| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 142.791,00 |
| Fev/26 | R$ 143.106,00 |
| Jan/26 | R$ 143.422,00 |
| Dez/25 | R$ 143.696,00 |
| Nov/25 | R$ 143.912,00 |
| Out/25 | R$ 142.026,00 |
| Set/25 | R$ 142.482,00 |
| Ago/25 | R$ 142.782,00 |
| Jul/25 | R$ 143.011,00 |
| Jun/25 | R$ 143.155,00 |
| Mai/25 | R$ 143.442,00 |
| Abr/25 | R$ 143.572,00 |
Guia de interpretação da Tabela FIPE para o SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006
Ao trabalhar com seguros, avaliações de mercado e planejamento financeiro, entender como a Tabela FIPE aplica-se a caminhões é essencial. O modelo SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006 é uma configuração específica que pode ter variações significativas conforme o uso, a carroceria e os componentes agregados. Este artigo desdobra o tema com foco educativo: como a Tabela FIPE classifica esse veículo, quais dados costumam compor a ficha técnica e que fatores impactam o valor de referência. A proposta é oferecer informação clara para que você, corretor ou proprietário, tenha embasamento ao tratar de seguros, planilhas de depreciação e negociações com concessionárias ou seguradoras.
Por que a Tabela FIPE importa para caminhões Scania?
A Tabela FIPE é uma referência nacional utilizada para estimar o valor de aquisição, venda e seguro de veículos, incluindo caminhões. Para marcas de renome como Scania, a tabela funciona como ponto de partida para o cálculo de depreciação e sinistralidade, uma vez que estabelece um valor de referência com base em dados de mercado. Vale notar que o valor FIPE não é um preço fixo nem uma cotação de venda; ele representa um valor médio de mercado que pode variar conforme fatores reais observados ao longo do tempo, como a disponibilidade de peças, a demanda regional, o estado de conservação e a quilometragem do veículo. No caso do SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006, esse equilíbrio entre o que a FIPE registra e o que a situação particular do veículo oferece determinará, entre outros aspectos, as margens de negociação com seguradoras e as coberturas mais adequadas para o seu perfil.

Nesse contexto, entender o que compõe a “ficha técnica” do veículo e quais características costumam sinalizar no índice FIPE ajuda a alinhar expectativas. Em termos de seguros, o valor de referência impacta o prêmio, as franquias e as coberturas que cabem no orçamento da operação logística. Além disso, caminhões de 2006, como o T-124 GB 420, entram numa faixa de avaliação em que o histórico de manutenção, a conservação da cabina, o estado dos componentes mecânicos e o histórico de sinistros pesam muito no resultado final da apólice. Por isso, a leitura cuidadosa da ficha técnica e a verificação de documentação são passos cruciais durante o processo de tomada de decisão.
Ficha Técnica do SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006
A configuração especificada — SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006 — remete a um caminhão de cabine simples (2 portas) com motor diesel de alta potência, tração 4×2 e carroceria apta a receber diferentes soluções de transporte. Abaixo estão os aspectos comumente usados para compor a ficha técnica de referência dessa versão, levando em conta variações de frota e de carroceria que podem ocorrer conforme a configuração de fábrica ou de concessionária.
