| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 140.838,00 |
| Fev/26 | R$ 141.149,00 |
| Jan/26 | R$ 141.462,00 |
| Dez/25 | R$ 141.732,00 |
| Nov/25 | R$ 141.946,00 |
| Out/25 | R$ 142.289,00 |
| Set/25 | R$ 142.747,00 |
| Ago/25 | R$ 143.048,00 |
| Jul/25 | R$ 143.279,00 |
| Jun/25 | R$ 143.424,00 |
| Mai/25 | R$ 143.713,00 |
| Abr/25 | R$ 143.843,00 |
Guia de interpretação da Tabela FIPE para o Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p (diesel) 2004
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro como referência para o valor de veículos usados. Embora o anúncio de um valor apareça no topo da página de cotação ou de venda, compreender como esse referencial é construído, especialmente para caminhões pesados como o Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p a diesel de 2004, ajuda a entender como seguros, financiamentos e avaliações de reparos são calculados ao longo da vida útil do bem. Este texto explora o que a Tabela FIPE representa nesse contexto, além de trazer uma ficha técnica resumida do modelo citado e aspectos de seguro relevantes para frotistas e profissionais autônomos que dependem desse tipo de veículo para a operação diária.
O que a Tabela FIPE representa no universo de seguros e valores de reposição
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) publica, mensalmente, tabelas de referência para veículos leves e pesados. No caso de caminhões, a Tabela FIPE ajuda seguradoras a dimensionar o valor de sinistro, o prêmio de seguro e a indenização em caso de perda total. Importante destacar que o objetivo dessa referência é oferecer um parâmetro de mercado, não um preço de venda específico em cada transação entre particulares ou concessionárias. Por vezes, o valor FIPE serve também para calibrar depreciação ao longo de um contrato de aluguel ou de frota, influenciando a mensuração de garantias e a avaliação de garantias de financiamento. No contexto de uma apólice de seguro, esse referencial entra como base para cálculos de coberturas de casco, responsabilidade civil, proteção de carga e eventuais coberturas adicionais. Em termos práticos, quanto maior o valor FIPE, maior costuma ser o prêmio — com ressalvas quanto ao perfil do veículo, ao uso e à região de operação.

Para o Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p (diesel) 2004, a ausência de preço específico neste texto não impede a compreensão de como o valor de referência influencia a cobertura. Seguradoras costumam considerar também o desgaste natural, a idade do veículo, a quilometragem média anual, o histórico de sinistros, a qualidade da manutenção e o tipo de carga transportada. Assim, além do valor FIPE, o cálculo do seguro envolve outros elementos de risco que juntos definem o custo da proteção ao longo do tempo.
Entendendo a nomenclatura do modelo: o que significa R164 GA 480 4×2 NZ 2p
A cadeia de códigos que compõe o rótulo R164 GA 480 4×2 NZ 2p é uma representação consolidada de várias características técnicas do caminhão. Embora a linguagem de codificação varie entre fabricantes, alguns componentes costumam seguir padrões adotados pela indústria e pela FIPE para facilitar a classificação. Em termos gerais:
- R164 indica uma família de caminhões pesados da linha Scania, com configurações que contemplam diferentes eixos, cabines e potências. O número pode representar combinações de entre-eixos e layout de chassi, auxiliando na padronização de fichas técnicas e de avaliação de mercado.
- GA refere-se a uma tipologia de cabine associada ao modelo, com características de espaço interno e acesso que variam conforme a configuração. A nomenclatura GA costuma aparecer em fusões entre cabines, portas e espaço de convivência do motorista.
- 480 diz respeito à potência do motor, normalmente expressa em cavalos-vapor (cv). No caso de esteira de caminhões, esse valor costuma indicar um motor de alto desempenho adequado para cargas pesadas e longas distâncias.
- 4×2 é a configuração de tração do veículo, com dois eixos motrizes (duas rodas motrizes na traseira, o que favorece a economia de combustível em certas condições, mas oferece menos tração em terrenos íngremes ou com carga elevada em piso escuro). NZ 2p refere-se a especificações da versão, incluindo o tipo de cabine e o número de portas (duas portas, neste caso).
Para fins práticos, entender essa nomenclatura ajuda o corretor de seguros e o proprietário a alinhar expectativas entre o que o veículo realmente é capaz de fazer, as necessidades de proteção e a forma como o valor de referência é calculado pela FIPE. Em termos de seguro, cada elemento — desde o motor até a cabine, passando pela tração e pela carga típica — pode influenciar o risco percebido pela seguradora e, portanto, o custo da apólice. O Scania, como marca, carrega uma reputação de robustez, tecnologia embarcada e redes de manutenção que podem reduzir, em determinadas situações, a frequência de sinistros e, consequentemente, o prêmio de seguro quando o proprietário mantém um cronograma de manutenções e inspeções em dia.
Ficha Técnica — Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p (diesel) 2004
Abaixo está uma síntese técnica do modelo referenciado, com foco nas características mais relevantes para avaliações de seguro, manutenção e operação. Observação: valores podem variar conforme a configuração exata de fábrica, o país de uso e as opções instaladas pela empresa proprietária. Abaixo, apresentamos um conjunto que normalmente figura em fichas técnicas dessa linha na virada dos anos 2000 e que é útil como referência geral.
- Motor: seis cilindros em linha, diesel, com deslocamento próximo de 13 litros, projetado para alto torque em baixas rotações, adequado para transporte de cargas pesadas em longas distâncias.
- Potência máxima: aproximadamente 480 cv, com torque elevado para manter a tração em subidas íngremes ou com cargas pesadas, especialmente em estradas de grande inclinação.
