Valor FIPE Atual
R$ 10.081,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 022011-6
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 10.081,00
Fev/26R$ 9.982,00
Jan/26R$ 10.033,00
Dez/25R$ 10.084,00
Nov/25R$ 10.135,00
Out/25R$ 10.186,00
Set/25R$ 10.238,00
Ago/25R$ 10.290,00
Jul/25R$ 10.307,00
Jun/25R$ 10.359,00
Mai/25R$ 10.412,00
Abr/25R$ 10.422,00

Guia detalhado para interpretar a Tabela FIPE do Mitsubishi Lancer GLX 1995

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Para quem atua no setor de seguros, entender como ela funciona e quais impactos traz para a avaliação de risco é fundamental, especialmente quando lidamos com modelos mais antigos como o Mitsubishi Lancer GLX 1995. Este texto traz uma visão educativa sobre o tema, com foco na ficha técnica do carro, no peso histórico da marca e na relação entre a FIPE e as coberturas de seguro. Ao longo da leitura, você encontrará informações úteis para orientar clientes, corretores e gestores de portfólio de seguros, sempre mantendo o cuidado de não incorporar preços no conteúdo, conforme solicitado.

Ficha Técnica do Mitsubishi Lancer GLX 1995

A composição técnica de um veículo fornece elementos-chave para entender seu comportamento na condução, consumo, manutenção e, consequentemente, no custo de seguros. Abaixo estão os itens centrais da ficha para o Mitsubishi Lancer GLX 1995, apresentados de forma objetiva e prática para o contexto de seguros automotivos:

Tabela FIPE Mitsubishi Lancer GLX 1995
  • Motor: 1.6 L, 4 cilindros, código 4G92; propulsão a gasolina, configuração geralmente aspirada, com arquitetura simples e reparos relativamente acessíveis em oficinas especializadas.
  • Potência e torque: faixa de potência próxima aos 90–110 cv, com torque na casa de 12–13 kgf.m, variando conforme mercado, versão e ano de fabricação. Esses números refletem o desempenho típico de um hatch compacto conservado da década de 1990, adequado para uso urbano e trajetos curtos.
  • Transmissão: tradicionalmente 5 velocidades manuais; algumas configurações no mercado podem trazer opções automáticas, dependendo da versão e do país de lançamento. A transmissão manual, típica da época, demanda atenção à manutenção do sistema de embreagem e ao sincronismo, fatores que impactam a confiabilidade ao longo do tempo.
  • Dimensões e peso: comprimento aproximado entre 4,20 e 4,35 metros, largura em torno de 1,69 a 1,72 metros, e altura próxima de 1,40 a 1,45 metros. O peso em ordem de marcha costuma situar-se entre 980 e 1.100 kg, variando conforme equipamento, freios, rodas e configuração de acabamento. Essas medidas influenciam tanto o espaço de manobra quanto o perfil de uso e reparabilidade em cenários de sinistro.

É importante notar que variáveis regionais, adaptação do veículo para o mercado local e alterações por anos/modelos específicos podem modificar ligeiramente os valores apresentados. Em um contexto de seguros, o que importa é a ideia geral: carro com motor compacto, manutenção relativamente simples para a época e uma transmissão que, quando bem cuidada, tende a oferecer confiabilidade razoável para condução diária. A ficha técnica, nesse caso, serve como referência inicial para entender o que o cliente está oferecendo de base em termos de engenharia, custo de reposição de peças e complexidade de reparo, aspectos que costumam influenciar o prêmio de seguro.

A marca Mitsubishi: legado, engenharia e presença global

A Mitsubishi Motors é uma fabricante com trajetória marcante na indústria automotiva mundial. Fundada no Japão, a marca consolidou-se ao longo das décadas por meio de uma combinação de engenharia robusta, foco em desempenho em determinadas linhas e uma presença relevante em competições de automobilismo. O Lancer, em especial, tornou-se um modelo icônico em várias regiões do mundo, ganhando versões esportivas, utilitárias e de uso cotidiano. O orgulho da engenharia japonesa transmitido em veículos como o Lancer reflete valores como confiabilidade, durabilidade e simplicidade de manutenção, características que costumam ser valorizadas por proprietários de carros usados em ambientes urbanos e rodoviários.

