| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 26.525,00 |
| Fev/26 | R$ 26.584,00 |
| Jan/26 | R$ 26.643,00 |
| Dez/25 | R$ 26.694,00 |
| Nov/25 | R$ 26.735,00 |
| Out/25 | R$ 26.800,00 |
| Set/25 | R$ 26.887,00 |
| Ago/25 | R$ 26.944,00 |
| Jul/25 | R$ 26.988,00 |
| Jun/25 | R$ 27.016,00 |
| Mai/25 | R$ 27.071,00 |
| Abr/25 | R$ 27.096,00 |
Visão detalhada da Tabela FIPE para o Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel 1996 e seus impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem atua no mercado de seguros, permitindo comparar valores de veículos usados com mais embasamento. Ela captura, de forma sistemática, as variações de preço ao longo do tempo, levando em consideração aspectos como o ano de fabricação, a versão, a motorização e o estado de conservação. Quando se fala em um modelo como o Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel de 1996, a FIPE funciona como base para entender o valor de reposição a partir de dados históricos do mercado, além de servir como referencial para prêmios, financeiras e indenizações em casos de sinistros. O objetivo deste artigo é explorar a aplicação da Tabela FIPE nesse contexto específico, apresentando a ficha técnica do veículo, destacando pontos relevantes da marca Nissan e discutindo como a FIPE influencia a avaliação de risco no seguro automotivo.
Ficha Técnica do Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel 1996
Abaixo, apresento uma ficha técnica resumida para contextualizar o veículo, com informações que costumam constar nos catálogos de fábrica, de revisões oficiais e na prática de proprietários. Vale lembrar que, em termos de seguros, a precisão de dados pode depender da fonte (dealer, fabricante, fabricantes de peças) e do estado do carro. Este resumo busca oferecer uma visão clara e útil para a compreensão do comportamento, da manutenção e do valor referencial na FIPE.

- Motor e alimentação: motor 2.7 litros diesel, turbo com intercooler, em configuração de quatro cilindros em linha. Nesta motorização, a sigla comum é TD27T, associada a um sistema de alimentação por injetores embutidos em um arranjo de alta eficiência para a época. Potência e torque são valores tipicamente analisados em faixas médias para veículos utilitários de tração 4×4, com desempenho adequado para uso urbano e off-road moderado.
- Câmbio e tração: transmissão manual de 5 marchas, com opção de tração integral 4×4, incluindo redução para manobra em pisos difíceis. A configuração 4×4 com reduzida é um aspecto que influi diretamente na avaliação de risco para seguro, pois impacta consumo, desgaste de componentes e capacidade de recuperação em trechos acidentados.
- Dimensões e peso: o Terrano II SE 2.7 Diesel apresenta apresentação de SUV compacto para a época, com dimensões que costumam situar o modelo em faixas próximas de 4,4 a 4,6 metros de comprimento, altura e largura compatíveis com a classe de utilitários esportivos médios. O peso pronto para rodar costuma ficar entre faixas de massa molhada próximas a 1,6 a 1,8 toneladas, dependendo da configuração de equipamentos, de combustível e de eventuais acessórios.
- Capacidade prática e peças de manutenção: o veículo mantém uma linha de peças de reposição compatíveis com a rede de assistência da Nissan da época e com mercados que receberam o Terrano II. A disponibilidade de peças costuma ser mais estável para modelos com um histórico de uso compartilhado com outras plataformas da marca, o que facilita a manutenção e o recondicionamento ao longo do tempo.
Observação importante: os números acima refletem padrões comuns para a vigência do Terrano II com motorização 2.7 Diesel na década de 1990, mas os dados específicos podem variar conforme o país, o grau de conservação, a quilometragem e as revisões efetuadas. Para a seguradora, o estado do veículo, itens de elevação (como estepe, para-lamas e engates) e a probabilidade de sinistros podem influenciar o valor de referência utilizado na cobertura. A FIPE não é apenas um número; é uma ferramenta que, na prática, ajuda a calibrar o valor segurável do veículo para a indenização correspondente a eventual perda total ou parcial.
Sobre a marca Nissan
A Nissan é uma fabricante japonesa com trajetória global que se consolidou como referência na produção de veículos confiáveis, com foco em inovações tecnológicas, eficiência de consumo e robustez para uso diário e aplicações off-road. Fundada em 1933, a Nissan construiu, ao longo das décadas, uma reputação de versatilidade em linhas que vão desde carros compactos urbanos até SUVs e picapes com reputação de durabilidade. A marca ganhou reconhecimento também por inovações em propulsão, sistemas de tração nas quatro rodas e tecnologia de assistência ao condutor, que contribuíram para uma imagem de confiabilidade que muitos consumidores valorizam ao buscarem seguros mais estáveis e previsíveis ao longo do tempo. No caso do Terrano II, o conjunto combina o DNA japonês de engenharia com a necessidade prática de enfrentar caminhos não pavimentados, o que reforça a relação entre o veículo, o comportamento de manutenção e a avaliação de riscos para seguro.
Para quem escolhe um Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel de 1996, a história da marca também se traduz em uma rede de suporte que, apesar de envelhecer com o tempo, pode manter um ecossistema de peças e serviços. A disponibilidade de peças originais e alternativas compatíveis costuma ser um fator que o proprietário observa com atenção quando se pensa no custo total de posse, inclusive na área de seguros, já que itens de desgaste, como discos de freio, suspensão, filtro de combustível e componentes do sistema de arrefecimento, podem impactar valores de reparo e, por consequência, o prêmio de seguro. Além disso, a reputação da marca frente a recalls, atualizações de segurança e disponibilidade de manual de manutenção influencia a percepção de confiabilidade junto às seguradoras.