- Transmissão: opções que variam entre câmbio manual de várias marchas e sistemas automáticos de mudança de marchas, com configurações típicas de 12 a 16 velocidades, dependendo da variante da cabina e do conjunto de eixo.
- Tração e chassis: 4×2, com cabine projetada para dois ocupantes, e configuração de eixo traseiro adequada para alcance de PBT (peso bruto total) elevado, com foco em eficiência em longas distâncias.
Além desses itens, há aspectos que costumam aparecer nas fichas técnicas de caminhões Scania dessa geração, como especificações de freios, suspensão, capacidade de tanque de combustível, dimensões de entre-eixos, peso em máquina, tipos de cabine (com ou sem cama, com diferentes larguras de painel) e opções de sistemas de telemetria e gestão de frota. Em agências de seguros, essas informações costumam ser cruzadas com dados de inspeção, histórico de manutenção e condições de uso para definir o risco de cada veículo dentro da frota.
A marca Scania: tradição, inovação e presença global no transporte de cargas
A Scania é uma fabricante sueca reconhecida mundialmente pela robustez, confiabilidade e tecnologia embarcada em seus caminhões e ônibus. Fundada em 1891, a marca consolidou-se ao longo de décadas como uma referência para operações de transporte de carga, logística e serviço público. A reputação da Scania no mercado de caminhões inclui vários elementos-chave:
- Robustez e durabilidade: caminhões Scania são conhecidos por suportar longas distâncias, condições de estrada desafiadoras e cargas pesadas, especialmente quando bem mantidos.
- Tecnologia e telemetria: muitos modelos incluem sistemas avançados de gestão de frota, diagnóstico remoto, monitoramento de consumo de combustível e planejamento de rotas, o que pode reduzir riscos operacionais e melhorar a eficiência.
- Rede de serviço: a presença de serviços autorizados e peças originais facilita a manutenção programada, o que impacta positivamente no custo total de propriedade e no histórico de sinistros.
- Variedade de configurações: a linha R da Scania oferece várias opções de cabine, motor e transmissão, permitindo que empresas escolham a configuração mais adequada ao tipo de operação (longa distância, distribuição, alugada, etc.).
Para proprietários e gestores de frota, esse histórico de qualidade é relevante: veículos com reputação de confiabilidade costumam ter menor probabilidade de falhas graves não planeadas quando recebem manutenção adequada. Contudo, como qualquer veículo com idade de fabricação em meados dos anos 2000, a disponibilidade de peças, o estado da cabine, o desgaste de componentes e a necessidade de substituições de itens de maior desgaste — como freios, suspensão e óleo de motor — são fatores que influenciam o custo total de posse e, consequentemente, o comportamento do seguro ao longo dos anos.
O que a FIPE e o seguro avaliam no dia a dia de um Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p
Para quem gerencia uma frota ou utiliza esse tipo de caminhão de forma independente, entender a relação entre FIPE e seguro ajuda na tomada de decisões. A FIPE atua como referência de valor de mercado, o que é útil para:
– Estabelecer o valor de reposição em caso de sinistro total.
– Calcular a depreciação para contratos de aluguel de frota ou de reposição de ativos.
– Orientar a decisão de coberturas adicionais com base no valor de estabilidade do bem ao longo do tempo.
Já o seguro considera uma gama de fatores extras, entre eles:
– O tipo e a extensão de coberturas (casco, carga, terceiros, incêndio, queda de granéis, riscos ambientais, etc.).
– O perfil de uso da frota (rota, distância média mensal, condições de operação, tipo de carga transportada).
– O histórico de sinistros do veículo e da empresa, bem como a qualidade da manutenção preventiva.
– O histórico de proprietário e condutor, incluindo certificações e treinamentos específicos para manuseio de veículos pesados.
É comum que seguradoras avaliem o valor de reposição com base na FIPE, aliando-o a uma avaliação prática do veículo — por exemplo, o estado de conservação, o nível de desgaste de componentes, e a eventual necessidade de upgrades de equipamentos de proteção de carga ou sistemas de monitoramento. Em resumo, a FIPE oferece uma linha de referência, enquanto o seguro considera o risco efetivo do dia a dia da operação.
Cuidados e boas práticas para quem opera um Scania R164 GA 480 4×2 NZ 2p
Para manter o custo de seguro sob controle e, ao mesmo tempo, garantir proteção adequada, algumas boas práticas ajudam a reduzir riscos e, consequentemente, o prêmio de seguro ao longo do tempo. Aqui vão sugestões úteis para quem utiliza esse tipo de caminhão em operação rotineira:
- Manutenção preventiva regular: manter o cronograma de revisões de motor, freios, suspensão e sistema elétrico ajuda a reduzir a probabilidade de falhas inesperadas, o que favorece uma avaliação de risco mais favorable pela seguradora.
- Treinamento de condutores: motoristas com certificação para operação de caminhões pesados tendem a adotar práticas de condução mais segura, reduzir desgaste prematuro e, consequentemente, reduzir sinistros.
- Gestão de carga: assegurar que as cargas estejam corretamente fixadas, distribuídas e protegidas reduz o risco de danos à carga e de incidentes na condução.
- Adoção de sistemas de telemetria: monitoramento de velocidade, rota, paradas e comportamento do motorista pode ser um diferencial na apólice, pois demonstra controle de risco para a seguradora.
Além disso, para quem trabalha com operações em estradas extensas, é importante considerar a idade do veículo. Caminhões de 2004 podem exigir verificações adicionais para garantir conformidade com normas de circulação, especialmente no que tange aos sistemas de freios, emissões e segurança. Um histórico de manutenção bem documentado, com notas de serviço e registros de peças originais, costuma facilitar a avaliação de risco junto às seguradoras e pode influenciar positivamente o custo da apólice ao longo dos anos.
