| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 80.669,00 |
| Dez/25 | R$ 81.944,00 |
| Nov/25 | R$ 82.068,00 |
| Out/25 | R$ 82.266,00 |
| Set/25 | R$ 82.531,00 |
| Ago/25 | R$ 82.705,00 |
| Jul/25 | R$ 84.393,00 |
| Jun/25 | R$ 84.478,00 |
| Mai/25 | R$ 84.648,00 |
| Abr/25 | R$ 86.376,00 |
| Mar/25 | R$ 86.506,00 |
| Fev/25 | R$ 86.558,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) de 1995: leitura, ficha técnica e seguros
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de caminhões antigos
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para subsidiar cotações de veículos em diversos contextos, incluindo seguros. No universo de caminhões, especialmente modelos com mais de duas décadas de uso, essa referência ajuda seguradoras a entender o posicionamento do veículo no mercado, considerando idade, configuração, motorização e histórico típico de uso. Em termos práticos, a Tabela FIPE funciona como um patamar de comparação entre veículos semelhantes, contribuindo para alinhamentos entre o que é cobrado pela seguradora e as características reais do bem que está sendo assegurado. Para o Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) de 1995, essa leitura exige atenção especial a itens que deslocam o perfil de risco, como a robustez da motorização diesel, a configuração de eixo e a cabina com espaço para duas pessoas, fatores que influenciam a necessidade de cobertura de frota, roubo, colisão e terceiros. Ao conversar com a corretora, é comum que se utilize a referência FIPE para situar o veículo dentro de uma faixa de mercado, sem entrar em detalhes de valores que possam variar com o tempo, condição de conservação e uso operacional. A ideia central é entender como o veículo se relaciona com outras opções do mesmo segmento, para que o seguro possa ser ajustado de forma mais assertiva e justa.
Ficha técnica do Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) 1995
A seguir está a visão condensada da ficha técnica típica deste modelo específico, levando em conta o que era comum na linha NL da Volvo na década de 1990, com foco na aplicação de transporte de cargas pesadas. Os dados apresentados ajudam a entender o perfil técnico que influencia o seguro, a manutenção e a avaliação de risco.

- Motor/Propulsão: diesel, motor em linha com bloco robusto, deslocamento amplo (na faixa de 9,0 a 12,0 litros), potência nominal em torno de 400 cv, torque elevado para empurrar cargas pesadas em rampas e trajetos com variações de terreno.
- Transmissão e tração: câmbio manual com várias marchas (com frequência entre 8 e 9 velocidades), configuração de tração 6×2, com eixo de tração traseiro e eixo auxiliar para suportar distribuição de carga.
- Cabine e capacidade: cabine para 2 ocupantes (2p), espaço típico de caminhão de longo curso, com recursos básicos de conforto para o motorista e facilidade de acesso. Peso bruto total (GVW) na faixa de 12 toneladas, adequado para operações pesadas de transporte de carga.
- Suspensão e freios: sistema de freios a ar com componentes de segurança padrão da época, suspensão adaptada para cargas estáticas e dinâmicas, com atenção especial a freios de estacionamento e retarder para controle de velocidade em descidas íngremes.
Essa ficha técnica, ainda que resumida, ilustra o perfil essencial do Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) de 1995. Para quem atua no seguro, entender esses elementos é fundamental para identificar as coberturas mais adequadas, como seguro contra roubo, colisão, danos a terceiros, e até proteções adicionais ligadas a motores de grande deslocamento e sistemas de frenagem complexos. Além disso, essa visão técnica embasa a análise de manutenção, substituição de peças e disponibilidade de componentes originais, fatores que influenciam o custo de operação e, por consequência, a avaliação de risco pela seguradora.
Sobre a marca Volvo: tradição, inovação e liderança em segurança no transporte
A Volvo é uma marca sueca com uma longa história no setor de transportes pesados, reconhecida mundialmente pela robustez dos caminhões, pela capacidade de operar em condições exigentes e por um legado de inovações em segurança. Nos anos 1990, quando o NL-12 400 circulava entre frotas e transportadoras, a Volvo já enfatizava tecnologias que aumentavam a durabilidade, a manutenibilidade e a proteção do motorista. A confiabilidade de seus motores diesel, aliada a sistemas de freios eficientes, tornou a Volvo uma escolha frequente para operações que exigem disponibilidade e redução de paradas não programadas. Esse posicionamento de marca fortalece não apenas a aceitação no mercado, mas também o conceito de valor em seguro, já que seguradoras costumam associar a rede de suporte técnico, a disponibilidade de peças e a rede de assistência técnica à disponibilidade de serviços de manutenção e à redução de riscos durante a condução e o carregamento de cargas.
Além da tradição, a Volvo também construiu reputação ao longo das décadas como parceira de inovação em segurança. Recursos como estruturas de cabine de proteção, sistemas de freio pneumático confiáveis, opções de retarders e soluções que ajudam a prevenir acidentes em operações de transporte de longo curso aparecem como diferenciais ao considerar a cobertura de seguro. Mesmo em modelos mais antigos, a presença de componentes bem mantidos, com histórico de serviços regulares, tende a favorecer condições de seguro mais estáveis, com perspectivas de menor probabilidade de danos graves em eventos de acidente ou falha mecânica.
Como interpretar a Tabela FIPE para o Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) 1995 neste contexto
Para quem lida com seguros, interpretar a Tabela FIPE envolve traduzir a referência de mercado em informações relevantes para o ajuste de coberturas e condições contratuais. No caso do Volvo NL-12 400, 6×2, 1995, os passos a seguir ajudam a alinhar a avaliação com a realidade operacional e de risco do veículo:
- Identifique o código de referência correspondente ao Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) na edição de FIPE aplicável ao período de 1995. Esse código ajuda a localizar versões semelhantes dentro da linha NL da Volvo e facilita a comparação com caminhões de características próximas.
