| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 235.193,00 |
| Fev/26 | R$ 235.713,00 |
| Jan/26 | R$ 236.234,00 |
| Dez/25 | R$ 238.572,00 |
| Nov/25 | R$ 230.505,00 |
| Out/25 | R$ 231.060,00 |
| Set/25 | R$ 231.802,00 |
| Ago/25 | R$ 235.592,00 |
| Jul/25 | R$ 231.309,00 |
| Jun/25 | R$ 231.542,00 |
| Mai/25 | R$ 236.437,00 |
| Abr/25 | R$ 244.963,00 |
Visão abrangente sobre a Tabela FIPE para o DAF XF 105 FTT 460 6×4 (diesel)(E5) 2014
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para entender valores de mercado de veículos usados, inclusive caminhões de grande porte. Para quem atua na corretagem de seguros, compreender como a FIPE reflete o modelo específico, suas versões e a idade ajuda a avaliar o risco, calcular valores seguráveis e orientar o cliente sobre a realocação de custos com base no estado de conservação, na depreciação e na configuração de uso. Este artigo examina o DAF XF 105 FTT 460 6×4 (diesel)(E5) de 2014, uma versão com características distintas no universo de caminhões pesados, conectando a ficha técnica à leitura da FIPE, à história da marca e aos aspectos práticos de seguro e operação. Importante destacar que os preços não aparecem neste texto, pois os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post pela plataforma.
Ficha técnica do DAF XF 105 FTT 460 6×4 (2014)
A seguir, apresenta-se uma síntese técnica que ajuda a entender o essencial deste modelo específico, com foco em itens que costumam impactar o valor de mercado na FIPE e, por consequência, a avaliação de risco para seguros e propostas comerciais:

- Motorização: diesel, bloco de alta cilindrada, típico de 12,9 litros, com potência nominal de 460 cv, projetado para desempenho em longas distâncias; configuração com turbo e sistema de emissões E5.
- Transmissão: automática/automatizada AS-Tronic com 12 velocidades, desenhada para suavidade nas trocas e eficiência em trechos de subida e trechos com carga elevada.
- Tração e eixo: configuração 6×4, com dois eixos traseiros motrizados, adequada para aplicação de peso significativo e maior tração em terrenos desafiadores, mantendo estabilidade em rodovias e vias com pavimento irregular.
- Capacidade e dimensões: peso bruto total (PBT) típico entre 32.000 kg e 40.000 kg, variando conforme a configuração de chassi, cabine e carroceria; cabine ampla voltada ao conforto do motorista em jornadas extensas e espaço para equipamentos de transporte de carga.
Observação: embora a ficha técnica forneça valores comuns para a linha XF 105 FTT 460 6×4, as especificações podem variar conforme a configuração de fábrica, itens opcionais e a adaptação da carroceria. Ao comparar na FIPE, vale conferir a versão exata, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e as alterações realizadas, pois tudo isso pode impactar o valor de mercado indicado pela tabela.
A marca DAF: tradição e foco em caminhões pesados
A DAF (Van Doorne’s Automobiel Fabrik) é uma fabricante holandesa de caminhões com uma longa tradição no segmentode veículos de peso pesado. Fundada em 1928, a marca consolidou-se como referência em robustez, confiabilidade e tecnologia para aplicações de transporte de cargas em longas distâncias. Ao longo das décadas, a DAF investiu em inovações que se refletem nos seus modelos, como aerodinâmica pensada para reduzir consumo, sistemas de transmissão automatizados para facilitar operações em frotas e plataformas de serviço que favorecem a disponibilidade operacional das viaturas.
Com a integração ao grupo PACCAR, a DAF passou a receber suporte tecnológico e recursos de desenvolvimento que contribuíram para elevar padrões de eficiência e manter a marca competitiva em mercados exigentes. O XF 105, por exemplo, ficou conhecido pela combinação de conforto de cabine, desempenho de motor e confiabilidade de chassis — características que ajudam a manter a vida útil da frota sob controle, com menor frequência de falhas críticas em rotas de médio e longo alcance.
