| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 6.623,00 |
| Dez/25 | R$ 6.637,00 |
| Nov/25 | R$ 6.627,00 |
| Out/25 | R$ 6.562,00 |
| Set/25 | R$ 6.585,00 |
| Ago/25 | R$ 6.619,00 |
| Jul/25 | R$ 6.653,00 |
| Jun/25 | R$ 6.687,00 |
| Mai/25 | R$ 6.721,00 |
| Abr/25 | R$ 6.728,00 |
| Mar/25 | R$ 6.662,00 |
| Fev/25 | R$ 6.711,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Renault 19 RT 1.8/1.8i 1995 e seu papel no seguro automotivo
A Tabela FIPE funciona como um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Para quem atua no universo dos seguros, entender como esse índice é construído e como ele se aplica a modelos específicos como o Renault 19 RT 1.8/1.8i de 1995 é essencial para calibrar coberturas, franquias e níveis de proteção. Este texto explora, de forma educativa, a relação entre a ficha técnica do modelo, o posicionamento da marca Renault no mercado brasileiro e o modo como a FIPE impacta decisões de seguro. A ideia é fornecer uma visão clara e prática para quem acompanha a rotina de corretoras de seguros, avaliando não apenas o valor do veículo, mas os fatores que influenciam a proteção financeira ao longo da vida útil do automóvel.
Ficha técnica resumida do Renault 19 RT 1.8/1.8i (1995)
Observação: as especificações variam de acordo com o mercado e a edição. Abaixo, apresentamos uma visão consolidada da versão 1.8/1.8i, com foco nas informações mais relevantes para avaliação de seguro e manutenção:

- Motor e desempenho: motor 1.8 L (aprox. 1793 cm³), configuração de 8 válvulas, com injeção eletrônica na versão “1.8i”; potência geralmente estimada em torno de 90–95 cv, suficiente para uso urbano e deslocamentos rodoviários leves.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas; tração dianteira, característica comum aos sedans médios compactos da época.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo a 4,0 m; largura cerca de 1,66 m; altura por volta de 1,40 m; peso em ordem de marcha em torno de 940–980 kg; tanque de combustível com capacidade aproximada de 50 L.
- Carroceria e conveniência: sedan de 4 portas, com acabamento típico dos anos 90, priorizando conforto para a família e uso diário, com itens de conforto moderados pela linha da Renault.
Essa combinação de motor, câmbio e peso contribui para uma dirigibilidade estável, com consumo compatível ao porte do veículo para os padrões daquele período. No entanto, como se trata de um veículo com mais de duas décadas de uso, fatores como conservação, histórico de manutenções, e eventuais substituições de componentes podem influenciar diretamente o desempenho e os custos de seguro ao longo do tempo.
A marca Renault no Brasil anos 90: presença e impacto no mercado de sedans
Na década de 1990, a Renault consolidou no Brasil a sua linha de sedans acessíveis e voltados para o uso cotidiano. O Renault 19, lançado como uma evolução do R-9 e do R-11, representou uma aposta da marca na modularidade, conforto e praticidade para famílias que buscavam um veículo confiável, com manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças no mercado local. O design do Renault 19 aliou traços simples a soluções de conforto que eram valorizadas pelos consumidores da época, como espaço interno razoável, portabilidade e facilidade de condução urbana.
Além disso, a rede de assistência técnica e o ecossistema de peças genuínas ajudaram a manter a disponibilidade de serviços para clientes que optaram pelo Renault 19 ao longo dos anos. Em termos de seguro, marcas com presença consolidada costumam ter ofertas mais previsíveis em termos de disponibilidade de peças e histórico de sinistralidade, fatores que entram no cálculo de prêmios e apólices. Contar com um veículo que já tem boa documentação de manutenção, bem como peças de reposição acessíveis, costuma influenciar positivamente a relação entre o valor segurado e o custo do seguro, especialmente para modelos com histórico de proteção reconhecido pela seguradora.
Como a Tabela FIPE orienta o seguro de um Renault 19 RT 1.8/1.8i 1995
A Tabela FIPE traz um valor médio de referência para o processo de seguradora, aberta a variações conforme o estado do veículo, a negociação com a seguradora e a região de circulação. Para modelos antigos como o Renault 19 RT 1.8/1.8i, esse referencial ajuda a definir o valor base de indenização em caso de perda total, calcular prêmios de coberturas de terceiros, e dimensionar coberturas adicionais, como casco, danos a terceiros, incêndio e roubo. Vale destacar que o valor FIPE não deve ser entendido como preço de venda atual, mas como uma referência estável para harmonizar propostas entre o cliente, o corretor e a seguradora.
Ao interpretar a FIPE para esse modelo específico, é comum considerar que versões com a motorização 1.8i (injeção eletrônica) podem apresentar diferenças sutis de valor em relação à versão 1.8 com carburador, caso haja variações de componentes originais ou substituições. Além disso, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de sinistros e a presença de itens originais aumentam a atratividade do veículo aos olhos da FIPE e, por consequência, influenciam no cálculo de prêmio de seguro. Em termos práticos, quanto melhor o estado do carro (sem amassados estruturais, com pintura original e manutenção documentada), maior tende a ser o valor referenciado pela FIPE, o que pode se refletir em uma cobertura mais ajustada ao risco real do veículo.
Fatores que influenciam o valor FIPE deste modelo (4 itens essenciais)
- Conservação geral e histórico de manutenção: carros bem cuidados, com registro de revisões e peças originais, costumam apresentar base de valor mais estável na FIPE.
- Quilometragem e uso: veículos com quilometragem moderada e uso predominantemente urbano podem trazer um valor mais consistente, desde que comprovadas manutenções preventivas.
- Versão específica (1.8 vs 1.8i) e estado da injeção: diferenças entre sistemas de injeção e componentes relacionados podem influenciar o valor de referência na tabela.
- Acessórios originais e substituições: intactos ou substituídos por peças originais ajudam a manter o valor de referência alinhado com a realidade de mercado; itens não originais ou aftermarket pesam no ajuste do valor.
Ao considerar essas variáveis, a seguradora avalia o risco com mais precisão, refletindo no prêmio, nas franquias e nas coberturas selecionadas. Um corretor experiente utiliza a FIPE como base, mas também leva em conta particularidades do veículo, do proprietário e do uso para propor um plano de seguro adequado e financeiramente sustentável ao longo do tempo.
No terço final deste artigo, vale uma recomendação prática para quem está organizando as finanças do seguro: para planejar o custo de proteção do seu Renault 19 com tranquilidade, considere realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode esclarecer as opções de coberturas, limites e condições que melhor se encaixam ao seu perfil.
Em resumo, compreender o papel da FIPE no seguro do Renault 19 RT 1.8/1.8i de 1995 envolve considerar não apenas o valor de referência, mas também o estado do veículo, a manutenção realizada e os elementos que compõem a proteção desejada. A Renault, como marca, tem história sólida no Brasil, apresentando um portfólio de modelos que, mesmo após décadas, continuam sendo relevantes para quem busca um veículo econômico, confiável e com custo de propriedade compatível com o dia a dia. Ao alinhar a ficha técnica, o histórico da marca e as particularidades da FIPE, corretores e segurados podem construir soluções de seguro mais justas, transparentes e eficazes, assegurando tranquilidade ao conduzir um Renault 19 RT em qualquer trajeto.
