| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 29.736,00 |
| Fev/26 | R$ 29.802,00 |
| Jan/26 | R$ 29.869,00 |
| Dez/25 | R$ 29.927,00 |
| Nov/25 | R$ 29.973,00 |
| Out/25 | R$ 30.046,00 |
| Set/25 | R$ 30.144,00 |
| Ago/25 | R$ 30.208,00 |
| Jul/25 | R$ 30.258,00 |
| Jun/25 | R$ 30.289,00 |
| Mai/25 | R$ 30.351,00 |
| Abr/25 | R$ 30.379,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 406 Coupé 3.0 24V Aut. 1999
O que é a Tabela FIPE e qual o seu papel no seguro e na avaliação de veículos
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como uma referência nacional para o valor de reposição de veículos usados no Brasil. Ela não determina o preço de venda ou o custo de aquisição, mas serve como base padronizada para seguradoras, concessionárias e consumidores avaliarem o valor de mercado do automóvel em determinado momento. Em termos práticos, quando uma seguradora precisa estimar o valor de indenização em caso de sinistro ou de substituição do bem, a Tabela FIPE oferece um parâmetro objetivo, atualizado periodicamente para refletir mudanças de mercado, desvalorização natural de modelos e ciclos de lifecycle de cada veículo. No contexto de seguros, esse parâmetro é essencial para precificar prêmios, estabelecer coberturas de valor adequado e evitar sub ou supervalorização em qualquer cenário de sinistro parcial ou total.
É comum que profissionais da área técnica e de sinistros expliquem que a Tabela FIPE não é estática: ela é revisada conforme novos dados de mercado, disponibilidade de peças, histórico de confiabilidade e variações regionais. No caso de veículos com idade avançada, como o Peugeot 406 Coupé 3.0 24V Aut. de 1999, a leitura da FIPE envolve compreender não apenas o ano de fabricação, mas também a versão, o estado de conservação, a quilagem percorrida, modificações e eventuais itens extras. Por isso, seguradoras costumam cruzar a Tabela FIPE com informações adicionais do veículo (registro de manutenção, histórico de sinistros, valor de mercado regional) para chegar a uma proposta de prêmio que faça sentido para o proprietário e para a seguradora.

Ficha Técnica do Peugeot 406 Coupé 3.0 24V Aut. 1999
A seguir, apresentamos uma ficha técnica sucinta da versão em foco. Os dados podem variar conforme o mercado e a configuração original do veículo, devendo ser usados como referência para quem está avaliando seguro, manutenção ou revenda. Diante de itens que costumam sofrer alterações ao longo da vida útil de um carro, é comum o proprietário confirmar as especificações no documento do veículo ou no manual do fabricante.
- Motorização: V6 3.0 litros com 24 válvulas
- Transmissão: Automática de 4 velocidades
- Tração: Dianteira (FWD)
- Combustível: Gasolina
Informações adicionais que costumam compor a ficha técnica (quando disponíveis) incluem: cilindrada de aproximadamente 2967 cm³, potenciação na faixa de cerca de 200 a 210 cavalos de potência, torque em torno de 270 a 275 Nm, suspensão dianteira tipo MacPherson e traseira de tipo semi-independente ou eixo de braços, freios com discos na dianteira e sistema de ABS, tanque de combustível com capacidade em torno de 60 litros, e dimensões gerais do conjunto (comprimento, largura, altura) próximas a valores que costumam ficar entre 4,7 e 4,8 metros de comprimento. A variação entre unidades ocorre por fatores como peso, configuração de rodas e pneus, além de eventuais ajustes de fábrica. Em termos de uso, esse conjunto confere ao carro um perfil de passeio com desempenho agradável para rodovias, aliado a uma condução que privilegia a esportividade característica do Coupé sem abrir mão do conforto típico de um GT da época. Reforçamos que, diante de qualquer dúvida, consultar a documentação oficial ou um especialista em Peugeot ajuda a confirmar as especificações finais de cada unidade.
