Valor FIPE Atual
R$ 154.280,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513090-5
Ano: 2002-3
MêsPreço
Jan/26R$ 154.280,00
Dez/25R$ 154.575,00
Nov/25R$ 154.808,00
Out/25R$ 155.181,00
Set/25R$ 152.789,00
Ago/25R$ 153.112,00
Jul/25R$ 150.632,00
Jun/25R$ 148.148,00
Mai/25R$ 147.934,00
Abr/25R$ 143.774,00
Mar/25R$ 143.985,00
Fev/25R$ 144.709,00

Guia de referência da Tabela FIPE para a Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2002

Este artigo explora a interface entre a Tabela FIPE e o modelo Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2002, com foco em como a classificação de preço de mercado influencia decisões de seguro, avaliação de frota e planejamento financeiro. O objetivo é oferecer uma visão educativa sobre como o sistema FIPE organiza informações de veículos pesados, quais dados são relevantes para seguradoras e como entender as variações decorrentes de configurações de motor, eixo, cabine e ano. Importante: para este conteúdo, não apresentamos valores monetários específicos. O foco é compreender o funcionamento da tabela e as implicações para a gestão de risco e proteção veicular.

Entendendo a Tabela FIPE e sua utilidade no seguro de caminhões

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma base de dados oficial que consolida preços médios de venda de veículos usados no Brasil. Ela abrange automóveis, utilitários e caminhões, entre outros, e serve como referência ao calcular o valor de mercado para fins de seguro, financiamento, indenização por perda total e depreciação. No caso de caminhões pesados como a Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p, a FIPE atua como baliza para estimar o valor de reposição ou o valor de mercado do caminhão em determinada configuração, ano e quilometragem. Para as seguradoras, esse valor de referência ajuda a calibrar o prêmio, já que o risco está diretamente ligado ao valor segurado, às condições de uso e à probabilidade de sinistro em função da idade do veículo, manutenção e histórico de uso.

Tabela FIPE SCANIA R-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2002

É essencial compreender que a FIPE não representa necessariamente o preço de venda atual de um caminhão específico. Variações regionais, histórico de serviço, estado de conservação, acessórios instalados e configurações de eixo podem levar a diferenças entre o valor de mercado consultado na FIPE e o preço efetivo de transação entre comprador e vendedor. Por isso, ao avaliar a necessidade de seguro para uma frota com Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p, o corretor deve considerar não apenas o valor FIPE, mas também o estado de conservação, histórico de manutenções, quilometragem, condições de uso (p. ex., carga de alta viagem, longas distâncias, uso em regiões com condições de tráfego e clima) e políticas específicas da seguradora.

Panorama do modelo: a Scania e a configuração R-124 LA 400 6×2 NA 2p

A Scania é uma fabricante sueca amplamente reconhecida pela robustez, eficiência de motor e pela ampla rede de service centers ao redor do mundo. Desde a sua incorporação ao mercado global, a marca consolidou uma imagem associada à durabilidade, ao baixo custo de propriedade e a soluções de engenharia orientadas para a operação de frotas. No Brasil, a Scania tornou-se referência em caminhões de longo curso, com investimento constante em tecnologia de motorização, transmissão, freios e telemática para melhorar a produtividade das operações logísticas.

O modelo específico citado, R-124 LA 400 6×2 NA 2p, representa uma arquitetura de caminhão robusta para operações de transporte pesado. O código sugere uma combinação de:
– Linha R, conhecida por torque estável e boa resposta em subidas de serra e terrenos desafiadores;
– Versão LA (possivelmente referindo-se a uma configuração de cabine com comprimento ou acesso específico, típica de linhas que priorizam ergonomia e espaço para motor e componentes);
– Potência nominal de aproximadamente 400 cavalos (a designação 400 sugere desempenho alto para atividades de carga volumosa ou pesado, com propensão para missões de longa distância);
– Tração 6×2 com eixo auxiliar (tag axle), comum para reduzir o peso por eixo, manter boa tração em terrenos desafiadores e adequar-se a diferentes exigências de peso bruto total (PBT) conforme o tipo de carga;
– Cabine de 2 portas (NA 2p), otimizando a habitabilidade para motoristas, com foco em conforto durante turnos prolongados.

