Valor FIPE Atual
R$ 96.239,00
↓ 1,7% vs mês anterior
FIPE: 002090-7
Ano: 2009-3
MêsPreço
Mar/26R$ 96.239,00
Fev/26R$ 97.922,00
Jan/26R$ 98.415,00
Dez/25R$ 99.874,00
Nov/25R$ 98.677,00
Out/25R$ 101.211,00
Set/25R$ 98.595,00
Ago/25R$ 97.140,00
Jul/25R$ 96.017,00
Jun/25R$ 94.083,00
Mai/25R$ 91.454,00
Abr/25R$ 91.315,00

Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D (2009): guia técnico, referência da Tabela FIPE e pontos-chave para seguros

A Tabela FIPE é uma das referências mais utilizadas no Brasil para entender a desvalorização de veículos usados ao longo do tempo. Quando falamos da Toyota Hilux, especialmente da versão CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2009, esse recurso ajuda compradores, vendedores e seguradoras a estimarem o valor de referência de um veículo de acordo com o mercado. Este artigo, pensado para quem atua no universo de corretagem de seguros, aborda a ficha técnica da versão em questão, traça aspectos relevantes da marca e explica como a Tabela FIPE pode influenciar a avaliação para fins de seguro, sem apresentar valores de venda ou aquisição.

Por que a Toyota é reconhecida pela robustez e confiabilidade

Desde a década de 1950, a Toyota construiu uma reputação internacional alicerçada na durabilidade, facilidade de manutenção e capacidade de enfrentar terrenos desafiadores. A Hilux, em particular, tornou-se um marco no segmento de utilitários, combinando robustez com conforto relativo para uso diário. A linha 4×4 da Hilux sempre foi associada a tarefas que exigem tração, resistência e confiabilidade, incluindo transporte de carga, serviços de campo e atividades de lazer que demandam maior robustez estrutural. Essa combinação de atributos ajuda a explicar por que a marca costuma manter valor de revenda estável ao longo do tempo, um ponto relevante para quem consulta a Tabela FIPE para estimar o preço de um usado e para entender o custo de seguro ao planejar a reposição ou a renovação de um contrato de proteção veicular.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0  TDI Dies. 2009

Ao pensarmos na configuração CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D, a percepção de qualidade da marca se reforça pela presença de tecnologias de motor Diésel modernas para a época, por uma cadeia de suprimentos global e por uma rede de assistência técnica consolidada. Essa combinação favorece a percepção de valor no mercado de usados, o que pode influenciar as decisões de compra e, consequentemente, as condições de seguro. Embora a FIPE ofereça números de referência, o que realmente interessa para seguradoras é o conjunto de atributos que influenciam o risco: desempenho do motor, capacidade de tração, histórico de manutenção, estado de conservação e eventual substituição de peças-chave. A Hilux, nesse espectro, costuma apresentar um perfil de risco que costuma ser considerado estável quando a manutenção é frequente e registrada.

Ficha técnica essencial da versão CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D

  • Motor: Diesel 3.0 D-4D turbo com intercooler, alimentação comum (common rail) e configuração típica de torque para uso off-road.
  • Potência e torque: aproximação de 171 cv de potência e torque em torno de 343 Nm, valores que favorecem a recuperação, o transporte de carga e a condução em terrenos variáveis.
  • Transmissão e tração: manual de 5 marchas associado à tração 4×4 com opção de reduzida, ideal para abastecer em trilhas, lama e terrenos acidentados.
  • Configuração e espaço: cabine dupla (CD) com acabamento SR, voltada para cinco ocupantes e utilitários voltados a trabalho e lazer, mantendo a praticidade de um utilitário com conforto relativo para longas jornadas.

Nessa ficha técnica resumida, ficam evidentes os pilares que costumam orientar tanto a condução quanto a avaliação de seguro: motor a diesel robusto, boa curva de torque para retomadas e reboque, sistema 4×4 com reduzida para situações de dificuldade, e uma configuração de cabine que atende a dupla função de uso familiar e utilitário. Esses elementos costumam influenciar o custo do seguro, o perfil de risco e, é claro, a forma como a FIPE reage na hora de estimar o valor de referência no mercado de usados.

Desempenho, durabilidade e uso cotidiano

A Hilux 3.0 D-4D, especialmente na configuração CD SR D4-D 4×4, é reconhecida por um conjunto que equilibra potência, torque e robustez de chassis. O motor diesel, com turbo e intercooler, entrega respostas consistentes em velocidades médias e bom torque em faixas de rotação adequadas para tração em terrenos irregulares. A transmissão manual de 5 velocidades, associada ao sistema 4×4 com reduziada, permite que o motorista tenha mais controle em condições adversas, como lama, areia ou trilhas com desníveis. Em termos de uso rodoviário, o conjunto é estável, com boa relação de engates para ultrapassagens e retomadas, sem abrir mão da eficiência que, para um veículo com peso e dimensões de utilitário, costuma exigir atenção à manutenção do motor e do sistema de transmissão.

É importante notar que as versões com motor D-4D de 3.0 litros, presentes em várias áreas do mercado, apresentam uma faixa de consumo que depende do regime de condução, do peso transportado, do estado de conservação e de como o veículo é utilizado em condições off-road. Em geral, o consumo tende a ser moderado para a categoria de 4×4 movida a diesel, com variações significativas entre uso urbano, rodoviário e off-road. Para fins de seguro, esse aspecto pode impactar a percepção de risco em relação a danos potenciais de motor, torque excessivo em condução agressiva e desgaste de componentes como embreagem, transmissão e sistema de suspensão em jornadas off-road regulares.