- Compare as variações entre modelos com configurações de eixo similares (6×2) e diferentes capacidades de carga ou cabine. Pequenas diferenças na configuração de tração, na potência do motor e na disponibilidade de recursos de segurança podem impactar a percepção de risco pela seguradora.
- Considere o estado de conservação e o histórico de manutenção do exemplar específico. Embora a FIPE forneça uma referência de mercado, o seguro leva em conta a condição atual do veículo, incluindo a quilometragem, idade da frota e a diligência na manutenção de componentes críticos como freios, suspensão e motor diesel.
- Relacione a idade do veículo com o perfil de risco de sinistros. Caminhões fabricados há mais de duas décadas podem exigir coberturas específicas, incluindo proteção de componentes caros e cláusulas de depreciação acelerada, sempre alinhadas às diretrizes da apólice e às práticas da seguradora.
Ao seguir esses passos, as partes envolvidas ganham clareza sobre onde o Volvo NL-12 400 se posiciona no ecossistema de caminhões usados e como isso se reflete nas condições contratuais de seguro. A intenção não é apenas atribuir um valor, mas entender o comportamento técnico do veículo, suas demandas de manutenção e os cenários de risco que a seguradora precisa considerar ao estruturar a cobertura adequada.
Fatores que influenciam a avaliação de seguro para caminhões velhos como esse
Ao falar sobre seguros de caminhões com idade avançada, existem fatores-chave que costumam influenciar a decisão das seguradoras. Abaixo estão quatro pontos centrais que costumam orientar a avaliação de risco para modelos como o NL-12 400 6×2 2p:
- Condição mecânica e histórico de manutenção: peças originais, registros de revisões e eventual substituição de componentes críticos afetam a confiabilidade operativa e, por consequência, o custo esperado de sinistros.
- Uso operacional: rotas, tipos de carga, frequência de viagens e tempos de inatividade influenciam o desgaste de sistemas de transmissão, freios e suspensão, além de impactar a probabilidade de danos causados por acidentes ou falhas.
- Estado da cabine e da segurança ocupante: desde o nível de conforto da cabine até a integridade dos sistemas de proteção, esses aspectos podem influenciar o tamanho da cobertura de danos ao motorista e de terceiros.
- Disponibilidade de peças e rede de atendimento: caminhões mais antigos podem depender de peças específicas ou de assistência técnica especializada; a garantia de acesso rápido a peças pode reduzir o tempo de indisponibilidade e, assim, o custo total da seguradora.
Esses fatores ajudam a explicar por que dois caminhões de configuração semelhante podem receber cotações distintas em seguros, mesmo que estejam dentro da mesma linha de modelo. A personalização da apólice, com base na avaliação de risco real do veículo e do uso previsto, é uma prática comum entre corretoras especializadas em transporte de cargas.
Boas práticas para manter o seguro alinhado com a Tabela FIPE
Para quem administra uma frota ou um veículo avulso na categoria de caminhões antigos, algumas práticas simples ajudam a manter a cobertura de seguro alinhada com as referências de mercado, sem complicar a gestão de custos:
- Manter um registro organizado de manutenção e serviços realizados, com notas fiscais e datas claras, facilita a verificação de conformidade com as exigências da seguradora e ajuda a justificar a escolha de coberturas específicas.
- Realizar inspeções periódicas de freios, suspensão, pneu e sistema elétrico para reduzir riscos de falhas em operação e melhorar a confiabilidade do veículo na prática.
- Atualizar informações de uso e rotas com a seguradora sempre que houver mudanças significativas na forma de operação ou na carga transportada, para manter a apólice adequada ao risco real.
- Manter a documentação do veículo em dia, incluindo registro de licenciamento, certificações técnicas e eventuais alterações estruturais, de forma que não haja entraves na hora de acionar a cobertura.
Ao seguir essas boas práticas, proprietários de Volvo NL-12 400 e de caminhões semelhantes podem reduzir a exposição a sinistros e facilitar o processo de regularização de eventuais ocorrências, ajudando a manter a relação custo-benefício entre o veículo e a proteção oferecida pela apólice.
Conclusão: entendendo o Volvo NL-12 400, a Tabela FIPE e o seguro adequado
O Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) de 1995 representa um perfil de caminhão robusto, dedicado ao transporte de carga com alta demanda de torque e potência. Ao integrar esse entendimento com a leitura da Tabela FIPE, é possível perceber como as características técnicas, o estado de conservação e o uso real do veículo moldam a forma como o seguro é estruturado. A marca Volvo, com seu histórico de inovação e foco em segurança, agrega valor ao conceito de confiabilidade e disponibilidade da frota, fatores que, na prática, influenciam o custo efetivo da proteção. A correta leitura da FIPE, aliada a uma ficha técnica clara e a uma gestão proativa de manutenção, ajuda a conduzir a apólice de forma mais precisa, com coberturas alinhadas ao risco e à operação do veículo. Se houver interesse em orientar a cotação de forma personalizada, a GT Seguros está pronta para oferecer um suporte profissional e facilitar uma avaliação que leve em conta o perfil específico do Volvo NL-12 400 6×2 2p (diesel) de 1995.
Para quem busca uma orientação prática e uma cotação personalizada, a GT Seguros está à disposição para ajudar você a esclarecer dúvidas e oferecer uma simulação alinhada ao seu cenário de operação.
