Valor FIPE Atual
R$ 32.735,00
↑ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 003177-1
Ano: 1991-3
MêsPreço
Mar/26R$ 32.735,00
Fev/26R$ 32.611,00
Jan/26R$ 32.488,00
Dez/25R$ 32.361,00
Nov/25R$ 32.209,00
Out/25R$ 32.287,00
Set/25R$ 32.391,00
Ago/25R$ 32.460,00
Jul/25R$ 32.513,00
Jun/25R$ 32.546,00
Mai/25R$ 32.612,00
Abr/25R$ 32.642,00

Entenda a Tabela FIPE para o Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991 e como isso impacta a seguradora

Ficha técnica resumida do Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991

O Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991 representa uma linha de veículos que dialoga com a produção europeia de compactos dos anos 90, trazendo um motor a diesel que privilegiava consumo e durabilidade. Ao observar a ficha técnica, é possível compreender como a Tabela FIPE classifica esse veículo para fins de seguro, venda ou regularização. Abaixo, apresento itens-chave que costumam compor uma ficha técnica de referência para esse tipo de versão, com foco no uso educativo para corretoras e consumidores que precisam entender como a seguradora avalia o modelo:

  • Motor: diesel 1.9 L (4 cilindros), potência estimada entre 60 e 70 cv
  • Transmissão: manual de 5 marchas, tração dianteira
  • Dimensões aproximadas: comprimento ~3,75 m, largura ~1,62 m, altura ~1,42 m
  • Capacidade do tanque de combustível: aproximadamente 45 litros

Esses dados são referências típicas para facilitar a leitura da Tabela FIPE e a avaliação de seguros para modelos de época com motor diesel. A ficha técnica completa, quando disponível, pode incluir informações adicionais sobre peso, capacidade do porta-malas, tipo de suspensão, entre-eixos e especificações de freios. O objetivo aqui é oferecer uma visão prática para entender como cada elemento técnico pode influenciar a cotação de um seguro, levando em conta ao mesmo tempo o histórico de confiabilidade do propulsor e os custos de manutenção de peças originais ou paralelas.

Tabela FIPE Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991

O DNA da marca Ford na década de 1990 e a relação com o Ibiza

Nos anos 1990, a Ford buscava ampliar a presença no segmento de carros compactos na Europa, onde a demanda por modelos com boa relação entre custo, consumo e facilidade de reparo era alta. Embora o nome Ibiza seja tradicionalmente associado à Seat, a indústria manteve laços de cooperação entre montadoras para compartilhar plataformas, motores e componentes. Nesse contexto, versões como o Chat./Exec. com motor diesel representam a estratégia de oferecer opções acessíveis com engenharia confiável, adotando soluções que combinavam simplicidade mecânica com eficiência de combustível — atributos valorizados por motoristas que tinham de enfrentar longas jornadas em estradas ou ruas urbanas. O legado desse tipo de produção também repercute no Brasil, onde muitos colecionadores e motoristas de veículo compacto apreciam a história de modelos europeus da primeira metade dos anos 90, inclusive no que tange à documentação e à classificação pela FIPE para fins de seguro.

A relação entre Ford e a tradição de motores diésel de baixa cilindrada destaca um ponto-chave para corretores: a confiança na disponibilidade de peças originalizadas e a experiência do mercado com manutenção de motores diesel antigos. Em termos de seguros, esse conjunto de fatores pode influenciar itens como custo de reparo, disponibilidade de assistência técnica e histórico de sinistralidade de modelos semelhantes. Embora o foco deste texto seja a Tabela FIPE, entender o contexto de marca ajuda a explicar por que determinados perfis de carro recebem faixas de prêmio distintas, mesmo quando a base de dados FIPE é a referência para o valor de reposição ou indenização.

Como a FIPE classifica o Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991

A Tabela FIPE funciona como um catálogo de referência que permite padronizar valores de veículos usados para fins de seguro, venda, financiamento e documentação. Para veículos como o Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991, a FIPE leva em consideração o ano de fabricação, a versão (Chat./Exec.), o tipo de motor (diesel), a configuração de carroceria e informações de confirmação de dados, como o número de chassis, quando disponíveis. Essa classificação cria uma linha de base que auxilia as seguradoras a estabelecer prêmios compatíveis com o risco apresentado pelo modelo, o estado de conservação típico da época, o grau de disponibilidade de peças no mercado e a probabilidade de sinistros relacionados a componentes críticos (motor, sistema de freio, suspensão, carroceria etc.).

