| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 262.699,00 |
| Fev/26 | R$ 263.279,00 |
| Jan/26 | R$ 263.860,00 |
| Dez/25 | R$ 265.186,00 |
| Nov/25 | R$ 266.519,00 |
| Out/25 | R$ 267.859,00 |
| Set/25 | R$ 269.206,00 |
| Ago/25 | R$ 269.773,00 |
| Jul/25 | R$ 271.129,00 |
| Jun/25 | R$ 272.492,00 |
| Mai/25 | R$ 273.862,00 |
| Abr/25 | R$ 275.239,00 |
Guia técnico-descritivo da Tabela FIPE para o Iveco Tector 310E28 8×2 2p (diesel) E5, ano 2019
Ao trabalhar com veículos pesados como o Iveco Tector 310E28, entender a Forma pela qual a Tabela FIPE classifica e precifica modelos usados é fundamental para a gestão de seguros, planejamento financeiro e tomadas de decisão no dia a dia da corretora. A Tabela FIPE é amplamente adotada no Brasil como referência para a avaliação de veículos usados, servindo como base para o cálculo de indenizações, depreciação e percentuais de cobertura nas apólices. Quando o veículo é um caminhão de 28 toneladas com configuração 8×2, como o 310E28 de 2019, a leitura dessa tabulação precisa considerar particularidades do equipamento, incluindo motor, transmissão, comprimento de chassis, cabine e, é claro, o uso típico e a condição de conservação. Este artigo apresenta uma visão educativa sobre a Tabela FIPE para esse modelo, com uma ficha técnica resumida, contexto de marca e implicações para o seguro, sem mencionar valores de mercado específicos, que podem variar conforme o estado, quilometragem e ajustes de configuração.
Ficha Técnica Resumida do Iveco Tector 310E28 8×2 2p – Diesel Euro 5 (E5), 2019
- Motorização: diesel Euro 5, com potência nominal de 310 cv, projetado para cargas pesadas e aplicações de distribuição regional e bancada de reposição. O motor diesel Euro 5 representa um equilíbrio entre desempenho e controle de emissões, alinhado às exigências regulatórias dos anos recentes e à busca por eficiência operacional em frotas médias e pesadas.
- Transmissão: opções de câmbio disponíveis para a linha Tector costumam incluir configurações manuais e automatizadas, com múltiplas marchas apropriadas para o trabalho de camionagem pesada. A escolha entre transmissão manual ou automatizada impacta o consumo, a facilidade de operação em jornadas urbanas ou rodoviárias, bem como o custo de manutenção.
- Tração e configuração de eixo: 8×2, indicando quatro eixos com distribuição de potência entre os elementos de tração conforme a configuração específica da cabine e do chassi. Essa configuração costuma ser utilizada para equilibrar capacidade de carga, manobrabilidade e estabilidade em trajetos com pavimento variado, incluindo áreas urbanas com acessos mais desafiadores e estradas com diferentes condições de piso.
- Peso bruto total (PBT) e cabine: a designação 310E28 remete a uma capacidade de peso bruto total em torno de 28.000 kg, com cabine voltada para uso profissional, em geral com duas portas (2p) e espaço suficiente para o motorista e, em muitos casos, um ajudante ou operador de apoio durante o carregamento, descarregamento e manuseio de operações logísticas. A cabine costuma oferecer ergonomia orientada ao condutor de veículo pesado, com conforto e recursos de segurança necessários para turnos longos.
Observação importante: os campos acima descrevem uma configuração típica de fábrica para esse modelo na faixa de ano apresentada. Contudo, no universo FIPE, pequenas variações — decorrentes de IDs de chassis, alterações de configuração entre fabricante e rede de concessionárias, ou ajustes de itens de conforto e segurança — podem impactar a leitura da ficha técnica para fins de cotação. Por isso, ao consultar a FIPE para o seu veículo específico, é essencial cruzar as informações com o documento do veículo (CRLV/DPVAT) e com as características reais da unidade em questão. A precisão na descrição é fundamental para evitar divergências entre o valor de referência da FIPE, o valor segurado e as especificações da apólice.

A marca Iveco: herança, rede de suporte e foco em eficiência
Fundada na Itália em meados do século XX, a Iveco consolidou-se como uma referência mundial no segmento de veículos comerciais pesados e de transporte. O portfólio da fabricante abrange caminhões, ônibus, veículos militares e motores, com ênfase em confiabilidade operacional, eficiência de combustível e disponibilidade de uma ampla rede de assistência técnica. A marca conquistou espaço ao longo dos anos com soluções que combinam robustez, durabilidade e facilidade de manutenção, atributos que são especialmente valorizados em frotas com exigências de disponibilidade contínua e altos quilômetros rodados.
Para frotas que operam com veículos pesados, a presença de uma rede de serviço ampla e bem estruturada é um fator decisivo na hora de planejar seguros e reposição de peças. A Iveco investe em inovação tecnológica, com foco também em eficiência energética e gestão de dados da frota, o que facilita monitoramento de desempenho, consumo e manutenção. Em termos de seguros, isso se traduz em maior previsibilidade de custos, menor tempo de inatividade e, potencialmente, opções de coberturas mais alinhadas ao perfil da operação, já que o fabricante tende a oferecer estimativas de durabilidade, desgaste de peças e intervalos de manutenção com base em dados de uso real coletados de frotas/aplicações diversas.
