Valor FIPE Atual
R$ 29.831,00
↓ 0,6% vs mês anterior
FIPE: 825051-0
Ano: 2009-1
MêsPreço
Mar/26R$ 29.831,00
Fev/26R$ 30.009,00
Jan/26R$ 28.989,00
Dez/25R$ 28.665,00
Nov/25R$ 28.817,00
Out/25R$ 28.962,00
Set/25R$ 29.367,00
Ago/25R$ 29.253,00
Jul/25R$ 29.097,00
Jun/25R$ 29.244,00
Mai/25R$ 29.391,00
Abr/25R$ 28.983,00

Entendendo a Tabela FIPE para a Suzuki Bandit 1250S 2009: guia prático para compreender o referencial de mercado sem confundir com o preço

Quando falamos da Tabela FIPE SUZUKI BANDIT 1250S 2009, estamos lidando com um referencial de mercado utilizado amplamente no Brasil para subsidiar avaliações de veículo, seguros e negociações entre compradores e vendedores. O objetivo dessa tabela não é fixar um preço definitivo, mas oferecer uma referência comum, que leva em conta uma média de transações de veículos usados daquele modelo, ano e configuração. Para quem atua como corretor de seguros, entender como a FIPE compõe esse indicativo é fundamental para orientar clientes, especialmente no que tange a sinistralidade, valor de cobertura e impactos no prêmio. A partir dessa base, é possível discutir cenários de seguro de forma educativa, deixando claro que o valor de mercado real pode variar conforme condições do veículo, histórico de manutenção, kilometragem, acessórios e o canal de aquisição. Abaixo, exploraremos a ficha técnica da Bandit 1250S de 2009, o papel da marca Suzuki e o modo como as seguradoras costumam interpretar esse referencial.

Ficha técnica da Suzuki Bandit 1250S (2009)

A Suzuki Bandit 1250S, no modelo 2009, é uma naked de alta capacidade destinada a uso rodoviário com apelo esportivo, combinando performance com conforto. Abaixo, uma ficha técnica resumida para facilitar a consulta por quem trabalha com seguros ou avaliação de mercado. Observação importante: dados podem variar com base no mercado e em configurações específicas de cada exemplar. Confira sempre com a documentação do veículo e com o registrador local se necessário.

Tabela FIPE SUZUKI BANDIT 1250S 2009
  • Motor: 4 tempos, 4 cilindros em linha, deslocamento próximo de 1.260 cm³ (ou cerca de 1,26 L), refrigeração líquida, distribuição DOHC (duplo comando de válvulas) com 4 válvulas por cilindro.
  • Transmissão e acionamento: 6 velocidades, embreagem hidráulica (ou assistida em determinadas versões), transmissão final por corrente.
  • Desempenho e massa: potência estimada na faixa de 95–105 cavalos-vapor, torque típico entre 100–110 Nm; peso em ordem de marcha aproximadamente entre 230–245 kg. Capacidade do tanque de combustível em torno de 18–19 litros.
  • Chassi e suspensão: quadro de aço, geometria voltada para equilíbrio entre desempenho e conforto em uso diario. Suspensão dianteira tipo garfo telescópico e traseira monoamortecedor, com ajuste simples em alguns mercados. Freios com discos duplos na dianteira e disco na traseira, com possibilidade de ABS dependendo do ano de fabricação e do mercado.

A disciplina da ficha técnica facilita a compreensão de como o veículo se comporta em diferentes cenários de uso, além de orientar bem a avaliação de risco para o seguro. Mesmo sem entrar em números específicos de preço, a combinação de cilindrada, peso,能 desempenho e itens de segurança influencia diretamente na avaliação de risco por parte das seguradoras, que, por sua vez, refletem isso nos parâmetros de cobertura disponíveis e no espírito preventivo da proteção oferecida.

A Suzuki: contexto da marca, reputação e impacto no mercado

A Suzuki é uma fabricante japonesa com profunda tradição na indústria de motocicletas, automóveis e motores de pequeno porte. Fundada no início do século XX, a marca ganhou reconhecimento global pela combinação de confiabilidade, inovação tecnológica e boa relação entre custo e benefício. Em termos de motos, a Suzuki conquistou força em diversas frentes: modelos naked para uso urbano com foco em desempenho estável, esportivos de alto rendimento para quem busca emoção na estrada e opções de turismo que unem conforto e autonomia. A Bandit 1250S, dentro da linha Bandit, exemplifica esse ethos ao oferecer uma plataforma que equilibra potência, conforto de pilotagem e versatilidade para uso diário, turismo de fim de semana e trajetos mais longos. O posicionamento da Suzuki no segmento é de fabricante que tende a valorizar facilidade de manutenção, disponibilidade de peças e histórico de confiabilidade — fatores que, quando combinados à FIPE, ajudam consumidores e profissionais de seguros a avaliarem riscos de forma pragmática. Além disso, a marca mantém forte presença no cenário de motociclismo esportivo e fora de estrada, o que reforça a percepção de robustez e durabilidade, características valorizadas por seguradoras ao compor pacotes de proteção, franquias, coberturas adicionais e benefícios de assistência em viagem.

Para quem trabalha com seguros, entender a imagem de marca também é relevante. Uma Suzuki, ao oferecer uma boa reputação de confiabilidade, pode refletir, em muitos casos, menor probabilidade de prejuízos catastróficos por falha mecânica grave, desde que o histórico de manutenção esteja em dia. Contudo, esse benefício não substitui a necessidade de avaliação detalhada das condições do exemplar específico, do tempo de uso, da quilometragem e de eventuais intervenções de terceiros que possam afetar o desempenho e a segurança da moto. Assim, a Tabela FIPE funciona como uma linha de base que, quando combinada com o conhecimento da marca e com dados do veículo, facilita a comunicação entre corretor, seguradora e proprietário, assegurando um alinhamento mais claro entre o que se espera de cobertura e o que é comumente disponibilizado no mercado.

