Valor FIPE Atual
R$ 84.670,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 513118-9
Ano: 1996-3
MêsPreço
Mar/26R$ 84.670,00
Fev/26R$ 86.398,00
Jan/26R$ 86.112,00
Dez/25R$ 87.576,00
Nov/25R$ 87.527,00
Out/25R$ 87.967,00
Set/25R$ 88.410,00
Ago/25R$ 89.535,00
Jul/25R$ 89.985,00
Jun/25R$ 90.438,00
Mai/25R$ 90.614,00
Abr/25R$ 91.070,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Scania T-113 H 320, 6×2, 1996

A Tabela FIPE funciona como referência padronizada para a avaliação de veículos usados, inclusive caminhões pesados. No caso de modelos clássicos como a Scania T-113 H 320, ano 1996, a leitura da FIPE envolve entender não apenas o valor de mercado, mas também como fatores operacionais e de manutenção influenciam o seguro, a depreciação e, consequentemente, o custo da proteção veicular. Este artigo educativo busca descrever, com clareza, os elementos que compõem a ficha técnica, as particularidades da marca Scania e a forma prática como a FIPE influencia decisões de seguro para frotas e caminhões de porte similar. Ao longo do texto, você encontrará uma ficha técnica consolidando dados relevantes para o entendimento do veículo e insights sobre como esses aspectos se conectam ao seguro veicular.

Ficha técnica consolidada da Scania T-113 H 320 (1996) — 6×2, 2p, diesel

  • Marca: Scania
  • Modelo/Versão: T-113 H 320
  • Ano de fabricação/modelo: 1996
  • Tipo de veículo: Caminhão pesado com configuração 6×2
  • Cabine: Hi-Cab (cabine alta), 2 portas
  • Motor: Diesel, 11,3 litros de deslocamento (linha SCANIA D113/D11), potência nominal de 320 cv (aprox. 235 kW)
  • Aceleração de torque: aproximadamente 1.350 a 1.400 Nm (dependendo da configuração exata e do regime de rotação)
  • Transmissão: Manual, tipicamente com 9 marchas (opção de 6×2 com relação de marcha conforme configuração de fábrica)
  • Alimentação: Diesel
  • Configuração de eixo: 6 rodas, com 2 eixos de tração (6×2), possivelmente com eixo propulsor duplo e eixo steer/auxiliar conforme a configuração de fábrica
  • Peso bruto total (PBT): estimado em torno de 24.000 kg, variando conforme configuração de lastro e cabine
  • Distância entre-eixos (aprox.): variáveis conforme carroceria, mas típicas em caminhões pesados com eixo dianteiro curto e eixo traseiro mais longo
  • Dimensões relevantes: cumprir com as especificações de fábrica para caminhões de grande porte; comprimento, largura e altura variam conforme carroceria (caçamba, “box”, plataformas, etc.)
  • Velocidade máxima: em torno de 90 a 100 km/h, dependendo da configuração, peso e regulamentações
  • Sistema de freios: freios a tambor nas rodas; opção de ABS disponível em variantes ou equipamentos adicionais
  • Capacidade de carga útil: dependente da carroceria e do layout de chassis, mas adaptado para cargas volumosas e pesadas
  • Tipo de combustível e consumo: diesel; consumo por operação varia amplamente de acordo com o peso, rota e terreno

Observação sobre a ficha técnica: os dados acima refletem a configuração típica de fábrica para a família T-113 H 320 na década de 1990, com variações comuns em termos de cabine, eixo e transmissão conforme contrato de venda, montagem regional e programa de atualização do fabricante. Ao consultar a FIPE, é comum encontrar variações entre unidades de condições diferentes, especialmente quando se trata de caminhões usados de geração mais antiga, mantidos com diferentes requisitos de serviço e com carrocerias distintas.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 6×2 2p (diesel) 1996

A Scania como marca: legado, inovação e foco em robustez oferecidos aos transportadores

A Scania é uma fabricante sueca com longa tradição no segmento de caminhões, ônibus e motores industriais. Fundada no início do século XX, a marca consolidou-se pela apostar em tecnologia integrada, durabilidade operacional e eficiência de uso em ambientes de transporte pesado. No Brasil, a Scania ganhou relevância com linhas que atendem desde distribuição regional até operações de longa distância, incluindo aplicações para carga seca, carga frigorífica e implementação de soluções customizadas para frotas logísticas com alto volume de deslocamento.

