| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 95.588,00 |
| Fev/26 | R$ 95.799,00 |
| Jan/26 | R$ 96.011,00 |
| Dez/25 | R$ 96.194,00 |
| Nov/25 | R$ 96.339,00 |
| Out/25 | R$ 96.571,00 |
| Set/25 | R$ 96.882,00 |
| Ago/25 | R$ 97.086,00 |
| Jul/25 | R$ 97.242,00 |
| Jun/25 | R$ 97.340,00 |
| Mai/25 | R$ 97.536,00 |
| Abr/25 | R$ 97.624,00 |
Guia de referência para a Tabela FIPE do Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) 1998
Entendendo o papel da Tabela FIPE na avaliação de caminhões usados
A Tabela FIPE atua como referência de preços de mercado para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados como o Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p. Embora a FIPE sirva, principalmente, para orientar valores de compra, venda e seguro, é importante compreender que o valor apresentado pela tabela é uma referência estatística, sujeita a variações conforme o estado de conservação, histórico de uso, localização geográfica, demanda do segmento e políticas internas de seguradoras. No caso de caminhões com tração 6×4, como o T-124 GA 420, essa referência costuma levar em conta a configuração do chassi, o tipo de cabine (NZ, no seu histórico de versões), o motor diesel, a transmissão e as condições de manutenção do veículo. Assim, a leitura da FIPE deve ocorrer com uma leitura crítica: o que está descrito na tabela facilita o entendimento, mas o avaliador pode ajustar o valor de acordo com as particularidades do exemplar específico. Em uma corretora de seguros, entender esses aspectos ajuda a calibrar coberturas, franquias e limites, evitando sub ou superseguro que não reflita o risco real. A seguir, exploramos a ficha técnica típica deste modelo e os elementos que costumam influenciar o valor de referência na FIPE para essa configuração.
Ficha Técnica do Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p
Abaixo está um conjunto de parâmetros que descrevem a configuração comum associada ao Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p fabricado por volta de 1998. Vale lembrar que, dentro de um mesmo modelo, pequenas variações de ano, motor, cabine ou transmissão podem ocorrer conforme a linha de montagem e as opções de fábrica. Esta ficha técnica busca oferecer uma visão consolidada para fins educativos e de seguro, não substituindo dados oficiais de documentação do veículo específico.

- Fabricante e modelo: Scania, T-124 GA 420 6×4 NZ 2p. Caminhão pesado com tração em 6×4, cabine NZ de dois lugares.
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado com intercooler, deslocamento aproximado entre 12,0 e 12,7 litros. Potência nominal em torno de 420 cavalos, com torque elevado para trabalho pesado.
- Transmissão: manual, com faixa de velocidades típicas entre 9 e 12 marchas, com opção de divisores para melhor aproveitamento de torque em terrenos desafiadores. Sistema de embreagem robusto para cargas elevadas.
- Cabine e chassi: NZ (cabine de dois ocupantes, voltada para operações pesadas), conjunto de chassi rígido adequado para acoplamento de reboques ou semireboques. Eixos: 3, com configuração 6×4 (dois eixos motrizes traseiros), proporcionando boa tração em terreno irregular e peso bruto total elevado.
Além desses itens-chave, outros aspectos da composição técnica costumam influenciar o comportamento de uso, o custo de manutenção e, consequentemente, o valor de referência na FIPE. Entre eles, destacam-se o sistema de suspensão (geralmente com suspensão por molas ou ar nas rodas traseiras, para suportar cargas pesadas), o tipo de freio (discos ou tambor, com ABS em versões mais recentes da linha) e a capacidade de carga útil associada ao peso bruto total permitido pelo conjunto do veículo. A carros de 1998, a robustez mecânica e a facilidade de reposição de peças também pesam na avaliação pela FIPE, uma vez que ajudam a reduzir o custo efetivo de propriedade ao longo do tempo. Em termos de dimensionamento, a SCANIA costuma oferecer várias opções de entre-eixos e de carroceria, o que reflete diretamente na leitura da tabela para veículos da mesma linha, mas com diferenças de especificação entre anos ou versões. Em resumo, a ficha técnica apresentada acima oferece uma visão consolidada para fins educativos e de seguro, com a ressalva de que o exemplar específico pode trazer ajustes finos de especificação.