Do ponto de vista do corretor de seguros, a reputação da DAF e a percepção de valor de seus caminhões influenciam a avaliação de risco. Modelos robustos, com histórico de disponibilidade de peças, bons índices de reparabilidade e facilidade de manutenção, costumam apresentar perfil de risco mais estável em comparação a ativos com histórico de indisponibilidade de componentes ou de manutenções irregulares.
Como interpretar a FIPE para este modelo
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado, agregando dados de transações reais de venda de veículos usados. No caso de caminhões pesados como o DAF XF 105 FTT 460 6×4, a leitura envolve considerar não apenas o ano de fabricação (2014, no caso), mas também a idade do veículo, a quilometragem, o estado de conservação e eventuais modificações de fábrica ou de carroceria que possam impactar o valor de mercado. Ao analisar uma versão específica com tração 6×4, motor 460 cv e emissões E5, a FIPE agrega a partir de uma amostra de registros que contemplam caminhões com configurações semelhantes. Por isso, para profissionais de seguros, entender essas nuances é essencial para definir o “valor segurável” com precisão e, consequentemente, as coberturas adequadas.
Principais aspectos a considerar ao consultar a FIPE para este modelo:
- Idade do veículo: veículos com menos de 10 anos costumam apresentar valores mais próximos ao repasse de compra, enquanto unidades mais antigas tendem a ter depreciação maior, dependendo do estado de conservação e da demanda regional.
- Condição mecânica e estético: veículos bem conservados, com histórico de manutenção regular e sem avarias significativas costumam figurar em faixas de valor mais altas na FIPE.
- Configuração de chassi e carroceria: diferenças entre carroceria de carga seca, tanque ou reboque podem influenciar o valor de referência da FIPE para o conjunto.
- Uso atual e histórico de sinistros: sinistros relevantes ou uso em ambientes extremos podem impactar a cotação de seguro, ainda que o valor de mercado pela FIPE permaneça estável.
Para corretores de seguros, acompanhar as variações mensais da FIPE e cruzar com o histórico do veículo ajuda a propor coberturas mais adequadas, como casco, terceiros, responsabilidade civil, assistência 24h, guincho e itens de proteção de carga, sempre alinhando o valor segurável com o que o mercado reconhece naquele momento.
Aplicações práticas do DAF XF 105 FTT 460 6×4 na frota e nas operações
Este modelo é tipicamente utilizado em situações que exigem capacidade de carga elevada, robustez de tração em estradas com variações de pavimento e confiabilidade para jornadas prolongadas. Entre as aplicações comuns, destacam-se:
- Transporte de cargas pesadas em rotas nacionais de longo alcance, incluindo transporte de contêineres ou carga rodoviária volumosa que exige estabilidade e torque para manter velocidades estáveis em trechos íngremes.
- Utilização em plataformas de logística que operam com veículos de alto valor de mercadoria, onde a proteção de equipamento e o controle de risco são prioritários para a seguradora.
- Operação em cadeias de suprimento que demandam disponibilidade de frota, com manutenção programada para reduzir paradas técnicas e, consequentemente, melhorar o custo por tonelada transportada.
- Condições de rodagem em áreas com infraestrutura variável, onde a combinação de suspensão adequada e configuração de eixo ajudam a mitigar desgastes prematuros em componentes críticos.
A escolha de um caminhão como o XF 105 FTT 460 6×4 depende da demanda da operação: se a prioridade é volume de carga e estabilidade em alta capacidade, esse perfil costuma ser uma boa opção. Além disso, a eficiência do motor e as soluções de gestão de torque impactam diretamente na economia de combustível por tonelada transportada, um fator relevante ao se planejar a rentabilidade da operação e, por consequência, as propostas de seguro com base nos custos operacionais.
