| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 42.321,00 |
| Fev/26 | R$ 42.415,00 |
| Jan/26 | R$ 42.120,00 |
| Dez/25 | R$ 40.696,00 |
| Nov/25 | R$ 39.645,00 |
| Out/25 | R$ 38.305,00 |
| Set/25 | R$ 37.010,00 |
| Ago/25 | R$ 37.837,00 |
| Jul/25 | R$ 39.210,00 |
| Jun/25 | R$ 39.938,00 |
| Mai/25 | R$ 40.686,00 |
| Abr/25 | R$ 39.311,00 |
Panorama técnico e jurídico-clarificador da Tabela FIPE para a Ford Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, 2006
A Tabela FIPE é o principal referencial de valores usados no mercado brasileiro para veículos. Mesmo quando o objetivo é assegurar, financiar ou comprar um veículo, entender como esses números são calculados, quais variações podem existir entre versões e como modificações podem impactar a leitura da tabela é essencial para quem atua no universo de seguros. No caso específico da Ford Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, ano 2006, a leitura da Tabela FIPE exige atenção especial não apenas aos números brutos, mas também às particularidades do veículo: a motorização, a configuração de tração, o histórico de repower (conversão de motor) e o estado de conservação. Abaixo, exploramos aspectos relevantes para quem utiliza a Tabela FIPE como base de referência em seguros, bem como informações de contexto para tomadas de decisão mais embasadas.
Ficha técnica (resumo) da Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, 2006
- Motor: 2.3 litros, 16 válvulas, quatro cilindros
- Potência declarada: 137 cv
- Tração: 4×2
- Transmissão: manual
Contexto histórico e situacional da Ford Ranger
A Ford, marca de tradição internacional, consolidou ao longo de décadas uma reputação associada a caminhonetes robustas, utilitários confiáveis e uma rede de assistência ampla. Na linha Ranger, a fabricante conseguiu posicionar-se como uma opção de uso misto: desempenho para o trabalho pesado combinado com conforto relativo para uso diário. Em termos gerais, a Ranger criada para o mercado brasileiro durante as décadas passadas teve como características marcantes oferecer durabilidade, capacidade de carga modesta a intermediária para a categoria, bem como componentes que favorecem a manutenção em diferentes regiões do país. Em termos de seguro, a trajetória da marca costuma estagnar variações de prêmio de forma menos abrupta quando comparada a modelos de luxo, porém não isenta o assunto de cuidados: a escolha de versões, motores e histórico de modificações pode influenciar a percepção de risco pelas seguradoras.

Contexto técnico: motor 2.3 16v e a versão CS Repower
O conjunto motor 2.3 litros com cabine XL e o qualificativo 16v indica um motor com cabine de cabeçote de válvulas acionadas por soluções modernas para a época, o que costuma oferecer boa resposta de conjunto para um veículo utilitário leve. A designação 16v sugere, entre outras coisas, uma boa afinação de válvulas para melhorar a eficiência de ar e combustível em diferentes rotações. O marcador 137 cv, presente na denominação do modelo, é o indicador de potência nominal divulgado pela fabricante para esse conjunto específico, em condições de ensaio padrão. Já o elemento “CS Repower” designa uma intervenção de reposição ou repotencialização do propulsor realizada por um fornecedor reconhecido, com o objetivo de manter ou melhorar o desempenho, a confiabilidade e a vida útil do motor. Essa prática pode envolver substituições de componentes, reprogramação de gerenciamento eletrônico, ajustes de válvulas, entre outros procedimentos. Embora possa oferecer vantagens operacionais, a intervenção de repower introduz variações importantes para a avaliação de seguros, para a valorizar de mercado segundo a FIPE, bem como para os registros de garantia, exigindo documentação técnica adequada e validação de homologação regulatória quando pertinente.
Para as seguradoras, alterações significativas em relação à configuração original de fábrica costumam ser consideradas no cálculo de prêmio e nas coberturas disponíveis. Em termos práticos, documentar a confirmação de homologação da alteração, o histórico de serviço e a regularização documental facilita a conveniência de assegurabilidade. A Tabela FIPE, nesse cenário, funciona como referência principal, mas a leitura detalhada deve considerar o estado do veículo, as modificações efetuadas e o conjunto de equipamentos presentes na configuração de 2006, incluindo a presença de rede de proteção, itens de conveniência, sistema de freios, suspensão e cabine, que podem impactar a avaliação de reparabilidade e o custo de reposição de peças.
