| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 7.297,00 |
| Fev/26 | R$ 7.314,00 |
| Jan/26 | R$ 7.331,00 |
| Dez/25 | R$ 7.345,00 |
| Nov/25 | R$ 7.357,00 |
| Out/25 | R$ 7.375,00 |
| Set/25 | R$ 7.399,00 |
| Ago/25 | R$ 7.415,00 |
| Jul/25 | R$ 7.427,00 |
| Jun/25 | R$ 7.435,00 |
| Mai/25 | R$ 7.450,00 |
| Abr/25 | R$ 7.457,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta o seguro do Ford Verona GLX 1.8i/1.8 4p de 1996
A Tabela FIPE funciona como referência de valores médios de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras para estimar o valor de indenização em caso de sinistro, bem como para fundamentar parâmetros de cobertura e de depreciação ao longo do tempo. Quando pensamos no Ford Verona GLX 1.8i/1.8 4 portas, ano 1996, o valor FIPE serve como base para entender o que pode ser recuperado em uma indenização caso haja perda total ou para calibrar o prêmio de forma compatível com o risco. Para quem está buscando uma proteção adequada, entender como esse indicador se relaciona com a realidade do carro é essencial para não subestimar ou superestimar o custo de seguro.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale destacar que o Verona, embora seja um modelo antigo, carrega uma história de uso comum em frota de dia a dia, transporte familiar e situações de percurso urbano. A forma como o veículo é utilizado, a regularidade da manutenção e a qualidade das peças de reposição são fatores que, somados ao valor FIPE, ajudam as seguradoras a compor um plano de cobertura que faça sentido para o proprietário. A seguir, apresentamos um retrato técnico do carro, seguido por uma visão sobre a marca e sobre aspectos relevantes para o seguro deste modelo específico.
Ficha técnica do Ford Verona GLX 1.8i / 1.8 4p 1996
- Motor: 1.8 L (1769 cm³), quatro cilindros, alimentação a gasolina com injeção eletrônica.
- Potência e torque: potência aproximada em torno de 90 cv, com torque na faixa de 12–13 kgf·m, variando conforme o ajuste de fábrica e a condição de uso.
- Transmissão e tração: câmbio manual de cinco marchas, tração dianteira, típico de sedãs compactos da época, voltado para uso urbano com bom aproveitamento de combustível em circulações diárias.
- Dimensões, peso e capacidade: sedan compacto com espaço para até 5 ocupantes; porta-malas de tamanho moderado para a proposta do veículo; peso aproximado dentro da faixa comum do segmento, com tanque de combustível adequado ao uso diário.
É importante notar que, por se tratar de um veículo produzido na década de 1990, a confiabilidade depende de fatores como histórico de manutenção, disponibilidade de peças originais e qualidade das revisões. A ficha técnica acima descreve o conjunto mecânico e as características mais relevantes para avaliação de seguro, valorização no mercado de usados e planejamento de reparos. A prática de manter o carro com peças originais e com peças de reposição compatíveis ajuda a preservar o comportamento de condução e a manter custos de reparo mais previsíveis ao longo do tempo.
A Ford no Brasil: tradição, evolução e posicionamento de mercado
A Ford possui uma trajetória marcada pela presença consistente no mercado brasileiro desde meados do século XX. Ao longo das décadas, a marca construiu uma linha de modelos que acompanhou as necessidades de famílias, profissionais e consumidores que buscavam opções de mobilidade confiáveis. O Verona era parte de uma estratégia de oferecer sedãs compactos com rapport de veículo prático para uso diário, combinando conforto, espaço interno e um custo de aquisição acessível para o seu período. Modelos como esse ajudaram a consolidar a percepção de que a Ford era capaz de oferecer, mesmo em faixas de preço modestas, uma experiência de condução sólida e peças de reposição com uma rede de assistência técnica relativamente difundida, o que, por consequência, influenciou a percepção de seguro entre proprietários e corretores.
Ao longo dos anos, a disponibilidade de peças originais e de aftermarket para carros mais antigos exige atenção especial na hora de avaliar o custo de seguro. Enquanto a tecnologia de injeção eletrônica e os sistemas de alimentação evoluíram, muitos componentes mecânicos básicos, como o motor, a transmissão e a estrutura, permanecem com padrões de reparação que costumam ser amplamente cobertos por seguradoras, desde que haja documentação adequada de manutenção. Com isso, o Verona 1996 pode continuar a ser um veículo relevante para uso cotidiano, desde que o proprietário esteja atento à condição geral, à preservação de componentes críticos e à disponibilidade de peças no mercado local.
