Valor FIPE Atual
R$ 101.704,00
↓ 0,6% vs mês anterior
FIPE: 513067-0
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 101.704,00
Dez/25R$ 102.307,00
Nov/25R$ 102.461,00
Out/25R$ 102.708,00
Set/25R$ 103.038,00
Ago/25R$ 102.018,00
Jul/25R$ 102.487,00
Jun/25R$ 102.590,00
Mai/25R$ 102.796,00
Abr/25R$ 102.889,00
Mar/25R$ 103.044,00
Fev/25R$ 105.147,00

Panorama técnico e histórico da Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 320

A Tabela FIPE é um referencial fundamental no mercado automotivo brasileiro, especialmente para quem atua em seguros, financiamento ou avaliações de veículos usados. No universo de caminhões pesados, como o SCANIA T-113 H 320 4×2 2p (diesel) de 1996, entender como a FIPE estrutura os dados ajuda proprietários, corretores e seguradoras a terem uma base comum para estimativas de cobertura, valor de mercado e reposição de peças. Este post explora as nuances do modelo, a importância da marca Scania nesse espectro, a ficha técnica resumida e as implicações para seguros, sempre dentro do contexto específico do veículo citado e de sua faixa etária.

O que a Tabela FIPE representa e por que isso importa para seguros

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida mensalmente valores médios de veículos usados no Brasil, com base em pesquisas de mercado que envolvem revendas, concessionárias e negociações entre particulares. Para caminhões pesados, essa referência funciona como uma linha de referência tanto para sinistros quanto para prêmios de seguro, pois estabelece uma base comum de avaliação do veículo, independentemente do fabricante ou da região do país. No caso do SCANIA T-113 H 320, a tabela considera a idade, o estado de conservação, a configuração de motor, a cabine e, principalmente, a demanda de reposição de peças originais e de serviços de manutenção acessíveis na rede de serviço da marca.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1996

Para corretores de seguros, conhecer a variação da FIPE ao longo do tempo é crucial. Entre pontos relevantes estão: a evolução do desgaste natural de componentes do motor diesel, a disponibilidade de peças originais da Scania para veículos com mais de duas décadas de uso, e o histórico de uso do caminhão (plataformas, cargas, rotas rodoviárias, tempos de operação). Tudo isso influencia o valor de referência, que, por sua vez, impacta o prêmio do seguro, as condições de cobertura e as cláusulas de proteção veicular. Em síntese, a FIPE não é apenas um número; é uma ferramenta para orientar decisões de risco, custo e reposição.

Ficha técnica resumida do SCANIA T-113 H 320

  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado; cilindrada estimada em torno de 11 litros; potência nominal próxima de 320 cv.
  • Transmissão e tração: caixa manual com múltiplas velocidades (comúnmente 6 marchas); tração 4×2; cabine H (alta) com 2 portas.
  • Dimensões e uso: configuração de chassi pronta para carroceria de transporte de cargas; peso bruto total (PBT) e peso em ordem de serviço variam conforme o equipamento e a carroceria instalada.
  • Conforto e cablagem: cabine projetada para longas jornadas, com ergonomia para o motorista, boa visibilidade, sistemas de climatização e opções de suspensão da cabine para reduzir fadiga em rodovias.

A marca Scania: tradição e foco em caminhões robustos para o dia a dia do transporte

A Scania é uma das marcas mais conhecidas no segmento de caminhões pesados, com trajetória marcada por inovação tecnológica, robustez e uma ampla rede de serviço. Fundada na Suécia no final do século XIX, a Scania consolidou-se como parceira fundamental de frotas que dependem de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e assistência técnica de qualidade. Em veículos como o T-113 H 320, a tradição se traduz em motores de alto torque, sistemas de gestão de motor que favorecem a eficiência em longas distâncias e soluções de transmissão que buscam desempenho estável em diferentes tipos de carga e terreno.

Alguns pilares que costumam ser associados à Scania no mercado brasileiro e internacional incluem a disponibilidade de peças de reposição, a rede de manutenção autorizada e a ênfase em tecnologia para reduzir o consumo de combustível e as emissões ao longo da vida útil do caminhão. Mesmo em modelos de 1996, a marca costuma ser lembrada pela durabilidade, pela facilidade de identificar componentes compatíveis e pela possibilidade de recondicionamento de sistemas com suporte de peças originais. Em termos de reputação, a Scania costuma ser reconhecida por sua abordagem orientada a frota: soluções que ajudam a monitorar desempenho, programar manutenções preventivas e planejar custos de operação.

