| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 5.583,00 |
| Dez/25 | R$ 5.594,00 |
| Nov/25 | R$ 5.603,00 |
| Out/25 | R$ 5.617,00 |
| Set/25 | R$ 5.636,00 |
| Ago/25 | R$ 5.648,00 |
| Jul/25 | R$ 5.658,00 |
| Jun/25 | R$ 5.664,00 |
| Mai/25 | R$ 5.676,00 |
| Abr/25 | R$ 5.682,00 |
| Mar/25 | R$ 5.691,00 |
| Fev/25 | R$ 5.695,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Peugeot 306 SR 1997: guia prático para seguro e valor de referência
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa no seguro
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como uma referência oficial de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Ela serve como base para diversas operações no setor automotivo e de seguros, incluindo a indenização em caso de sinistros, a avaliação de cobertura, e a determinação de alíquotas em algumas modalidades de seguro. Em termos simples, a FIPE oferece um valor “de referência” que ajuda a calibrar cobranças, reajustes e propostas de proteção.
Para contratar ou renovar um seguro de automóvel, empresas de seguro costumam usar a FIPE como referência para o valor do veículo. Esse valor não é um preço de venda atual, nem uma cotação de mercado instantânea, mas sim uma estimativa padronizada que facilita comparações entre seguradoras e evita distorções causadas por flutuações rápidas do preço de compra ou venda. No contexto de um Peugeot 306 SR 1997, a FIPE ajuda a situar o veículo dentro de uma faixa de valores que leva em conta a idade, a versão, o estado de conservação e as características técnicas do modelo.

É importante compreender que a FIPE é atualizada mensalmente e reflete, principalmente, o que acontece no mercado de veículos de passeio usados. Em modelos clássicos ou com histórico de restaurações, o valor FIPE pode não capturar todos os fatores que influenciam o preço de mercado naquele momento. Por isso, corretores de seguros costumam complementar a referência FIPE com notas de avaliação detalhadas, histórico de manutenção, fotos, estado geral do veículo e, quando necessário, uma avaliação específica para reposição em caso de perda total. Este equilíbrio entre o valor FIPE e a condição real do veículo é essencial para ajustes justos de coberturas e indenizações.
Ficha Técnica do Peugeot 306 SR 1997
- Motor, potência e alimentação: motor 1.6 16V ou 1.8 8V, com potência típica variando entre 90 e 110 cv; torque na faixa de 12 a 14 kgf·m; combustível commonly gasolina.
- Transmissão e tração: manual de 5 velocidades; tração dianteira.
- Dimensões e peso aproximados: comprimento ao redor de 3,88 m; largura próxima a 1,69 m; altura em torno de 1,40 m; entre-eixos próximo de 2,46 m; peso em ordem de marcha entre 970 kg e 1.020 kg, dependendo da configuração e do mercado.
- Capacidade e uso: tanque de combustível típico de aproximadamente 50 litros; boa versatilidade para uso urbano e deslocamentos mais longos, com atenção à conservação de peças originais e histórico de manutenção.
A marca Peugeot: tradição e inovação no design europeu
A Peugeot é uma das marcas automobilísticas mais tradicionais da Europa, com uma história que remonta ao século XIX. Ao longo das décadas, a casa francesa consolidou uma reputação pela combinação entre design marcante, engenharia prática e foco na experiência do motorista. No segmento de carros compactos e hatchbacks, a Peugeot se destacou por oferecer linhas aerodinâmicas, habitabilidade adequada e conforto de condução, mesmo em modelos de décadas passadas. O Peugeot 306, em particular, apareceu no final dos anos 1990 como uma proposta de segmento C com foco em desempenho, dinamismo e facilidade de uso no dia a dia.
O 306 SR, dentro da linha 306, carregou a identidade esportiva associada a versões com leve toque de performance. Mesmo não sendo o topo de linha, a versão SR procurava equilíbrio entre comportamento de condução, economia de combustível e manutenção prática para o público urbano. Em termos de reparos e disponibilidade de peças, a reputação da Peugeot europeia de época ajudou a manter uma rede de assistência competente, o que, por sua vez, influencia o valor de reposição de peças e a disponibilidade de itens originais para conservar o veículo. Entender a marca e as características gerais de design ajuda o consumidor e o corretor a interpretar melhor a evolução de valores ao longo do tempo, especialmente para modelos com mais de 20 anos.
Como usar a FIPE na prática ao contratar seguro
Ao solicitar um seguro, o corretor costuma alinhar várias opções de cobertura com base no valor referencial do veículo. A Tabela FIPE entra como fundamento para o que chamamos de valor de avaliação – aquele valor que orienta a indenização em caso de perda total ou roubo. Existem, no entanto, duas abordagens comuns que merecem atenção:
- Valor de referência (ou “valor de mercado”): a seguradora usa o valor FIPE como base para indenizar o veículo em caso de sinistro. Em muitos casos, o pagamento será equivalente ao valor apurado pela FIPE ajustado pela depreciação associada à idade, estado de conservação e histórico de manutenção.
