Valor FIPE Atual
R$ 4.769,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 025002-3
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 4.769,00
Fev/26R$ 4.722,00
Jan/26R$ 4.733,00
Dez/25R$ 4.687,00
Nov/25R$ 4.641,00
Out/25R$ 4.653,00
Set/25R$ 4.748,00
Ago/25R$ 4.701,00
Jul/25R$ 4.655,00
Jun/25R$ 4.660,00
Mai/25R$ 4.670,00
Abr/25R$ 4.675,00

Entenda a Tabela FIPE para o Renault 19 RN 1995 e seu impacto no seguro

A Tabela FIPE é, para o mercado automobilístico brasileiro, uma referência amplamente utilizada para indicar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como base de referência para seguradoras, vendedores e compradores, ajudando a estimar indenizações, valores de cobertura e até mesmo a base de cálculo de alguns prêmios de seguro. No caso específico do Renault 19 RN 1995, um modelo clássico que marca a transição entre formatos de sedã compacto da década de 1990, entender como a FIPE reflete o valor do veículo ajuda o segurado a esclarecer dúvidas sobre cobertura, depreciação e adequação da proteção ao perfil do carro e ao uso cotidiano. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e o Renault 19 RN 1995, destacando a ficha técnica do veículo, aspectos da marca Renault e implicações práticas para seguros, com foco educativo e informativo para quem está avaliando opções de proteção veicular.

Ficha Técnica do Renault 19 RN 1995

O Renault 19 RN 1995 é um hatchback sedã compacto que, em sua época, combinava linhas simples com praticidade para uso cotidiano. Abaixo está uma visão geral da ficha técnica, apresentada de forma clara para quem usa o veículo no dia a dia ou para entender melhor as características que influenciam avaliações de valor pela FIPE e por seguradoras. Observação: os números podem variar conforme estoque de componentes, versões específicas e condições de conservação; utilize a ficha como referência geral para o entendimento do modelo.

Tabela FIPE Renault 19 RN 1995

Fabricante: Renault.
Modelo: Renault 19 RN.
Ano de fabricação: 1995.
Versão: RN (versão de entrada típica para o Renault 19 no período).
Tipo de carroceria: Sedan 4 portas, com compacto acabamento interior, voltado para uso urbano e familiar.
Motorização: 1.6 L, gasolina.
Cilindrada: aproximadamente 1.597 cm³.
Potência: em torno de 90 cv (aprox. 66 kW), a rotações típicas de funcionamento do motor da época.
Torque: próximo de 12–13 kgf.m, dependendo da configuração de transmissão e do regime de motor.
Transmissão: manual de 5 velocidades, com mapa de relação compatível com uso diário e passeio em estrada.
Tração: dianteira (front-wheel drive), o que favorece estabilidade em piso urbano e economia de combustível.
Suspensão: dianteira tipo independente (MacPherson), traseira com eixo de suspensão simples, adequada para conforto básico e costura de estrada pavimentada.
Peso em ordem de marcha: estimado entre 900 kg e 1.000 kg, variando conforme equipagem e componentes.
Capacidade do tanque de combustível: aproximadamente 45–50 litros, suficiente para uso urbano com boa autonomia.
Dimensões aproximadas: comprimento em torno de 4,0 m, largura próxima a 1,6 m e altura em torno de 1,4 m.
Consumo estimado: variando entre condições de trânsito, com médias que costumam ficar próximas de 8–12 km/l conforme manutenção, calibragem de pneus e estilo de condução.

Essa visão geral da ficha técnica visa oferecer elementos que influenciam a percepção de valor pela FIPE e pela própria seguradora. Itens como motor, transmissão, peso, dimensões e o estado de conservação influenciam a depreciação prevista pela tabela, bem como a necessidade de coberturas adicionais (proteção contra roubo, por exemplo) conforme o perfil de uso do carro. Lembre-se: a FIPE não é um preço de venda; é uma referência de mercado que as seguradoras costumam considerar para estabelecer índices de indenização ou reposição em casos de sinistro.

A marca Renault no Brasil e o Renault 19 RN

A Renault, marca francesa com atuação histórica no Brasil, tem uma trajetória marcada por apostas em carros compactos que atendem ao cotidiano brasileiro. Nos anos 1990, quando o Renault 19 chegou ao catálogo brasileiro, a Renault buscou oferecer um modelo com boa relação custo-benefício, facilidade de manutenção e conforto para famílias que valorizavam espaço interno sem abrir mão da facilidade de condução urbana. O Renault 19 RN, em particular, foi uma opção de entrada ou de uso diário com foco em praticidade—pontos relevantes para quem investe em seguro veicular, já que o histórico de uso, a quilometragem média e a manutenção costumam ser determinantes para a avaliação de risco.

A marca, ao longo de suas décadas, procurou manter um portfólio com peças acessíveis e rede de assistência razoavelmente distribuída, o que, para seguradoras, traduz-se em previsibilidade de custos de reparo e disponibilidade de peças de reposição. Em modelos mais antigos como o Renault 19 RN 1995, não é incomum encontrar faíscas de estética retrô, linhas simples e robustez mecânica relativamente direta, componentes que costumam ser valorizados por motoristas que desejam um veículo funcional e de baixo custo de manutenção. Para quem considera seguros, essa relação entre manutenção, disponibilidade de peças e reputação de confiabilidade pode influenciar, de forma indireta, o posicionamento de prêmios e coberturas.