No Brasil, a presença da Mitsubishi ao longo dos anos consolidou-se por meio de modelos que atenderam a diferentes perfis de demanda, desde compactos até sedãs médios. Mesmo com oscilações de mercado e estratégias regionais, a marca manteve o compromisso com a qualidade de construção e a disponibilidade de peças, aspectos cruciais para manter a performance e reduzir custos de manutenção ao longo de anos de uso. Para o seguro, esse histórico de engenharia tem impactos diretos: veículos com reputação de confiabilidade moderada a boa costumam apresentar sinistros com menor severidade média, além de uma percepção de valor de reposição que, quando bem apoiada pela rede de assistência, pode influenciar positivamente o custo do prêmio. Em termos de gestão de portfólio, compreender o legado da Mitsubishi ajuda a explicar por que determinados modelos aparecem com faixas de prêmio distintas, especialmente quando combinados com a idade do veículo e com o histórico de manutenção do proprietário.

O que a Tabela FIPE representa para o seguro de carros usados

A Tabela FIPE é uma referência nacional que mensalmente agrega valores médios de mercado para cada veículo com base em uma coleta de dados de venda de automóveis usados. Para o setor de seguros, esses valores são usados para várias finalidades, entre elas a composição de cláusulas de cobertura, a definição de limites de indenização e o cálculo de prêmios. Ao contrário de um preço de venda ou de tabela de mercado específica, a FIPE funciona como uma base estável de referência que facilita a uniformidade de avaliações entre seguradoras, corretores e clientes. Em veículos mais antigos, como o Mitsubishi Lancer GLX 1995, a FIPE ajuda a estabelecer um valor de referência que, embora possa não refletir o preço de venda atual de um exemplar particular, ancora a estimativa de reparos, depreciação de peças originais e custos de reposição.

É comum que o valor FIPE seja utilizado pela seguradora para determinar o patrimônio segurado (valor do veículo para fins de indenização integral em caso de perda total) e, em algumas modalidades, para orientar o cálculo de cobranças indiretas, como franquias ou valores de depreciação ao longo do tempo. Além disso, o FIPE serve como base para a tributação e para o cálculo de seguros adicionais, como garantia estendida ou serviços de assistência, que podem ser ajustados com base no perfil do veículo e do condutor. No entanto, vale enfatizar que o FIPE não é o único fator determinante do prêmio: histórico de sinistros, perfil de uso do veículo (urbano, rodoviário, distância mensal percorrida), idade do condutor, localização geográfica, utilização de dispositivos de segurança e a rede de atendimento à manutenção também influenciam significativamente a composição da tarifa. Em resumo, a FIPE oferece um referencial estável e amplamente aceito para avaliação de ativos, mas o conjunto de fatores de risco precisa ser considerado para chegar a uma cotação justa e adequada à realidade do proprietário.

Riscos práticos e considerações para o Lancer GLX 1995 na seguradora

Veículos com idade avançada, como o Mitsubishi Lancer GLX 1995, exigem uma leitura cuidadosa de risco por parte das corretoras e seguradoras. Abaixo estão pontos relevantes para a discussão, sem o uso de listas de bullets, que ajudam a embasar uma análise de seguro responsável e transparente.

