| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 146.882,00 |
| Fev/26 | R$ 147.207,00 |
| Jan/26 | R$ 147.533,00 |
| Dez/25 | R$ 147.815,00 |
| Nov/25 | R$ 148.037,00 |
| Out/25 | R$ 147.490,00 |
| Set/25 | R$ 147.411,00 |
| Ago/25 | R$ 147.722,00 |
| Jul/25 | R$ 147.960,00 |
| Jun/25 | R$ 148.109,00 |
| Mai/25 | R$ 148.407,00 |
| Abr/25 | R$ 148.542,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p diesel (2002)
A Tabela FIPE é referência indispensável para entender o valor de reposição de veículos usados no Brasil. No segmento de caminhões pesados, como o Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p (diesel) 2002, a FIPE funciona como base de planejamento para seguradoras, avaliando o valor de mercado e contribuindo na definição de coberturas, franquias e limites de indenização. Importante destacar que os preços não aparecem neste espaço, pois os dados de valor do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post. Este artigo, porém, foca na ficha técnica, no histórico da marca e nos aspectos que influenciam a escolha de seguro para esse tipo de veículo, oferecendo uma visão educativa para produtores, frotistas e corretores de seguros.
Por que a Scania se destaca no segmento de caminhões pesados
A Scania é uma das marcas mais reconhecidas mundialmente na fabricação de caminhões, ônibus e motores industriais. Fundada na Suécia no final do século XIX, a empresa consolidou-se ao longo das décadas como referência em robustez, eficiência de combustível e tecnologia de tração. No Brasil, a Scania tornou-se essencial para operações logísticas de grande porte, com uma rede de atendimento técnico, disponibilidade de peças e opções de configuração que permitem adaptar a frota a diferentes situações de operação, desde longas distâncias até serviços de entrega com carretas pesadas. Esse posicionamento traz impactos diretos para o seguro: a confiabilidade da marca, o suporte de assistência e a disponibilidade de serviços agregados influenciam o custo de manutenção, o tempo de inatividade em paradas técnicas e, consequentemente, o prêmio de seguro ao longo da vida útil do veículo.

Os modelos da linha R da Scania costumam combinar motor potente, chassis robusto e cabine projetada para o conforto do motorista em jornadas longas. Em termos de avaliação de risco, a automação de determinados sistemas de transmissão, freios e controle de estabilidade, quando presentes, também pode reduzir a probabilidade de sinistros relacionados a falhas humanas ou a desgaste prematuro de componentes. Por isso, entender o conjunto técnico é essencial para calcular com mais precisão o custo de seguro e as opções de cobertura adequadas para cada operação de frota.
Ficha técnica do Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p (2002)
- Motor: diesel, linha DC13, 13 litros de deslocamento, potência nominal de 360 cv, torque máximo entre aproximadamente 1.600 e 1.800 Nm, dependendo da calibração de fábrica e do regime de funcionamento.
- Transmissão: opções com câmbio manual de várias marchas ou semiautomático (Opticruise), proporcionando trocas de marcha mais suaves para operações de carga pesada em rodovias e em trechos urbanos com solos acidentados.
- Configuração e cabine: 6×4 com três eixos, sendo dois traseiros acionados; cabine NZ (Nova Zelândia) de comprimento intermediário, voltada para conforto operacional em jornadas longas e com espaço adequado para dois ocupantes na cabine de direção.
Observação importante: esses dados descrevem a configuração típica associada ao conjunto R-124 GA 360 6×4 NZ 2p do início dos anos 2000. Variações de configuração por adesões de clienti ou de mercado podem ocorrer, principalmente em relação ao tipo de carroceria, ao peso bruto total permitido e às opções de transmissão. Em termos de uso, esse conjunto é comumente associado a atividades de transporte de carga pesada, distribuição de cargas volumosas e operações que exigem estabilidade, torque relevante em subidas e capacidade de tração em trechos com pavimento irregular. A ficha técnica ajuda a entender como o veículo se comporta, o que facilita a definição de seguros com base em risco de sinistro, valor de reposição e custo de manutenção.
Como o valor FIPE influencia a apólice de seguro para caminhões pesados
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões, e serve como base para várias modalidades de seguro, como o Seguro de Casco (cobertura de danos ao veículo) e a indenização em caso de perda total. No caso de modelos antigos, como o Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p diesel de 2002, a FIPE ajuda a estabelecer um valor de reposição ou de mercado que orienta o prêmio e as condições contratuais, especialmente quando não há reconhecimento de valor de novo para peças e componentes ainda disponíveis no mercado de reposição.