Como a configuração 6×4 NZ impacta uso, manutenção e seguro
A configuração 6×4, com três eixos e dois eixos motrizes traseiros, confere ao Scania T-124 GA 420 maior capacidade de tração e distribuição de peso, fatores cruciais para operações de carga pesada e longos percursos rodoviários. Do ponto de vista de uso, esse conjunto é bem ajustado para atividades como transporte de cargas pesadas em estradas com trechos inclinados, rodovias com pavimento irregular ou regiões que exigem maior estabilidade na condução com reboque. Por outro lado, a gestão de frota e o seguro devem considerar aspectos específicos desta configuração:
– Consumo de energia e custo operacional: motor 12+ litros de deslocamento, com potência elevada, demanda combustível considerável. Embora isso não seja um determinante direto da FIPE, impacta na avaliação de custo de operação e no custo total de propriedade, elementos que influenciam a decisão de contratação de seguros com coberturas abrangentes (para roubo, colisão, incêndio, terceiros e proteção de carga).
– Manutenção e disponibilidade de peças: a idade do veículo, aliada à disponibilidade de peças originais e serviços autorizados, pode influenciar o custo de manutenção. Caminhões 6×4 possuem componentes específicos de eixo e diferenciais que exigem mão de obra especializada; isso está relacionado à percepção de risco pelas seguradoras e, por consequência, à composição da cobertura.
– Confiabilidade e histórico de uso: muitos exemplares da linha T-124 GA 420 foram usados em operações de transporte de cargas pesadas. Um histórico com intervalos de revisões regulares, manutenções preventivas e registro de ocorrências pode favorecer condições mais estáveis de prêmio, enquanto veículos com histórico de sinistros ou de uso em rotas de difícil acesso podem exigir coberturas adicionais ou franquias diferentes.
– Cabine NZ e conforto do motorista: cabines da versão NZ costumam oferecer configuração adequada para turnos de longa duração, conforto básico e espaço para implementos de serviço. Em termos de seguro, cabines com itens de conforto ou acessórios adicionais podem ter impacto indireto em coberturas de proteção de cabine e acessórios, bem como em condições de vida útil do veículo.
Elementos que costumam influenciar o valor de referência na FIPE para esse veículo
Ao se valer da Tabela FIPE para estimar o valor de referência do Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p, é comum considerar uma combinação de fatores técnicos, de uso e de manutenção. Abaixo estão os pontos mais relevantes — apresentados de forma objetiva para auxiliar quem faz cotação de seguro ou avaliação patrimonial:
- Condição do motor, transmissão e sistema de injeção: eficiência de resposta, ruídos anômalos e histórico de substituições impactam a percepção de valor na FIPE.
- Estado da cabine e carroceria: danos, ferrugem, amassados ou substituições de componentes que comprometem a estética ou a funcionalidade afetam a leitura de referência.
- Histórico de manutenção e de uso: registros de revisões, histórico de troca de peças, manutenções preventivas e uso real (cargas transportadas, pernoites, trechos percorridos) são considerados no ajuste fino do valor.
- Perfil de seguro pretendido: coberturas, franquias, limites de responsabilidade civil e proteção de carga podem influenciar a avaliação de risco e, por consequência, o posicionamento de preço relativo na FIPE para o veículo em questão.
