| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 134.074,00 |
| Dez/25 | R$ 132.747,00 |
| Nov/25 | R$ 131.433,00 |
| Out/25 | R$ 131.750,00 |
| Set/25 | R$ 132.173,00 |
| Ago/25 | R$ 132.452,00 |
| Jul/25 | R$ 133.118,00 |
| Jun/25 | R$ 133.252,00 |
| Mai/25 | R$ 133.520,00 |
| Abr/25 | R$ 133.641,00 |
| Mar/25 | R$ 133.842,00 |
| Fev/25 | R$ 132.517,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p diesel de 1999
Contexto: o que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro de caminhões
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (FIPE), funciona como referência nacional para o valor médio de veículos usados no Brasil. Ela abrange automóveis, comerciais leves, motos e caminhões, incluindo configurações específicas de cabine, motor e tração. No universo de seguros, o valor FIPE serve como referência para a indenização de perda total, para a avaliação de coberturas de casco e até mesmo para dimensionar coberturas adicionais que protegem o bem contra evento acidentais, roubo ou vandalismo. Quando o tema é o Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p diesel de 1999, o valor apurado pela FIPE considera não apenas o ano de fabricação, mas também a configuração específica do veículo, o estado de conservação, a cabine, o motor, o tipo de transmissão e, é claro, a finalidade de uso. Por isso, compreender a leitura da Tabela FIPE nesse tipo de caminhão é essencial para quem busca contratar um seguro com a cobertura adequada e o preço justo. A seguir, exploramos esse modelo com foco na prática, mostrando como a FIPE classifica esse conjunto e quais fatores costumam influenciar o valor de referência ao longo do tempo.
Ficha técnica da configuração T-114 GA 360 4×2 NZ 2p
- Marca: Scania
- Modelo: T-114 GA 360
- Ano de referência: 1999
- Versão/configuração: NZ 2p (cabine de dois ocupantes) com tração 4×2
- Tipo de motor: Diesel, alto desempenho
- Cilindrada aproximada: 9,0 litros (faixa típica para esse conjunto)
- Potência máxima: até 360 cv (valor nominal, sujeito a variações por unidade)
- Torque aproximado: entre 1.700 e 1.900 Nm
- Transmissão: manual com várias marchas (faixa comum de 9 a 14 velocidades, dependendo da configuração de fábrica)
- Sistema de tração: 4×2 (tração em duas rodas motrizes)
- Peso bruto total (PBT): faixa típica entre 18 e 22 toneladas, com configuração balanceada para carga média a alta
- Dimensões (aprox.): comprimento entre 9,0 e 9,6 metros; largura cerca de 2,5 metros; altura variando conforme cabine e chassi
- Capacidade de carga útil: aproximadamente 12 a 15 toneladas, dependendo do conjunto de eixo e configuração de freios
- Tanque de combustível: entre 300 e 500 litros, com layout de tanque único ou múltiplos conforme a versão
- Tipo de cabine: NZ (cabine de dois lugares) com layout voltado para aproveitamento de espaço em trajetos rodoviários e cargos de média a longa distância
- Outros itens relevantes: sistema de freias robusto, suspensão projetada para suportar peso elevado, e componentes de desgaste típico de veículos de frota com anos 1999
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e presença global no transporte de cargas
A Scania é uma das referências globais no segmento de veículos pesados, com foco histórico em caminhões, ônibus e motores para aplicações industriais. Fundada na Suécia, a empresa consolidou-se ao longo de décadas pela combinação de engenharia avançada, durabilidade e rede de serviço que cobre praticamente todos os continentes. No Brasil, a Scania adquiriu relevância ao oferecer caminhões que atendem demandas de logística de carga pesada, combinar robustez com eficiência de combustível e disponibilizar soluções de serviço técnico em rede própria. A marca não se resume apenas ao veículo em si: seu ecossistema inclui programas de manutenção preventiva, telemetria para gestão de frota e assistência técnica que facilita a vida de quem depende de caminhões para operações contínuas. Em termos de segurança, a Scania investe em estruturas de cabina, sistemas de freios, dotação de airbags e tecnologias que visam reduzir o risco de acidentes e facilitar o reparo após eventos adversos. Para proprietários de frotas ou caminhoneiros autônomos que utilizam a configuração T-114 GA 360 4×2 NZ 2p, entender o legado da marca ajuda a compreender a confiabilidade potencial do veículo, bem como as expectativas de desempenho ao longo de anos de uso.

Como a FIPE classifica e utiliza esse modelo na prática
A FIPE organiza veículos por segmento, família, versão e ano de fabricação para compor valores médios de venda. No caso de caminhões pesados como o Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p, a tabela leva em conta a versão (NZ 2p), o tipo de motor (diesel), a tração (4×2) e o ano de referência (1999). Em termos práticos, isso significa que o valor FIPE não é apenas uma função direta do ano, mas sim da combinação de características que afetam a aceitabilidade de mercado, o custo de reposição e a depreciação esperada. Como o veículo é de uma geração antiga, é comum encontrar variações entre unidades com quilometragem expressiva, necessidade de manutenção ou reparos específicos. Por isso, ao consultar a FIPE para o T-114 GA 360 4×2 NZ 2p, as seguradoras costumam cruzar o valor de referência com informações sobre o estado do veículo, histórico de manutenção e evidências de uso (cargas, transportes de risco, entre outros). Esse cruzamento permite estimar a indenização em caso de perda total com maior precisão, bem como orientar as coberturas de casco, responsabilidade civil e proteção de carga.