Esse conjunto de características, aliado ao motor diesel de alta cilindrada, posiciona o R-124 LA 400 em uma categoria de veículos cuja operação exige planejamento detalhado quanto à manutenção, consumo de combustível e custos com seguro. O FIPE, nesse contexto, funciona como uma referência de valor de mercado e de depreciação, que, por sua vez, impacta diretamente o custo do seguro, a indenização em caso de sinistro e as condições contratuais aplicáveis à frota.

Características-chave (visão resumida)

  • Tração 6×2 com eixo auxiliar, adequado para operações com cargas pesadas e necessidade de estabilidade em longas distâncias.
  • Motor diesel de alto desempenho, com foco em torque estável e potência adequada para atuação em estradas com subidas acentuadas.
  • Cabine de 2 portas, priorizando conforto do motorista em jornadas de longa duração.
  • Configuração de eixo e chassis que influenciam a capacidade de carga útil e o peso bruto total, refletindo diretamente nos critérios de seguro e na avaliação de risco pela FIPE.

Ficha Técnica do veículo (versão típica de 2002)

A seguir, apresentamos uma visão descritiva da ficha técnica associada à configuração 6×2 LA 400 2p da Scania, considerando o ano-base 2002. Vale destacar que valores exatos podem variar conforme o conjunto de motor, transmissão, cabine, eixo e demais opcionais estipulados pelo fabricante ou pela transportadora. Esta seção oferece um retrato útil para orientar decisões de seguro, avaliação de frota e planejamento logístico.

– Marca: Scania

– Modelo: R-124 LA 400 6×2 NA 2p

– Ano/modelo: 2002 (faixa de produção próxima a esse período, com variações por região e chassis)

– Tipo de veículo: Caminhão pesado 6×2 com cabine de 2 portas

– Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, refrigeração líquida (configuração típica da linha R de 2002)

– Cilindrada: aproximadamente entre 12,0 e 13,0 litros

– Potência máxima: em torno de 400 cavalos-vapor (cv) para atender a demandas de carga pesada; a potência pode variar conforme a calibração do motor e o mercado de origem

– Torque máximo: faixa entre 1900 e 2100 Nm, com resposta estável em subidas e em regime de cruzeiro

– Transmissão: manual, com várias opções de marchas (tipicamente entre 8 e 12 marchas, dependendo da configuração de eixo e do objetivo de uso)

– Sistema de freios: freios de ar comprimido, com possibilidade de retarder (opcional em alguns mercados) para controle adicional em descidas e longas jornadas

– Cabine: 2 portas, com layout orientado para o motorista, conforto e ergonomia em jornadas de longo itinerário

– Tração e eixos: 6×2 com eixo auxiliar (tag axle) para distribuição de peso, melhoria de tração em terreno irregular e maior estabilidade na condução

– Peso próprio: geralmente entre 8,0 e 9,5 toneladas, variando conforme configuração de cabine, tanque, acessórios e estrutura do chassi

– Peso bruto total (PBT) e carga útil: dependem da configuração de eixo e de veículo, com faixas que variam conforme regulamentação local e configuração específica; a FIPE considera essa variabilidade ao calcular o valor de referência

– Dimensões e entre-eixos: variações entre chassis são comuns; entre-eixos mais longos favorecem estabilidade em alta velocidade e no transporte de cargas volumosas

– Aplicações típicas: transporte rodoviário de cargas pesadas, distribuição de longas distâncias, operações logísticas que exigem confiabilidade de motor e condução estável em trechos com subidas

Observação: os dados acima são apresentados como referência para a versão citada de 2002. Em operações reais, cada caminhão pode apresentar diferenças significativas nos números de acordo com a especificação de fábrica, os opcionais escolhidos pela empresa e as condições de uso. Para o seguro, essas variações costumam impactar o valor segurado, a franquia e as coberturas disponíveis, por isso a verificação de dados junto ao fabricante ou ao manual do veículo é fundamental para uma avaliação precisa.

