| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 31.191,00 |
| Fev/26 | R$ 30.883,00 |
| Jan/26 | R$ 30.952,00 |
| Dez/25 | R$ 31.011,00 |
| Nov/25 | R$ 31.058,00 |
| Out/25 | R$ 31.133,00 |
| Set/25 | R$ 31.233,00 |
| Ago/25 | R$ 31.299,00 |
| Jul/25 | R$ 31.350,00 |
| Jun/25 | R$ 31.382,00 |
| Mai/25 | R$ 31.445,00 |
| Abr/25 | R$ 31.474,00 |
Guia da Tabela FIPE para o Volvo N-10 280 H 4×2 2p (diesel) 1986 e o que isso significa para a proteção veicular
Entendendo a função da Tabela FIPE e o contexto do modelo
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela serve como base para negociação, seguros, financiamentos e avaliações de reparos. Quando falamos de caminhões antigos, como o Volvo N-10 280 H 4×2 2p (diesel) de 1986, o valor indicado pela FIPE representa um patamar médio de referência, levando em consideração o ano, o modelo, a configuração de tração e a carroceria. É importante destacar que o FIPE não determina o preço definitivo de venda nem o custo de reposição, mas oferece uma linha de referência estável para cálculos de seguradoras e clientes. Para profissionais de frotas e para quem mantém esse tipo de veículo em operação, compreender como a FIPE chega a esse valor ajuda na tomada de decisões sobre cobertura, riscos e investimentos em manutenção.
Ficha técnica do Volvo N-10 280 H 4×2 2p (diesel) 1986
- Marca e modelo: Volvo N-10 280 H
- Ano de referência: 1986
- Versão/carroceria: 4×2, cabine de dois lugares (2p)
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento próximo de 7,0 a 7,5 litros; potência nominal de 280 cv
- Transmissão: manual, com várias marchas (tipicamente 6 velocidades)
- Tração: 4×2 (tração simples traseira)
- Cabine: simples ou diurna, com foco operacional para motoristas e apoio à carga
- Capacidade e peso: peso bruto total (PBT) próximo de 9,5 a 10,5 toneladas, variando conforme configuração e o teto de cabine
- Uso típico: transporte de carga leve a média, distribuição regional e operações urbanas e rodoviárias de médio porte
Como a FIPE utiliza esse modelo na prática
A referência FIPE para um Volvo N-10 de 1986 leva em consideração a combinação entre o ano de fabricação, a configuração (4×2, cabine de dois lugares), o tipo de motor (diesel) e a estimativa de valor de revenda no mercado de usados. Em termos práticos para seguros, esse valor funciona como base para estimar o custo de reposição ou de indenização em determinadas modalidades de apólice, especialmente quando a seguradora adota o critério de “valor de mercado” ou de “valor de reposição parcial” para veículos com mais de uma década de uso. É comum que o preço da nota de seguradora seja ajustado conforme o estado de conservação, a quilometragem, a história de sinistros e as peças substituídas ao longo do tempo. Assim, entender o patamar da FIPE facilita a negociação de coberturas e ajuda na definição de limites de cobertura, franquias e opções de assistência.

O que a FIPE leva em conta ao compor o valor do veículo
Para que a leitura da tabela seja útil na prática, vale destacar alguns aspectos relevantes que influenciam o valor FIPE e, por consequência, as escolhas de seguro para um Volvo N-10 1986:
- Idade do veículo e histórico de uso: carros e caminhões mais velhos costumam ter menor valor de reposição, mesmo quando bem conservados.
- Conservação e estado mecânico: veículos que passaram por revisões regulares, com registro de manutenção, costumam apresentar valores mais estáveis na FIPE.
- Quilometragem: a distância percorrida ao longo dos anos impacta o valor de mercado e pode influenciar a aceitação de determinadas coberturas pela seguradora.
- Histórico de sinistros e modificações: impactos por colisões anteriores, reparos não originais ou alterações no motor e na carroceria podem alterar o valor de referência.
Volvo: a marca por trás do N-10 e o que ela representa no mercado de caminhões
A Volvo é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de veículos pesados, com origem sueca e histórico sólido em inovação, durabilidade e foco em segurança. Em caminhões, a Volvo construiu uma reputação baseada em robustez, confiabilidade operacional e soluções voltadas a reduzir o tempo de inatividade da frota. Ao longo das décadas, a marca investiu em tecnologia de motorização eficiente, sistemas de freios avançados, ergonomia de cabine e redes de serviço técnico para atender às necessidades de transportadores que operam em diferentes perfis de rota e carga. Quando um modelo como o N-10 aparece na lista FIPE, ele carrega um histórico de uso intenso em operações logísticas que exigem confiabilidade em condições diversas — desde estradas sinuosas até trechos com carga constante. Essa paleta de atributos ajuda seguradoras e gestores de frotas a entenderem o risco agregado e a planejar coberturas que protejam o investimento ao longo de anos.
