| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 6.770,00 |
| Fev/26 | R$ 6.785,00 |
| Jan/26 | R$ 6.800,00 |
| Dez/25 | R$ 6.813,00 |
| Nov/25 | R$ 6.824,00 |
| Out/25 | R$ 6.841,00 |
| Set/25 | R$ 6.863,00 |
| Ago/25 | R$ 6.878,00 |
| Jul/25 | R$ 6.890,00 |
| Jun/25 | R$ 6.897,00 |
| Mai/25 | R$ 6.911,00 |
| Abr/25 | R$ 6.918,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Ford Mondeo CLX 2.0i 4p Aut de 1996
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo setor de seguros para balizar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ao tratar de um modelo específico como o Ford Mondeo CLX 2.0i 4p Aut, ano 1996, entender como a FIPE compõe seus valores ajuda a interpretar o que está em jogo no contrato de seguro: qual é o valor base de referência, como esse número pode influenciar a indenização em caso de sinistro e, principalmente, como as condições do carro podem impactar o prêmio. Este artigo oferece uma visão educativa sobre a Tabela FIPE aplicada a este modelo, com foco em aspectos técnicos, conceituais e práticos para quem atua na área de seguros, corretores e proprietários que desejam entender melhor o processo de avaliação do veículo.
O que a FIPE representa e por que é relevante para modelos mais antigos
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém, desde há décadas, uma base de dados que consolida preços médios de veículos usados por mês, levando em conta diversas versões, motorizações e acabamentos. Para modelos mais antigos como o Mondeo CLX 2.0i 4p Aut, o valor de referência costuma refletir a soma de transações com características semelhantes ocorridas recentemente no mercado, ajustadas por fatores regionais, estado de conservação, quilometragem e disponibilidade de peças. Embora a FIPE não seja o preço pedido em uma venda particular, ela oferece um parâmetro sólido para comparação entre seguros, financiamentos e avaliações de danos. Entender essa lógica é especialmente relevante quando se negocia coberturas que exigem uma estimativa estável de valor de reconstrução ou de indenização, como a indenização integral ou a reposição de veículo.

Ao falar do Ford Mondeo, é importante contextualizar o papel da FIPE dentro de um carro de segmento médio da década de 1990. O Mondeo, originalmente desenvolvido pela Ford para concorrer em um espaço de sedãs de porte intermediário, combinava conforto, espaço interno e uma configuração de motorização que, em versões 2.0i, buscava equilíbrio entre desempenho e consumo. No Brasil, modelos importados ou adaptados para o mercado local com esse porte costumam exigir atenção especial à documentação, ao estado de conservação da mecânica e aos itens de conforto, que, por sua vez, podem impactar o valor de referência na FIPE. A leitura correta da tabela envolve comparar o conjunto de características da unidade em questão com as linhas da FIPE que melhor correspondem à versão CLX 2.0i 4p Aut de 1996.
Ficha técnica do Ford Mondeo CLX 2.0i 4p Aut (1996)
A ficha técnica de um modelo clássico não apenas serve para informar o leitor sobre especificações, mas também para orientar a escolha de coberturas, a avaliação de risco e a verificação de elementos que influenciam o valor de reposição. Abaixo está uma síntese estruturada daquilo que normalmente consta em fichas técnicas de veículos dessa geração e versão, com foco no Mondeo CLX 2.0i 4p Aut de 1996. Note que os dados aqui apresentados são organizados para consulta rápida na perspectiva da gestão de seguros e da avaliação de sinistros, mantendo foco no que é relevante para a tabela FIPE e para o contrato de seguro em termos de proteção e custo.
| Fabricante | Ford |
| Modelo | Mondeo CLX 2.0i 4p Automático |
| Ano/modelo | 1996 |
| Tipo de carroçaria | Sedã de quatro portas |
| Motorização | 2.0 litros, gasolina |
| Alimentação | Gasolina |
| Potência | Aproximadamente entre 100 e 140 cv (estimativa típica para motores 2.0 dessa geração) |
| Transmissão | Automática, 4 velocidades |
| Tração | Tração dianteira |
| Diâmetro de giro | Conjunto adequado para uso urbano e rodoviário (valor específico não informado na ficha genérica) |
| Comprimento | Comprimento típico na faixa de sedãs médios da época |
| Largura | Largura compatível com cabine de conforto para ocupantes |
| Altura | Altura compatível com teto tradicional de sedã |
| Peso (aprox.) | Movimentação entre 1.150 kg e 1.250 kg em ordem de serviço (valor variável conforme acabamento e opcionais) |
| Tanque de combustível | Capacidade típica de veículos médios da época (valor exato pode variar pela versão) |
| Sistema de freios | Freios a tambor (e, em alguns casos, discos nas rodas dianteiras) com ABS opcional em versões mais equipadas |
| Itens de série relevantes | Controle de estabilidade (ESC) não era comum em todos os mercados; airbags podem variar por pacote de acabamento; ar-condicionado, vidros elétricos e travas elétricas eram itens típicos de conforto, com variações conforme região |
A listagem acima condensa atributos relevantes para a avaliação de seguros, comprovação de características de veículo e comparação com a base FIPE. Em veículos com mais de duas décadas, vale reforçar que a condição atual, histórico de manutenção, histórico de sinistros e a existência de itens de conforto originais influenciam a percepção de valor na prática de seguros. A ficha técnica, quando bem verificada, ajuda a confirmar a versão correta para cruzamento com a Tabela FIPE, evitando discrepâncias entre o modelo pretendido e aquele cadastrado no momento da cotação.