É importante enfatizar que cada item acima pode ter variações na prática, uma vez que a FIPE é calibrada com dados de mercado agregados e atualizada periodicamente. Em consultorias de seguros, o corretor interpreta essas variações em conjunto com o estado atual do exemplar específico e com o contexto de uso pretendido pelo segurado. Por isso, além de consultar a FIPE, é recomendável reunir documentação pertinente — como histórico de manutenções, notas fiscais de componentes, documentos de origem e registros de sinistros — para embasar a cotação com maior assertividade. A leitura cuidadosa desses elementos ajuda a evitar surpresas na hora de acionar o seguro, especialmente em eventos relacionados a colisões, incêndios ou roubos, que podem ter tratamento diferenciado conforme o perfil do veículo e de seu uso.
Como usar a FIPE ao planejar a proteção do seu Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p
Para quem administra uma frota ou utiliza o veículo para operações de transporte, a FIPE oferece um ponto de referência sólido na hora de pensar na cobertura de seguro. Ao planejar uma apólice para esse caminhão, considere os seguintes aspectos práticos, que costumam gerar ganhos de eficiência na gestão de risco:
- Nível de exposição ao risco: áreas com maior probabilidade de roubo ou danos podem exigir coberturas adicionais de proteção de carga e de terceiros, influenciando o custo total do seguro.
- Valor de reposição versus valor de uso: em veículos antigos, pode haver preferência por coberturas que garantam reposição ou indenização baseada no valor de referência FIPE, em vez de valor de mercado irrealisticamente alto.
- Manutenção preventiva como parte da política de seguro: despesas com manutenção regular podem reduzir o risco de sinistro técnico, refletindo positivamente em prêmios futuros.
- Documentação de procedência e histórico limpo: registros de procedência, licenças e regularização facilitam a aprovação de coberturas com condições mais estáveis.
Para profissionais de corretagem, compreender a interação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e o uso real do veículo facilita a montagem de pacotes de seguros mais alinhados com a realidade do caminhão. A cada nova cotação, o analista cruza dados da FIPE com o estado atual do exemplar, operações pretendidas e perfil do motorista, buscando um equilíbrio entre proteção adequada e custo acessível. A leitura atenta desses elementos ajuda a evitar chamadas de cotação desnecessárias ou surpresas no documento final, promovendo uma experiência mais transparente para o segurado e para a equipe de atendimento.
Dicas rápidas para leitura eficiente da FIPE neste tipo de veículo
Ao trabalhar com a Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p, considere estas orientações rápidas que costumam fazer a diferença na prática:
- Compare o ano de fabricação e a versão da cabine: pequenas variações podem representar diferenças relevantes no valor de referência.
- Verifique o estado de conservação e o histórico de manutenção: peças originais e serviços realizados na rede autorizada tendem a manter o valor de referência mais estável.
- Avalie o uso real do veículo: caminhões usados em operações leves podem ter maior durabilidade do que aqueles submetidos a demandas extremas diárias.
- Correlacione a FIPE com as condições de mercado locais: a oferta de caminhões semelhantes na região pode influenciar o ajuste final do valor de referência.
Essa abordagem prática ajuda a sustentar decisões mais seguras, tanto para quem compra quanto para quem assegura. A Tabela FIPE, quando usada com critério, funciona como uma bússola que orienta preços justos, evitando distorções causadas por dados desatualizados ou por particularidades de um único veículo sem considerar o conjunto da frota e as condições de uso.
Encerramento e convite à cotação com a GT Seguros
Para quem busca proteção adequada para um Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) 1998, entender a leitura da FIPE aliada à ficha técnica ajuda a construir um seguro que reflita o risco real do veículo, sem abrir mão de coberturas relevantes à operação. A experiência de uma corretora especializada faz diferença na hora de fechar uma apólice que combine valor de referência, custo de operação e tranquilidade para o dia a dia da frota. Com as informações apresentadas, você está mais bem preparado para dialogar com corretores e alinhar expectativas.
Quer uma avaliação personalizada para o seu caso? Considere realizar uma cotação com a GT Seguros.
