| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 15.578,00 |
| Fev/26 | R$ 15.614,00 |
| Jan/26 | R$ 15.649,00 |
| Dez/25 | R$ 15.681,00 |
| Nov/25 | R$ 15.705,00 |
| Out/25 | R$ 15.742,00 |
| Set/25 | R$ 15.795,00 |
| Ago/25 | R$ 15.735,00 |
| Jul/25 | R$ 15.762,00 |
| Jun/25 | R$ 15.778,00 |
| Mai/25 | R$ 15.811,00 |
| Abr/25 | R$ 15.826,00 |
Entenda como a Tabela FIPE molda o valor do GM Brasinca Blazer CD 4.1 1991 para seguros e avaliações técnicas
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores de mercado de veículos usados, com base em dados coletados de transações reais. Quando se trata de modelos menos comuns, como o GM Brasinca Blazer CD 4.1 de 1991, entender como essa tabela funciona é essencial para quem atua no mercado de seguros, corretores e proprietários que desejam estimar o reposicionamento, o prêmio de seguro e as opções de cobertura de forma consciente. Este artigo percorre o tema específico da Tabela FIPE para esse veículo, explorando a ficha técnica, o contexto histórico da marca e os impactos práticos na hora de contratar um seguro, sem depender de preços que já são, por natureza, dinâmicos e atualizados no topo do post.
Ficha técnica resumida do GM Brasinca Blazer CD 4.1 (1991)
- Motor e alimentação: motor em configuração de 4.1 litros, seis cilindros em linha, com a alimentação variando entre sistemas de carburador e, em alguns registros, atualizações para injeção em unidades específicas. Potência estimada na faixa de 110 a 125 cv, com torque em torno de 18 a 20 kgf.m, dependendo da calibragem e do estado de conservação.
- Transmissão e tração: tração 4×4 típica de utilitários esportivos pesados da época, com câmbio manual de múltiplas marchas; a configuração facilita uso off-road e limitações de condução em ambiente urbano, exigindo atenção redobrada à manutenção da relação de engrenagens.
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,78 m, largura em torno de 1,86 m e altura de aproximadamente 1,75 m, com entre-eixos de cerca de 2,75 m. Peso próprio estimado em torno de 1.90 a 2.00 toneladas, variando conforme versão, cabine e equipamentos originais. Tanque de combustível com capacidade aproximada de 75 litros.
- Capacidade, conforto e acabamento: assentos para cerca de 5 pessoas, espaço útil para cargas moderadas e acabamento típico de veículos de produção limitada da época. A preservação interna, o estado de conservação de pára-choques, painel e componentes de selagem de portas influenciam significativamente a experiência de uso e a percepção de valor.
Observação sobre a ficha técnica: números exatos podem variar conforme a unidade, idade do veículo e eventuais intervenções de proprietários anteriores. O objetivo aqui é oferecer uma referência clara e prática para leitura de FIPE e para entender como determinados atributos impactam o seguro e a depreciação em avaliações técnicas, sem apresentar valores monetários específicos que estejam fora do escopo deste texto.

Contexto histórico: a Brasinca, a Chevrolet e a particularidade do modelo no Brasil
Para compreender a posição da Tabela FIPE frente ao GM Brasinca Blazer CD 4.1, é importante entrar no contexto da parceria entre a Brasinca e a General Motors Brasil. A Brasinca foi uma fabricante brasileira reconhecida por projetos ambiciosos e por trazer ao mercado versões peculiares de veículos, muitas vezes adaptadas para atender a necessidades locais. Ao longo das décadas de 1950 a 1980, a Brasinca deixou marcas pela exploração de plataformas de outras marcas e pela busca de soluções de utilidade, desempenho e robustez para o público brasileiro.
Quando a GM do Brasil precisou ampliar seu portfólio de SUVs e utilitários com foco no mercado nacional, surgiram iniciativas que envolveram a Brasinca em etapas de desenvolvimento e produção de chassis, carrocerias e componentes que poderiam complementar a linha de veículos GM disponíveis no país. O Chevrolet Blazer, por sua vez, já era conhecido em versões importadas e, em algumas configurações locais, passou a receber adaptações que refletiam a infraestrutura e as expectativas de uso no Brasil. O resultado foi um modelo que, mesmo com uma origem comum a partir de plataformas norte-americanas, carregava uma identidade única pela intervenção brasileira de Brasinca, especialmente na cabine dupla e em detalhes de acabamento que buscavam atender às necessidades de uso urbano e de lazer com apelo 4×4.