Implicações da FIPE para seguros de frotas com Scania R-124 LA 400 6×2

Quando o objetivo é assegurar uma frota com esse tipo de veículo, a FIPE atua como referência para o valor de mercado de reposição ou de indenização, conforme contratado. A partir desse valor, as seguradoras definem parâmetros de premiamento que consideram: o custo de substituição, a depreciação esperada com o tempo, o risco de sinistros e a exposição associada à operação de caminhões de alto desempenho. Em termos práticos, quanto maior o valor de mercado indicado pela FIPE para o conjunto veicular — levando em conta a configuração de motor, eixo, cabine e ano —, maior tende a ser o valor segurado e, consequentemente, o prêmio, desde que outros fatores de risco (hábitos de condução, histórico de sinistros, manutenção e qualidade da gestão de frota) estejam sob controle.

Por outro lado, a FIPE também ajuda a lidar com a depreciação ao longo do tempo. Caminhões de 2002, como o R-124 LA 400 6×2 NA 2p, entram em faixas de depreciação que refletem a evolução do mercado e a disponibilidade de peças. Seguradoras costumam ajustar prêmios com base na idade do veículo, no desgaste e na probabilidade de falhas mecânicas. Assim, ter uma base de dados como a FIPE facilita a comparação entre opções de seguro, a identificação de coberturas adicionais (como proteção veicular para perdas parciais, roubo, colisão, incêndio, assistência 24h, entre outras) e a tomada de decisão sobre a melhor estratégia de proteção para a frota.

Para quem gerencia uma frota, entender a relação entre o valor FIPE e as necessidades de seguro também significa planejar com antecedência a renovação de apólices, a incorporação de novos caminhões à frota e a renovação de contratos de leasing ou financiamento. Em cada etapa, o objetivo é equilibrar custo de proteção com a disponibilidade de recursos para manter a operação ininterrupta, reduzir o tempo de inatividade e assegurar a continuidade do serviço aos clientes.

Considerações práticas para gestores de frota e corretores

Ao lidar com oScania R-124 LA 400 6×2 NA 2p de 2002, alguns aspectos práticos ajudam a orientar a decisão de seguro com base na FIPE:

– Consistência de dados: manter um registro atualizado de configuração (motor, câmbio, cabine, eixos), quilometragem, histórico de manutenção e estado geral do veículo facilita a determinação do valor de referência e a seleção de coberturas adequadas.

– Regime de uso: caminhões empregados em longas viagens nacionais, com subidas frequentes ou cargas de alto peso, costumam exigir coberturas mais robustas, com cláusulas que contemplamEigências de ruína financeira, assistência em viagem e reposição de frota.

– Manutenção e confiabilidade: veículos bem mantidos reduzem o risco de sinistros mecânicos, o que pode refletir em prêmios mais competitivos e em condições mais favoráveis de cobertura.

– Análise de custos totais: além do prêmio, considerar o custo de reposição, a disponibilidade de peças e o tempo de imobilização em caso de sinistro ajuda a tomar decisões de seguro que minimizam impactos operacionais e financeiros.

Notas finais e convidando você a conhecer a GT Seguros

Entender a relação entre a Tabela FIPE e as especificações técnicas, bem como as variações decorrentes da configuração do veículo, é uma habilidade valiosa para quem opera frotas com caminhões pesados. Ao combinar o conhecimento técnico com uma avaliação consciente de segurança e proteção, é possível planejar melhor as operações, otimizar custos com seguro e manter a frota em funcionamento com maior tranquilidade. A Scania, como marca, mantém-se como referência de engenharia robusta, com foco em desempenho e confiabilidade — atributos que são valorizados pelas seguradoras e pelas empresas que dependem de entregas eficientes e seguras.

Se você busca uma proteção que combine com a robustez da Scania R-124 LA 400 6×2 NA 2p, pense também na tranquilidade de uma cobertura bem alinhada às necessidades do seu negócio. Uma forma prática de avançar nessa etapa é solicitar uma cotação personalizada, para entender quais cenários de seguro cabem ao seu perfil de frota e às características da configuração do seu veículo. Dados os desafios