| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.626,00 |
| Fev/26 | R$ 3.634,00 |
| Jan/26 | R$ 3.643,00 |
| Dez/25 | R$ 3.650,00 |
| Nov/25 | R$ 3.656,00 |
| Out/25 | R$ 3.665,00 |
| Set/25 | R$ 3.677,00 |
| Ago/25 | R$ 3.685,00 |
| Jul/25 | R$ 3.691,00 |
| Jun/25 | R$ 3.695,00 |
| Mai/25 | R$ 3.703,00 |
| Abr/25 | R$ 3.707,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para Renault 21 Nevada GTX 2.2 de 1993: guia completo para seguros, valor de referência e leitura prática
A Tabela FIPE é um dos instrumentos mais utilizados no Brasil para orientar o preço de veículos usados em transações, seguros e avaliações de mercado. Para quem tem um Renault 21 Nevada GTX 2.2, ano-modelo 1993, entender como essa tabela funciona ajuda não apenas na negociação, mas também na proteção do patrimônio, já que seguradoras costumam usar esse referencial para calibrar coberturas e franquias. Este texto é educativo e informativo, com foco específico no veículo mencionado, apresentando a ficha técnica, o papel da marca Renault no cenário brasileiro de época, e um guia prático de leitura da FIPE para este modelo clássico.
Ficha técnica do Renault 21 Nevada GTX 2.2 (1993)
Abaixo está uma síntese técnica, organizada para facilitar a consulta. Os valores entre parênteses são aproximados, pois o radiador de dados da FIPE considera variações de conservação, estado de uso e região. O objetivo é oferecer um conjunto claro de informações que ajudem na compreensão do veículo dentro do contexto da tabela.

- Fabricante e modelo: Renault 21 Nevada GTX 2.2
- Ano de referência: 1993
- Tipo de carroceria: hatchback de quatro ou cinco portas, conforme a configuração da linha Nevada
- Motor: 2.2 litros, quatro cilindros, gasolina
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: dianteira
- Potência aproximada: entre 110 e 120 cavalos de potência (cv) em condições de fábrica, dependendo da calibração de época
- Torque aproximado: na faixa de 15 a 16 kgf.m
- Diâmetro e curso: padrão do motor 2.2 L utilizado pela linha Renault 21
- Dimensões básicas (aproximadas): comprimento em torno de 4,40 a 4,45 metros; largura próxima a 1,70 metro; altura na casa dos 1,40 metro
Ficha técnica resumida para consulta rápida:
- Peso aproximado: em torno de 1.100 kg
- Tanque de combustível: capacidade de aproximadamente 50 a 60 litros (varia conforme o lote de fabricação)
- Suspensão dianteira: tipo MacPherson
- Suspensão traseira: eixo de torção
É comum que veículos clássicos como o Renault 21 Nevada GTX 2.2 apresentem pequenas variações entre unidades. Por isso, ao consultar a FIPE, vale confirmar a versão exata do veículo, o estado de conservação e o kilometraje, pois esses fatores influenciam o valor referencial utilizado por seguradoras e pelo mercado em geral.
O papel da Renault no Brasil na década de 1990 e o contexto do Renault 21 Nevada
Para entender por que modelos como o Renault 21 Nevada chegaram às ruas brasileiras, é importante olhar o papel da Renault no Brasil na década de 1990. A Renault do Brasil, parte do grupo francês Renault, investiu em um portfólio de modelos compactos e médios alinhados aos padrões europeus, com focos em conforto, espaço interno e simplicidade de manutenção. A linha Renault 21, sucedida pelo 25, trouxe ao mercado brasileiro uma proposta de sedã médio com boa relação entre desempenho e consumo, adaptando-se, por vezes, ao cenário de estradas nacionais com um conjunto de suspensões equilibradas e motorizações robustas para a época.
O Renault 21 Nevada, uma das variantes da família, aparece como uma opção que privilegiava o espaço interno, a versatilidade de uso diário e a configuração de carroceria que se adequava a famílias e clubes de colecionadores de veículos usados. O GTX, dentro dessa linha, representava uma versão mais equipada, com ênfase em acabamento e recursos técnicos que, para o período, mostravam o compromisso da Renault com conforto e praticidade. Em termos de design, a estética refletia o estilo europeu da primeira metade dos anos 90, com linhas conectadas, grade dianteira característica e um interior que buscava ergonomia para o motorista e passageiros.
