| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 113.346,00 |
| Fev/26 | R$ 112.224,00 |
| Jan/26 | R$ 112.472,00 |
| Dez/25 | R$ 112.340,00 |
| Nov/25 | R$ 112.510,00 |
| Out/25 | R$ 112.094,00 |
| Set/25 | R$ 111.177,00 |
| Ago/25 | R$ 112.795,00 |
| Jul/25 | R$ 114.040,00 |
| Jun/25 | R$ 115.668,00 |
| Mai/25 | R$ 115.216,00 |
| Abr/25 | R$ 114.967,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz LS-1935: caminhão pesado de 3 eixos a diesel, 1998
A Tabela FIPE funciona como referência de valores médios para veículos usados no Brasil, servindo como norte para negociações, abate de sinistros e apólices de seguro. Quando se trata de caminhões de carga — especialmente modelos com 3 eixos e configurações específicas como o LS-1935 da Mercedes-Benz — a FIPE oferece uma base padronizada que ajuda corretores, donos de frota e seguradoras a estimar o valor de reposição ou de indenização. É importante entender que o valor da FIPE não é o preço de venda de mercado em um momento específico, nem um custo fixado; ele representa uma referência estatística construída a partir de transações reais, levando em conta fatores como idade do veículo, comprimento, tipo de motor, tração, configurações de cabine e uso. Nesse contexto, o LS-1935 de 1998, com 3 eixos e motor diesel, tem particularidades que influenciam a interpretação da tabela: desgaste, disponibilidade de peças, histórico de manutenção da frota e condições de operação (interno de depósito, rodovias, carga lotada) exercem impacto na percepção de valor para seguro e para reposição.
Para quem atua no segmento de corretagem de seguros, compreender como a FIPE se aplica a esse tipo de veículo pesado é essencial. Enquanto caminhões são avaliados com base em critérios diferentes de automóveis leves, a lógica de referência permanece: idade acadêmica (ano-modelo), estado de conservação, quilometragem média e configuração técnica influenciam o patamar de referência. No LS-1935, a combinação de três eixos e cabine com duas portas configura uma classe de veículo com necessidades específicas de proteção, manuseio de carga e desempenho em diferentes cenários de operação. Abaixo, exploramos a ficha técnica e os aspectos relevantes para seguro, com foco na aplicação prática da Tabela FIPE nesse modelo.

Ficha técnica do Mercedes-Benz LS-1935 (1998)
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado; deslocamento aproximado de 7,5 a 9,0 litros; potência máxima entre 180 e 210 cv; torque entre 700 e 900 Nm.
- Transmissão e tração: caixa manual com 6 a 8 marchas; configuração de eixo traseiro compatível com 3 eixos (opções de tração simples ou com adicionais dependentes da configuração); sistemas de freios e assistência compatíveis com a época.
- Dimensões e peso: comprimento típico entre 9,5 e 11,0 metros; peso bruto total (PBT) até 28.000 kg; peso próprio entre 9.000 e 11.000 kg; capacidade de carga útil entre aproximadamente 18.000 e 19.000 kg.
- Desempenho e operação: velocidade máxima na faixa de 90 a 100 km/h; torque disponível em rotações baixas, facilitando a condução com carga; robustez para uso comercial intensivo; necessidade de manutenção periódica para manter desempenho e segurança.
Essa ficha técnica resume os pontos-chave que costumam impactar a avaliação de seguro e a leitura da FIPE para o LS-1935. Vale destacar que os números variam conforme a configuração exata do veículo (tipo de cabine, eixo dianteiro, motorização específica, tank) e, no universo de seguros, fatores como histórico de sinistros, condutores, rotas de operação e histórico de manutenção pesam tanto quanto as especificações técnicas originais.
A Mercedes-Benz: tradição e engenharia alemã em caminhões
A Mercedes-Benz carrega ao longo de décadas a reputação de ser uma das marcas pioneiras em engenharia automotiva e inovação em transporte industrial. No segmento de caminhões pesados, a marca se consolidou por meio de uma linha que alia robustez, confiabilidade e tecnologia voltada para a eficiência operacional. No Brasil, a presença da Mercedes-Benz no mercado de caminhões representa uma rede de assistência técnica ampla, disponibilidade de peças em estoque e opções de serviço pós-venda que ajudam a manter frotas em operação com menos paradas para manutenção.
Para frotas que utilizam veículos como o LS-1935, esses atributos se traduzem em benefícios diretos na gestão de risco. A confiabilidade do motor diesel, a estrutura de chassis para suportar cargas pesadas e a integração de sistemas de freios e estabilidade são fatores que influenciam não apenas a segurança, mas também custos operacionais ao longo da vida útil do caminhão. Além disso, a qualidade de construção e a disponibilidade de peças originais ajudam a manter o valor de reposição de forma mais estável ao longo dos anos, o que, por sua vez, impacta as avaliações da FIPE e as propostas de seguro.
