| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 130.180,00 |
| Fev/26 | R$ 130.468,00 |
| Jan/26 | R$ 130.756,00 |
| Dez/25 | R$ 131.005,00 |
| Nov/25 | R$ 131.202,00 |
| Out/25 | R$ 131.518,00 |
| Set/25 | R$ 131.941,00 |
| Ago/25 | R$ 132.219,00 |
| Jul/25 | R$ 132.431,00 |
| Jun/25 | R$ 132.564,00 |
| Mai/25 | R$ 132.830,00 |
| Abr/25 | R$ 132.950,00 |
Visão detalhada sobre a Tabela FIPE para o Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p (diesel) 2002
Quando falamos em seguro de caminhões e na avaliação de perdas, a Tabela FIPE é uma referência indispensável para entender o valor de mercados usados. O objetivo deste texto é explicar, de forma educativa, como funciona a Tabela FIPE para o modelo Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p, ano 2002, sem entrar em valores específicos, mas oferecendo uma leitura técnica sobre o veículo, o contexto da marca e a relação com a cotação de seguros. As informações seguem uma linha descritiva para que você, corretor ou para o proprietário, saiba interpretar rapidamente como o valor de referência impacta a cobertura, a indenização e as condições de contratação.
Contexto da Tabela FIPE no mercado de caminhões usados
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como parâmetro de referência para valor de reposição e para simulações de seguro. Ela registra, periodicamente, os valores médios de mercado de veículos usados, levando em conta modelos, versões, ano de fabricação e condições gerais de uso. Para caminhões pesados como o Scania, as variações de preço na FIPE refletem não apenas o desgaste natural, mas também fatores específicos do segmento — such as idade do chassi, quilometragem média, disponibilidade de peças e a presença de versões com tecnologias de transmissão mais modernas. Em 2002, a indústria de caminhões já trazia, de forma crescente, sistemas de gestão de motor, transmissão automatizada e avanços em conforto para o motorista. Esses elementos influenciam, de modo indireto, o que a FIPE captura como valor de referência num cenário de veículo usado. Ao entender esse contexto, é possível perceber como a seguradora utiliza a FIPE para calibrar coberturas como perda total, roubo, colisão e Danos Parciais, sempre alinhada aos padrões de avaliação vigentes e às especificidades do veículo.

Ficha técnica resumida do Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p (2002)
- Tipo de veículo: Caminhão pesado 2 eixos com tração traseira (4×2), cabina simples, uso típico de distribuição regional ou transporte de carga em trajetos de média e longa distância.
- Motor: Diesel, seis cilindros em linha, turboalimentado com intercooler, bloco em ferro/alu, padrão de injeção eletrônica comum da época. Potência nominal de 480 cv (aproximadamente). Cilindrada total próxima a 12,7 litros.
- Transmissão: Sistema manual de múltiplas marchas ou transmissão automatizada de série Opticruise/semelhante na época, com retarder para auxílio de frenagem em descidas longas. Configuração típica de 12 velocidades para a relação entre potência, torque e manobrabilidade.
- Principais especificações de uso: Peso bruto total (PBT) compatível com caminhões pesados de 2 eixos, suspensão dianteira e traseira adequada a carretas leves a médias, freios com sistema de serviço, ABS e, quando presente, unidade de retardador para maior controle de frenagem em descidas.
Observação: as fichas técnicas de veículos de décadas passadas variam conforme o mercado e o país de comercialização. O modelo descrito aqui utiliza parâmetros típicos da linha Scania R de início dos anos 2000, com especificações alinhadas ao que era comum em caminhões de alto desempenho da época. Caso haja necessidade de dados exatos para contratação de seguro, a confirmação deve ser feita a partir do documento do veículo e de catálogos oficiais da Scania ou da FIPE, para que a corretora possa embasar a cotação com precisão.