Essa combinação de inovar com uma base global e adaptar ao mercado local impactou diretamente a forma como esse veículo é percebido nos catálogos de FIPE e nas avaliações de seguro. A Tabela FIPE, que rastreia transações realizadas no varejo de usados, precisa capturar não apenas o valor de reposição original, mas a percepção de valor de um veículo com história de produção restrita, peças de reposição relativamente específicas e um mercado de entusiastas que reconhece esse modelo como um exemplar raro. Por isso, ao consultar a FIPE para o Brasinca Blazer CD 4.1, corretores e seguradoras costumam considerar não apenas o estado de conservação, mas também a disponibilidade de peças, o histórico de uso e o papel do veículo como item de colecionismo ou de uso diário esporádico.
O papel da Tabela FIPE na seguradora e na avaliação de risco
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de reposição de um veículo usado. Em seguros, esse valor é fundamental para determinar o valor segurado (valor de mercado para indenização em caso de sinistro total ou de reparos cobertos por seguro) e, por consequência, o prêmio a ser pago. No caso do GM Brasinca Blazer CD 4.1 1991, a relação entre FIPE e seguro envolve aspectos específicos que merecem atenção cuidadosa.
Primeiro, por se tratar de um veículo com produção limitada e com componentes que podem ter disponibilidade variável no mercado brasileiro, o valor de FIPE pode refletir maior volatilidade em comparação a modelos de produção mais ampla. Em segundo lugar, o estado de conservação do veículo e o seu histórico de manutenção impactam a forma como a seguradora aplica a depreciação e as garantias de peças originais. Em terceiro lugar, o uso do veículo — se é um classic que participa de encontros, de passeios de fim de semana ou de uso cotidiano — também influencia o perfil de risco. Por fim, a presença de peças de reposição adequadas, a disponibilidade de assistência técnica e a dificuldade de reparo de itens específicos da plataforma Brasil também afetam o custo total de propriedade e, claro, o prêmio de seguro.
Para corretores, entender essa dinâmica ajuda a explicar aos clientes por que o valor segurado pode oscilar com as variações da FIPE e por que a escolha de coberturas de proteção específica — como garantia de peças originais, assistência 24h, ou cobertura para itens de colecionador — pode ser vantajosa em relação a uma apólice com coberturas simplificadas. Em termos práticos, a FIPE para esse veículo tende a capturar a ideia de que se trata de um exemplar com valor significativo para entusiastas, porém com disponibilidade de reposição mais restrita do que veículos de produção em larga escala, o que pode exigir um ajuste fino nas opções de seguro e na soma segurada.
Como a FIPE impacta decisões de seguro e reposição de sinistros
Ao se planejar a proteção de um GM Brasinca Blazer CD 4.1 1991, algumas práticas ajudam a tornar a cobertura mais alinhada com a realidade do veículo. Recomenda-se manter o registro de conservação, com fotos atualizadas e histórico de manutenção que comprove cuidados com motor, suspensão, freios e sistema de transmissão. Esse conjunto de informações pode influenciar a avaliação de risco pela seguradora e, consequentemente, o valor segurado que reflita com maior fidelidade o que existe em estoque de peças, bem como o custo de reparo caso ocorra um sinistro. Além disso, manter o veículo em garagens cobertas e controlar a exposição a condições climáticas extremas ajuda a preservar o estado da carroçaria e o interior, o que, por sua vez, reduz o risco de desvalorização acelerada e impactos no prêmio.
Outra consideração prática envolve o histórico de uso. Veículos clássicos que participam com moderação de eventos e passeios costumam ter prêmios mais estáveis, quando o uso é claro e bem documentado. Já modelos que sofrem uso intenso ou que circulam com pouca regularidade podem apresentar maior risco de falhas mecânicas por falta de rodagem adequada. A FIPE, nesse contexto, funciona como uma âncora de referência para o valor de reposição, mas a seguradora também observa o estado geral do veículo, o histórico de sinistros e a qualidade de peças de reposição disponíveis no mercado local.
Riscos, manutenção e conservação para o Brasinca Blazer CD 4.1
O proprietário de um veículo com trajetória única, como o Brasinca Blazer CD 4.1, deve considerar alguns aspectos de manutenção que afetam não apenas a segurança, mas também o custo de seguro a longo prazo. Primeiramente, a disponibilidade de peças originais ou equivalentes compatíveis pode variar, o que eleva a importância de manter um bom relacionamento com oficinas que entendam de veículos clássicos. Em segundo lugar, a falta de peças pode levar a soluções alternativas que, se bem executadas, não comprometem a integridade do veículo, mas podem influenciar o histórico de atendimento técnico. Em terceiro lugar, a preservação de itens como painel, estofados, borrachas de portas e acabamentos exteriores é fundamental para manter a valorização do veículo. Por fim, a documentação de revis
