| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 12.361,00 |
| Fev/26 | R$ 12.614,00 |
| Jan/26 | R$ 12.490,00 |
| Dez/25 | R$ 12.367,00 |
| Nov/25 | R$ 12.272,00 |
| Out/25 | R$ 12.153,00 |
| Set/25 | R$ 11.995,00 |
| Ago/25 | R$ 12.223,00 |
| Jul/25 | R$ 12.136,00 |
| Jun/25 | R$ 12.387,00 |
| Mai/25 | R$ 12.614,00 |
| Abr/25 | R$ 12.626,00 |
Entenda a Tabela FIPE para a Suzuki GS 500-E 2000 e como ela orienta o seguro de motos
O que é a Tabela FIPE e qual a sua importância na avaliação de motos
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como um referencial de valores de mercado para veículos usados, incluindo motocicletas. Ela agrega dados de transações de compra e venda realizadas no Brasil, permitindo que corretores, seguradoras e lojistas tenham uma referência padronizada para estimar o valor de reposição ou o valor de venda do veículo. Quando se pensa em seguro, esse referencial é fundamental para indicar ao sistema de seguradoras qual é a faixa de avaliação da GS 500-E 2000 com base na condição do bem, quilometragem, histórico de sinistros e outros fatores de risco. A ideia central é evitar elogios inflacionados ou subavaliação que comprometam a indenização futura. No entanto, é importante entender que a FIPE não determina o preço de garantia nem o prêmio do seguro sozinho; ele serve como âncora que precisa ser ajustada pela condição real da moto, pela região de circulação, pela disponibilidade de peças e pela demanda no mercado de segunda mão.
Para quem contrata seguros, entender a lógica da FIPE ajuda a comunicar melhor o valor de mercado observado e a fundamentar as decisões de cobertura, franquia e indenização. Em motos antigas, como a GS 500-E 2000, a avaliação pode levar em conta itens como desgaste natural de componentes, histórico de manutenção, possíveis alterações originais ou não originais, além do estado estético. Em resumo, a Tabela FIPE não é apenas um número: é uma referência que, quando bem aplicada, apoia a adequação do seguro à realidade do veículo.

Ficha Técnica da Suzuki GS 500-E 2000 (motocicleta): visão geral para compreensão do modelo
A Suzuki GS 500-E 2000 é um formato clássico de moto de média cilindrada, conhecido pela robustez, pela condução estável e pela facilidade de manutenção. Abaixo está uma visão concisa da ficha técnica, destacando aspectos relevantes para avaliação de valor, seguro e uso cotidiano. Nota: os dados apresentados são representativos do modelo da época e podem variar conforme o exemplar, condição de uso e país de registro.
- Motor e desempenho: motor de dois cilindros em linha (paralelo), 4 tempos, com refrigeração a ar e alimentação por carburador. A potência típica fica na casa de 40 cv, com torque suficiente para uso urbano e rodoviário leve. O conjunto propulsor é conhecido pela resposta suave, ideal para quem busca conforto em trajetos diários.
- Transmissão e sistema de condução: câmbio de 5 velocidades, com transmissão por corrente. A condução é estável, com boa entrega de torque em médios regimes, o que favorece trajetos urbanos e estradas com trechos de subida.
- Peso, capacidades e dimensões: peso em ordem de funcionamento costuma ficar próximo de 185–190 kg, dependendo de configuração e equipamentos adicionais. Tanque de combustível com capacidade em torno de 16–17 litros, o que oferece autonomia razoável para deslocamentos diários. A altura do assento fica próxima de 800 mm, contribuindo para uma condução com boa visão de cenário e facilidade de manobra para pilotos de estatura variada.
- Dimensões e ergonomia: entre-eixos e comprimento compatíveis com a categoria de moto-média, proporcionando equilíbrio entre estabilidade em alta velocidade moderada e agilidade em vias urbanas. O layout do assento e do guidão favorece posições de pilotagem confortáveis para viagens de curta ou média distância, com boa visibilidade do painel e dos instrumentos.
Como a Tabela FIPE é utilizada na prática pelo seguro de motos
Ao solicitar ou renovar um seguro, as seguradoras frequentemente recorrem ao valor estimado pela FIPE para definir a faixa de indenização em caso de sinistro total ou de perda parcial. Esse referencial funciona como base, mas não é definitivo. A avaliação do prêmio leva em conta o estado geral da motocicleta, a quilometragem, o histórico de manutenção, a existência de alterações ou acessór ios, a região de atuação, o uso (urbano, estrada, turismo) e o perfil do condutor. Em modelos como a GS 500-E 2000, com valor de mercado relativamente estável ao longo dos anos, a FIPE costuma refletir bem a realidade de mercado quando comparada a veículos muito recentes ou com alterações radicais. Todavia, é comum que corretores ajustem esse valor para cima ou para baixo com base na condição do exemplar específico e na disponibilidade de peças originais, bem como no histórico de sinistros do proprietário.