Marca/Modelo: Scania T-124 GB 420 4×2 NZ 2p
Ano/Versão: 2006 (versão com motor diesel, configuração 4×2 e cabine de 2 portas)
Tipo de motor: Diesel, 6 cilindros em linha, turbo intercooler
Potência máxima: aproximadamente 420 cv
Torque máximo: aproximadamente 2.000–2.200 Nm
Transmissão: opções entre transmissão manual de várias marchas ou automática (por exemplo, sistemas tipo Opticruise), dependendo da configuração de fábrica ou da frota
Tração: 4×2 (duas rodas motrizes, com tração traseira primária)
Tipo de cabine: cabine simples com duas portas (NZ 2p, conforme a descrição da configuração)
Dimensões e capacidade: variações conforme o chassi e a carroceria; a capacidade de carga útil típica para essa configuração fica entre faixas de carga relevantes ao segmento de caminhões pesados médios a pesados, com o PBT (peso bruto total) definido pela combinação de chassi, eixo e carroceria
Tanque de combustível: capacidade específica depende da carroceria e do reservatório instalado; frequentemente entre 300 e 1.000 litros em configurações de longo alcance
Uso típico: transporte de cargas pesadas em operações rodoviárias, com foco em distribuição de médio a longo percurso, donde a confiabilidade de motor e estabilidade de desempenho são diferenciais
Sobre a marca Scania
A Scania é referência global no segmento de caminhões, ônibus, motores industriais e soluções de transporte eficiente. Fundada na Suécia, a marca construiu ao longo de décadas uma reputação alicerçada na confiabilidade mecânica, desempenho robusto e uma ampla rede de assistência técnica. Para frotas que operam em logística de longa distância, a Scania se tornou sinônimo de durabilidade e de soluções de telemetria, que ajudam a gerenciar consumo de combustível, manutenções preventivas e disponibilidade da frota. No Brasil, a presença da Scania está fortemente ligada a serviços de pós-venda, disponibilidade de peças originais e opções de personalização de acordo com o tipo de operação (distribuição urbana, rodoviária, special freight, entre outras). O portfólio da marca tende a enfatizar motores de alta torque, transmissão eficiente e sistemas de freio e suspensão projetados para suportar grandes cargas com segurança. Adicionalmente, a Scania investe em programas de treinamento para motoristas, planos de manutenção preventiva e soluções digitais que ajudam a reduzir o custo total de propriedade ao longo da vida útil do veículo.
Fatores que influenciam o valor FIPE de caminhões como o SCANIA T-124 GB 420
A avaliação do valor FIPE de caminhões envolve uma série de variáveis que vão além do modelo e do ano de fabricação. Abaixo estão quatro fatores-chave que costumam ter impacto direto na leitura da tabela para a configuração especificada (T-124 GB 420 4×2 NZ 2p, diesel, ano 2006):
- Condição geral do veículo e histórico de manutenção: itens como motor, turbocompressor, sistema de embreagem, freios, estado da carroceria e da suspensão influenciam o valor de referência. Caminhões bem conservados e com revisões regulares tendem a permanecer mais próximos de faixas superiores da FIPE, enquanto veículos com histórico de sinistros ou manutenções irregulares costumam ficar mais próximos das faixas médias ou inferiores.
- Quilometragem e uso anterior: veículos com quilometragem menor e uso mais previsível costumam apresentar valores FIPE mais altos, especialmente quando acompanhados de documentação de manutenção completa e sem alterações não autorizadas no motor ou no trem de força.
- Configuração de chassi e carroceria: a flexibilidade de uso (carroceria seca, baú, sider ou plataformas) e as modificações de fábrica podem alterar a percepção de valor de mercado. A FIPE tende a considerar a configuração “padrão” para a linha T da Scania, mas versões com alterações de carroceria podem gerar ajustes no preço de referência.
- Mercado regional e disponibilidade de peças: regiões com maior disponibilidade de peças originais, assistência técnica autorizada Scania e reposição de componentes tendem a manter o valor FIPE mais estável. Em áreas com menor rede de assistência, os custos de manutenção podem impactar o valor de sinistro ou de reposição na prática.
Além desses fatores, aspectos como histórico de sinistros, presença de itens adicionais de segurança (sistemas de controle de tração, ABS/EBV, controles de estabilidade), idade da bateria, estado dos pneus e atualização de software de gestão da frota também podem influenciar o valor aplicado pela FIPE. É importante reforçar que a FIPE funciona como referência; empresas de seguros costumam calibrar prêmios com base em um conjunto mais amplo de dados, incluindo o histórico do veículo, perfil da operação e o tipo de cobertura contratada.