O universo de caminhões Scania é reconhecido pela integração entre motor, transmissão e eixos, com ênfase na confiabilidade para rotas urbanas de alto tráfego, bem como para trajetos interestaduais com cargas sensíveis e regime de operação contínuo. Modelos como a T-113 H 320, ao lado de demais variantes da linha T, representam uma etapa de desenvolvimento que prioriza robustez mecânica, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. Esse tripé é decisivo para a decisão de aquisição, reposição e seguro de veículos pesados, especialmente quando as operações dependem de disponibilidade máxima de frota e minimização de indisponibilidade em função de falhas técnicas.

Outra dimensão importante é a atuação da Scania em termos de suporte ao cliente: rede de concessionárias, oficinas autorizadas e programas de assistência que ajudam as frotas a manterem a performance esperada de um caminhão de ponta. Em termos de seguro, a reputação de confiabilidade está diretamente associada à menor probabilidade de sinistros graves decorrentes de falhas mecânicas, desde que a manutenção preventiva seja realizada conforme as especificações da fábrica e com peças originais ou homologadas. Para corridas de entrega rápida, transporte de cargas valiosas ou operações com rotas frequentes em terrenos desafiadores, a confiabilidade de uma marca como a Scania pode representar uma redução em custos operacionais e, por consequência, impactos positivos no custo anual de seguro.

Implicação da FIPE na prática de seguro para caminhões antigos como a T-113 H 320

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, incluindo caminhões pesados de décadas passadas. Para seguradoras, esse índice não é apenas uma etiqueta de preço: ele orienta a avaliação de risco, a determinação de valor de reconstrução (em casos de sinistro total) e o cálculo de prêmios com base na depreciação esperada. No caso de um modelo de 1996, como a Scania T-113 H 320, a FIPE ajuda a estabelecer um intervalo de valor que reflete histórico de vendas, disponibilidade de componentes e demanda no mercado de reposição. Assim, mesmo sem mencionar valores específicos no conteúdo desta publicação, é possível compreender que, conforme a idade do veículo, o prêmio de seguro tende a evoluir com a depreciação natural, a depender de fatores adicionais como a condição geral do caminhão, a quilometragem anual e o perfil de uso.

Para equipes de gestão de frotas e corretores de seguros, entender a relação entre a FIPE e o seguro significa reconhecer que caminhões com configuração 6×2, cabine de alta linha e motor potente, embora ofereçam capacidades de carga elevadas, também trazem maior exposição a eventualidades de desgaste em componentes críticos (motor, transmissão, freio, chassis) principalmente se a manutenção não acompanhar o ritmo de uso. Benefícios de cobertura podem incluir proteção abrangente para a carroceria, motor e sistema de transmissão, bem como cláusulas específicas para roubo, incêndio e danos por terceiros, sempre alinhadas ao valor de referência definido pela FIPE para a referência de 1996.

Integração entre o contexto técnico, o uso operacional e o seguro de caminhões antigos

Para quem administra frotas com veículos mais antigos, como a Scania T-113 H 320, a fusão entre o estudo técnico do veículo, o histórico de manutenção e o ambiente de operação (rotas, carga transportada, condições de estrada) é essencial para uma gestão de seguros eficiente. Caminhões dessa idade, quando bem conservados e com histórico de manutenção completo, podem apresentar prêmios competitivos por conta da previsibilidade de disponibilidade e de menor probabilidade de sinistros inesperados, desde que o condutor, a empresa e as práticas de operação estejam alinhadas com as melhores práticas da indústria.