Além do valor base informado pela FIPE, as seguradoras costumam considerar fatores adicionais para compor o preço do seguro, tais como:
- Uso da frota e rotas: operação predominantemente rodoviária, urbano ou misto pode influenciar o risco de desgaste, de acidentes e de roubo; veículos usados em frete de alto valor agregado costumam ter coberturas mais amplas…
- Condições de manutenção e histórico de sinistros: trucks com manutenção regular e histórico de poucos sinistros costumam ter prêmios menores, pois representam menor probabilidade de falhas graves ou avarias em trânsito.
- Quilometragem atual e expectativa de uso: veículos com alta quilometragem tendem a exigir radiografia de estado mecânico, com ajustes de depreciação na cobertura de peças e componentes críticos.
- Perfil da frota e gestão de riscos: uso de telemetria, controle de velocidade, freios ABS/ASR, sistemas de freio retardador, alarme e rastreadores podem reduzir o custo de seguro ao demonstrar controle de risco.
Essa combinação de dados ajuda a construir uma apólice mais adequada ao Real Nutz do veículo, equilibrando proteção contra eventos como colisões, incêndios, roubo e danos a terceiros, sem sobrecarregar o orçamento da empresa ou do proprietário particular. Em termos práticos, a FIPE oferece um referencial de valores, mas a seguradora ajustará a proposta com base na situação específica do veículo, na idade da frota e na natureza da operação, assegurando uma cobertura que realmente faça sentido para o dia a dia logístico do cliente.
Aspectos práticos para quem compra ou mantém um Scania R-124 GA 6×4 NZ 2p (2002) com foco em seguros
Para quem administra uma frota ou utiliza esse tipo de caminhão de forma frequente, alguns pontos práticos ajudam a melhorar a relação custo-benefício entre seguro e operação:
1) Valorizando o estado de conservação: manter um cronograma de manutenção com registros detalhados facilita a comprovação de estado do veículo perante a seguradora. Peças originais, revisões periódicas e checks de componentes críticos, como motor, transmissão e sistema de freios, ajudam a reduzir o risco de sinistros decorrentes de falhas mecânicas.
2) Documentação de uso e rota: registrar as rotas, cargas típicas e a função da frota pode auxiliar a seguradora a dimensionar o risco de sinistros em determinadas áreas ou horários. Em algumas regiões, o histórico demográfico de sinistros pode influenciar o prêmio, e dados reais de operação ajudam a ajustar a cobertura para cenários específicos.
3) Tecnologias de proteção e rastreabilidade: o investimento em dispositivos de rastreamento, telemetria e alarmes antirroubo pode gerar desconto de prêmio e maior segurança operacional. Sistemas que registram velocidade, comportamento de condução e localização em tempo real costumam ser valorizados pelas seguradoras, pois reduzem fatores de risco e tempo de resposta em caso de incidentes.
4) Definição de coberturas alinhadas ao uso: para caminhões que transportam carga de alto valor ou cargas perigosas, vale considerar coberturas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil maior e assistência 24h. A adequação das coberturas evita lacunas de proteção que poderiam, no futuro, exigir desembolsos significativos para reparos ou substituição de ativos.
Em resumo, a Tabela FIPE serve como referência de mercado para a avaliação de risco e de indenização, mas a experiência prática do dia a dia e as particularidades do negócio determinam o conjunto de coberturas que melhor atende ao proprietário ou à empresa. O Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p diesel de 2002, por ser um veículo de alto desempenho com capacidade de suportar trajetos desafiadores, é normalmente visto como ativo valioso para operações de logística, o que reforça a importância de uma proteção adequada e ajustada à realidade da operação.
Ao planejar o seguro, vale consultar um corretor de seguros com experiência em frotas pesadas. Uma leitura alinhada aos padrões do setor pode evitar lacunas de cobertura e garantir que o valor de reposição ou o valor de mercado, conforme o caso, reflita fielmente o cenário de uso. A escolha de coberturas, franquias e assistências deve considerar não apenas o valor do veículo, mas também o custo total de propriedade, incluindo impostos, manutenção e o tempo de inatividade causado por imprevistos.
Para quem busca tranquilidade na gestão de riscos, é possível estabelecer um conjunto de regras simples: manter a manutenção em dia, documentar bem o histórico de serviço, investir em tecnologias de proteção e manter uma visão clara sobre o uso da frota. Esses elementos, aliados à avaliação cuidadosa do valor FIPE, ajudam a construir uma apólice de seguro que equilibre proteção, custo e eficiência operacional.
Conclusão: entender a ficha técnica, o papel da FIPE e as nuances da operação do Scania R-124 GA 360 6×4 NZ 2p (2002) é fundamental para uma escolha consciente de seguro. Se você estiver avaliando opções de proteção para este veículo, considere a simplicidade de manter uma cobertura que acompanhe a evolução do negócio sem comprometer o fluxo de caixa.
Para saber mais sobre opções de proteção para este tipo de caminhão, faça uma cotação com a GT Seguros.