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação prática para seguros
A Tabela FIPE é calculada com base em uma amostra de veículos comercializados no país, levando em conta o preço médio de mercado para diferentes versões, anos e condições. Em seguros, esse valor é utilizado como referência para apólices de cobertura total (resgate, indenização por perda total) e para a formulação de prêmios que reflitam, de forma razoável, o custo de reposição ou reparo. Quando se trata de um modelo como o Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel 1996, a FIPE ajuda a situar o valor reconstruído (ou de reposição) diante de um cenário de sinistro, de modo que a indenização não seja exageradamente baixa, nem excessivamente alta em comparação com o mercado. Além disso, a FIPE auxilia a calibrar o risco de roubo/furto, já que veículos com valores de mercado mais elevados costumam exigir coberturas com limites maiores e, consequentemente, custos de prêmio mais altos.
É comum que seguradoras utilizem a FIPE como linha de base, complementando com informações específicas do carro (estado de conservação, histórico de manutenção, alterações de performance, itens de nota fiscal e acessórios) para chegar a uma proposta de seguro adequada ao proprietário. O Terrano II, por ser um veículo com DNA de off-road e uma reputação histórica de uso versátil, pode ter particularidades relacionadas a peças de reposição, consumo de combustível em função do peso e da carga, bem como aos custos de reparo em eventuais colisões ou avarias em trilhas. Esses aspectos, combinados com a avaliação FIPE, ajudam a moldar o prêmio de seguro para esse veículo específico.
Como interpretar flutuações da FIPE ao planejar o seguro do Terrano II
Flutuações no valor FIPE ocorrem por razões diversas: variações na oferta de unidades similares no mercado, idade do veículo, condições de conservação, histórico de sinistros, disponibilidade de peças de reposição e o interesse de compradores por modelos de nicho. Para o Terrano II SE 2.7 Diesel de 1996, é comum observar quedas e subidas sazonais com base em tendências de demanda por SUVs usados com apelo off-road, bem como a disponibilidade de peças originais. Do ponto de vista do seguro, a flutuação da FIPE impacta diretamente o capital segurado. Em termos simples, quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o prêmio, desde que os outros fatores de risco permaneçam estáveis. Por outro lado, quando a FIPE sinaliza uma queda no valor de mercado, isso pode refletir em prêmios mais baixos para coberturas com valor de reposição correspondente. Entender esse movimento ajuda o proprietário a alinhar suas expectativas com a realidade de mercado, além de orientar decisões como reduzir exposições de risco, manter a manutenção em dia e manter documentação atualizada de revisões, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente o custo do seguro.
Considerações práticas para quem possui ou pretende adquirir um Terrano II 1996 com motor 2.7 Diesel
A gestão do seguro envolve mais do que apenas o valor referenciado pela FIPE. Observações importantes para quem lida com Terrano II nessa configuração incluem o seguinte: manutenção regular, verificação de componentes do sistema de propulsão (especialmente o turbocompressor e o intercooler), cuidado com o sistema de suspensão e a transmissão, e atenção às peças de desgaste que costumam ter maior impacto em reparos. Veículos com motorização diesel e com tração 4×4 sofrem impactos específicos, como maior exigência de manutenção do sistema de alimentação de combustível, sistema de arrefecimento e componentes da transmissão em situações de uso off-road frequente. Uma gestão prévia de manutenção, com registros documentados, tende a refletir positivamente na avaliação de risco de seguro, já que demonstra cuidado com o estado do veículo e reduz a probabilidade de sinistros decorrentes de falhas não previstas.
Para quem trabalha com corretoras de seguros ou é proprietário que busca entender melhor o custo-benefício da proteção, vale considerar opções como:
– Coberturas que protejam contra roubo/furto, colisões, incêndio e danos a terceiros, ajustando limites de acordo com o valor FIPE e o estado do carro.
– Adoção de franquias que reflitam o risco de danos 4×4 e a dificuldade de reparo em peças específicas para o Terrano II 1996.
– Inclusão de assistência 24h e guincho, especialmente importante para um veículo com perfil off-road que pode sofrer prejuízos em trajetos fora de estrada.
– Análises periódicas da documentação e das condições de conservação para manter o valor referenciado pela FIPE estável e, assim, evitar surpresas na renovação de apólices.
Em resumo, a Tabela FIPE para o Nissan Terrano II SE 2.7 Diesel 1996 funciona como um norte para entender o custo de reposição e o nível de proteção adequado em seguros. Ao considerar a marca Nissan, a característica da motorização diesel, a configuração 4×4 e a idade do veículo, é possível montar uma estratégia de proteção que combine valor de referência, custos de manutenção e o nível de tranquilidade desejado pelo proprietário. Assim, o seguro deixa de ser apenas um gasto mensal e passa a ser uma ferramenta de planejamento, que facilita a retomada de veículos em caso de sinistro sem grandes impactos financeiros.
Se quiser entender como esse alinhamento entre FIPE, ficha técnica e necessidades de proteção pode favorecer o seu caso, peça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode esclarecer questões sobre limites, coberturas e condições que façam sentido para o seu Terrano II SE 2.7 Diesel de 1996.
