| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.799,00 |
| Fev/26 | R$ 3.729,00 |
| Jan/26 | R$ 3.704,00 |
| Dez/25 | R$ 3.647,00 |
| Nov/25 | R$ 3.661,00 |
| Out/25 | R$ 3.671,00 |
| Set/25 | R$ 3.683,00 |
| Ago/25 | R$ 3.625,00 |
| Jul/25 | R$ 3.757,00 |
| Jun/25 | R$ 3.894,00 |
| Mai/25 | R$ 3.833,00 |
| Abr/25 | R$ 3.837,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para a SHINERAY XY 200-III 2008: entender valores, uso em seguros e cuidados com o veículo
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de veículos usados, incluindo motocicletas e quadriciclos. Para quem atua na área de seguros, entender como esse índice é construído e como ele se relaciona com a SHINERAY XY 200-III do ano 2008 pode fazer diferença na hora de avaliar riscos, definir coberturas adequadas e orientar o cliente na escolha de proteções. Neste artigo, vamos explorar a fundo o que a Tabela FIPE representa, como ela é aplicável à XY 200-III, apresentar a ficha técnica típica do modelo e discutir o impacto de esse referencial no cálculo de prêmios, franquias e indenizações. Tudo com abordagem educativa, para que o profissional de corretagem possa esclarecer dúvidas comuns e orientar o cliente com segurança.
Sobre a SHINERAY e a marca por trás da XY 200-III
A SHINERAY é uma fabricante chinesa com atuação internacional que consolidou uma linha de produtos voltada a mobilidade econômica, incluindo motocicletas de baixa a média cilindrada, quadriciclos e veículos utilitários leves. Fundada na década de 1990, a marca se destacou pela oferta de modelos com boa relação custo-benefício, voltados a uso urbano, recreativo e, em alguns mercados, utilitários leves para pequenas empresas. Essa estratégia de mercado, comuns em marcas de origem asiática, costuma privilegiar a simplicidade de engenharia, facilidade de manutenção e economia de peças, características que costumam ser valorizadas por clientes que buscam custo total de propriedade competitivo.

Para o setor de seguros, a marca SHINERAY pode apresentar particularidades relevantes. Por um lado, a disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica autorizada e o histórico de confiabilidade podem influenciar positivamente a percepção de risco. Por outro lado, modelos dessas marcas, especialmente versões mais antigas ou destinadas a mercados com menos padronização de peças, podem exigir atenção especial no que tange à documentação, valores de mercado e histórico de manutenção. Em resumo, compreender a identidade da marca ajuda o corretor a calibrar expectativas sobre disponibilidade de peças, custo de reparo e liquidez de revenda — fatores que, indiretamente, impactam o custo do seguro e a avaliação de sinistralidade de uma carteira de clientes com esse tipo de veículo.
Ficha técnica da SHINERAY XY 200-III (2008)
A XY 200-III representa uma linha de motocicleta de cilindrada próxima a 200 cm³, típica de uso urbano com um equilíbrio entre desempenho moderado e consumo eficiente. As informações apresentadas a seguir refletem especificações comumente associadas a esse tipo de modelo no ano de 2008 e podem sofrer variações conforme o lote de fabricação, o país de comercialização e eventuais atualizações de linha. Para uso em seguros, vale registrar que a ficha técnica pode oscilar entre versões regionais; assim, é essencial confirmar a configuração exata com o registro do veículo ou com o fabricante, quando disponível. Abaixo, os elementos-chave da ficha técnica, apresentados de forma educativa e prática para o entendimento do corretor.
- Tipo de veículo: motocicleta de estrada, com motor de ~200 cm³, configuração 4 tempos, monocilíndrico, arrefecimento por ar.
- Transmissão: manual de 5 velocidades, embreagem em óleo, manejo típico de motocicletas de média cilindrada.
- Sistema de alimentação: alimentação por carburador ou, em alguns lotes, solução de injeção simples; tensão de alimentação típica compatível com padrões de 12V.
- Conjunto de chassis e freios: quadro estruturado para uso urbano com suspensão dianteira tipo garfo telescópico e suspensão traseira de choque; freios com configuração com disco na dianteira e, conforme versão, tambor ou disco na traseira.
- Dimensões e capacidades: comprimento e entre-eixos compatíveis com veículo de porte médio na faixa de motocicletas de 200 cm³; tanque de combustível com capacidade adequada para uso urbano, oferecendo boa autonomia para deslocamentos diários; peso estimado em ordem de marcha compatível com o segmento. Observação: números exatos podem variar entre unidades e mercados.