No caso específico do Tector 310E28 8×2, a linha de produção e as variantes disponíveis costumam privilegiar aplicações que vão da distribuição pesada a operações de carga em curtas e médias distâncias, onde a combinação de potência, torque e capacidade de carga é determinante. A escolha entre diferentes configurações (cabine, cabine dupla, opções de interior e equipamentos) também reflete as necessidades do usuário final, com impactos diretos no fabricante do seguro: condições de uso, tipo de operação, rotas, tempo de atuação e regime de manutenção pesam na precificação e na política de indenizações.
Como a FIPE influencia decisões de seguro e planejamento de risco
A Tabela FIPE funciona como uma referência central para a avaliação de veículos usados e, no caso de caminhões, para a determinação de valores seguráveis e depreciação aplicáveis à apólice. Para o Iveco Tector 310E28 8×2 de 2019, esse mecanismo é particularmente relevante por várias razões. Primeiro, a FIPE ajuda a padronizar o valor de reposição ou indenização em caso de perda total, levando em conta a idade, a milhagem e a configuração específica do veículo. Em segundo lugar, a leitura da ficha técnica pela FIPE impacta o prêmio, uma vez que itens como potência, nível de emissões, tipo de transmissão, capacidade de carga e o estado geral da unidade influenciam o risco avaliado pela seguradora. Por fim, o uso da FIPE facilita o diálogo entre corretora, seguradora e proprietário da frota, promovendo transparência e parâmetros claros para reajustes contratuais ao longo do tempo.
Para clientes com frotas que valorizam a continuidade operacional, entender o papel da FIPE no seguro ajuda a estruturar proteções de forma mais precisa. Por exemplo, veículos com maior potência e capacidade de carga podem, em determinadas circunstâncias, exigir coberturas específicas para danos a carga, proteção contra roubo de componentes sensíveis (como equipamentos de tracking ou ferramentas integradas) e condições diferenciadas de indenização em caso de dano total. Além disso, a idade do veículo, o histórico de sinistros e a periodicidade de manutenção — fatores que a FIPE decompõe de maneira prática — entram na avaliação de risco das seguradoras, influenciando faixas de prêmio e franquias.
Outro ponto relevante é a relação entre a FIPE e o planejamento de reposição de frota. Em operações com rotação de ativos, a precisão da evolução do valor de mercado ao longo do tempo facilita decisões como renovação de frota, refinanciamento e estratégias de depreciação contábil. Para uma versão 2019 do Iveco Tector 310E28 8×2, a vida útil operacional pode se estender com manutenção preventiva adequada, o que também tende a se refletir positivamente nas taxas de seguro, desde que a unidade mantenha as condições originais de fábrica e o registro de serviços na rede autorizada permaneça ativo.
É comum que corretores e clientes conversem sobre cenários de seguro em que o valor segurado acompanha o valor FIPE ou, em alguns contratos, o valor de reposição integral (ou “valor de custo de venda”). Equilibrar entre o custo da apólice e a tranquilidade de reposição rápida exige alinhamento entre as expectativas de indenização, o tempo de resposta da seguradora e a disponibilidade de peças de reposição para o modelo específico. No universo FIPE, cada variação de configuração — por exemplo, alterações de cabine, de itens de conforto, ou de equipamentos de segurança — pode modificar a leitura da ficha técnica, alterando, por consequência, o valor segurado aceito pela seguradora. Por isso, manter a documentação atualizada, com dados precisos sobre a configuração de fábrica e as eventuais personalizações realizadas pela frota, é uma prática essencial para evitar surpresas na hora de acionar a proteção contratada.
Implicações práticas para seguros com o Iveco Tector 310E28 8×2 2p
Para quem gerencia uma frota ou opera o veículo como caminhão de apoio a distribuição ou logística, o uso da FIPE se traduz em ações claras que ajudam a reduzir riscos e melhorar a eficiência de custo na proteção veicular. Abaixo, pontos-práticos que costumam orientar a prática de seguros para esse tipo de veículo, sem entrar em croquis técnicos de cada configuração:
1) Mapeamento da configuração real do veículo: saber com exatidão se o Tector está configurado como 8×2 com cabine de 2 portas, o tipo de transmissão (manual ou automatizada), o PBT atual e as especificações de motor e emissões ajuda a ajustar a cobertura para danos e roubos em cargas. Uma leitura correta da ficha técnica evita divergências entre o valor segurado, a indenização e o valor de mercado apurado pela FIPE.
2) Análise de uso e rota: caminhões pesados que operam em áreas com tráfego intenso, variação de pavimento ou rotas com longos trechos rodoviários exigem coberturas que considerem desgaste acelerado de componentes, além de possíveis impactos de clima e terreno. A natureza da operação pode influenciar, por exemplo, a inclusão de coberturas específicas para danos ocasionados por quedas de árvores em áreas rurais, impactos de colisões com equipamentos de apoio ou danos a reboques e componentes de carga.
3) Manutenção e histórico de serviços: manter o veículo com manutenções regulares em rede autorizada não apenas preserva a segurança operacional, mas também favorece a percepção de menor risco para as seguradoras. Um histórico limpo, com registros de inspeção, substituição de peças críticas e repos