Fatores que influenciam o valor FIPE (e, por consequência, o seguro) para este modelo
- Conservação e histórico de manutenção: caminhões que mantêm registros de revisões, troca de peças críticas (fulmas, freios, sistemas de embreagem) e trocas de fluídos tendem a apresentar valores FIPE mais estáveis.
- Quilometragem: veículos com menor quilometragem acumulada costumam ter maior valor relativo na FIPE, desde que o estado geral seja condizente com a idade.
- Histórico de sinistros e uso da frota: um caminhão com histórico de colisões, sinistros de carga ou danos estruturais pode ter um valor FIPE menor, influenciando o custo do seguro.
- Configuração e itens de fábrica: variantes com diferenciais de suspensão, sistema de freios, cabine, equipamentos de proteção de carga ou melhorias de eficiência energética podem enfrentar variações de valor mais marcadas dentro da mesma família de modelo.
Leitura prática da Tabela FIPE para caminhões pesados
Para quem trabalha com seguros, a leitura do FIPE exige atenção a detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Primeiro, confirme a configuração exata — no nosso caso, o T-114 GA 360 4×2 NZ 2p — pois pequenas variações (por exemplo, cabine dupla ou simples, capacidade de carga, tipo de motor) já alteram o grupo de referência da tabela. Em seguida, observe o ano de fabricação disponível na base FIPE; o modelo de 1999 costuma compor uma faixa de valores que contempla diferentes condições de uso. Outra prática relevante é comparar com unidades similares da mesma idade e configuração, o que ajuda a entender a faixa de variação por estado de conservação. Por fim, lembre-se de que o FIPE é uma métrica de mercado e não ocupacional: seguros podem considerar fatores adicionais, como o histórico de sinistros, o perfil de uso (carga fracionada, longos percursos), a assessoria de assistência 24h e a cobertura contra roubo de carga, para além do valor de reposição. Em síntese, a FIPE oferece uma base objetiva, mas o cálculo final da apólice depende de muitos elementos que compõem o risco assumido pela seguradora.
Impacto do FIPE no seguro de caminhões: o que observar
Quando o FIPE serve de referência para o seguro, algumas implicações costumam aparecer com mais clareza. A indenização por perda total, por exemplo, tende a apoiar-se no valor de referência da FIPE para o conjunto do veículo na data da avaliação. Se o veículo for avaliado com danos que inviabilizam a reparação econômica, a seguradora pode acionar o valor correspondente ao FIPE ou a uma base ajustada pelo estado de conservação, pela depreciação natural e por qualquer peça de desgaste que não seja recuperável. Além disso, a avaliação de risco para o casco pode considerar a idade do veículo, a frequência de uso, o tipo de rota percorrida (urbana, rodoviária, trechos com pavimento ruim), bem como a presença de acessórios que elevem o risco de sinistro ou de roubo. Por isso, entender o encaixe entre o valor FIPE e o perfil de uso do Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p ajuda a negociar coberturas proporcionais, cláusulas de sub-rogação e franquias compatíveis com o orçamento da frota.
Boas práticas para manter o seguro alinhado ao FIPE
Para manter o equilíbrio entre custo de seguro e proteção efetiva, algumas estratégias simples podem ser úteis:
- Atualize registros de manutenção de forma contínua; isso fortalece a percepção de conservação do veículo.
- Documente histórico de sinistros e reparos com orçamentos detalhados e notas de serviço; isso facilita o esclarecimento de qualquer divergência na avaliação.
- Considere planos de proteção de carga que correspondam à natureza das operações do T-114 GA 360 4×2 NZ 2p, especialmente se houver transporte de mercadorias com alto valor agregado.
- Compare propostas de seguro com base no valor FIPE atualizado e não apenas na mensalidade inicial; avalie franquias, coberturas adicionais e serviços de assistência.
Conectando a prática com o dia a dia da gestão de frotas
A gestão de frotas que utiliza caminhões Scania, como o T-114 GA 360 4×2 NZ 2p, se beneficia da leitura consciente da FIPE. O valor de referência ajuda a calibrar a reposição de ativos na contabilidade da empresa, assim como a tomada de decisão ao planejar substituições graduais de ativos com a devida atualização de seguridade. Além disso, entender a evolução do valor FIPE ao longo do tempo permite ao gestor de frotas planejar previsões orçamentárias, avaliando cenários de depreciação, renovação de frota e renegociação de contratos de seguro, considerando a realidade de cada ano de uso e a configuração específica de cada veículo. A Scania, com seu histórico de eficiência e rede de serviço, fornece um diferencial de confiabilidade que, quando aliada à avaliação FIPE, contribui para decisões mais consistentes e menos susceptíveis a volatilidades de mercado.
Notas finais sobre o seguro do Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p
Para quem administra uma frota ou utiliza o Scania T-114 GA 360 4×2 NZ 2p como veículo principal de operações, entender a Tabela FIPE é um passo-chave para fechar uma proteção adequada. A combinação entre a leitura de valor de mercado, o estado do veículo e as necessidades operacionais determina as melhores escolhas de cobertura, garantias, franquias e serviços adicionais. Ao considerar o equilíbrio entre custo e proteção, vale manter a documentação técnica atualizada, manter a frota em bom estado de conservação e revisar periodicamente as coberturas para acompanhar a evolução do valor FIPE. Dado que o mundo dos seguros exige decisões rápidas e informadas, escolher um parceiro de confiança pode fazer toda a diferença na tranquilidade da operação.
Para alinhar a proteção do seu veículo à avaliação FIPE atual, faça uma cotação com a GT Seguros.