Cuidados com manutenção e segurança para este modelo
Para manter a confiabilidade e preservar o valor de mercado, a manutenção preventiva é essencial. Caminhões de alta potência e tração pesada exigem rotina de checagens mais criteriosas, com foco em componentes que, quando falham, elevam o risco de sinistros e aumentam o custo de reparo. Boas práticas incluem:
- Plano de manutenção preventiva com revisões periódicas no motor, sistema de arrefecimento, filtros de óleo, filtros de ar e sistema de escape. Substituições programadas ajudam a evitar falhas em rota e reduzem a probabilidade de interrupções.
- Verificação regular do sistema de transmissão AS-Tronic, com atenção às falhas de troca de marchas, desgaste de embreagens e calibragem de sensores que possam afetar a eficiência de câmbio.
- Condição dos freios, pneus e suspensão, com controle de desgaste e calibração de sistemas de assistência ao motorista. Pneus e freios são componentes críticos para segurança operacional, principalmente em operações com piso irregular e cargas elevadas.
- Gestão de combustível e emissões, com monitoramento de consumo específico e manutenção de padrões E5, para manter o desempenho do motor e a conformidade regulatória em dia.
Além disso, investir em treinamento para o motorista sobre técnicas de condução econômica, manuseio de cargas e procedimentos de emergência pode reduzir sinistros e impacto em prêmios de seguro. A gestão de frota, quando bem estruturada, facilita a manutenção de um histórico mais favorável na FIPE e, por consequência, pode influenciar positivamente as condições de seguro ao longo do tempo.
Impacto da FIPE na cobertura de seguros e dicas rápidas
Quando se planeja o seguro de um caminhão como o DAF XF 105 FTT 460 6×4, a FIPE funciona como referência para o valor segurável. Corretores costumam cruzar o valor indicado pela FIPE com o estado de conservação, a quilometragem atual e o histórico de manutenções para definir coberturas adequadas (casco, incêndio, roubo, responsabilidade civil, entre outras). Em termos operacionais, considere:
- O valor segurável deve refletir não apenas o veículo, mas também a carga típica que ele transporta e o uso previsto na operação.
- Sinistros envolvendo carga e terceiros costumam ter impactos maiores na avaliação de risco, exigindo coberturas robustas.
- A idade do veículo e a evolução da tecnologia podem influenciar prêmios, principalmente se houver atualizações de motor, transmissão ou sistemas de mitigação de danos.
- Rastreamento, telemetria e programas de manutenção preventiva podem favorecer condições especiais de seguro, com descontos ou limites de franquias mais atrativos.
Para quem trabalha com corretores de seguros, entender como a FIPE se relaciona com o DAF XF 105 FTT 460 6×4 ajuda a montar propostas mais alinhadas com as necessidades do cliente, equilibrando custo de prêmio, cobertura e disponibilidade de serviços de assistência. A leitura cuidadosa da ficha técnica, aliada à verificação do histórico de manutenção, fortalece a base para uma cotação que tenha correspondência real com o risco e com o uso operacional.
Encerramento e convite à cotação com GT Seguros
Conclui-se que o DAF XF 105 FTT 460 6×4 (diesel)(E5) de 2014 representa uma classe de caminhões pesados com configuração de tração que enfatiza desempenho, estabilidade e robustez para operações de longa distância. A leitura integrada da ficha técnica, a leitura da FIPE, o histórico de manutenção e o perfil de uso são peças-chave para a construção de uma solução de seguro adequada às necessidades do cliente e da frota. Ao considerar o valor de reposição, a depreciação natural e os riscos inerentes ao transporte de cargas, a proposta de seguro deve ser tão sólida quanto o conjunto de peças que compõem o caminhão no dia a dia de operação.
Se estiver buscando uma cotação ágil e personalizada para o seguro deste modelo, a GT Seguros está pronta para ajudar. Solicite uma cotação com a GT Seguros e compare condições de cobertura, assistência e suporte especializado para caminhões pesados.