Relação entre a Tabela FIPE e a prática de seguro para este modelo
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor médio de reposição e de avaliação de sinistros. Quando o veículo é utilizado como base para contratos de seguros, o valor de referência determina, entre outros pontos, a base de cálculo de indenizações em caso de perda total (quando a avaliação de sinistro chega a esse patamar) e a referência para coberturas de assistência com roubo/furto, colisões e danos a terceiros. No caso da Ford Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, 2006, a presença de uma repower adiciona uma camada de complexidade: pode haver diferença entre o valor de tabela (considerando veículo de origem fábrica) e o valor de reposição com base na configuração atual, que pode incluir peças ou módulos não originais. Por isso, a documentação de modificação e a avaliação de estado de conservação tornam-se componentes-chave para uma boa negociação entre proprietário, corretor e seguradora.
Além disso, estados de conservação, histórico de proprietários, uso do veículo (trabalho, lazer, transporte de cargas) e a eventual presença de acessórios de proteção (baú de carga, capas, vidros anti-roubo, rastreadores) contribuem para o ajuste do risco. A FIPE também acompanha variações sazonais no mercado de usados; períodos de maior demanda por caminhonetes podem afetar a leitura dos números, mesmo para modelos semelhantes. Por isso, quando a corretora ou o cliente está avaliando uma cotação, é fundamental anexar à proposta informações sobre a repower, documentação de homologação, dados de manutenção e histórico de sinistros para que a seguradora possa ter uma visão holística do risco.
Aspectos práticos para quem consulta a Tabela FIPE neste caso
Alguns pontos práticos ajudam a interpretar a Tabela FIPE de forma mais alinhada à realidade do veículo em questão:
- Verifique se a variante “CS Repower” está oficialmente documentada pela empresa de repower e homologada pelas autoridades competentes; isso ajuda a evitar divergências entre o valor de tabela e o valor de reposição.
- Considere o estado de conservação do veículo na avaliação da seguradora: veículos bem conservados, com manutenção documentada, costumam receber leitura de valor mais estável.
- Para veículos com alterações mecânicas, mantenha cópias de notas fiscais de peças e serviços; isso facilita a comprovação de condições técnicas para seguradora.
- Aponte itens de segurança, como rastreadores ou dispositivos anti-roubo, que podem influenciar positivamente o prêmio, dependendo da política da seguradora.
Implicações para o seguro: educação do consumidor
Para quem busca seguros ou renovações de apólice, compreender a relação entre o que a FIPE mostra e o que está efetivamente na condição do veículo é crucial. A seguradora pode exigir avaliações técnicas, especialmente quando há modificações que alteram a configuração original de fábrica. Nesses casos, o corretor tem papel de elo entre o cliente e a seguradora, explicando como a repower impacta a percepção de risco, quais coberturas são mais pertinentes (colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, proteção veicular, assistência 24 horas) e como a documentação pode facilitar a obtenção de condições mais estáveis. O objetivo é chegar a uma leitura de prêmio que seja justa, alinhada com o valor de mercado e com a proteção necessária para o tipo de uso do veículo.
Verificação prática ao consultar a Tabela FIPE
Ao buscar a referência FIPE para a Ford Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, 2006, tenha em mente alguns procedimentos simples para evitar surpresas:
- Solicite a leitura FIPE correspondente à versão exata do veículo em questão, considerando a repower quando houver registro documental adequado.
- Concorde com a variação de faixas de preço associadas ao estado de conservação: veículos com histórico de manutenção regular costumam apresentar leituras mais estáveis.
- Acerte com a seguradora quais coberturas são prioritárias para este modelo, levando em conta o uso do veículo (trabalho, transporte de cargas leves, deslocamentos diários).
- Guarde documentação de manutenção e de repower para facilitar eventuais ajustes de prêmio ao longo do contrato.
Ao final, a Tabela FIPE não é apenas um número estático: é uma ferramenta que, when used wisely, ajuda a construir uma visão clara de valor, risco e proteção. O modelo Ford Ranger XL 2.3 16v 137cv 4×2 CS Repower, de 2006, apresenta um caso específico em que a combinação entre motorização, configuração de tração e histórico de repower exige atenção cuidadosa por parte de corretores, proprietários e seguradoras, a fim de assegurar uma cobertura adequada sem desperdício de recursos. A leitura criteriosa da FIPE, aliada à documentação técnica e ao diálogo transparente com a seguradora, orienta decisões mais seguras para quem precisa do veículo como instrumento de trabalho ou de uso cotidiano.
Por fim, quem está avaliando opções de proteção para este modelo pode considerar conversar com profissionais especializados em seguros automotivos, que sabem interpretar a relação entre o histórico do veículo, as alterações técnicas e a base de valor da FIPE. Um corretor experiente pode propor combinations de coberturas que assegurem o veículo frente a colisões, roubo e danos a terceiros, equilibrando o custo da proteção com a necessidade de cobertura. Desta forma, o proprietário da Ranger XL com repower tem maior tranquilidade para transitar, sabendo que está amparado conforme as especificidades do seu modelo.
Se você busca orientação sobre proteção e custos de seguro para este modelo, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.