Como a FIPE se relaciona com o seguro do SCANIA T-124 GB 420
Para seguradoras, o valor FIPE atua como base de referência para cálculos de cobertura básica, limites de responsabilidade e composições de possíveis franquias. No caso de um caminhão SCANIA de 2006, a FIPE serve como ponto de partida para definir o valor segurável do bem em situações de indenização total ou parcial. Além disso, até mesmo o custo de uma proteção adicional, como seguro de carga ou de frota, pode ser influenciado pela configuração do veículo. Em termos práticos, quanto mais próximo o valor FIPE da condição real do veículo, mais equilibrada tende a ser a precificação da apólice. Por isso, é comum que corretores avaliem junto com o cliente foto-documentação, laudos de inspeção veicular e histórico de manutenção para validar ou ajustar o valor de referência na cotação de seguro.
Boas práticas para quem utiliza a Tabela FIPE na hora de planejar o seguro
Para tirar o máximo proveito da Tabela FIPE ao tratar de seguro do SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006, algumas práticas costumam fazer diferença:
- Reúna documentação completa da manutenção: guias de serviço, histórico de revisões, notas fiscais de substituição de componentes e registro de substituições de peças originais. Isso aumenta a confiabilidade da leitura FIPE na prática de seguro.
- Faça uma avaliação física recente: fotos atualizadas da cabine, motor, chassi e componentes críticos ajudam a comparar com a referência FIPE durante a cotação e podem evitar controvérsias na indenização.
- Considere a configuração real da frota: se o veículo opera com carroceria específica, transporte de cargas específicas ou utilizações especiais, isso pode justificar ajustes de cobertura ou de valor segurável dentro da apólice.
- Analise opções de coberturas adicionais: além da proteção básica contra colisão, incêndio e roubo, considere proteções para carga, responsabilidade civil e assistência 24h, que podem se ajustar ao perfil operacional da sua atividade.
Para proprietários e gestores de frotas, compreender esses elementos facilita a negociação com corretoras, concessionárias e seguradoras. O conhecimento detalhado da ficha técnica aliada a uma documentação apurada reduz o risco de divergências entre o valor de referência e o valor real de mercado do veículo, o que, por sua vez, pode levar a condições de seguro mais coerentes com a realidade da operação.
Como a GT Seguros pode ajudar
Se o objetivo é alinhar o planejamento de seguro com o valor de referência da FIPE para o SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006, a GT Seguros oferece orientação especializada para entender como cada configuração da frota influencia o prêmio, as coberturas ideais para a sua operação e como otimizar o custo total com proteção de veículos pesados. O processo de cotação leva em conta as particularidades da operação, o estado de conservação do veículo, a idade da frota e as necessidades de cobertura de carga, entre outros fatores. Assim, você obtém uma visão clara de como o valor FIPE se transforma em prêmio e de como pequenas informações adicionais podem resultar em economia relevante a longo prazo.
Para quem busca uma resposta prática e confiável, a decisão de contratar o seguro certo para o SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006 deve considerar não apenas o preço, mas a proteção adequada à operação, à carga transportada e ao patrimônio da empresa. A segurança de navegar com tranquilidade pelo transporte de cargas começa com entender o mercado e escolher uma parceira capaz de traduzir o valor de referência em proteção efetiva.
No terço final deste texto, vale a lembrança: o caminho para uma cotação eficiente envolve dados consistentes sobre o veículo, a finalidade da operação e o histórico de manutenções. Com esse conjunto, a GT Seguros pode oferecer uma cotação cuidadosa, adequada ao perfil da sua frota, sem surpresas no caminho.
Se você está avaliando opções de seguro para o SCANIA T-124 GB 420 4×2 NZ 2p (diesel) 2006, considere a simplicidade de uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação rápida pode esclarecer dúvidas, alinhar expectativas com o valor FIPE e indicar a melhor combinação de coberturas para a sua operação de transporte.