Do ponto de vista técnico, o 2.2 utilizado no Nevada GTX era uma opção confiável para quem buscava desempenho suficiente para a vida cotidiana sem exigir custos elevados de manutenção. Embora as novidades tecnológicas da época fossem menos agressivas que as de hoje, o conjunto motor-câmbio, aliado a uma suspensão afinada para uso urbano e rodoviário, oferecia uma experiência de condução estável. A compatibilidade com o combustível disponível no país também era um tema recorrente, já que a disponibilidade de gasolina de alta octanagem variava por região e por período, exigindo que proprietários e técnicos considerassem ajustes simples de tempo de ignição e sincronização.
É relevante notar que, durante esse período, a FIPE servia como referência central para deslocar valores entre transações usadas, e as seguradoras passaram a incorporar esse referencial de forma cada vez mais integrada aos seus processos de cálculo de prêmios. A leitura de FIPE, portanto, não é apenas uma curiosidade para entusiastas, mas uma ferramenta prática para quem negocia, assegura ou administra um patrimônio automotivo clássico como o Renault 21 Nevada GTX 2.2 de 1993.
Por que a Tabela FIPE é relevante para o Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993
A Tabela FIPE acontece como um índice de referência com base em dados coletados ao longo do tempo, contemplando versões, anos e estados diversos de conservação. Para carros usados com mais de duas décadas, como o Renault 21 Nevada GTX 2.2 de 1993, o valor de referência pode variar bastante entre unidades bem conservadas e aquelas que necessitam de reparos. Em termos de seguros, a FIPE ajuda a segmentar o montante segurado, o limite máximo de cobertura e as condições de indenização, além de influenciar a escolha de franquias em regimes específicos. É comum que as seguradoras utilize esse referencial para simular cenários de indenização em casos de colisão leve, colisão total, roubo ou perda total, sempre ajustando para a condição real do veículo.
Para colecionadores e entusiastas, a leitura da FIPE também oferece uma visão de mercado: é possível observar como o valor médio do Renault 21 Nevada GTX 2.2 evoluiu ao longo dos anos, como as variações regionais afetam a demanda e como eventos macroeconômicos influenciaram a disponibilidade de peças, manutenção e restaurações. Assim, a FIPE funciona como uma bússola para quem pretende manter o veículo com a devida proteção contratual, sem pressionar o orçamento com premiações inadequadas ou com subavaliação do patrimônio.
Como interpretar a leitura da FIPE para este modelo específico
Ao lidar com a FIPE para o Renault 21 Nevada GTX 2.2 de 1993, existem nuances importantes que ajudam a obter uma leitura mais fiel do valor de referência. Considere os seguintes pontos na hora de consultar a tabela:
- Verifique a versão exata: a família Renault 21 tinha variações que podiam impactar o valor de referência. A nomenclatura Nevada GTX 2.2 é um indicativo crítico para filtrar a busca.
- Considere o estado de conservação: veículos bem conservados tendem a ter valores mais elevados na FIPE, enquanto unidades com desgaste visível ou com necessidades de manutenção podem se alinhar a faixas mais baixas.
- Cheque o estado do veículo: FIPE não é apenas ano-modelo; a condição (impecável, bom, regular, ruim) é decisiva para a leitura prática. Seguradoras costumam cruzar esse dado com laudos técnicos.
- Atenção às variações regionais: a oferta de peças, mão de obra e disponibilidade de reparos pode influenciar o peso dos fatores regionais na avaliação final.
Esses quatro aspectos ajudam a transformar a leitura da FIPE em uma ferramenta útil para o seguro e para a negociação, promovendo uma proteção financeira mais precisa para um carro com história e valor sentimental como o Renolet 21 Nevada GTX 2.2 de 1993.
Leitura prática: guia passo a passo para consultar a FIPE deste modelo
Para quem usa a FIPE como referência na formatação de seguros, reparos ou compra e venda, siga este guia simples para o Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993:
- Passo 1: selecione o ano-modelo 1993 na base da FIPE e, em seguida, escolha a versão Renault 21 Nevada GTX 2.2 para filtrar a busca.
- Passo 2: observe as faixas de preço apresentadas pela FIPE conforme a condição de conservação (ex.: conservado, bom, regular, ruim). A leitura deve considerar a condição que melhor descreve a unidade.
- Passo 3: verifique a região: algumas seguradoras utilizam índices regionais para mapear riscos e custos de replacers, o que pode ajustar o valor de referência.
- Passo 4: integre a leitura da FIPE com o estado real do veículo e os custos de reposição de peças, que podem influenciar o prêmio de seguro e as opções de cobertura. Prepare-se para discutir com a seguradora com números coerentes e justificáveis.
Ao seguir esses passos, o proprietário ou o interessado em adquirir ou segurar um Renault 21 Nevada GTX 2.2 de 1993 poderá ter uma visão prática do valor referencial, sem perder de vista as metas de proteção, cobertura e custo-benefício. Lembre-se de que o objetivo da FIPE é oferecer uma referência de mercado, não um preço fixo; ainda assim, ela se torna uma base sólida para acordos seguros e bem informados.
