Valor FIPE Atual
R$ 122.569,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 513209-6
Ano: 1999-3
MêsPreço
Jan/26R$ 122.569,00
Dez/25R$ 125.071,00
Nov/25R$ 125.259,00
Out/25R$ 127.816,00
Set/25R$ 125.310,00
Ago/25R$ 127.868,00
Jul/25R$ 128.511,00
Jun/25R$ 129.182,00
Mai/25R$ 128.999,00
Abr/25R$ 129.648,00
Mar/25R$ 130.300,00
Fev/25R$ 130.955,00

Guia técnico e leitura da Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) Millen 1999

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o Scania T-124 GA 360 com configuração 6×2 NZ, ano Millen 1999. Este artigo orienta a leitura dessa tabela específica, destaca elementos relevantes da ficha técnica desse modelo e contextualiza o impacto dessas informações no planejamento de seguros e na gestão de frotas. Embora o foco seja a referência de preço, que é atualizada periodicamente pela FIPE, a compreensão de como esse dado é formado ajuda corretores, donos de frota e profissionais de seguros a entenderem variações de custo, de depreciação e de cobertura ao longo do tempo.

Antes de mergulhar na ficha técnica, vale situar o cenário. Caminhões pesados da família Scania, especialmente modelos da linha T, são conhecidos por combinar robustez, durabilidade e um compromisso histórico com a rede de serviço e disponibilidade de peças. A geração Millen, presente no final dos anos 1990, simboliza uma transição entre tecnologia mecânica tradicional e inovações que viriam a acelerar nos anos seguintes. Quando uma versão aparece com especificação 6×2 NZ, isso normalmente aponta para uma configuração com três eixos, sendo dois acionados e com um eixo auxiliar (tag) que pode ser não motriz, contribuindo para a manobrabilidade e para a capacidade de carga dependendo da aplicação. Esse tipo de informação técnica influencia diretamente o valor de revenda e, consequentemente, a avaliação para seguros.

Tabela FIPE SCANIA T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) / Millen 1999

Ficha técnica — Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) Millen 1999

  • Motor e desempenho: motor diesel Scania DC9 360, com deslocamento próximo de 9 litros; potência nominal em torno de 360 cavalos. Torque máximo na faixa de aproximadamente 1.500 a 1.700 Nm, variando conforme configuração exata do motor e da transmissão. Esse conjunto é compatível com operações de transporte de cargas de peso médio a pesado, oferecendo bom equilíbrio entre desempenho e durabilidade em curtas e longas jornadas.
  • Transmissão e tração: caixa de câmbio manual com várias marchas, tipicamente em torno de 9 velocidades, combinada a uma configuração de tração 6×2 NZ. A designação NZ indica a presença de um eixo auxiliar não motriz (tag) que pode ser acionado conforme a necessidade de carga e eixo, contribuindo para a sustentabilidade da carga útil e para o desempenho em subidas ou trechos com peso elevado.
  • Cabine, dimensões e conforto: cabine de 2 portas, com disposição orientada para o motorista e espaço de convivência compatível com uso diário em operações de transporte de carga. A linha T apresenta opções de leito ou de cabine com bom nível de ergonomia para longos períodos na estrada, com atenção à visibilidade, ao isolamento acústico e à habitabilidade, fatores que influenciam a produtividade do motorista e, indiretamente, os custos operacionais.
  • Pesos, tanque e capacidades: peso bruto total (PBT) típico para essa configuração fica próximo de faixas altas, com capacidade de carga útil ajustada pelas restrições legais e pelo conjunto de eixo. Capacidade de tanque de combustível em patamar relevante para longas jornadas, com 600 litros ou mais sendo uma referência comum. Essas características impactam diretamente a autonomia, o consumo por viagem e a necessidade de paradas para abastecimento.

