Valor FIPE Atual
R$ 89.494,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 513111-1
Ano: 1992-3
MêsPreço
Jan/26R$ 89.494,00
Dez/25R$ 88.608,00
Nov/25R$ 90.417,00
Out/25R$ 90.881,00
Set/25R$ 92.736,00
Ago/25R$ 94.629,00
Jul/25R$ 95.114,00
Jun/25R$ 97.056,00
Mai/25R$ 97.251,00
Abr/25R$ 99.236,00
Mar/25R$ 99.735,00
Fev/25R$ 98.748,00

Guia técnico-econômico para a Tabela FIPE da Scania T-113 H 360, configuração 6×2 diesel de 19922>

Panorama da marca Scania e seu papel estratégico na frota brasileira

A Scania tem uma tradição consolidada no ramo de caminhões pesados, puxando grande parte das frotas brasileiras para operações de longo curso, transporte de cargas pesadas e logística que exige robustez, uptime e custo de manutenção previsível. A marca sueca, conhecida pela durabilidade dos motores, pela construção de chassis resistentes e pela ampla rede de oficinas autorizadas, tornou-se referência para empresas que precisam de operadores confiáveis em condições desafiadoras de estrada e clima. No Brasil, a Scania não é apenas um fabricante: é um ecossistema que envolve peças, peças de reposição, serviços de telemetria, treinamentos para motoristas e um histórico de confiabilidade que costuma refletir diretamente na gestão de riscos das seguradoras. Em veículos de configuração elevada, como o 6×2, o papel da marca se ancora na facilidade de encontrar peças originais, na eficiência de assistência técnica e na reputação de retenção de valor ao longo do tempo. A leitura da Tabela FIPE, nesse contexto, passa por compreender não apenas o modelo, mas também o histórico da marca na manutenção de caminhões pesados em operações de frota mistas, com uso frequente em transporte de carga e serviços de logística de médio a longo prazo.

O que a Tabela FIPE revela sobre a T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1992

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil. Quando ela encara um veículo de grande porte, como a Scania T-113 H 360 com configuração 6×2, ano 1992, a leitura envolve entender que o valor de referência considera, entre outros aspectos, a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de manutenção e o uso a que ele foi submetido. No caso de caminhões pesados com motor diesel, a idade de 30 anos ou mais (no mínimo) impõe um desafio adicional para a seguradora: o desgaste natural de componentes críticos, a disponibilidade de peças originais específicas daquele motor e a depreciação associada ao tempo de operação. A leitura da FIPE, portanto, não é apenas uma contagem de anos; envolve a análise de como um exemplar específico foi mantido, como foi armazenado, quais intervenções técnicas recebeu e com que frequência operou em regiões com condições de estrada variáveis. Para o público de corretoras de seguros, isso significa que a viabilidade de seguro não depende apenas de dados abstratos, mas de um conjunto de evidências que comprovem a manutenção regular, a qualidade de informações de serviço e a previsibilidade de custos de propriedade no curto e médio prazo.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1992

Ficha técnica resumida para referência rápida

  • Motor diesel com potência de 360 cv
  • Transmissão manual com várias velocidades
  • Configuração de eixos 6×2, com peso bruto total estimado entre 22 e 26 toneladas
  • Ano/modelo: 1992; modelo específico: T-113 H 360

Implicações da configuração 6×2 para seguros e gestão de risco

Veículos com configuração 6×2 costumam apresentar um equilíbrio entre capacidade de carga e mobilidade em vias com tráfego misto. Do ponto de vista de seguros, essa combinação influencia fatores como risco de desgaste de freios e pneus, demanda por manutenção de eixos dianteiro e traseiro, bem como a gestão de peso no eixo para evitar sobrecarga. A idade do modelo (1992) aumenta a atenção com itens de desgaste histórico, como sistema de UCs, embreagens, bombas de alimentação, componentes de suspensão e o estado de freios, que podem impactar diretamente em sinistros relacionados a colisões ou perda de controle. Além disso, o histórico de uso — se o veículo circulou predominantemente em trechos rodoviários de alta quilometragem, áreas com pavimento precário ou rotas com muitas subidas e descidas — pode afetar a probabilidade de falhas mecânicas em operação diária. Por isso, seguradoras costumam valorizar: a regularidade da manutenção, registro de trocas de peças originais, a existência de um cronograma de revisões, a adoção de sistemas de monitoramento (telemetria), além da implementação de dispositivos de proteção contra roubo. Em contratos de frotas, o histórico de sinistros de veículos da mesma família da T-113 H também pesa, pois ajuda a calibrar o risco agregado da linha de caminhões daquele ano, com particularidade para veículos pesados transportando cargas de alto valor agregado. Em resumo, a leitura da FIPE, aliada a um dossiê de manutenção, torna o processo de seguro mais previsível e, para as seguradoras, mais justificável do ponto de vista de custo-benefício.

Conselhos práticos para proprietários e corretores na prática de seguro

Para quem administra uma frota ou avalia a aquisição de um veículo nessa configuração, algumas diretrizes ajudam a alinhar o seguro ao custo real de propriedade e aos riscos inerentes. Primeiro, mantenha um registro detalhado de todas as intervenções técnicas, substituições de peças originais e vistorias técnicas periódicas. Um histórico bem documentado reduz incertezas para a seguradora e pode resultar em condições de prêmio mais estáveis ao longo do tempo. Segundo, invista em sistemas de proteção física e tecnológica: instalação de rastreadores, bloqueadores de roda, alarmes antifurto e sensores de telemetria que permitam monitorar a performance em tempo real. Esses dispositivos não apenas ajudam na prevenção de perdas, mas também demonstram ao segurador um comportamento proativo de gestão de risco. Terceiro, trate a operação da T-113 H 360 com regimes de manutenção preventivos sincronizados com o cronograma de uso: revisões a cada quilometragem ou a cada período de tempo, conforme o que ocorrer primeiro, para evitar desgastes não programados que elevem o custo de sinistros. Quarto, discuta com a corretora ou a seguradora a possibilidade de coberturas específicas para caminhões pesados, incluindo danos causados por carga, responsabilidad civil contra terceiros e proteção a equipamentos de terceiros, que são comumente exigidas em operações de longa distância. Ao alinhar o seguro à realidade operacional, proprietários de Scania T-113 H 360 6×2 conseguem tornar a gestão de riscos mais estável, com previsibilidade de custos ao longo do tempo, mantendo a frota pronta para cumprir prazos de entrega e reduzir interrupções operacionais.

Observação: este conteúdo utiliza a referência de Tabela FIPE para o modelo descrito, com dados que ajudam a entender o posicionamento de mercado, sem apresentar valores monetários. Qualquer cotação ou simulação de preço deve considerar as informações atualizadas fornecidas pela FIPE e pelas seguradoras, bem como o estado específico de cada veículo e a natureza da operação em que ele está inserido.

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