Valor FIPE Atual
R$ 224.034,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513172-3
Ano: 2009-3
MêsPreço
Jan/26R$ 224.034,00
Dez/25R$ 224.461,00
Nov/25R$ 224.799,00
Out/25R$ 225.340,00
Set/25R$ 231.118,00
Ago/25R$ 237.045,00
Jul/25R$ 237.425,00
Jun/25R$ 237.663,00
Mai/25R$ 238.140,00
Abr/25R$ 238.355,00
Mar/25R$ 238.714,00
Fev/25R$ 238.858,00

Entenda a Tabela FIPE para o Scania R-440 A e as implicações da configuração 4×2/Hig. 3-eixos e 6×2 na avaliação de mercado

Quando se fala em usados pesados, como o Scania R-440 A de 2009, a referência da Tabela FIPE ganha importância prática para quem precisa planejar compra, venda e, principalmente, seguro. Diferentes configurações de tração e de chassis — como 4×2 com cabine alta (HIG.) e a alternativa 6×2 com eixo adicional — influenciam diretamente o valor de referência na FIPE, além de impactar custos de manutenção, desempenho em campo e, por consequência, a classificação de risco para seguros. Este texto, elaborado pela visão de uma corretora de seguros, busca esclarecer como interpretar a FIPE para esse modelo específico, quais itens compõem a ficha técnica, como a marca Scania agrega valor de revenda e quais fatores o segurador observa ao calcular prêmios. O objetivo é apresentar conteúdo educativo, com foco prático para quem atua ou investiga o segmento de transportes de carga.

Ficha Técnica resumida do Scania R-440 A (2009) — versão 4×2/HIG e opção 6×2

  • Marca e modelo: Scania R-440 A
  • Ano/versão: 2009 (variações de fábrica conforme configuração)
  • Configuração de chassi: opções 4×2 com cabine alta (HIG.) e a alternativa 6×2 com eixo auxiliar — ambas comuns na linha R, com distintas aplicações e capacidades curvadas pela demanda de mercado
  • Motorização: diesel turboalimentado, de alto desempenho, com potência nominal aproximada de 440 cv

Observação importante: a ficha técnica varia conforme a configuração exata de cada unidade. O conjunto 4×2 e o 6×2 possuem objetivos operacionais diferentes (capacidade de carga, estabilidade em pista, distribuição de peso, entre outros). Além disso, versões com cabine simples, cabine dupla ou cabines diferentes podem influenciar itens como consumo, peso bruto permitido e comportamento dinâmico. Por isso, ao consultar a FIPE ou ao receber uma proposta de seguro, confirme sempre a configuração específica do caminhão (número de eixos, tipo de cabine, sistema de freios e transmissão) para alinhar as expectativas de valor de referência e de coberturas.

Tabela FIPE SCANIA R-440 A 4×2 HIG. 3-Eixos/A 6×2 2p (die.) 2009

Sobre a marca Scania: tradição, inovação e confiabilidade no transporte de cargas

A Scania é reconhecida globalmente pela robustez de suas soluções para transporte de longo curso e operação de coleta e entrega de carga pesada. Com presença marcante no Brasil, a marca consolidou uma rede de assistência técnica, peças originais e programas de serviço que ajudam a manter a disponibilidade do veículo — um fator essencial no setor de logística, onde indisponibilidade significa prejuízo operacional. Além disso, a Scania investe continuamente em inovações para eficiência de combustível, redução de emissões e melhoria da segurança, o que se traduz em maior confiabilidade ao longo de uma vida útil longa. Do ponto de vista de seguros, a reputação da marca tende a favorecer a percepção de menor probabilidade de falhas graves em componentes críticos quando comparada a modelos de menor penetração no mercado, o que pode influenciar positivamente as propostas de cobertura, especialmente em termos de custo de assistência e disponibilidade de peças.

Desempenho, uso e maior adequação de cada configuração

O Scania R-440 A, quando comparado às versões com diferentes números de eixos, entrega um conjunto de atributos cuja utilidade depende do tipo de operação. Em linhas gerais, o 4×2 tende a ser mais ágil em trajetos rodoviários com cargas moderadas, favorecendo manobras, consumo relativo e manutenção geralmente menos complexa. Já o 6×2, com eixo auxiliar, oferece maior capacidade de tração em trechos com demanda de carga maior ou em ladeiras íngremes, além de distribuir melhor o peso em cenários de alta exigência de peso bruto total e de estabilidade em longas viagens. Em termos de manutenção, o maior número de componentes — como o segundo eixo traseiro e seus mecanismos — pode implicar em maior complexidade de reparo, o que, por sua vez, afeta o custo de seguro quando se avalia risco de roubo, dano e reparo. Em qualquer uma das configurações, o conjunto motor-transmissão-presas de segurança deve ser acompanhado de rotina de manutenção baseada no cronograma do fabricante para preservar a performance, o valor de revenda e as condições de cobertura de seguro.