Alguns aspectos que costumam influenciar as propostas de seguro neste tipo de veículo são:

  • Condição atual do motor, transmissão e sistema de freios, com ênfase na periodicidade de revisões e na originalidade de componentes
  • Nível de manutenção preditiva e histórico de substituição de peças-chave (embreagem, turbina, filtros, correias)
  • Tipo de uso (longa distância, urbano/interestadual, operação com carga de alto peso)
  • Quilometragem anual prevista e participação em rotas com desafios de terreno ou clima

É importante observar que, no caso de veículos com mais de 20 anos, algumas seguradoras podem adotar políticas específicas, com exigência de inspeções técnicas mais frequentes, documentação detalhada de manutenção e, possivelmente, contratos com coberturas diferenciadas para componentes críticos. A estratégia envolve equilíbrio entre custo do prêmio e proteção ao patrimônio, sem perder de vista a necessidade de continuidade operacional da frota. A FIPE continua a servir como referência para a avaliação de depreciação e, em conjunto com o histórico de manutenção e o perfil de uso, guia a construção de uma solução de seguro personalizada para o modelo Scania T-113 H 320 de 1996.

Fatores que influenciam o seguro de caminhão 6×2 como a T-113 H 320

Para ajudar na compreensão de como o seguro se ajusta a esse tipo de veículo, apresentamos os quatro fatores mais relevantes que costumam impactar o prêmio, levando em conta a configuração, a idade e o uso operacional:

  • Estado de conservação geral e histórico de manutenção, com foco em inspeções periódicas e reposição de componentes críticos
  • Perfil de utilização da frota, incluindo cargas, rotas e tempo de operação, que influenciam o risco de sinistros e a probabilidade de ocorrências
  • Quilometragem anual estimada e ritmos de serviço que afetam a probabilidade de avarias por uso contínuo
  • Classificação de risco da carga transportada e do ambiente de trabalho, que pode modificar coberturas e limites de proteção

Esses elementos ajudam o corretor a calibrar o seguro de forma mais fiel à realidade operacional. Ao considerar a FIPE como referência de avaliação de mercado, a seguradora consegue estabelecer parâmetros de prêmio que reflitam o valor de reposição da unidade e o custo de substituição, bem como o custo de reparo em caso de sinistro. No caso de viaturas com mais de 20 anos, vale redobrar a atenção para a avaliação de peças de reposição e disponibilidade de componentes originais, bem como para a existência de opções de retrofit que possam modernizar o veículo sem descaracterizar seu valor histórico na FIPE.

Além disso, a gestão de risco de frota pode se beneficiar de medidas complementares, como programas de manutenção preventiva, treinamento de motoristas, monitoramento por telemetria e inspeções regulares de segurança. Tais práticas ajudam a reduzir a probabilidade de acidentes, falhas mecânicas e desconexões entre o valor de mercado informado pela FIPE e o custo efetivo de substituição ou reparo em uma emergência. Em termos de comunicação com a seguradora, manter um dossiê atualizado com histórico de serviços, guias de peça e relatórios de inspeção facilita a avaliação de sinistros e a verificação de condições de cobertura.

Em resumo, a Tabela FIPE para a Scania T-113 H 320 (1996), combinada com a ficha técnica e com um programa robusto de manutenção, oferece uma base sólida para tomada de decisão no seguro de caminhão. A integração entre dados técnicos, uso operacional e políticas de seguro permite uma gestão mais eficiente de custos, com proteção adequada ao patrimônio, sem abrir mão de mobilidade e continuidade de operações da frota.

Se você está buscando orientação para contratar ou ajustar o seguro de um caminhão dessa configuração, a GT Seguros está pronta para oferecer uma cotação personalizada, levando em conta o seu perfil de uso, o estado de conservação e as necessidades específicas da sua operação. Conte com a nossa expertise para alinhar cobertura, prazo e condições de pagamento ao seu cenário real.

Para facilitar o seu processo de decisão, pense na combinação entre o valor referencial da FIPE, a ficha técnica e o histórico de manutenção como um tríade que orienta a melhor escolha de proteção para o seu Scania T-113 H 320 1996. A robustez de uma marca consolidada, somada a uma estratégia de seguro bem dimensionada, pode representar não apenas proteção financeira, mas também tranquilidade operacional para a sua operação logística.

Se desejar, faça uma cotação com a GT Seguros. A partir de informações simples sobre a sua frota — como anos de uso, tipo de operação, casco de proteção desejado e histórico de manutenções — é possível estruturar uma proposta que combine seguridade abrangente com eficiência de custo.