Valor FIPE Atual
R$ 3.225,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 825032-4
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 3.225,00
Fev/26R$ 3.233,00
Jan/26R$ 3.241,00
Dez/25R$ 3.248,00
Nov/25R$ 3.254,00
Out/25R$ 3.263,00
Set/25R$ 3.274,00
Ago/25R$ 3.281,00
Jul/25R$ 3.288,00
Jun/25R$ 3.293,00
Mai/25R$ 3.301,00
Abr/25R$ 3.305,00

Entenda a Tabela FIPE para o Suzuki RM 80 1996 e como isso orienta seguros e valores de reposição

A Tabela FIPE é a referência oficial de mercado para brasileiros avaliarem o valor de veículos usados e veículos de passeio, incluindo motos. Quando falamos do Suzuki RM 80, ano de 1996, esse referencial ganha importância ainda maior em contratos de seguro, pois trata-se de uma moto de competição de menor cilindrada, com características próprias que influenciam não apenas o preço de reposição, mas também as condições de cobertura propostas pelas seguradoras. Compreender o que a FIPE considera, como ela é atualizada e como interpretar o recorte de valor para um modelo específico ajuda o consumidor a tomar decisões mais conscientes, equilibrando proteção adequada com custo justo de apólice.

O funcionamento da FIPE é relativamente simples por fora, mas, na prática, envolve um conjunto de dados que refletem o mercado de usados. A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas realiza a coleta mensal de preços praticados para diversos modelos, sob diferentes anos e versões, buscando padronizar uma base que possa sustentar operações de venda, compra, financiamento e seguro. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para o Suzuki RM 80 1996, o que se obtém é um ponto de referência, não uma garantia absoluta de valor de mercado de uma unidade específica. Variações por condição física, histórico de manutenção, alterações mecânicas, quilometragem e demanda regional podem deslocar o valor efetivo. Essa nuance é muito relevante para quem contrata seguro: saber que a FIPE sustenta o cálculo, mas não determina sozinho a indenização final ou o teto de cobertura.

Tabela FIPE SUZUKI RM 80 1996

Para quem atua como corretor ou avaliador, é comum que a FIPE sirva como base de comparação entre diferentes propostas de seguro. O RM80, por ser uma motocicleta de competição, pode exigir particularidades na apólice que não aparecem em motos de uso estritamente urbano. Por isso, entender a relação entre o valor de referência da FIPE e as especificidades do veículo ajuda a definir coberturas como roubo, furto, danos a terceiros, colisões com objetos fixos, incêndio e acessórios originais. Em resumo, a FIPE é um norte, mas a avaliação de risco da seguradora considera outros elementos do veículo e do proprietário, incluindo uso pretendido, histórico de sinistros e localização geográfica.

Ficha técnica resumida do Suzuki RM 80 1996

  • Motor: monocilíndrico, dois tempos, 80 cm³, refrigeração a ar, com alimentação por carburador; presença de mecanismos de ajuste de potência em alguns modelos, favorecendo resposta de torque para uso em pista.
  • Transmissão e embreagem: 6 velocidades, embreagem multidisco em banho de óleo, acionamento por cabo, configurada para mudanças rápidas em pistas com terreno irregular.
  • Suspensão e chassis: garfos dianteiros de consistência para terreno variável, com possibilidades de ajuste; suspensão traseira com monoamortecador ligado a um sistema de link que favorece a absorção de impactos de saltos típicos de motocross.
  • Dimensões, peso e freios: rodas com configuração típica de motocross (dianteira 21″, traseira 18″), freios a disco nas duas extremidades para melhor controle, peso seco estimado próximo de faixas modestas para o segmento, variando conforme itens originais ou aftermarket; tanque de combustível corretamente dimensionado para treinos e provas.

É importante enfatizar que, embora essa ficha técnica acrescente ao entendimento, as especificações exatas podem variar entre unidades produzidas em diferentes anos ou por edições especiais. A RM80 de 1996 pode ter variações de componentes conforme o fornecimento de peças, regionais de distribuição ou alterações feitas pela equipe de manutenção. O ideal é confirmar com a documentação original da moto ou com a rede de concessionárias da Suzuki para uma referência precisa da unidade em questão. Mesmo assim, a estrutura geral da ficha técnica acima oferece uma visão clara dos elementos centrais que moldam o desempenho, a manutenção e o custo de seguro de uma moto de competição dessa categoria.

Sobre a marca Suzuki e o RM 80

A Suzuki é uma fabricante com uma presença global consolidada no universo de duas rodas, automóveis e motores térmicos. Fundada no Japão, a empresa consolidou-se pela combinação de engenharia de alto desempenho, confiabilidade e inovação tecnológica. No segmento de motocicletas, a marca conquistou espaço destacado em competições de motocross, enduro e velocidade, além de oferecer linhas dedicadas a uso urbano, turismo e lazer. O encanto da Suzuki para entusiastas está na capacidade de cruzar leveza, resposta rápida e resistência mecânica, características que se refletem na linha RM (Racing Motorcycle), concebida para pilotos que buscam desempenho, controle e agilidade em circuitos de terra batida. A RM80, em particular, representa uma vertente de entrada para pilotos mirins ou para quem deseja treinar em alto nível, com foco em manobrabilidade, peso reduzido e configuração que favorece a condução em trilhas com saltos, curvas fechadas e terrenos desafiadores. A história da marca no esporte aponta para uma cultura de melhoria contínua, na qual cada geração de moto incorpora avanços técnicos que podem influenciar também a percepção de valor em atividades de seguro, manutenção adequada e cuidado com peças originais.

Impacto da FIPE no seguro de motocicletas: como interpretar o valor de referência

Quando uma seguradora utiliza a Tabela FIPE para motocicletas, o valor de referência serve como base para cálculos de indenização, reposição e configuração de coberturas. No caso de uma RM80 1996, esse valor funciona como referência para estabelecer o custo de reposição do modelo específico ou para a avaliação de sinistros que envolvam danos que tornem inviável a recuperação da moto intacta. Vale notar que, em apólices de seguro para motos de competição, as seguradoras costumam considerar também aspectos adicionais, como o uso do veículo (treinos, provas, eventos), o estado de conservação, peças originais versus substituídas, e o histórico de manutenções. Assim, o valor FIPE atua como uma referência ampla, enquanto a indenização efetiva pode depender de inspeção, documentação e conformidade com as condições da apólice.

É comum que o valor FIPE seja um ponto de partida para a negociação entre o proprietário e a seguradora, especialmente quando o veículo apresenta modificações mecânicas ou estéticas. Em alguns casos, o contrato de seguro pode optar pelo valor de reposição integral ou pelo valor de mercado, conforme o tipo de apólice escolhido. O valor de reposição integral tende a cobrir o custo necessário para substituir por uma unidade equivalente ou de especificações próximas, enquanto o valor de mercado considera o preço de venda de unidades similares no mercado na ocasião do sinistro. Em motos de competição, fatores como disponibilidade de peças originais, dificuldade de reposição rápida e demanda específica de pilotos podem influenciar esse equilíbrio entre as modalidades de indenização. A leitura da FIPE, portanto, é essencial, mas não substitui a consulta às condições da apólice escolhida