A marca Peugeot: tradição francesa, design marcante e inovação ao longo das décadas
A Peugeot é uma fabricante francesa com uma trajetória que remonta ao século XIX, quando começou como fabricante de ferramentas e, posteriormente, evoluiu para a produção de automóveis. Ao longo das décadas, a marca consolidou-se pela combinação de engenharia sólida com foco em design elegante e experiência de condução. O Peugeot 406, uma família que ganhou destaque no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, exemplifica essa linha: no segmento de sedãs e coupés, a empresa trouxe propostas de estilo limpo, aerodinâmica relativamente refinada e uma expressão de personalidade que ajudou a estabelecer padrões de mercado na época. A variante Coupé, em especial, foi desenhada para quem buscava uma experiência de condução com suas próprias características de esportividade e conforto, sem abandonar a praticidade de um carro de uso diário. A associação da marca com o design europeu, aliado a soluções técnicas que já mostraram consistência ao longo do tempo, faz da Peugeot um caso de estudo interessante para entusiastas de veículo clássico, colecionadores e, claro, proprietários que desejam manter o carro com programação de manutenção responsável e investimentos bem orientados.
Além disso, a história recente da Peugeot envolve integrações estratégicas com alianças globais e, mais recentemente, com a expansão de tecnologias de mobilidade sustentável, o que reforça a visão da marca sobre evolução contínua sem perder o charme de seus modelos clássicos. Para quem vigia o mercado de seguros, esse perfil de marca tipicamente produz uma percepção de valor estável ao longo do tempo, desde que o aspecto de conservação e histórico de manutenção seja adequado. É justamente essa estrutura de reputação que, aliada à Tabela FIPE, orienta seguradoras a oferecer opções que correspondam à realidade de uso e à expectativa de depreciação de um carro que já participou de boa parte da história automotiva brasileira.
Como a FIPE influencia o processo de seguro e a avaliação de riscos para esse modelo específico
A relação entre FIPE e o seguro está enraizada na ideia de que o prêmio de apólice precisa refletir o risco de perda, bem como o custo de reposição do veículo. No caso de um Peugeot 406 Coupé 3.0 24V Aut. 1999, a idade relativamente avançada do veículo e a sua condição de carro de nicho exigem um entendimento cuidadoso por parte da seguradora. A Tabela FIPE oferece um referencial de valor de mercado, que, somado a informações de uso, histórico de manutenção, localização geográfica e quilometragem, ajuda a compor uma proposta de prêmio coerente com a realidade de consumo de peças, reparos e mão de obra. Por exemplo, peças específicas para um motor V6 ou componentes de suspensão que já não são comuns no estoque de oficina podem influenciar o custo de reparos, elevando, em certos cenários, o valor de reposição ou a taxa de prêmio. Por outro lado, um carro bem mantido, com histórico de revisões, pode apresentar menor risco de falhas graves, o que, em termos de seguro, favorece condições de cobertura mais estáveis e previsíveis.
É importante notar que a FIPE não é o único determinante. O conjunto da obra – estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, idade do motorista e uso do veículo – molda a percepção de risco que a seguradora adota ao formular a apólice. Em veículos mais antigos, muitas seguradoras também oferecem opções de proteção específicas, como cláusulas de consumo de peças originais, substituição por itens equivalentes ou similares, e serviços de assistência 24 horas que ajudam a minimizar impactos em situações de imprevistos. Assim, a Tabela FIPE funciona como um alicerce, mas a decisão final sobre o custo do seguro resulta de uma avaliação equilibrada entre o valor de reposição e o risco real do uso do carro no dia a dia.
Planejamento de seguro para um Coupé clássico: dicas práticas para o Peugeot 406 3.0 24V Aut. 1999
Quem tem um carro clássico como o Peugeot 406 Coupé precisa alinhar expectativa de custo, cobertura desejada e plano de manutenção para manter o orçamento sob controle sem abrir mão da proteção. Abaixo seguem orientações úteis que costumam ajudar proprietários na tomada de decisão.
- Conservação e histórico de manutenção: manter registros completos de revisões, trocas de peças e serviços de oficina aumenta a confiabilidade e reduz a percepção de risco para a seguradora.
- Uso e perfil de condução: estabelecer se o veículo é utilizado principalmente para lazer, fim de semana ou deslocamentos diários ajuda a calibrar o prêmio de forma mais precisa.
- Escolha de coberturas: para carros com valor de reposição não trivial, adquirir cobertura compreensiva com proteção contra incêndio, roubo e colisão pode ser mais adequado do que apenas seguro contra terceiros. Em alguns casos, adicionais como proteção de vidros e guinchos podem ser considerados com moderação.
- Felizes-longo prazo: planejar a substituição de peças estratégicas (sistema de freios, suspensão, componentes do motor) em intervalos programados evita custos elevados em eventuais sinistros e preserva