Do ponto de vista da indústria de seguros, carros com trajetória de uso previsível, manutenção regular e histórico de sinistros controlado costumam apresentar processos de cotação com maior previsibilidade de prêmio. O valor FIPE fornece uma referência ampla, mas o estado real do veículo, a quilometragem, o número de proprietários e o histórico de acidentes ou sinistros também ajudam a calibrar o custo do seguro. Em modelos antigos, a depreciação tende a ser mais lenta em alguns cenários, mas o custo de reposição de peças pode variar conforme a região e a disponibilidade de itens originais. Por isso, conduzir uma avaliação completa com o corretor é essencial para evitar surpresas no momento de acionar a apólice.
Aspectos-chave para o seguro de um Verona GLX 1996
Para quem busca uma proteção adequada para este modelo, alguns fatores devem ser observados no processo de cotação. O valor FIPE, por si só, não define o prêmio: ele serve como uma referência de indenização e ajuda a entender a relação entre o valor de mercado do carro e o custo da cobertura. Além disso, o perfil do proprietário e o uso do veículo afetam diretamente o custo da apólice. Em carros como o Verona do ano 1996, vale a pena considerar uma combinação de coberturas que cubram, de forma equilibrada, os principais riscos aos quais o veículo está exposto no dia a dia:
1) Cobertura de casco (compreensiva) para danos ao próprio veículo: ao levar em conta a idade do automóvel, a cobertura casco ajuda a cobrir colisões, tombos, incêndio, danos acidentais e outros eventos que podem exigir reparos. Em veículos mais antigos, o custo de reparo pode representar uma parte relevante do valor segurado, então é comum que esse tipo de cobertura seja avaliado com cuidado para evitar prêmios desproporcionais.
2) Roubo e furto: veículos com histórico de roubo ou furto em determinadas regiões podem ter prêmios mais altos, principalmente se houver informações sobre a disponibilidade de peças no mercado paralelo. Mesmo que o Verona seja um carro mais velho, a proteção contra roubo continua sendo um elemento importante para reduzir o risco financeiro de perdas significativas.
3) Coberturas adicionais de assistência: guincho, carro reserva, vidro e itens de conforto podem ser considerados conforme o uso do veículo e o orçamento do proprietário. Em modelos da década de 1990, é comum que o cliente valorize serviços de assistência 24 horas para questões como pane seca, pane no local e emergências de tráfego, facilitando a normalização da rotina de deslocamentos.
4) Valor de indenização e franquias: como a FIPE influencia o cálculo do valor de reposição, o contrato pode prever franquias menores para veículos com valores de reposição mais baixos, o que pode ser interessante para quem mantém o carro em uso diário. A escolha de franquias mais acessíveis, associada a uma boa cobertura, costuma ser uma estratégia eficaz para equilibrar custo e proteção.
Além dessas considerações, é fundamental que o proprietário forneça informações precisas ao corretor durante a cotação. Dados como estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem, número de proprietários anteriores e registros de sinistros ajudam a criar uma apólice que reflete realisticamente o risco apresentado pelo Verona GLX 1996. Em termos práticos, isso significa que, ao buscar uma cotação, é útil ter à mão relatórios de manutenção, notas fiscais de reparo e um histórico claro das revisões do veículo. Com esses insumos, a seguradora pode estimar com mais precisão o custo do seguro e a abrangência ideal de cobertura para o seu caso específico.
Para quem está avaliando o custo total de manter o veículo, vale também considerar o impacto da idade do carro no valor de depreciação. Embora o valor FIPE seja uma referência, a depreciação real de um Verona 1996 pode depender de fatores como a utilidade prática do modelo para o proprietário, o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais e a demanda por esse tipo de veículo na região. Em muitos cenários, proprietários que investem em manutenção adequada e preservam a originalidade de componentes críticos tendem a manter o valor de mercado de forma mais estável, o que, por consequência, pode influenciar o valor segurado e o custo do prêmio ao longo do tempo.
Por fim, a escolha de uma seguradora e de um corretor é tão relevante quanto o próprio veículo. Um parceiro de confiança pode oferecer orientações sobre as opções de cobertura mais adequadas ao Verona GLX 1996, bem como esclarecer como a FIPE é usada na prática para ajustar a indenização esperada. A relação com o corretor de seguros deve ser baseada em transparência, comunicação clara e disponibilidade para esclarecer dúvidas que surgem ao longo da vigência da apólice. Em cenários onde o proprietário busca compreender melhor o que está contratado, manter um canal aberto com o corretor facilita ajustes de coberturas conforme o veículo envelhece e conforme as necessidades mudam.
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