Implicações da FIPE para seguros e avaliação de risco com o SCANIA T-113 H 320

Ao lidar com um caminhão SCANIA T-113 H 320, 4×2 e de 1996, o avaliador de seguros costuma considerar uma série de fatores que se alinham ao que a FIPE reflete, junto aos elementos específicos do veículo. A idade do modelo é um ponto central: caminhões com mais de duas décadas tendem a exigir atenção redobrada quanto a peças de reposição, disponibilidade de componentes originais e testes de conformidade com padrões de segurança vigentes. A FIPE ajuda a estabelecer um patamar de referência, mas as seguradoras costumam complementar esse valor com avaliações de risco baseadas no histórico de sinistros, no uso da frota (rodovias versus trechos urbanos), na quilometragem percorrida e na manutenção regular.

Outro aspecto relevante é a vantagem de possuir uma rede de assistência técnica confiável. Caminhões com condições de manutenção adequada, registros completos de serviços e histórico de trocas de peças costumam apresentar melhores perfis de risco, impactando positivamente o custo do seguro. A T-113 H 320, por seu porte e configuração, geralmente se enquadra em seguradoras que trabalham com seguro de casco total, responsabilidade civil e, em alguns casos, proteção a terceiros, com opções de franquias alinhadas ao perfil de operação da frota. É comum que os seguros considerem fatores como tipo de carga transportada, roteirização, tempo de atividade da frota e o histórico de sinistros para calcular prêmios, deduções e eventual necessidade de itens de proteção adicionais, como dispositivos de rastreamento ou alarmes.

Vale destacar que a natureza diesel do veículo influencia a avaliação de risco ligado a incêndio, vazamentos ou falhas mecânicas que possam impactar a operação. A FIPE ajuda a estruturar o valor referencial, mas a cobertura efetiva depende de uma combinação de fatores: idade do veículo, estado de conservação, histórico de manutenção, garantia de origem das peças, tipo de carroceria instalada e uso real (longo percurso, transporte de cargas sensíveis, etc.). Em síntese, a integração entre o valor FIPE, o estado atual do veículo e a gestão de risco da frota resulta em um cenário de seguro mais alinhado com a realidade de uso.

Considerações finais sobre a proteção de um SCANIA T-113 H 320 na prática de seguros

Para quem administra uma frota ou utiliza um SCANIA T-113 H 320 de forma individual, compreender a relação entre a Tabela FIPE e as condições de seguro é essencial para evitar surpresas no momento de uma eventual indenização. A valorização pelo FIPE pode orientar o valor de referência para reposição, mas a proteção adequada deve considerar também o custo de manutenção, a disponibilidade de peças originais e a possibilidade de realizar upgrades de componentes críticos, como sistemas de freio, suspensão e motor, conforme necessário. A convivência entre a robustez do veículo e a evolução das normas de segurança e eficiência energética torna-se crucial ao pensar em renovação de apólices, reajustes de prêmio e possibilidades de coberturas adicionais que estejam alinhadas ao uso da operação.

Da mesma forma, entender os limites da FIPE e as particularidades do SCANIA T-113 H 320 ajuda o corretor a orientar o cliente sobre o que esperar de cobertura, franquias e assistência em caso de sinistro. A nota sobre histórico de manutenção, registro de serviços e conduta de operação também é um elemento essencial para moldar o perfil de risco e, portanto, o custo da proteção. Em veículos com esse perfil, a combinação de assegurabilidade com soluções de rastreamento, treinamento de equipes de operação e gestão de frotas pode representar ganhos significativos em segurança e redução de custos a longo prazo.

Em resumo, o SCANIA T-113 H 320 4×2 2p (diesel) de 1996, ao ser visto sob a lente da FIPE e do mercado de seguros, revela-se como um exemplo clássico de como valor de referência, confiabilidade de marca e gestão de risco se articulam para oferecer proteção adequada a veículos pesados usados em operações diversas. Um corretor experiente consegue traduzir esse conjunto de informações em opções de cobertura que contemplam tanto a proteção do patrimônio quanto a continuidade operacional da frota, com base em dados consistentes e atualizados.

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