Ao interpretar a ficha técnica, o corretor deve enfatizar que informações oficiais podem diferir entre unidades da XY 200-III. Em consultas de seguro, essa variação pode se traduzir em pequenas diferenças de peso, consumo e até de desempenho de frenagem. Em casos de dúvidas, recomenda-se consultar a documentação do veículo ou o fabricante para confirmar os parâmetros específicos da unidade do segurado. A ficha técnica, ainda que sintética, serve como referência para entender o porte do veículo e para embasar discussões sobre manutenção, peças, custo de reparo e, consequentemente, o cálculo de riscos pela seguradora.
O que é a Tabela FIPE e como ela influencia o seguro da XY 200-III
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é, no Brasil, a referência oficial para o valor de mercado de veículos usados, abarcando carros, motos, caminhões e outros meios de transporte. Ela é atualizada periodicamente com base em pesquisas de mercado realizadas pela instituição responsável e representa um “valor médio de consulta” para cada modelo em determinadas faixas etárias. O objetivo é fornecer uma base objetiva para avaliações de indenização em sinistros, negociações de compra e venda entre pessoas físicas e jurídicas, além de servir de referência para cálculos de seguro, financiamento e tributos. Importante: a FIPE é uma referência média, não necessariamente o preço de venda ou o preço de aquisição de um veículo em uma situação específica. Variações regionais, estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e atualizações de linha podem fazer com que o valor de mercado real difira do valor FIPE.
Para o setor de seguros, a FIPE é amplamente utilizada como ponto de partida para estabelecer o valor segurado de um veículo usado. Esse valor segurado representa o montante que a apólice poderá indenizar em caso de perda total ou roubo. Em muitos contratos, o prêmio é influenciado pela relação entre o valor assegurado e o valor de tabela, bem como pela probabilidade de sinistro associada ao veículo. Em linhas gerais, quando o valor FIPE é utilizado como referência, o público-alvo costuma ter prêmios mais estáveis e previsíveis, desde que o valor de mercado do veículo não esteja muito acima ou abaixo do valor FIPE para aquela faixa etária e estado de conservação.
É crucial entender que o FIPE não é imutável. O índice recebe atualizações mensais ou periódicas, refletindo mudanças no mercado, inflação, disponibilidade de peças e a demanda por determinados modelos. Além disso, a posição da XY 200-III no acervo FIPE pode variar conforme o mercado de atuação da marca e o interesse de compradores usados no período considerado. Por isso, o corretor deve orientar o cliente a revisar o valor FIPE sempre que houver mudanças relevantes no veículo, na operação de seguro ou na própria política da seguradora. Dessa forma, é possível manter a proteção de acordo com o valor de mercado mais recente, reduzindo o risco de sub ou supervalorizar a indenização em eventual sinistro.
Como interpretar o valor FIPE para o seguro da XY 200-III
Ao lidar com a SHINERAY XY 200-III, o valor FIPE serve como uma linha de referência, não como um orçamento definitivo. O processo de avaliação para seguro envolve vários componentes que interagem com o valor FIPE, como:
– O tipo de cobertura: segurar contra roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, proteção de itens adicionais, entre outros. Coberturas adicionais podem influenciar o prêmio independentemente do valor FIPE.
– O perfil do segurado: idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros e tempo de condução com o veículo. Esses fatores afetam o risco assumido pela seguradora e podem impactar o valor do prêmio ou as franquias.
– O estado de conservação e a manutenção: motos bem cuidadas, com manutenções regulares documentadas, costumam ter menor risco de falhas mecânicas graves. O histórico de revisões pode ser levado em conta pela seguradora na hora de ajustar o prêmio e a indenização proporcional.
– A kilometragem: quanto maior a quilometragem anual, maior é a exposição a desgaste e probabilidade de falhas mecânicas. Em algumas apólices, a quilometragem pode influenciar o valor segurado ou o custo da cobertura.
Para o corretor, o desafio é traduzir essas variáveis para o cliente de forma clara. O FIPE é um norte; a prática de seguro exige a leitura do conjunto de informações da apólice, da reputação da seguradora e das particularidades da XY 200-III. Em termos simples, o FIPE dá o parâmetro de referência, e o prêmio é calibrado por meio de uma combinação de risco, coberturas escolhidas e condições específicas da apólice. Ao explicar isso ao cliente, o corretor demonstra domínio do tema e facilita a tomada de decisão, especialmente para quem está buscando proteção para um veículo de uma marca com apelo econômico como a SHINERAY.