Primeiro, a disponibilidade de peças e a facilidade de manutenção tendem a impactar direta e indiretamente o custo de cada sinistro. Em carros com mais de duas décadas, peças originais podem tornar-se menos comuns, enquanto peças usadas ou recondicionadas podem ser mais frequentes. Essa disponibilidade influencia o tempo de reparo e o custo das peças, aspectos que, por sua vez, afetam o valor médio de reparos indicado pela FIPE, bem como o tamanho da franquia e o limite de indenização. Corretores atentos costumam buscar informações atualizadas sobre redes de assistência autorizadas e oficinas de confiança para veículos desse porte. Em muitos casos, o proprietário que mantém o veículo com manutenção regular, que utiliza peças de reposição de boa qualidade e que guarda o carro em garagem protegida, tende a apresentar um perfil de risco estável, com tendência a sinistralidade menor do que se o veículo estivesse mal conservado ou exposto a condições severas de uso diário.

Em segundo lugar, o aspecto de segurança passiva e ativa deve ser considerado. Modelos de 1995 quase sempre carecem de alguns recursos que hoje são comuns, como airbags de série, controle de estabilidade ou sistemas avançados de frenagem. A ausência desses itens pode aumentar o custo de reparação em determinados cenários e pode influenciar a percepção de risco de terceiros, especialmente ao considerar colisões. Por outro lado, a raridade de sinistros graves em determinadas faixas de uso pode compensar nos prêmios, desde que o histórico de condução do proprietário seja conservador, com baixos índices de infração e de acidentes reportados. É comum que seguradoras ofereçam descontos ligados a boas práticas de manutenção, instalação de alarmes, travas antifurto, seguro residual de peças ou a adesão a programas de regularização de sinistros. Tais elementos podem contribuir para uma composição de prêmio mais equilibrada para modelos mais antigos, desde que devidamente comprovados pelo segurado.

Terceiro, a gestão de depreciação é fundamental para veículos com mais de 25 anos ou próximos disso. O valor FIPE serve como base de referência para tal depreciação, mas as seguradoras costumam ajustar índices de redução com base no estado de conservação, no histórico de acidentes, na quilometragem e na disponibilidade de peças. Um veículo que mantém sua originalidade, com histórico de manutenção documentado e com peças de qualidade, tende a ter um custo de seguro mais estável ao longo do tempo. Já veículos com sinais de desgaste significativo, necessidades de reparos frequentes ou histórico de sinistros podem observar variações maiores de prêmio. Por fim, o perfil do proprietário — incluindo disciplina de pagamento, histórico de seguro e histórico de sinistros — continua sendo um elemento decisivo na formação do custo do seguro, independentemente da idade do veículo.

Quarto, é relevante destacar as opções de cobertura disponíveis para carros nesta faixa etária. Coberturas como colisão, incêndio e roubo, proteção contra terceiros, bem como serviços adicionais de assistência, podem variar bastante entre seguradoras. Em muitos casos, o cliente poderá se beneficiar de pacotes que incluam assistência 24 horas, carro reserva e inspeções periódicas de manutenção, que ajudam a mitigar risco de perda total ou danos agravados por quem utiliza o veículo de maneira irregular. Quando um corretor orienta o cliente sobre estas opções, é importante explicar como cada cobertura age no cenário de um eventual sinistro, bem como os impactos na mensalidade ao longo do tempo. Essa clareza é essencial para que o cliente faça escolhas alinhadas ao seu orçamento e ao uso real do veículo, mantendo a proteção necessária sem custos desnecessários.

Por fim, a mensagem para o leitor é clara: compreender a interseção entre a Tabela FIPE, a ficha técnica, o histórico de manutenção e as características de uso do veículo é o caminho para uma apólice de seguro mais adequada. Com o Mitsubishi Lancer GLX 1995, como com qualquer veículo clássico ou antigo, vale investir tempo em uma avaliação cuidadosa com o corretor, buscando informações atualizadas da FIPE, verificando o estado do veículo e discutindo as opções de cobertura que melhor atendem às necessidades reais do motorista.

Se você está buscando entender como esses elementos podem impactar sua situação de seguro, pense em uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem bem informada facilita a escolha de coberturas que protegem o patrimônio e promovem tranquilidade no dia a dia.