- Valor de reposição: em algumas coberturas, especialmente com apólices mais modernas ou específicas, a seguradora pode oferecer reposição com peças novas ou substitutas equivalentes, o que pode ter regras diferentes de pagamento. Nesse cenário, o valor FIPE pode servir apenas como referência para ajustes, não sendo o teto definitivo da indenização.
Para o Peugeot 306 SR 1997, esse equilíbrio entre o que a FIPE indica e o estado real do veículo é ainda mais relevante. Modelos com restaurações, alterações mecânicas ou atualizações estéticas podem ter uma variação significativa entre o valor FIPE e o que o mercado atualmente reconhece como valor de reposição. Por isso, ao falar com o corretor, vale documentar bem o estado de conservação, o histórico de manutenções, a quilometragem e qualquer intervenção que tenha modificado itens originais da configuração de fábrica.
Desafios da aplicação da FIPE a modelos clássicos e fluxos de atualização
Veículos com mais de 20 anos, como o Peugeot 306 SR 1997, costumam apresentar particularidades que não cabem inteiramente na leitura padrão da FIPE. Alguns desses desafios incluem:
- Discrepâncias entre a condição atual e o que o FIPE representa: um carro bem conservado que sofreu uma restauração ou substituição de componentes pode ter valor de mercado acima do que a FIPE sugere, ou vice-versa, quando o estado de conservação é irregular.
- Peças originais versus substituições: peças de fábrica ou de origem em bom estado tendem a manter o valor de mercado, enquanto substituições por peças genéricas podem diminuir a percepção de valor para determinações de cobertura específica.
- Mercado regional: a disponibilidade de peças e a demanda por manutenção podem variar entre regiões; isso pode impactar o custo de reposição e, consequentemente, o valor de reposição utilizado pela seguradora.
- Histórico de sinistros e uso: veículos com histórico de sinistros frequentes ou com uso comercial podem receber avaliações diferentes, ainda que o FIPE indique um valor base semelhante para modelos de mesma idade.
Tal cenário reforça a utilidade de ter uma avaliação detalhada com o corretor. Além de consultar o valor FIPE, é aconselhável anexar documentação de manutenção, recibos, registro de quilometragem e fotos que demonstrem o estado do veículo. Isso facilita ajustes mais próximos da realidade, evitando surpresas na hora de acionar a garantia.
Fatores que influenciam o valor FIPE do 306 SR 1997
Embora a FIPE seja uma referência padronizada, existem elementos que podem deslocar o valor indicado para o Peugeot 306 SR 1997. Compreender esses fatores ajuda o proprietário a manter o veículo em condições que preservem o seu valor de mercado e, consequentemente, o custo do seguro. Abaixo, destaco quatro aspectos relevantes:
- Conservação e estado geral do veículo: carros bem mantidos, com pintura em bom estado, chassis sem corrosões graves e sistemas mecânicos confiáveis geralmente recebem ajuste positivo no valor de reposição, ainda que a FIPE permaneça como referência.
- Histórico de sinistros e alterações não originais: sinistros anteriores, reparos mal executados ou alterações que fugiram da configuração original podem reduzir o valor de mercado percebido por seguradoras e compradores, impactando o valor segurado.
- Quilometragem e uso real: veículos com baixa quilometragem para a idade costumam ser mais bem avaliados pela FIPE, a depender da procedência do velocímetro e do histórico de uso; por outro lado, quilometragens altas podem exigir avaliações mais detalhadas para evitar distorções.
- Mercado regional e disponibilidade de peças originais: regiões com difícil acesso a peças originais ou com menor demanda por esse modelo podem influenciar o custo de reposição, o que, por sua vez, reflete no entendimento da seguradora sobre o valor adequado de cobertura.
É fundamental que proprietários de veículos clássicos como o 306 SR saibam que a FIPE é uma referência útil, mas não único parâmetro. A combinação de uma avaliação técnica, o histórico completo do automóvel e uma leitura atenta do contrato de seguro resulta em coberturas mais adequadas, que protegem o patrimônio sem custos desnecessários.
Ao planejar a proteção do seu Peugeot 306 SR 1997, lembre-se de que a finalidade da FIPE é oferecer consistência no mercado. Ainda assim, cada veículo tem uma história única. Por isso, conversar com um corretor qualificado, que entenda as particularidades de carros antigos e esportivos, pode fazer a diferença entre uma cobertura enxuta e uma proteção realmente alinhada ao uso e ao valor do seu automóvel.
Se você está avaliando riscos, coberturas adicionais e limites de indenização, a consultoria de um profissional pode ser decisiva. A FIPE é um excelente ponto de partida, mas o ajuste fino depende da avaliação técnica do veículo, do seu uso cotidiano e do seu perfil de segurado. Assim, você obtém proteção mais realista para o seu Peugeot 306 SR 1997 e evita surpresas no momento de acionar a garantia.
Para quem busca proteção alinhada à realidade do seu Peugeot 306 SR 1997, vale buscar uma cotação com a GT Seguros, que oferece opções de coberturas sob medida para o seu perfil.