A marca Scania: tradição, inovação e presença global
A Scania é reconhecida mundialmente pela robustez, durabilidade e eficiência de seus caminhões pesados. A marca, que faz parte do grupo Volkswagen Trucks & Bus, consolidou-se ao longo de décadas como referência em aplicações de transporte de carga pesada, logística de longo curso e operações de mineração, construção e agroindústria. O que diferencia a Scania no mercado é a combinação de engenharia de ponta, foco em consumo de combustível, confiabilidade mecânica e uma ampla rede de assistência técnica que facilita a manutenção programada, peças originais e atualizações tecnológicas. Mesmo modelos mais antigos, como o R-164 GA de 2002, costumam manter um apelo de valor estável quando bem conservados, especialmente em frotas que exigem performance previsível, reduzindo paradas técnicas e aumentando o tempo de operação disponível para entregas.
Do ponto de vista de seguros, a força da marca se traduz em menores riscos de falha catastrófica quando o veículo recebe manutenção regular, peças originais e correta parametrização de motor, transmissão e freios. Além disso, a disponibilidade de assistência em várias regiões facilita a reposição de componentes, o que tende a influenciar positivamente as condições de cobertura, limites de indenização e a confiabilidade de reparos em rede credenciada. Em termos de valor de mercado, caminhões Scania bem mantidos costumam apresentar boa liquidez na venda de usados, o que impacta, indiretamente, a percepção de risco para as seguradoras ao avaliar o valor segurável e as margens de depreciação aplicáveis na indenização.
Utilização prática do modelo e cenários de operação
O Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p de 2002 tende a se enquadrar em operações de distribuição regional, transporte de cargas mais pesadas e serviços de logística que exigem boa potência para deslocamentos em estradas com subidas, bem como confiabilidade de uma linha de transmissão robusta. Em operações de frota, esse tipo de veículo costuma cruzar com rotinas diárias intensas, paradas limitadas e manutenção planejada. A presença de torque elevado facilita a elevação de cargas significativas mesmo em regime de velocidade reduzida, típico de rodagens urbanas em entradas de armazéns e portarias, além do deslocamento em rodovias, onde o motor trabalha próximo da faixa de potência máxima por períodos prolongados. Em termos de consumo, veículos dessa classe mostram variações conforme o peso da carga, o tipo de terreno e o regime de condução. Para seguros, esse conjunto de fatores se traduz na necessidade de coberturas bem ajustadas, com valores de reposição compatíveis ao desempenho, e com possibilidades de coberturas adicionais, como proteção contra roubo de cabinas, danos por eventos climáticos e assistência 24h em diferentes regiões.
Como a FIPE impacta a cobertura de seguro
A tabela FIPE serve como referência de valor de mercado para a indenização em caso de sinistro. Em seguradoras, o valor segurável é usado para calcular prêmios, franquias e limites de cobertura. Para caminhões usados como o Scania R-164 GA, a FIPE ajuda a consolidar um patamar objetivo de reposição ou de indenização por perda total, evitando supervalorizações ou subavaliações que possam comprometer a empresa de seguros ou o proprietário. Importante: o FIPE não é um oráculo de preço único: ele reflete médias de mercado, que podem ser ajustadas pela condição do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, alterações ou modificações não originais e a disponibilidade de peças para o modelo específico. Por isso, ao solicitar uma cotação de seguro, é comum que o corretor peça informações adicionais sobre a condição do veículo, o estado da carroceria, o nivel de conservação do motor e a documentação de manutenção para calibrar com mais precisão o valor segurável dentro da faixa indicada pela FIPE.
Para quem trabalha com seguros, entender o papel da FIPE é fundamental. Quando o veículo é usado, os corretores precisam alinhar o valor de referência com a realidade prática da frota. Em situações onde o mercado apresenta oscilações, a FIPE funciona como uma âncora estável para a avaliação inicial, mas as condições do sinistro, o tipo de cobertura contratado e os componentes da apólice (coaseguração, franquias, coberturas adicionais, assistência, e garantia de peças originais) podem influenciar o montante final da indenização. Um corretor bem informado sabe orientar o cliente sobre as opções de proteção, incluindo cobertura para roubo, colisão, danos a terceiros, e proteção de acessórios e sistemas vitais do caminhão, sempre com uso de valores de referência consistentes com a realidade de 2002 para o Scania R-164 GA e com a atualização de valor ao longo do tempo conforme diretrizes da FIPE e de mercado.