Como a Tabela FIPE é utilizada pelas seguradoras na prática

O uso da Tabela FIPE SUZUKI BANDIT 1250S 2009 pelas seguradoras não é apenas para derivar um preço de referência. O referencial FIPE é comumente usado para:

  • Estimar o valor referencial do veículo para fins de indenização em caso de colisão total ou parcial, assegurando que a indenização reflita o valor de mercado típico para aquele modelo e ano.
  • Apoiar a determinação de coberturas que façam sentido dentro do equilíbrio entre custo do prêmio e proteção necessária, especialmente quando o veículo é utilizado para deslocamentos diários ou atividades com maior exposição a riscos.
  • Contribuir com a avaliação de novas propostas de seguro, flexibilizando cenários de franquia, coberturas adicionais (roubo/furto, colisão, incêndio, responsabilidade civil) e serviços extras (assistência 24h, carro reserva) conforme o perfil do condutor, da região e do uso.
  • Auxiliar em consultas de renovação, monitoramento de valores de mercado ao longo do tempo e decisões sobre eventuais upgrades de coberturas à medida que o veículo envelhece e seu uso se altera.

É essencial notar que o valor de referência FIPE não é igual ao preço praticado em cada negociação de venda, nem representa o custo atual de substituição do veículo. Em muitos casos, principalmente para motos com histórico de conservação excelente, com poucos quilômetros ou com itens adicionais de valor (p.ex., pneus de alto desempenho, itens de proteção, carenagens personalizadas), o mercado pode apresentar desvios para cima ou para baixo em relação à média FIPE de referência. Por isso, ao abrir um processo de seguro, é comum que o corretor utilize a FIPE como ponto de partida e ajuste com base em dados do veículo, documentação e avaliação de uso real.

Para o proprietário, compreender esse mecanismo evita surpresas negativas na hora de cobrar sinistros ou renegociar a apólice. A regra fundamental é ter transparência: manter registros de manutenção, guardar notas de serviço, manter histórico de quilometragem atualizado e registrar modificações que possam alterar o risco, como alarmes, dispositivos de rastreamento ou acessórios eletrônicos que impactam tanto o valor de mercado quanto a segurança.

Integração entre seguros, manutenção e o referencial de mercado

É comum que proprietários de Suzuki Bandit 1250S 2009 se perguntem sobre como pequenos cuidose alterações afetam a cobertura de seguros. Em geral, manter a moto em bom estado de funcionamento oferece vantagens tangíveis, como menor probabilidade de sinistro e menor severidade de danos em eventual colisão. Por outro lado, modificações de desempenho, adição de itens caros de proteção ou de configuração que modifiquem o peso, a aerodinâmica ou a distribuição de massa podem requerer atualização das informações para que a seguradora recomende uma cobertura condizente com o novo nível de risco. Quando o veículo é utilizado para deslocamentos frequentes em áreas urbanas com tráfego intenso, o prêmio pode refletir esse cenário de maior exposição a colisões de menor intensidade, enquanto viagens em estradas com maior demanda de velocidade podem elevar o valor de referência de alguns componentes de proteção e de responsabilidade civil. A relação entre FIPE, uso real e políticas de seguro é, portanto, uma área de estudo contínuo para corretores, ao passo que os clientes aprendem a alinhar suas expectativas com as coberturas disponíveis.

Dicas práticas para proprietários e profissionais de seguros

Para quem atua no setor de seguros ou está buscando compreender melhor o processo, seguem orientações práticas que ajudam a alinhar o entendimento sobre a Tabela FIPE e a Bandit 1250S 2009, sem perder o foco educativo:

  • Atualize o histórico de manutenção regularmente e guarde comprovantes de serviço, substituições de peças e recalls. Isso ajuda a demonstrar cuidado com o veículo e, consequentemente, a justificar coberturas mais adequadas.
  • Considere o uso regional do veículo. Em capitais com maior incidência de sinistros ou com infraestrutura de vias diferenciada, o perfil de risco pode variar significativamente, influenciando o prêmio, mesmo que o FIPE permaneça estável.
  • Faça um inventário claro de acessórios de valor agregado. Itens de proteção, alarmes, rastreadores e peças aftermarket podem impactar tanto o valor de substituição quanto a necessidade de coberturas adicionais.
  • Ao renovar ou contratar, use a FIPE como referência, mas complemente com avaliação de uso real. Uma cotação com a GT Seguros, por exemplo, pode ajudar a comparar coberturas com base na sua necessidade específica, com uma visão holística do veículo e do perfil do condutor.

Se o objetivo é alinhar a proteção ao investimento feito na Bandit 1250S 2009, compreender a relação entre FIPE, marca, ficha técnica e condições de uso é fundamental. O valor de referência é um guia prático para a tomada de decisão, mas não substitui uma análise detalhada da condição do veículo e do histórico de seguros. A partir desse entendimento, corretores e clientes podem construir uma estratégia de proteção mais eficaz, com cobertura que efetivamente minimize perdas e ofereça tranquilidade para cada viagem.

Para quem está considerando a proteção do seu patrimônio móvel com uma visão mais integrada do mercado, vale explorar opções de cotação com a GT Seguros. Uma simulação personalizada pode esclarecer quais coberturas são mais adequadas ao perfil do veículo e do motorista, assegurando que o conjunto de proteções esteja alinhado com a realidade de uso e com as expectativas de tranquilidade no dia a dia.