Como interpretar a FIPE para este modelo específico

Para quem utiliza a FIPE como referência de valor, a diferença entre as variantes 4×2 e 6×2, bem como o estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e eventuais modificações no veículo, costumam influenciar significativamente o valor de referência na tabela. No caso do Scania R-440 A, os itens que costumam pesar na FIPE são a configuração de eixo (4×2 vs 6×2), a cabine e o estado geral do caminhão. Itens como peso de uso anterior, histórico de acidentes, atualizações de componentes críticos (sistema de freios, suspensão, eixos) e disponibilidade de peças originais podem refletir nas oscilações de preço de referência. Além disso, a idade do veículo — neste caso, um exemplar de 2009 — tende a introduzir uma defasagem natural no valor, ainda mais quando não houve atualização de componentes-chave ou renovação de cabine. Por fim, o mercado regional e o nicho de aplicação (transporte de carga geral, química, madeira, bebidas, entre outros) também pode favorecer ou reduzir a demanda por unidades com determinadas configurações, impactando as cotações de referência da FIPE para o veículo.

Mercado de usados, condições de valor e fatores que influenciam a proteção do veículo

O mercado de caminhões usados é sensível a vários fatores, entre eles a disponibilidade de unidades da mesma geração, as necessidades logísticas locais e as mudanças nas rotas de transporte. No que toca à proteção de seguros, algumas diretrizes ajudam a entender o que pode vir a impactar o prêmio: primeiro, o valor de referência FIPE da unidade específica, ajustado pela configuração de eixo, é um dos componentes centrais para dimensionar coberturas de casco e valor de reposição; segundo, o estado de conservação — incluindo itens como desgaste de motor, sistema de freios, suspensão e componentes de transmissão — também entra no cálculo do risco e nos custos de reparo; terceiro, a utilização operacional (longas distâncias, áreas com maior incidence de roubo ou vandalismo, rotas com tráfego intenso) influencia diretamente o nível de proteção que o segurador exige; e por fim, o histórico de sinistros do veículo e de sua frota associada costuma impactar o prêmio, com políticas que podem exigir franquias diferenciadas conforme o histórico de incidentes. Em resumo, compreender a FIPE dentro do contexto da configuração específica e do uso diário do veículo facilita a construção de uma apólice de seguro que combine custo x benefício com a proteção adequada à operação de transportes de carga pesada.

Considerações de seguro para caminhões Scania R-440 A (2009) e a relação com a FIPE

Ao pensar em seguro para um Scania R-440 A com configuração 4×2 ou 6×2, o corretor considera alguns pilares principais. Coberturas como casco total, responsabilidad civil facultativa, danos a terceiros, roubo e furto, incêndio e eventos naturais costumam compor o conjunto básico, com possibilidades de extensões para proteção de carga, assistência 24 h, guincho, dentre outras. A relação com a FIPE entra na definição do valor segurado (valor de reposição ou de referência) e, consequentemente, no recorte de prêmio. Veículos com valor de reposição mais próximo da FIPE costumam ter prêmios mais alinhados com o custo de substituição, enquanto veículos com histórico de alto risco ou com configurações menos comuns (por exemplo, 6×2 com eixo auxiliar em áreas com clima adverso) podem exigir avaliações adicionais de risco, o que pode repercutir em prêmios, franquias e condições de cobertura. Além disso, a disponibilidade de peças originais Scania, rede de atendimento (oficina credenciada, peças genuínas e tempo de disponibilidade de estoque) e a tolerância a indisponibilidades operacionais são fatores que o segurador analisa para oferecer condições eficazes de suporte em caso de sinistro.

Para quem busca previsibilidade financeira e tranquilidade operacional, entender a ligação entre a FIPE, a configuração do veículo e as coberturas de seguro é fundamental. A FIPE funciona como base, mas o seguro adequado leva em conta o uso real, a rota típica, o histórico de manutenção e o custo de reposição ou reparo em cada configuração. Uma avaliação cuidadosa ajuda a evitar surpresas e garante que, em caso de sinistro, a cobertura seja suficiente para manter a operação em funcionamento com a menor interrupção possível.

Se a necessidade é comparar propostas de forma eficiente, consulte sempre o estado atual do veículo, a configuração exata (4×2 ou 6×2, cabine, motor e transmissão) e o histórico de manutenção. Um acompanhamento com uma corretora especializada facilita a aquisição de coberturas alinhadas com a realidade da frota, o que pode resultar em proteção mais precisa com custo compatível.

Para quem está em busca de uma proteção que combine com a operação de transporte de cargas pesadas, vale considerar uma avaliação com a GT Seguros para uma cotação personalizada e adequada ao seu perfil de uso. Uma cotação bem estruturada pode trazer tranquilidade adicional para a gestão de riscos da frota.