Entendendo a relação entre FIPE, gestão de risco e apólices para caminhões 3 eixos
Quando se discute seguro de caminhões com três eixos, diversos elementos entram no cálculo do prêmio. Além do valor de referência da FIPE, as seguradoras consideram a quilometragem anual prevista, o tipo de uso (trabalho pesado, transporte de carga geral, cargas especiais), o perfil de condução dos motoristas, o histórico de sinistros da empresa e as medidas de proteção já existentes (sistema de monitoramento, alarmes, dispositivos antipirataria, rastreadores, etc.). Veículos com maior peso bruto total exigem atenção redobrada à rede de proteção, como assistência 24 horas, cobertura de terceiros, responsabilidade civil e proteção de carga específica. Em termos práticos, entender a Tabela FIPE ajuda a calibrar o valor de indenização esperado em caso de sinistro, o que influencia a escolha de coberturas e limites, sem depender unicamente de uma estimativa anunciada no momento de cotação.
Implicações práticas para quem administra seguros de frota
Para profissionais de seguros, a leitura correta da FIPE de um modelo como o LS-1935 significa traduzir números em um plano de proteção adequado. Caminhões com 3 eixos costumam representar custos de reposição mais elevados do que veículos de eixos simples, pois envolvem componentes de transmissão, eixo e chassis específicos para esse porte de operação. A escolha de franquias, limites de responsabilidade civil e coberturas de carga deve refletir cenários de risco típicos da operação — por exemplo, rotas com pavimento irregular, condições de carga sensível ou transporte de mercadorias com exigências especiais (itens refrigerados, por exemplo). Além disso, a gestão de sinistros envolve a avaliação de danos em componentes de suspensão, eixo e sistema de freios, situações que ocorrem com maior probabilidade em veículos de maior porte e com frequência de uso em estradas.
Outra consideração prática envolve a manutenção preventivas. A FIPE não é apenas um número estático; ela se correlaciona com o estado de conservação do bem. Um LS-1935 bem mantido — com histórico de revisões, troca de óleo regular, verificação de freios, suspensão e motor — tende a apresentar, na prática, menor probabilidade de sinistro grave e, consequentemente, condições de prêmio mais competitivas. Por outro lado, veículos com histórico de falhas repetidas, peças substituídas de forma não programada ou reparos improvisados tendem a apresentar maior risco, impactando tanto o custo do seguro quanto a disponibilidade de coberturas específicas.
Como otimizar a proteção do LS-1935 na prática
Para caminhões como o LS-1935, vale adotar uma abordagem integrada de proteção que combine valor de referência da FIPE com estratégias de gestão de risco. A seguir, algumas orientações úteis para quem busca equilíbrio entre custo de prêmio e segurança operacional:
1) Manutenção e documentação: mantenha um calendário de revisões, guias de manutenção e registros de peças substituídas. A documentação facilita a comprovação de conservação do veículo perante a seguradora e pode justificar condições mais favoráveis de prêmio.
2) Equipamentos de proteção: avalie a inclusão de rastreamento veicular, sensores de altitude, alarme antiarranque e proteção de carga. Esses itens costumam contribuir para reduzir o risco de furto, roubo e danos à carga, influenciando positivamente o custo do seguro.
3) Treinamento de condutores: programas de treinamento que promovam condução econômica, respeito aos limites de velocidade, rotação do motor e técnicas de frenagem podem reduzir o desgaste e o custo de sinistros, refletindo em condições mais estáveis de prêmio.
4) Análise de rota e seguro adequado: alinhe as coberturas com as rotas previstas (rodovias, áreas urbanas, operações interestaduais) e com o tipo de carga. Coberturas de carga, responsabilidade civil e danos a terceiros devem ser dimensionadas para cada uso específico do LS-1935 na frota.
No fim das contas, a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz LS-1935 não é apenas um número fixo; ela integra-se a um ecossistema de gestão de riscos que envolve manutenção, proteção de ativos e escolhas de seguro bem fundamentadas. Ao alinhar esses elementos, proprietários de frota e corretores podem construir soluções de proteção que não apenas atendam às exigências legais, mas também contribuam para a eficiência operacional e a continuidade dos negócios.
Se a sua operação envolve o LS-1935 ou caminhões de porte semelhante, considere uma avaliação com a GT Seguros. Uma cotação sob medida pode alinhar coberturas e limites às necessidades reais de proteção da sua frota, contribuindo para uma gestão de risco mais eficiente e segura.