Como interpretar o valor segurável com base no FIPE na prática
Para aplicar o FIPE de modo eficaz na prática de seguros, considere os seguintes aspectos: primeiro, verifique o valor FIPE da XY 200-III na versão correspondente ao ano 2008 e ao mercado onde o veículo está registrado. Em seguida, compare o valor FIPE com o preço de mercado atual do veículo, levando em conta estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção. Caso haja discrepância relevante entre o FIPE e o valor de mercado, discuta com o cliente a possibilidade de ajustar o valor segurado para evitar subvalor ou supervalor da indenização. Em geral, manter o valor segurado alinhado ao FIPE ajuda a evitar grandes surpresas em casos de sinistro, especialmente se a moto sofrer danos significativos ou for alvo de roubo. Além disso, a seguradora pode exigir a apresentação de documentação que comprove o estado do veículo, o histórico de serviços e, se possível, avaliações técnicas independentes, para confirmar o valor segurável.
Boas práticas para orientar a cotação de seguros da SHINERAY XY 200-III
Algumas diretrizes úteis ajudam a tornar o processo de cotação mais eficiente e preciso, sem perder a visão educativa para o cliente:
– Reúna a documentação básica: prova de propriedade, documentos do veículo, histórico de manutenção, comprovantes de recolhimento de impostos e, se houver, itens adicionais que possam influenciar a proteção (alarmas, bloqueadores, rastreadores).
– Explique de forma simples as coberturas: compreensão clara de proteção contra roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, assistência 24h, carro reserva, entre outras opções, para alinhar expectativas com o valor FIPE e o perfil de uso.
– Enfatize a importância de manter a ficha técnica atualizada: alterações relevantes, como modificações de motor, suspensão ou itens de segurança, podem alterar o risco e, portanto, o prêmio.
– Oriente sobre a repetição de revisões: manter as revisões em dia e possuir histórico de manutenção documentação pode facilitar a avaliação de risco pela seguradora e, consequentemente, a obtenção de condições mais estáveis.
Essas práticas ajudam a fundamentar uma cotação que seja fiel ao valor de mercado da XY 200-III, ao mesmo tempo que oferece proteção adequada com boa relação custo-benefício. O objetivo é encontrar o equilíbrio entre proteção efetiva e custo acessível, respeitando as particularidades da marca, do modelo e do uso pretendido pelo cliente.
Para quem atua na corretagem, é comum que a cotação do seguro passe pela necessidade de ajustar o valor segurado com base no FIPE, mas também pela avaliação de riscos específicos do cliente. Em vez de apresentar apenas números, o profissional pode construir uma explicação que conecte o FIPE à proteção desejada, passando pela serenidade de ter uma cobertura que acompanha a evolução do mercado, sem surpresas desagradáveis quando ocorrer uma eventual indenização. Nesse cenário, o FIPE funciona como uma bússola, enquanto as coberturas e as condições contratuais definem o mapa prático da proteção.
Uma conclusão importante é que, para veículos de marcas com trajetória de baixo a moderado custo de reposição, como a SHINERAY XY 200-III, o FIPE tende a manter uma posição estável ao longo de anos, desde que o mercado de peças e a disponibilidade de assistência técnica não apresentem grandes rupturas. Ainda assim, é essencial acompanhar atualizações da tabela e, de preferência, manter o valor segurado alinhado à realidade de uso do veículo. Assim, a proteção fica mais assertiva e evita distorções que possam comprometer a tranquilidade do segurado, seja em motorsport urbano, com deslocamentos diários, seja em uso recreativo.
Por fim, lembre-se de que o FIPE é apenas uma parte da equação. A avaliação do risco envolve o histórico do veículo, o perfil do condutor e as peculiaridades de cada apólice. Uma abordagem educativa, com explicação clara dos fundamentos, ajuda o cliente a entender não apenas o que está sendo coberto, mas por que aquele valor segurado é o adequado para sua realidade. Ao alinhar FIPE, estado do veículo e coberturas escolhidas, o corretor de seguros cria condições mais transparentes para o cliente, contribuindo com confiança mútua.
Se você está buscando esclarecer dúvidas, comparar coberturas ou revisar a proteção para a SHINERAY XY 200-III 2008, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem objetiva e orientada por dados ajuda a tomar decisões mais seguras, com foco na proteção, no custo justo e na tranquilidade diária do motorista.