Outro aspecto relevante é o tipo de cobertura escolhido. Seguro com proteção para terceiros, com cobertura de roubo/furto ou com indenização integral em caso de colisão, pode ter impactos diferentes sobre o valor segurado. Em motocicletas de perfil clássico ou com alta demanda de reposição de peças, é comum que a garantia de valor agregado leve em consideração itens como kit de pneus, estado de freios, sistema elétrico e eventuais alterações feitas no veículo. O objetivo é que o valor segurado reflita o custo de reconstrução ou de reposição da moto, levando em conta a realidade do mercado e a disponibilidade de peças originais.
Por que a Suzuki costuma apresentar particularidades para o seguro
A Suzuki, como marca, reúne características que costumam influenciar a avaliação de risco e o custo do seguro. Em primeiro lugar, a rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças originais e a experiência de concessionárias em diferentes regiões impactam o tempo de reparo e o custo de reparos. Em muitos casos, a Suzuki é associada a uma imagem de confiabilidade, com motores robustos e manutenção relativamente simples, o que pode favorecer prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Além disso, o histórico de uso da GS 500-E 2000 – com uma base de proprietários que tende a valorizar a manutenção regular – pode favorecer uma avaliação de risco mais favorável, desde que haja comprovantes de manutenção e procedência do veículo.
Outro fator a ser considerado é o perfil do condutor. Motociclistas com hábitos de pilotagem prudentes, com bom histórico de sinistros e com a moto registrada no seu nome, costumam obter condições mais atraentes na apólice. Por outro lado, motos com histórico de sinistros, modificações não originais que impactem a bordo, ou uso em atividades comerciais, podem exigir ajustes na cobertura, franquias mais elevadas ou limites de indenização diferentes. Em resumo, a marca é apenas um dos componentes que compõem o quadro de avaliação; o conjunto do veículo, do condutor e do uso é que determina o custo final da proteção.
Conselhos práticos para pilotos da GS 500-E 2000 visando seguro eficiente
Para quem possui ou pretende adquirir uma Suzuki GS 500-E 2000, algumas práticas simples ajudam a alinhar o seguro com a realidade do veículo e com o orçamento disponível. Primeiro, mantenha um registro organizado da manutenção: notas de serviço, trocas de óleo, pastilhas, freios, pneus e inspeções ajudam a demonstrar cuidado e reduzir o risco para a seguradora. Segundo, preserve peças originais quando possível; alterações estéticas ou mecânicas que não sejam originais podem exigir avaliações adicionais e, em alguns casos, impactar o valor segurado. Terceiro, faça a regularização de documentação e licenciamento; veículos com pendências costumam exigir revisões adicionais que elevam o custo de seguro. Por fim, divulgue com clareza o uso pretendido da moto ao solicitar a cotação: uso urbano, viagens esporádicas ou participação em carreatas podem mudar a forma como o risco é avaliado e, consequentemente, o valor da cobertura.
Considerações finais sobre a GS 500-E 2000 e a Tabela FIPE
A Tabela FIPE oferece um referencial sólido para entender o valor de mercado da Suzuki GS 500-E 2000 e serve como base para negociações de seguro, compra e venda. Mesmo com a referência padronizada, é essencial avaliar o estado real da moto: itens de desgaste, histórico de manutenção, integridade de componentes de segurança (freios, iluminação, sistema elétrico) e a originalidade das peças podem adicionar ou subtrair valor em relação ao referência FIPE. A GS 500-E 2000, por sua vez, é um exemplar que preserva a essência de uma moto prática, confiável e de manutenção relativamente acessível, características que costumam atrair seguradoras e proprietários que buscam uma relação custo-benefício equilibrada. Em termos de planejamento financeiro, entender como a FIPE se aplica ao seu caso ajuda a tomar decisões mais bem fundamentadas sobre cobertura, franquias e limites de indenização, sem abrir mão da tranquilidade de uma proteção adequada.
Se ao final da leitura você está buscando uma solução de proteção que acompanhe o valor de mercado da sua GS 500-E 2000, vale considerar a cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode reconhecer a realidade da sua moto e o seu perfil de uso, proporcionando condições alinhadas às suas necessidades de proteção e tranquilidade no dia a dia.
