| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 108.062,00 |
| Dez/25 | R$ 108.268,00 |
| Nov/25 | R$ 108.431,00 |
| Out/25 | R$ 108.692,00 |
| Set/25 | R$ 109.041,00 |
| Ago/25 | R$ 109.271,00 |
| Jul/25 | R$ 109.447,00 |
| Jun/25 | R$ 109.557,00 |
| Mai/25 | R$ 109.777,00 |
| Abr/25 | R$ 109.876,00 |
| Mar/25 | R$ 110.042,00 |
| Fev/25 | R$ 110.109,00 |
Guia técnico sobre a Tabela FIPE para o Scania P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007
Ficha técnica resumida do veículo
- Motor: Scania DC9, 9,0 litros, potência nominal de 270 cv (aproximadamente 198 kW), turboalimentado, injeção direta. Configurado para aplicações pesadas com resposta eficiente em trechos de subida e carga contínua.
- Transmissão e propulsão: configuração 6×4 com câmbio manual de 9 marchas; há opções de transmissão automatizada Scania Opticruise para maior conforto de operação e redução de fadiga do motorista em atividades de longo percurso.
- Configuração de eixo e peso: tração 6×4, permitindo boa distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro para ganhar aderência em diferentes superfícies. Peso Bruto Total (PBT) típico próximo de 28.000 kg, com carga útil compatível com aplicações de transporte de carga volumosa.
- Cabine, combustível e norma: motor a diesel; utilizado com diferentes especificações de cabine conforme a configuração de fábrica; normas ambientais da época de fabricação para caminhões pesados variavam entre EURO II/III conforme o país e a linha de produção, impactando emissões e consumo em determinadas condições de uso.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e rede de suporte
A Scania é uma das referências globais no segmento de caminhões pesados e ônibus há décadas, com presença marcante em mercados sul-americanos, europeus e de outras regiões. A marca tem como traço marcante a ênfase em confiabilidade, robustez e eficiência operacional, atributos que ganham relevância quando se fala de frota que opera em logística, mineração, construção e transportes de cargas pesadas. A Scania investe fortemente em tecnologia de motor, transmissão e sistemas de gestão de frota, o que se traduz em maior disponibilidade operacional e menor tempo de inatividade, aspectos que impactam diretamente o custo por milha rodado.
Além disso, a rede de assistência técnica da Scania costuma oferecer componentes originais, peças de reposição com durabilidade adequada ao regime de serviço de caminhões 6×4, e programas de manutenção que ajudam a planejar revisões em intervalos apropriados para o tipo de operação. No Brasil e em outros mercados, isso se transforma em maior previsibilidade de custos com peças, mão de obra e tempo de parada, fatores relevantes na avaliação de seguros de caminhão, que costumam levar em conta o histórico de manutenção ao calcular prêmios e coberturas.

Outra dimensão importante é a evolução tecnológica da marca, com atualizações de motorizações, sistemas de telemetria e conectividade que auxiliam na gestão de frota. A Scania também tem investido em soluções de redução de consumo e emissões, o que pode influenciar, ao longo do tempo, a percepção de risco para seguradoras quando se avalia o perfil de uso da viatura, haverá impactos indiretos na precificação de riscos de acordo com o padrão de retrofit ou atualização tecnológica adotada pelo proprietário.
Entendendo a Tabela FIPE e o impacto para veículos pesados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como referência de preço médio de veículos usados no Brasil, servindo de base para negociações, seguros, financiamentos e avaliações patrimoniais. Embora o foco principal dessa tabela seja o valor de mercado, ela não é apenas um espelho da variação de preço: para o setor de seguros, a FIPE oferece um ponto de referência de desvalorização ao longo do tempo, o que impacta a composição de garantias, entradas em sinistros e estratégias de cobertura.
Para um caminhão pesado como o Scania P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007, a física do tempo – idade do veículo, desgaste de motor e transmissão, condição de cabina, estado das carrocerias e componentes — molda o valor médio apurado pela FIPE. Em seguros, esse valor pode servir como referência para a indenização em caso de sinistro total ou para o cálculo de coberturas de responsabilidade civil e danos ao veículo, ajudando a alinhar expectativas entre proprietário, corretor e seguradora. Importante: a FIPE não determina o prêmio de seguro por si só, mas influencia a base de avaliação do bem, a depender das políticas de cada seguradora.
Outro ponto relevante é que veículos de operação com alto consumo de combustível, uso intenso de carga e condições de serviço agressivas podem apresentar desvalorizações diferentes ao longo do tempo. A logística de frota, padrões de manutenção, histórico de sinistros e atualizações técnicas também entram no processo de depreciação que, por meio da FIPE, é refletido nos números do mercado estudado pela base de dados. Para quem atua no ramo de seguros, entender como o FIPE trata modelos específicos — como o P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007 — facilita a comunicação com clientes, explicando de forma didática como o valor de referência pode influenciar as margens de cobertura e as faixas de prêmio.
Fatores que influenciam o valor FIPE do P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007
Embora a Tabela FIPE ofereça uma referência de preços, o valor observado para um Scania P-94 em 2007 pode variar conforme diversas condições de uso e de conservação. Entre os principais fatores que costumam impactar o valor de referência na FIPE estão:
1) Estado geral de conservação: frescor da pintura, ausência de corrosões, integridade da cabine e carroceria, bem como o estado de componentes críticos. Veículos bem cuidados tendem a manter melhor o valor de referência ao longo do tempo.