Como a FIPE organiza os valores e por que isso importa para seguros
A metodologia da FIPE envolve a consolidação de transações de venda de veículos usados, ajustando por idade, motorização, configuração de acabamento, estado de conservação e procedimentos de manutenção observados no mercado. Cada mês, uma nova atualização reflete mudanças de oferta e demanda, inflação e disponibilidade de peças. Para seguradoras, esse valor de referência serve como piso ou base de cálculo para indenizações em determinadas coberturas e, em muitos casos, como referência de valor de reposição em caso de perda total. Quando se aplica a Tabela FIPE a um Mondeo CLX 2.0i 4p Aut de 1996, a seguradora analisa a linha correspondente à versão, ao ano e ao estado registrado pelo proprietário. Caso a unidade esteja conservada, com manual, histórico de serviços e sem modificações que alterem o valor de mercado, o valor FIPE tende a refletir, de forma estável, o que se pode esperar de uma substituição ou de uma indenização com base no preço de referência.
É importante compreender que a FIPE não captura o preço de uma transação específica. Em vez disso, ela oferece uma média ponderada que facilita a comparação entre opções de seguro, propostas e reajustes. Modelos como o Mondeo CLX, em sua versão 2.0i, podem ter variações regionais relevantes: alguns estados tendem a manter valores de referência diferentes por conta de disponibilidade de peças usadas, demanda local e reputação de confiabilidade do modelo na região. Por isso, corretores de seguros costumam cruzar o valor FIPE com a condição do veículo e com dados adicionais do proprietário para chegar a uma cotação adequada, sem subestimar o risco nem superestimar o custo de proteção.
Impacto da Tabela FIPE nos seguros do Mondeo 1996
Ao integrar a Tabela FIPE aos processos de seguro, surgem efeitos práticos para o dia a dia de quem contrata e administra a apólice. Um valor de referência estável facilita a definição de coberturas como indenização integral, reposição do veículo, ou a combinação de coberturas com assistência 24 horas, carro reserva e proteção para acessórios originais. Em termos de custo, a FIPE ajuda a estruturar o prêmio com base em um parâmetro reconhecido pelo mercado, reduzindo assim a assimetria entre expectativa do segurado e avaliação do risco pela seguradora. Em modelos mais antigos, a curva de depreciação pode ser mais inclinada do que em veículos recentes, o que também influencia a composição de franquias, limites de indenização e condições de uso do veículo segurado. Por isso, é comum que corretores orientem os clientes sobre opções de cobertura que condizem com o cenário específico do Mondeo CLX 2.0i 4p Aut, buscando equilíbrio entre custo e proteção.
Como usar a Tabela FIPE com precisão para este modelo
A leitura correta da FIPE para o Mondeo CLX envolve não apenas localizar a linha exata, mas também entender o que compõe a variação de valores. Abaixo estão orientações práticas para utilizar a Tabela FIPE com mais assertividade ao lidar com este modelo antigo:
- Verifique a versão exata: CLX 2.0i 4p Aut. Pequenas variações de acabamento ou motorização podem gerar linhas FIPE distintas, o que impacta o valor de referência.
- Confirme o ano-modelo correto (1996). Em veículos com ciclos de produção longos, pequenas diferenças de ano-modelo podem influenciar a leitura da FIPE.
- Considere a condição do veículo. Um Mondeo bem conservado, com histórico de revisões e sem alterações que afetem o valor de mercado (pintura original, peças originais, sem modificações técnicas não autorizadas) tende a ficar mais próximo do valor de referência da FIPE do que uma unidade com desgaste acentuado ou recuperações não originais.
- Atualize-se mensalmente. A FIPE é atualizada mensalmente; uma defasagem pode distorcer o alinhamento entre o valor real de negociação e a referência de seguro. Em veículos clássicos, a defasagem pode ser mais perceptível, exigindo checagem regular para ajustes de cobertura.
Notas sobre o uso desta referência para o mercado de seguros
Para quem atua como corretor ou proprietário, é essencial compreender que a FIPE funciona como uma referência de mercado, não como um orçamento definitivo de reparo. Em casos de sinistro, a indenização pode obedecer a regras contratuais específicas, que embora costumem seguir o valor de referência da FIPE, podem incorporar depreciação, exclusões de itens de acessório ou a necessidade de comprovação de procedência de peças originais. A história de uso do Mondeo CLX 2.0i 4p Aut 1996 – com peça original, manutenção regular e sem danos estruturais – tende a favorecer acordos que reconheçam o valor de reposição com base em parâmetros de mercado que a FIPE sintetiza, mantendo o equilíbrio entre o custo de reposição e a viabilidade de aquisição de peças no mercado de usados. A leitura crítica da ficha técnica, das condições do veículo e da linha FIPE associada é, portanto, uma prática profissional essencial na hora de fechar uma proposta de seguro que o segurado possa considerar estável e confiável.
Notas finais sobre conservação, histórico e tomada de decisão
Veículos de 1996 exigem uma análise cuidadosa pelo seguro, pois o histórico de uso, a disponibilidade de peças e a evolução de normas de segurança podem afetar o custo de proteção. Em níveis de serviço, é comum que proprietários e corretores priorizem itens como documentação em dia, registros de manutenção, inspeções de segurança e consistência entre o que está descrito no veículo e o que consta nos cadastros de venda e seguro. O Mondeo, com suas características de sedan médio, oferece uma base sólida para uma cobertura equilibrada que proteja o investimento, considerando a antiguidade do modelo e a relevância de manter peças originais sempre que possível. Em termos de educação do consumidor, compreender a relação entre a Tabela FIPE, o estado do veículo e as opções de seguro demonstra como decisões informadas resultam em proteção mais adequada, com custo ajustado à realidade do veículo.
Para quem busca proteção adequada para o Ford Mondeo CLX 2.0i 4p Aut 1996, faça uma cotação com a GT Seguros.
