| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 223.301,00 |
| Fev/26 | R$ 223.794,00 |
| Jan/26 | R$ 224.288,00 |
| Dez/25 | R$ 224.716,00 |
| Nov/25 | R$ 225.054,00 |
| Out/25 | R$ 225.596,00 |
| Set/25 | R$ 226.321,00 |
| Ago/25 | R$ 226.798,00 |
| Jul/25 | R$ 227.162,00 |
| Jun/25 | R$ 227.390,00 |
| Mai/25 | R$ 227.846,00 |
| Abr/25 | R$ 228.052,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE 2p (diesel) 2008
Quando se fala de seguro de frota ou de caminhões de transporte de cargas, entender o que a Tabela FIPE representa para modelos específicos é essencial. Este artigo aborda o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE 2p, ano de fabricação 2008, explorando desde a postura da marca no segmento até a ficha técnica e os impactos na avaliação de risco para seguradoras. O objetivo é oferecer uma leitura educativa sobre como a FIPE se relaciona com o valor de substituição, o custo de reposição e as coberturas compatíveis com esse tipo de veículo pesado, sem apresentar valores de mercado neste espaço. A contemplação de cada aspecto técnico e de uso ajuda a fundamentar a escolha de coberturas, limites de indenização e o planejamento financeiro relacionado ao seguro veicular corporativo.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e specialização em caminhões pesados
A Scania é uma fabricante sueca reconhecida globalmente pela robustez, eficiência e pela extensa rede de assistência pós-venda. No segmento de caminhões pesados, a marca consolidou-se como referência para operações de transporte de cargas de grande porte, logística de longo curso e atividades que exigem confiabilidade e disponibilidade operacional. Alguns elementos que costumam influenciar a percepção de valor na FIPE, em modelos Scania, incluem:

- Engenharia de motor de alta durabilidade: linhas de alimentação, turbo e intercooler projetados para suportar jornadas longas com cargas significativas.
- Transmissões robustas: opções com múltiplas velocidades que visam equilíbrio entre torque de partida, desempenho em estrada e consumo eficiente para trechos extensos.
- Qualidade da cabine e conforto: a linha Highline, presente no R-500, privilegia espaço, posição de condução ergonômica e recursos de bem-estar para o motorista durante turnos prolongados.
- Rede de assistência e disponibilidade de peças: fator relevante para a continuidade de operações, o que impacta a avaliação de risco pela seguradora e a taxa de utilização do veículo.
Ficha técnica do SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE 2p (diesel) 2008
- Fabricante: Scania
- Modelo: R-500 A 6×4 HIGHLINE
- Ano de fabricação/modelo: 2008
- Tipo de veículo: Caminhão pesado de eixo rígido com tração 6×4
- Cabine: HIGHLINE (cabine de teto alto, posicionamento ergonômico, ampla visibilidade e espaço interno)
- Motorização: motor a diesel com configuração de linha de cilindros, turboalimentado e intercooler
- Potência: aproximadamente 500 cv (cavalos-vapor) com desempenho voltado a transporte de cargas volumosas
- Torque: na faixa elevada para operações de subida e extrair força com capacidade de reboque, variando conforme configuração de motor e câmbio
- Deslocamento: motor de grande cubagem típico de caminhões de alta performance (conceitos com motores de 16 litros ou equivalentes na linha Scania da época)
- Transmissão: câmbio de alta capacidade (tipicamente manual de várias marchas, com opção de transmissão automatizada em algumas configurações), com retarder disponível em versões para freios adicionais
- Tração: 6×4
- Peso bruto total (PBT): típico de 32.000 kg, com variações conforme a configuração de eixo e carroceria
- Capacidade de carga: suficiente para cargas pesadas em operações de frete de longo curso, com dependência do conjunto de semirreboque e das especificações da carroceria
- Dimensões: variam conforme a configuração da cabine, do chassi e da carroceria escolhida; é comum haver opções de comprimento e altura compatíveis com trailers de grande porte
- Sistema de emissões: na época, diferentes mercados adotavam normas Euro III/Euro IV, com adaptações conforme regulamentação local
- Suspensão: sistemas projetados para suportar peso e oferecer estabilidade em longas jornadas, com opções de suspensão dianteira e traseira em conjunto com o eixo múltiplo
- Rodas e pneus: especificações variáveis, adequadas a caminhões de carga pesada, com foco em durabilidade e tração
- Condições de uso: privilegiado para transportes de carga de peso significativo em estradas e trajetos de alta demanda
Observação importante: os números acima representam princípios gerais da linha R-500 A 6×4 HIGHLINE na década de 2000, com variações por mercado, configuração de eixo e carroceria. Em operações de seguro, a ficha técnica detalhada do veículo específico é confirmada com base no cadastro técnico da frota e na documentação entregue pela empresa, bem como no veículo em si no momento da contratação. A Tabela FIPE utiliza informações de mercado para refletir o valor de referência, mas não substitui documentos de avaliação ou as cotações formais da seguradora. Assim, ter dados atualizados sobre motor, câmbio, PBT, cabine e configuração de eixo é fundamental para estabelecer coberturas adequadas e limites de indenização consistentes com o risco real.