2) Quilometragem e histórico de uso: caminhões que possuem trajetos regulares, manutenção programada e menor desgaste em itens de alta demanda, como motor, câmbio e sistema de transmissão, costumam apresentar uma leitura de FIPE mais estável dentro da faixa de idade do modelo.
3) Manutenção e peças originais: a adoção de peças originais e a realização de revisões dentro de períodos recomendados podem influenciar positivamente a percepção de valor de mercado, o que, por consequência, pode refletir na base de cálculo da FIPE para esse exemplar específico.
4) Histórico de sinistros e reparos: ocorrências relevantes que exigiram reparos significativos podem reduzir o valor de referência, especialmente se envolveram componentes estruturais, cabina ou sistema de propulsão. Já reparos com qualidade e registráveis ajudam a manter o histórico mais favorável aos olhos de seguradoras e compradores.
5) Configuração específica e ano de fabricação: a versão NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007 possui particularidades de conjunto mecânico e cabine que a FIPE considera ao compilar o banco de dados; variações entre cabine simples, dupla ou cenários de eixo podem gerar pequenas oscilações no valor relativo a outros exemplares da mesma linha de produção.
6) Incentivos de mercado e disponibilidade de peças: a disponibilidade de peças de reposição e o custo de manutenção ao longo de anos pode influenciar o apetite de compradores e, por consequência, os valores reportados pela FIPE para modelos com características semelhantes.
7) Condições de serviço: operação em setores com alta demanda, como logística de cargas pesadas ou construção, pode impactar o desgaste de componentes, o que, ao fim, se reflete nos números quando a FIPE consolida as médias de mercado para determinado modelo e ano.
Conexão entre a FIPE e a prática de seguros para caminhões pesados
Para quem atua na área de seguros, compreender o papel da FIPE é essencial para calibrar prêmios, coberturas e aos olhos do cliente oferecer uma leitura clara sobre a depreciação prevista ao longo do tempo. Em especial, modelos como o P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007 apresentam particularidades de uso — capacidade de carga, frente a terrenos desafiadores, tempo de operação, disponibilidade de combustível e necessidade de manutenção periódica — que podem influenciar a estrutura de seguros, como a cobrança de franquias, limites de indenização e exclusões de cobertura. Em termos práticos, o valor de referência da FIPE serve de parâmetro para a avaliação de perdas, ajudando a definir, em conjunto com o histórico do veículo, cenários realistas de indenização nos casos de sinistro ou de substituição parcial.
Ressalta-se que, embora a FIPE forneça uma base útil, cada seguradora pode considerar aspectos específicos da operação do veículo, da frota e do condutor, além de políticas próprias de risco. Por isso, o cliente pode perceber variações entre propostas de diferentes players, mesmo com o mesmo modelo de veículo, reforçando a importância de uma consultoria especializada para selecionar as coberturas adequadas, como proteção contra roubo, colisão, incêndio, danos elétricos, responsabilidade civil e assistência 24 horas, entre outros itens relevantes para caminhões pesados.
Estratégias para proteção e gestão de risco com base na FIPE
Para operadores e proprietários de frotas que utilizam o Scania P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007, algumas práticas ajudam a manter o valor de referência estável ao longo dos anos e, por consequência, a qualidade da proteção de seguro:
– Manutenção programada: manter registros de revisões com peças originais e dentro das janelas recomendadas ajuda a conservar o estado do veículo, o que influencia positivamente a percepção de risco pela seguradora. Em termos práticos, isso significa menor probabilidade de falhas críticas durante operações, o que tende a reduzir o custo total de seguro ao longo do tempo.
– Histórico de utilização transparente: manter documentação de rotas, horários, cargas transportadas e condições de operação facilita a avaliação de risco pela seguradora, que leva em conta fatores como frequência de uso, zonas de circulação e condições de estrada.
– Gerenciamento de combustível e eficiência: caminhões com bom histórico de consumo e eficiência energética costumam oferecer um perfil de risco mais estável, especialmente quando associado a programas de manutenção de motor e aerodinâmica que reduzem o consumo e as emissões.
– Proteção contra sinistros: investir em medidas de proteção, como rastreadores, alarmes antifurto, e treinamentos de condução defensiva para motoristas, pode reduzir a probabilidade de eventos que elevem o custo de seguro ou venham a impactar o valor de reposição no futuro.
Considerações finais sobre o valor FIPE e opções de seguro para este modelo
A Tabela FIPE representa uma referência importante para entender a desvalorização e o valor de mercado de um Scania P-94 CB 270 NZ 6×4 NZ 2p (diesel) 2007 ao longo do tempo. Embora o foco da FIPE não seja o seguro em si, o método de avaliação que utiliza dados de mercado ajuda corretores e clientes a definirem bases transparentes para a precificação de coberturas, indenizações e planos de proteção. Em operações com caminhões pesados, a combinação entre idade, estado de conservação, histórico de manutenção, uso real e configuração de tração faz diferença na leitura de risco de seguro, o que se reflete na qualidade da proteção oferecida pela apólice escolhida.
Para quem está avaliando a melhor forma de proteger o seu Scania P-94, vale considerar a diversidade de coberturas disponíveis e buscar uma assessoria especializada que entenda as particularidades deste modelo específico. O objetivo é alinhar custo, cobertura e tranquilidade operacional, especialmente em frotas onde cada veículo desempenha papel essencial na cadeia logística.
Se você busca uma abordagem prática e personalizada, há uma opção de mercado que pode simplificar esse processo: uma cotação com a GT Seguros. Uma simulação bem embasada pode facilitar a escolha de coberturas adequadas ao perfil do seu veículo e da sua operação, com foco na proteção eficiente do patrimônio e da continuidade do negócio.