Ideias-chave sobre a marca Renault e a relação com o Renault 21 Nevada GTX 2.2
Entender a marca Renault ajuda a interpretar informações técnicas, histórico de produção e a percepção de valor de modelos como o Renault 21 Nevada GTX 2.2. Algumas ideias centrais da marca, especialmente na década de 1990, ajudam a contextualizar o veículo dentro do ecossistema automotivo:
- Renault sempre valorizou conforto, praticidade e economia de uso em suas linhas para mercados emergentes, incluindo o Brasil, onde a adaptação de versões para as ruas brasileiras era parte do desenvolvimento de cada modelo.
- A linha Renault 21 representou uma resposta europeia a exigências de espaço interno, robustez e facilidade de manutenção, características que ajudaram a consolidar a marca no segmento de sedãs médios nos mercados onde atuava.
- A variante Nevada, com foco em utilidade familiar, buscou oferecer espaço adicional para passageiros e bagagem, sem abrir mão de um conjunto de equipamentos que proporcionava conforto durante trajetos urbanos e viagens curtas.
- Em termos de segurança e tecnologia, veículos da época já mostravam evoluções, mas ainda exigiam atenção especial na manutenção para preservar o desempenho. O Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993 é um exemplo de como o acervo histórico de marcas pode ter diferentes fases de uso, desgaste e restauração ao longo dos anos.
Como a FIPE se integra ao seguro do Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993
Para quem pensa em proteção via seguro, a FIPE funciona como uma referência central para o cálculo de prêmios, franquias e coberturas. Embora cada seguradora possa ter regras próprias, a FIPE oferece um norte padronizado que facilita a comparação entre propostas. No caso do Renault 21 Nevada GTX 2.2, a combinação entre o valor de referência, estado de conservação e histórico de uso (incluindo fatores como manutenção, disponibilidade de peças e custos de reposição) alimenta o processo de avaliação do risco. Em modelos clássicos, é comum que as seguradoras considerem também itens adicionais como proteção contra perda total, roubo com ou sem arrombamento e cobertura para itens de valor estético ou histórico (quando o veículo tiver um valor de colecionador).
Além disso, ao se deparar com a Tabela FIPE, o consumidor pode pensar em estratégias de seguro mais eficientes, como ajustes de franquias proporcionais ao valor de referência, opções de cobertura para terceiros e guinadas de proteção para eventual restauração do veículo. Em suma, a FIPE oferece o alicerce para decisões de seguro bem informadas, alinhadas ao estado atual do Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993 e aos objetivos de quem busca proteção sem surpresas durante a vigência do contrato.
Conselhos práticos para quem possui ou pretende adquirir um Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993
Para donos de veículos da década de 1990, incluindo o Renault 21 Nevada GTX 2.2, algumas práticas ajudam a manter o valor de referência estável e a facilitar o processo de seguro ao longo dos anos. Considere as seguintes orientações:
- Realize inspeções periódicas para manter o estado de conservação o mais próximo possível do considerado “bom” na FIPE. Peças originais, quando disponíveis, ajudam a manter o conjunto mais fiel ao fabricante.
- Guarde registros de manutenção, manuais, notas de serviço e recibos de peças. Documentação organizada facilita a avaliação da confiabilidade do veículo pela seguradora.
- Considere a restauração de itens críticos (tampas, friso, estofados, sistema de freios) apenas se o custo for justificável pelo valor atual da tabela FIPE, evitando investimentos que não reflitam o retorno na cobertura de seguro.
- Esteja atento a variações regionais de disponibilidade de peças e assistência técnica especializada. Em mercados onde a disponibilidade de peças originais diminui, o custo de manutenção pode aumentar, o que pode impactar a avaliação de risco pela seguradora.
Essas estratégias ajudam a manter o Renault 21 Nevada GTX 2.2 1993 em condições que favoreçam uma leitura estável da FIPE, o que por sua vez facilita a negociação de coberturas de seguro, prazos de pagamento de prêmios e condições de indenização, caso haja necessidade.
Se o seu objetivo é alinhar a proteção do seu patrimônio automotivo com um parceiro confiável, lembre-se de que um seguro bem calibrado para um carro clássico considera não apenas o valor de mercado, mas também o custo de reposição de peças, a disponibilidade de serviços especializados e o histórico de manutenção do veículo. A proteção adequada envolve uma leitura cuidadosa de todos esses elementos, sempre com foco na tranquilidade do motorista e na preservação da história do veículo.
Para planejar a proteção adequada, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.