Outra dimensão relevante é o histórico de manutenção. Veículos de trabalho podem acumular quilômetros elevados com uso de reboques ou carretas leves, o que implica maior atenção aos itens que sofrem desgaste, como turbina, filtros, bicos injetores e sistemas de arrefecimento. A documentação de revisões, trocas de óleo, registros de peças originais e serviços em concessionárias ou oficinas qualificadas costuma influenciar positivamente o perfil de segurabilidade, pois reduz a incerteza do risco de falhas mecânicas graves. Na prática, quem avalia uma Hilux 2009 para seguro tende a considerar o histórico de manutenções como um dos indutores do prêmio, ao lado de idade do veículo, uso pretendido e perfil do condutor.

A Tabela FIPE e a avaliação de usados

A Tabela FIPE é um sistema amplamente utilizado para referência de valores de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados de transações verificáveis, como negociações entre pessoas físicas e jurídicas, além de informações de pesquisa de mercado. Ao consultar a FIPE para a Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2009, o interessado obtém uma faixa de valor de referência que serve de parâmetro para negociações, seguros e avaliação patrimonial. Vale esclarecer que a FIPE não constitui uma lista de venda nem implica obrigatoriedade de compra; trata-se de uma referência de presença de mercado, ajustando-se ao ano, modelo, versão, motor, câmbio e estado de conservação. Em termos de seguro, a FIPE influencia o valor segurado a partir do qual se definem coberturas, franquias e limites de indenização, sem, contudo, fornecer o preço de aquisição ou venda de forma direta.

Para quem trabalha com corretagem de seguros, compreender a posição da FIPE para a Hilux 2009 envolve observar fatores adicionais que afetam o custo e a cobertura. Entre eles estão: o estado de preservação do veículo (carroceria, interior, pintura), o histórico de sinistros, a utilização do veículo (em atividade de frota, uso pessoal ou mistura), e as características do condutor (perfil de conduta na direção, histórico de seguros). Embora a tabela permita comparar com outros veículos do mesmo ano e versão, cada seguradora aplica regras próprias para avaliação de risco, o que pode gerar variações de prêmio entre as apólices oferecidas. Assim, a TIPE serve como referência padronizada, mas a cotação final varia conforme a política da seguradora e o entendimento de risco diante do cenário específico de cada veículo e de seus usuários.

Observações práticas para quem busca seguro da Hilux 2009

Ao planejar o seguro de uma Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D, considere uma abordagem que combine proteção contra danos a terceiros, danos materiais ao veículo, roubo/furto e, se pertinente, assistência 24 horas. A versatilidade da Hilux em ambientes urbanos e rurais exige uma cobertura que reconheça tanto o uso diário quanto o potencial de uso em atividades profissionais. A escolha de coberturas, limites e franquias deve considerar o valor de referência da FIPE, o custo de reposição de peças originais (em especial componentes do motor, sistema de transmissão e eixo 4×4) e a probabilidade de sinistros relacionados a danos em vias com pavimento acidentado, que são comuns em utilitários de trabalho. Além disso, vale verificar a disponibilidade de serviços adicionais, como carro reserva, cobertura de acessórios instalados após a compra (baú, engates,_snorkel, entre outros) e as condições de utilização em zonas rurais ou de campo, que costumam influenciar a percepção de risco entre as seguradoras.

Para quem pretende manter a relação custo-benefício em dia, recomenda-se manter a manutenção em dia, com registro de notas fiscais e históricos de serviços. A Hilux, quando bem mantida, costuma oferecer boa durabilidade do motor e da transmissão, o que pode refletir positivamente na avaliação de seguro ao longo dos anos. Em termos de validade da documentação, verificar itens como licenciamento, inspeções obrigatórias e histórico de eventuais sinistros ajuda a reduzir surpresas na hora de firmar uma apólice ou renovar o contrato de proteção veicular.

Considerações finais e orientação para cotação

Ao observar a Tabela FIPE para a versão CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2009, o objetivo é compreender o patamar de referência que o mercado reconhece para esse perfil de veículo. Embora não haja atualização automática de preços aqui, o conceito é claro: o valor de referência serve para orientar negociações, cobrança de seguros e planejamento financeiro relacionado à propriedade de um veículo usado. O fator 4×4, aliado ao motor diesel robusto, é frequentemente visto como um ativo dentro do conjunto de características que influenciam o custo de seguro, especialmente quando o veículo desempenha funções de trabalho ou de uso em zonas com maior probabilidade de desgaste em vias de terra ou com relevo desafiador. A qualidade de manutenção, o histórico de sinistros e o estado geral do veículo são determinantes na configuração de coberturas ideais e no ajuste de prêmios pela seguradora. Assim, a avaliação do veículo para seguro deve considerar não apenas o valor de referência da FIPE, mas também o estado funcional do conjunto motriz, a confiabilidade de componentes críticos e a compatibilidade entre o uso real e as coberturas contratadas.

Se você está avaliando a proteção do seu patrimônio automotivo com foco na Hilux 2009, uma abordagem prática é alinhar a cotação de seguro com um corretor experiente, que entenda as especificidades da linha Toyota, o comportamento da Tabela FIPE e as particularidades da 4×4 em terreno diverso. Eles podem orientar sobre limites de indenização, franquias, assistências inclusas e possíveis adicionais que maximizem a proteção sem elevar desnecessariamente o custo. Em especial, para quem busca tranquilidade e previsibilidade, contar com um parceiro de confiança para essa etapa é fundamental.

Se estiver pronto para avançar, a cotação com a GT Seguros oferece uma perspectiva clara sobre opções de cobertura alinhadas com o perfil da Hilux 2009, ajudando a escolher a proteção que melhor atende às suas necessidades e ao seu orçamento.