Nessa prática, o código FIPE correspondente ao veículo e a padronização de versões ajudam a evitar distorções no cálculo de cobertura. Para o corretor, entender que o 3.9 Diesel 1991 pode ter particularidades associadas à motorização a diesel, ao eixo dianteiro, à transmissão manual e às características da carroceria, é essencial na hora de indicar as coberturas certas — principalmente em áreas como danos a terceiros, cobertura de responsabilidade civil, quebra acidental, e proteção de itens internos ou acessórios originais. Além disso, a FIPE pode refletir variações regionais e de disponibilidade de modelos usados, o que reforça a importância de confirmar o código e a versão exatos ao realizar uma cotação de seguro.

Implicações do FIPE para o seguro: avaliação, prêmios e coberturas

Para uma corretora de seguros, a leitura correta da FIPE ao tratar de um Ford Ibiza 1991 com motor diesel é essencial por várias razões. Primeiro, o valor de referência utilizado pela FIPE serve como base para a indenização em caso de perda total e, em muitos casos, para o cálculo de coberturas de responsabilidade civil. Em segundo lugar, a idade do veículo e a motorização a diesel influenciam o perfil de risco: veículos antigos costumam exigir maior atenção a inspeções, histórico de sinistros e disponibilidade de peças. Terceiro, a fonte de dados FIPE ajuda a alinhar expectativas entre o cliente e a seguradora quanto ao custo de reposição de componentes originais versus alternativos, bem como a necessidade de extensões de cobertura para itens como carroceria, vidro, e acessórios originais de fábrica. Por fim, a FIPE também pode impactar prêmios indiretos ligados à avaliação de risco, como a necessidade de utilizações de rastreadores, políticas de proteção contra furtos ou a exigência de manutenções periódicas para manter o veículo em condições aceitáveis de seguro.

Para o consumidor, entender o que a FIPE mede em termos de condição de uso ajuda a avaliar cenários práticos. Um modelo com motor a diesel de design mais antigo pode exigir peças específicas e manutenção regular para evitar falhas na bomba de combustível, no sistema de injeção e no sistema de injeção de ar. Esses fatores, quando somados à idade do veículo, costumam influenciar o custo de seguros, mesmo que o valor na FIPE permaneça estável ao longo do tempo. Por isso, ao conversar com a corretora, vale destacar fatores como histórico de manutenção, quilometragem prevista e condições de uso para que a cotação reflita com maior precisão o perfil de risco do veículo.

Comparando versões da época: o que observar no formulário da FIPE

Ao comparar o Ford Ibiza Chat./Exec. 3.9 Diesel 1991 com outras versões da mesma plataforma ou com variantes de anos próximos, é útil observar itens como: motorizações disponíveis, opções de transmissão, configuração de carroceria e o tipo de equipamento de série. A FIPE costuma diferenciar entre versões que, embora compartilhem a base, trazem diferenças que afetam o valor de referência. Para quem atua como corretor, isso significa checar o código exato do veículo e confirmar se a versão está indicada como “Chat./Exec.” ou outra designação equivalente, bem como verificar se o motor diesel é o mesmo utilizado naquela configuração. Essa verificação evita discrepâncias entre o que o cliente acredita possuir e o que a seguradora considera na hora de aprovar a cotação. Em termos práticos, isso se traduz em oferecer ao cliente opções de coberturas que combinem com a idade, o estado de conservação e as necessidades reais de proteção, sempre ajustando o contrato à realidade do veículo descrito na documentação.

Além disso, para quem coleta dados sobre histórico de uso, vale considerar como fatores como frequência de uso diário, locais de circulação (áreas urbanas versus rodovias), padrão de manutenção e disponibilidade de peças podem afetar o cenário de risco para esse modelo específico. Esses elementos ajudam a fundamentar escolhas de coberturas adicionais, como proteção contra furto, vidro, assistência 24 horas e opções de cobertura para acessórios originais. O objetivo é que a leitura da FIPE, associada à ficha técnica e ao perfil do veículo, resulte em uma cotação que seja justa para o cliente e sustentável para a corretora.

Conselhos práticos para quem possui ou pretende adquirir esse modelo

Para quem acompanha o mercado de usados ou busca manter o seguro de um veículo antigo, algumas diretrizes simples ajudam a navegar por as opções com maior clareza. Primeiro, mantenha a documentação em dia e confirme, com a FIPE, o código exato da versão