Principais fatores que costumam influenciar o valor na FIPE para esse modelo
Para entender como o valor da FIPE pode variar para o Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p, vale considerar os seguintes aspectos comumente observados nas curvas de preço de caminhões usados:
- Condição mecânica e histórico de manutenção: veículos com manutenções regulares, peças originais e registros completos tendem a manter melhor o valor de mercado.
- Quilometragem e uso: caminhões com quilometragem menor ou moderada, associada a uso previsível, costumam apresentar valorização maior na FIPE.
- Perfil de carga e atuação da frota: o tipo de aplicação (carga pesada, longa distância, distribuição regional) influencia a demanda e, por consequência, o valor de reposição.
- Condições de documentação e histórico legal: documentação regular, sem pendências, facilita o reconhecimento de valor pela FIPE e por seguradoras.
O resultado é que a FIPE oferece uma referência que deve ser ajustada pelo corretor de seguros conforme a situação real do veículo. Um veículo em fresco estado de conservação, com manutenção em dia e operação estável, tende a alinhar-se mais próximo ao valor de reposição indicado pela FIPE, facilitando a definição de limites de cobertura e de indenização acordados entre segurado e seguradora. Além disso, a FIPE pode ser somada a reajustes anacionais por período, que ajudam a manter a adequação do valor segurável ao longo do tempo, especialmente para frotas com atualização de modelos ou substituição de caminhões antigos por unidades mais novas.
Aplicação prática na contratação de seguros com foco em FIPE
Ao planejar a seguradora para o Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p (2002), é comum seguir um fluxo técnico que envolve: avaliação do estado geral do veículo, verificação de documentos, conferência de histórico de sinistros e leitura do valor FIPE atualizado para aquele ano-modelo. A partir daí, o corretor propõe uma cobertura que respeite o valor segurável, com limites compatíveis com o valor de reposição calculado pela FIPE. Em termos de apólice, é possível incluir cláusulas como:
- Indenização por perda total com base no valor FIPE médio ajustado pela condição do veículo;
- Indenização parcial para danos específicos com base em reparos compatíveis com peças originais;
- Cobertura para roubo/furto com reconstituição do valor de reposição;
- Extensões de proteção (assistência 24h, carro reserva, coberturas adicionais para cargas especiais conforme necessidade da frota).
Considerações finais para proprietários e gestores de frota
Para quem administra ou utiliza o Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p de 2002, a relação entre FIPE e seguro deve ser encarada como uma parceria de proteção financeira e operacional. Manter o veículo em bom estado de conservação, com manutenção preventiva regular e registro de serviços, não apenas reduz o risco de sinistros como também facilita a obtenção de condições mais vantajosas na apólice. Além disso, conhecer o valor de referência da FIPE ajuda na tomada de decisões sobre substituição de veículos, renegociação de frotas e planejamento financeiro, contribuindo para a redução de custos gerais de operação ao longo do tempo. Para quem busca tranquilidade adicional, vale considerar a experiência de uma corretora especializada que entenda as particularidades de caminhões Scania, como rede de assistência, disponibilidade de peças e opções de coberturas sob medida.
Em suma, o modelo Scania R-164 GA 480 4×2 NZ 2p, ano 2002, continua a figurar entre os caminhões de alta performance que combinam potência, robustez e confiabilidade. A FIPE serve como uma base estável para cálculos de seguro, mas o valor final levado à apólice depende de fatores como estado mecânico, histórico de uso, documentação e escolhas de cobertura. Ao alinhar ferramentas técnicas com uma estratégia de seguros bem planejada, proprietários e gestores de frota podem assegurar proteção adequada, mantendo a operação eficiente e com menor exposição a perdas financeiras.
Para garantir a melhor proteção do seu caminhão e alinhamento com as diretrizes da FIPE, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode ajustar a cobertura às suas necessidades específicas, oferecendo tranquilidade para a sua frota conquistar cada rota com segurança.
