transporte de carga com robustez, foi uma resposta estratégica a demandas de logística que exigiam confiabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. A trajetória da Ford no mercado brasileiro de caminhões fortaleceu-se com a produção local, linhas de montagem dedicadas e uma rede de assistência técnica que, mesmo diante de mudanças de propriedade e reorganizações empresariais, procurou sustentar a disponibilidade de peças originais e suporte técnico para frotas de diversos portes. Essa relação com o mercado de caminhões pesados ajudou a consolidar o Cargo como opção viável para empresas que priorizam durabilidade e custo total de propriedade ao longo de anos de operação.

Ao pensar na Tabela FIPE de um veículo antigo, como o Cargo 1619 Turbo 2p, é natural considerar não apenas a reputação da marca, mas também a disponibilidade de peças de reposição e o nível de suporte técnico que pode influenciar diretamente o custo de manutenção. Caminhões dessa idade costumam depender de peças históricas, o que não impede, porém, que a rede de oficinas especializadas e a cadeia de suprimentos de repostos mantenham viabilidade prática para oficinas com foco em veículos de frota antiga. Para empresas que operam com pátios e frotas com ativos de décadas passadas, a sinergia entre a marca, as peças disponíveis e as políticas de seguro pode ser decisiva para manter a operação em funcionamento com custos previsíveis.

Como a idade do veículo impacta o seguro e a aplicação da FIPE

É comum que caminhões fabricados na década de 1980, como o Ford Cargo 1619 Turbo 2p, apresentem particularidades que afetam o cálculo de risco e o valor segurável. Entre os fatores relevantes estão a disponibilidade de peças originais, o estado da cabine e do chassi, o histórico de sinistros, a condição da suspensão, o sistema de freios, além da eficiência de consumo para aquele conjunto específico de motor e transmissão. A FIPE é uma referência objetiva que deriva de transações do mercado de usados, mas, para veículos com menos produção recente, as variações entre unidades podem ser significativas. Por isso, é comum que seguros para frotas com modelos dessa idade considerem inspeções complementares, avaliações técnicas ou uma soma de coberturas que protejam não apenas o veículo, mas também a carga transportada e a continuidade operacional da empresa.

Nessa linha, entender o comportamento do mercado de reposição para esses modelos ajuda a planejar melhor o custo-benefício do seguro. Em termos práticos, quanto mais completa a documentação de manutenção, histórico de serviços e confirmação da condição atual do motor diesel turbo, maior a capacidade de justificar coberturas específicas, como proteção total contra roubo com pagamento de indenização com base no valor FIPE ajustado pela idade, ou a inclusão de cláusulas de proteção de carga para operações com mercadorias sensíveis ou de alto valor. Em termos de gestão de riscos, a combinação entre a ficha técnica, a idade do veículo e as condições de operação determina a seleção de coberturas que melhor equilibram custo e proteção.

Para quem administra uma frota de caminhões antigos, existem estratégias de seguro que ajudam a mitigar custos sem abrir mão de proteção. Por exemplo, a adoção de planos de seguro com franquias diferenciadas, a inclusão de coberturas específicas para danos acidentais, incêndio, explosão e roubo, além da proteção de cargas com limites adequados, pode refletir em cotações mais estáveis ao longo do tempo. A chave é alinhar a expectativa de uso com a realidade operacional da frota, reconhecendo que veículos da década de 1980 podem apresentar sensores, componentes e sistemas de controle menos modernos do que os modelos mais atuais, o que, por sua vez, impacta a incidência de sinistros e o custo de reparo em uma eventual ocorrência.

Boas práticas para quem utiliza o Ford Cargo 1619 Turbo 2p e busca seguro adequado

Para maximizar a precisão da cotação com a FIPE e assegurar uma cobertura condizente com o risco, algumas ações simples podem fazer diferença. Primeiro, tenha à mão o histórico completo de manutenção, com registros de freios, suspensão, motor, sistema de transmissão e eventuais alterações de configuração. Segundo, mantenha atualizada a documentação do veículo e do carregamento que ele costuma transportar, pois a natureza da carga pode influenciar coberturas específicas. Terceiro, considere as particularidades do uso comerciais, como rotas frequentes, áreas de operação, horários de circulação e expectativa de sinistros. Quarto, ao planejar a renovação do seguro, revise anualmente as coberturas com a corretora para adequar o valor segurado à evolução da FIPE e ao valor de reposição do caminhão no mercado de veículos usados, levando em conta também qualquer atualização de peças disponíveis para a linha Cargo (mesmo nos anos em que o modelo não está em produção).

Em termos de recomendações diretas, quem opera com o Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) de 1987 deve priorizar coberturas que tragam proteção de carga e responsabilidade civil, associadas a uma avaliação justa da indenização em caso de sinistro. A combinação entre FIPE e inspeções técnicas pode oferecer uma base sólida para a cotação, mantendo o equilíbrio entre custo e proteção. Além disso, o histórico de uso da frotas, com dados sobre quilometragem anual e condições de operação, serve para calibrar o risco de danos ao veículo, à carga e aos componentes críticos, como o motor e o sistema de transmissão.

Se você está revisando a proteção do seu caminhão antigo ou de uma frota que inclui o Ford Cargo 1619 Turbo 2p, vale considerar a possibilidade de consultar uma corretora especializada em seguros de veículos comerciais. A GT Seguros, por exemplo, oferece opções de avaliação e cobertura que consideram o contexto específico de veículos de longa data, ajudando a encontrar soluções que combinem valor de reposição, proteção de carga e condições de uso real. Para saber mais sobre as opções disponíveis e fazer uma cotação sob medida, vale buscar orientação especializada para alinhar seu orçamento com o nível de proteção desejado.

Resumo: a Tabela FIPE é uma ferramenta valiosa para orientar o seguro do Ford Cargo 1619 Turbo 2p (diesel) de 1987, mas a avaliação final envolve uma leitura cuidadosa da ficha técnica, do histórico de uso, da disponibilidade de peças e das condições de manutenção. A combinação entre a referência FIPE e as condições reais do veículo ajuda a definir o valor segurável e as coberturas ideais, assegurando que a proteção corresponda ao risco de operação de uma frota com caminhões clássicos como este, que permaneceram relevantes para o transporte de carga no Brasil. E, se você busca tranquilidade adicional para o seu negócio, uma cotação com a GT Seguros pode ser o próximo passo para facilitar a gestão de riscos da sua frota.