A relação entre a Tabela FIPE e o seguro desse veículo
A Tabela FIPE funciona como referência de preço de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de grande porte como o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE. Em seguros, esse valor é aplicado para diferentes objetivos, entre eles:
- Definir o valor de aquisição ou de reposição em caso de perda total ou substituição do veículo;
- Guiar a indenização em coberturas de terceiros com reposição de peças e componentes originais;
- Auxiliar na determinação de prêmios proporcionais ao risco e ao valor segurado;
- Contribuir com a avaliação de depreciação para veículos usados em regimes de cobertura parcial ou total.
É comum que a seguradora utilize o valor de mercado representado pela Tabela FIPE, ajustando-o conforme a condição atual do veículo, quilometragem, estado de conservação, histórico de sinistros e a existência de acessórios ou alterações que possam impactar o valor de reposição. Por isso, a referência da FIPE não deve ser entendida como um preço fixo, mas como uma base para construção de coberturas proporcionais ao risco, associadas à proteção da frota, à continuidade de operações e à tranquilidade do gestor de logística.
Aspectos práticos para seguradoras e gestores de frota
- Uso do veículo: caminhão para transporte de cargas de longo curso, operação contínua ou serviços com alta demanda de rotas nacionais, o que impacta o perfil de sinistralidade e a necessidade de coberturas adicionais, como perda de carga, danos a terceiros, e proteção de ferramentas e equipamentos.
- Perfil do motorista: histórico de direção, tempo de atuação na função e participação em treinamentos de segurança influenciam a avaliação de risco e a escolha de programas de prevenção de sinistros.
- Manutenção preventiva: registros de manutenção, inspeções técnicas e qualidade das peças utilizadas reduzem a probabilidade de falhas e aumentam a confiabilidade da frota, com reflexo direto no prêmio.
- Local de operação: áreas com maior incidência de roubos ou incidência de sinistros podem demandar módulos adicionais de proteção, rastreamento e cobertura de acessórios.
Como interpretar a ficha técnica para a escolha de coberturas
Ao considerar uma apólice para o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE, é essencial alinhar o contrato às necessidades reais da operação. Aspectos a observar incluem, entre outros:
- Valor de reposição vs. valor de mercado: algumas seguradoras oferecem opções de reposição com peças originais, novas ou usadas, conforme a disponibilidade e o orçamento da frota.
- Coberturas básicas x adicionais: incêndio, colisão, roubo, danos a terceiros, proteção de guincho, assistência 24h, e cobertura para acessórios como sistema de rastreamento, carroceria especial, e equipamentos de carga.
- Stands de responsabilidade civil: limites para danos a terceiros e danos materiais em vias públicas, considerando o porte do veículo e eventual atuação com semirreboque.
- Franquias: a escolha de franquias influencia o custo da apólice, especialmente para veículos de alto valor, onde a cobertura pode ser estruturada para equilibrar prêmio e custo de eventual indenização.
Cuidados comuns na operação e manutenção que impactam o seguro
O setor de transportes exige atenção constante à integridade do veículo, à conformidade com normas e à gestão de riscos. A seguir, pontos que costumam aparecer como determinantes nas seguradoras para caminhões com características como o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE:
- Documentação em dia: licenças, certificados de inspeção veicular, autorizações e especificações da carroceria devem estar atualizados.
- Histórico de sinistros: um passado com ocorrências pode demandar ajustes de prêmio ou exclusões específicas, a depender da gravidade e da frequência.
- Condições da carroceria e cabine: danos estruturais, falhas no sistema de freio, desgaste de pneus, e conservação da cabine influenciam a avaliação de risco e o valor segurado.
- Rastreamento e monitoramento: sistemas de telemetria e rastreamento ajudam a reduzir perdas, melhorar a logística e embasar programas de bônus por bom desempenho e uso racional do veículo.
Considerações finais sobre a Tabela FIPE e o seguro do R-500 A 6×4 Highline
Com o SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE, o que mais importa para a gestão de seguros é a sinergia entre o valor de mercado refletido pela FIPE, a condição prática do veículo e o desenho da apólice que melhor proteja a operação. Um veículo desta envergadura requer coberturas que considerem não apenas o valor de reposição, mas também a continuidade da atividade econômica, a proteção de instrumentação, caçamba, carroceria e sistemas de segurança, bem como a assistência emergencial em caso de pane ou acidente em estrada. Ao planejar a proteção, certifique-se de revisar com a corretora a capacidade de resposta da seguradora, a rede credenciada para atendimentos e a clareza das cláusulas, pois cada operação pode ter particularidades que impactam diretamente no custo final do seguro.
Para manter o foco na segurança, na confiabilidade e na rentabilidade da operação, vale investir em programas de prevenção, treinamentos periódicos para motoristas e avaliações regulares de risco. Ao alinhar a ficha técnica, as condições de uso e a referência FIPE, o gestor de frota pode chegar a uma solução de seguro que não apenas cubra o suficiente, mas também respeite o orçamento da empresa.
Se você busca uma orientação especializada para a cotação do SCANIA R-500 A 6×4 HIGHLINE 2p (diesel) 2008, considere uma consulta com a GT Seguros. Eles podem oferecer uma proposta sob medida, conectando o valor de mercado à proteção ideal para a sua operação.