É útil lembrar que, no Brasil, a percepção de várias marcas evoluiu com o tempo, e a Renault tem investido em redes de assistência e treinamento de mão de obra para manter um patamar competitivo. Mesmo com a passagem dos anos, modelos clássicos como o Renault 19 RN 1995 continuam atraentes para colecionadores, entusiastas de carros populares e quem usa o veículo com foco no custo-benefício. Esses elementos ajudam, indiretamente, a seguradora a entender o contexto de utilização do carro, o valor de reposição e as necessidades específicas de proteção. Em termos de seguro, conhecer a história da marca e do modelo ajuda o consumidor a dialogar com a seguradora sobre as coberturas mais adequadas, como proteção contra roubo/furto, acidentes e danos a terceiros, bem como opções de franquia e coberturas adicionais que possam reforçar a proteção sem onerar demais o custo mensal.

Como a FIPE influencia o seguro do Renault 19 RN 1995

A FIPE exerce papel central ao se falar em seguro de automóveis usados. Embora cada seguradora possa ter a sua metodologia, a maioria utiliza a Tabela FIPE como uma referência de valor de mercado para efeito de indenização em casos de perda total, reposição e avaliação de sinistros. Para o Renault 19 RN 1995, isso significa que o valor estimado na tabela serve como base para o cálculo do seguro, inclusive no que diz respeito a coberturas de responsabilidade civil facultativas, danos a terceiros e benefícios de proteção ao veículo segurado. É comum que o prêmio seja ajustado com base nesse valor referência, levando em conta ainda fatores como idade do veículo, quilometragem, histórico de sinistros, uso diário, região de circulação e condições de conservação.

Um ponto importante é que a FIPE é atualizada mensalmente, refletindo variações de mercado por conta de oferta, demanda, disponibilidade de peças e evolução geral dos valores de veículos usados. Por essa razão, seguradoras costumam exigir atualização periódica da avaliação, especialmente em seguros com cobertura de Indenização a Valor de Mercado ou Indenização por Valor de Reposição. A diferença entre o valor de mercado definido pela FIPE e o valor de reposição contratado pode impactar diretamente no montante assegurado, nos termos da apólice e nas cláusulas de reajuste. Para o Renault 19 RN 1995, isso significa que manter a cobertura alinhada com o valor de referência da FIPE ajuda a evitar situações de subseguro (quando o valor segurado é menor do que o necessário para indenizar o veículo) ou superseguro (quando o valor segurado é excessivo em relação ao valor de mercado atual).

Além disso, a relação entre FIPE e seguro envolve também a depreciação natural do veículo com o tempo. Veículos de estilo mais antigo, como o Renault 19 RN 1995, costumam ter depreciação mais lenta em termos de valor de mercado do que carros novos, mas fatores como conservação, histórico de manutenção, quilometragem elevada e alterações não originais podem acelerar ou frear esse processo. Uma boa prática é manter o registro de manutenção à mão, manter peças originais quando possível e documentar qualquer troca importante. Tais itens ajudam a seguradora a entender o estado atual do veículo, o que pode influenciar avaliações de reparo, substituição de componentes ou até a reposição do veículo em caso de sinistro. Em resumo, a FIPE funciona como âncora de valor para a seguradora, mas o custo final do seguro depende de uma combinação de fatores — entre eles, o uso real do carro, o histórico de sinistros, a manutenção e a qualidade da documentação disponível.

Pontos-chave da Tabela FIPE na prática

  • Atualizações mensais da FIPE refletem o câmbio de mercado e ajudam a manter o valor de referência atual.
  • O valor de referência da FIPE impacta a indenização e o prêmio do seguro, especialmente em casos de sinistros de colisão, roubo e danos a terceiros.
  • A depreciação real do veículo pode divergir da FIPE; fatores como conservação, quilometragem e versão influenciam a avaliação final pela seguradora.
  • Alterações ou modificações no veículo podem influenciar o valor FIPE; manter a documentação em dia facilita uma avaliação mais fiel durante a contratação e no momento de eventual sinistro.

Para quem utiliza o Renault 19 RN 1995 no dia a dia, entender esse funcionamento ajuda na tomada de decisão sobre coberturas, franquias e a necessidade de proteções adicionais, como cobertura contra roubo, incêndio, colisão, danos a terceiros e itens de assistência 24 horas. Além disso, conhecer a relação entre o valor de referência da FIPE e as particularidades do veículo auxilia o comprador de seguros a discutir com precisão as opções de apólice, limitando surpresas no momento de uma eventual indenização.

Cuidados práticos para manter o valor referenciado pela FIPE estável

Embora o mercado de veículos usados tenha variações, algumas práticas ajudam a manter o Renault 19 RN 1995 em boa posição de proteção e com uma avaliação estável pela FIPE. Abaixo estão sugestões simples, aplicáveis a muitos carros de idade semelhante, que podem impactar positivamente a percepção de valor pela seguradora:

– Manutenção regular: seguir o cronograma de manutenção recomendado pelo fabricante, com trocas de óleo, filtros, correias e componentes críticos, ajuda a manter o desempenho do motor e a confiabilidade do veículo. – Conservação do interior e exterior: manter a pintura, os acabamentos e o interior em bom estado reduz a percepção de depreciação acelerada pelo mercado. – Documentação organizada: manter histórico de manutenções, notas fiscais e registros de peças facilita a comprovação de cuidado e a avaliação pela FIPE. – Quilometragem consciente: evitar uso excessivo que leve a desgaste prematuro ajuda a permanecer em