Implicações para seguros com base na ficha técnica e na tabela FIPE
A combinação entre a ficha técnica e o valor FIPE orienta diversas decisões na apólice de seguro de caminhão. Abaixo, pontos práticos para quem administra um Volvo N-10 280 H 4×2 2p de 1986 ou uma frota semelhante:
- Corretamente ajustar o tipo de cobertura: com um veículo antigo, muitas seguradoras oferecem opções específicas, como casco total, casco com franquia, ou proteção para itens de carga, sempre alinhadas ao valor de reposição ou ao valor de mercado apurado pela FIPE.
- Definir limites de indenização compatíveis com o patrimônio: o valor FIPE serve como referência para o teto de cobertura de mercado, evitando superproteção desnecessária e, ao mesmo tempo, garantindo proteção adequada.
- Estudar o perfil de uso da frota: operações urbanas versus rodoviárias influenciam fatores de risco, que por sua vez impactam a classificação de prêmio, as franquias e as coberturas adicionais (por exemplo, assistência 24h, carro reserva, proteção a cargas específicas).
- Levar em conta a disponibilidade de peças e assistência técnica: caminhões Volvo antigos, dependendo da região, podem ter diferentes níveis de disponibilidade de peças originais, o que pode influenciar o custo de reparo e, consequentemente, a avaliação de risco pela seguradora.
Para tomadores de decisão, é essencial discutir com o corretor a opção de utilizar o valor vigente da FIPE como referência de indenização, ou aderir a uma modalidade que priorize o custo de reposição, especialmente em veículos com histórias de uso pesado. Assim, você alinha a proteção do bem com a realidade de custo de reposição no mercado de peças e mão de obra, evitando lacunas de cobertura que poderiam surgir em casos de sinistro.
Além disso, a seleção de coberturas auxiliares — como responsabilidade civil voltada a terceiros, danos causados a cargas, e itens de proteção aampliação de assistência — deve considerar o estágio do veículo na vida útil e o papel dele na operação da empresa. Escolhas bem fundamentadas reduzem o impacto financeiro de eventuais percalços, mantendo a continuidade das operações da frota.
Como a GT Seguros pode ajudar na prática
Entender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e a proteção adequada é fundamental para proteger o patrimônio da frota com eficiência. Com foco em caminhões antigos, a GT Seguros pode oferecer um diagnóstico de necessidades, sugerir limites de cobertura que condizem com o valor de referência da FIPE e apresentar opções de coberturas específicas para veículos de normativa histórica. A abordagem é personalizada, levando em conta o uso, o tempo de operação do veículo e o orçamento disponível para seguros, sempre com o objetivo de manter a frota em operação com tranquilidade.
Ao planejar a proteção do Volvo N-10 280 H 4×2 2p (diesel) 1986, vale considerar a integração entre as informações da FIPE, o estado atual do veículo e as condições de operação da sua empresa. Pequenos ajustes na cobertura podem fazer grande diferença em cenários de sinistro ou paralisação da atividade, contribuindo para a continuidade dos negócios com menor impacto financeiro.
Se você busca uma avaliação objetiva e orientada à prática, é útil conversar com um corretor experiente que entenda as particularidades de caminhões antigos e o funcionamento da FIPE como referência de mercado. Uma recomendação é considerar as opções que melhor equilibram o custo do seguro com a proteção de ativos, a fim de manter a frota resiliente diante de imprevistos.
Para quem está avaliando a proteção de um Volvo N-10 ou de veículos próximos dessa linha, vale a pena manter o foco na combinação entre o estado de conservação, a história de manutenção, o uso esperado e as coberturas disponíveis no mercado. Esse alinhamento ajuda a manter a solução de seguro adequada às necessidades reais, sem pagamento de valor excessivo nem lacunas de cobertura.
Especialmente para proprietários de frotas pequenas e médias, a revisão periódica das coberturas com base no valor FIPE atualizado pode evitar surpresas. A cada atualização da tabela, recomponham-se cenários de risco, prêmios e franquias, o que justifica uma reavaliação programada da proteção veicular. Assim, a proteção do Volvo N-10, sob a ótica da FIPE, se mantém relevante ao longo dos anos, acompanhando a evolução de uso e desgaste do veículo.
Se quiser conhecer opções sob medida, considere realizar uma cotação com a GT Seguros para entender como cada linha de cobertura se alinha ao valor de referência da FIPE e às necessidades específicas da sua operação. Uma abordagem criteriosa desde o início evita surpresas futuras e contribui para uma gestão de risco mais eficiente.