Scania: qualidade, rede de assistência e reputação da marca

A Scania é sinônimo de engenharia voltada para o uso pesado e para a confiabilidade em aplicações de transporte de cargas diversas. A marca, originária da Suécia, consolidou ao longo de décadas uma reputação pela robustez de seus motores, durabilidade das transmissões e pela eficiência de consumo em rotas desafiadoras. Além disso, a rede de serviço da Scania — composta por concessionárias, oficinas autorizadas e centros de peças — oferece suporte contínuo, peças originais e atualizações técnicas, fatores críticos para frotas que dependem de disponibilidade de veículo na operação diária.

No contexto de seguros, a força de uma marca como Scania pode influenciar positivamente variáveis de cobertura, com histórico de menor taxa de sinistralidade para alguns perfis de máquina em comparação a marcas menos consolidadas, desde que haja manutenção regular, documentação adequada e histórico de uso previsível. O valor FIPE, por sua vez, incorpora não apenas a idade do veículo, mas também o estado de conservação, a quilometragem, as modificações e o histórico de acidentes, bem como o fator de depreciação esperado para caminhões da linha T com a configuração específica 6×2 NZ.

Contexto de uso e considerações sobre o modelo T-124 GA 360 6×2 NZ 2p

O Scania T-124 GA 360 com configuração 6×2 NZ é tipicamente utilizado em operações que exigem boa capacidade de carga aliada a alcance de atuação em diversos tipos de rodagem. É comum encontrá-lo em transportes rodoviários de cargas pesadas, distribuição regional com exigência de peso elevado ou serviços de fretamento que valorizam torque disponível para retomadas rápidas e estabilidade em subidas. A configuração 6×2 com eixo auxiliar possibilita adaptações simples para cenários de maior peso, sem exigir alterações estruturais significativas do conjunto de chassi.

Ao planejar a proteção de such veículo, é essencial considerar fatores que afetam a depreciação ao longo do tempo. A idade do modelo, a manutenção preventiva, o histórico de uso (horas de operação, rota frequente, condições de estrada) e a disponibilidade de peças tornam-se variáveis relevantes para corretores e gestores de seguros. A Tabela FIPE, por sua vez, é o referencial de mercado que agrega dados de transações de veículos usados, refletindo condições de oferta e demanda, variações econômicas e a percepção de valor de cada segmento de caminhões. Compreender esse conjunto de informações ajuda a calibrar coberturas, valores segurados e franquias, bem como a realizar previsões de custo de renovação de apólices ao longo dos anos.

Outro aspecto relevante é a manutenção preventiva. Caminhões Scania costumam exigir serviços especializados, principalmente para o motor DC9 360 e para componentes da linha de transmissão. A disponibilidade de peças originais, a periodicidade de trocas de óleo, filtros, correias, pneus e a checagem de sistemas de freios, suspensão e direção são elementos que influenciam diretamente a vida útil do veículo, a confiabilidade de rota e, por consequência, o custo de seguros e de reparos. Na prática, uma gestão de frota bem planejada, com agenda de revisões e acompanhamento por profissionais qualificados, tende a preservar o valor de mercado ao longo do tempo conforme aponta a FIPE, mantendo a viabilidade econômica de operações com esse tipo de configuração.

Leitura prática da FIPE para modelos Scania e dicas para seguros

A leitura da Tabela FIPE envolve entender que o valor indicado representa uma média de transações de veículos usados em determinadas faixas de ano/modelo, condicionadas por fatores como estado de conservação, quilometragem e histórico de sinistros. Em caminhões pesados como o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ, a depreciação pode ser mais acentuada em alguns cenários — por exemplo, em modelos com alta quilômetros ou com danos estruturais não reparados —, bem como quando há variações na configuração de eixo, na cabine ou em itens de conforto. Por isso, corretores de seguros costumam usar o valor FIPE como referência inicial, complementando com inspeção física, histórico de manutenção e avaliação de risco específico da frota para chegar a uma cobertura adequada.

Na prática, isso se traduz em algumas diretrizes úteis ao se contratar ou renovar um seguro para esse tipo de veículo:

  • Transparência sobre a configuração: informar exatamente a configuração 6×2 NZ, o ano de fabricação (Millen 1999) e a especificação de motor/caixa para alinhamento com a base FIPE e com a cobertura desejada.
  • Documentação de manutenção: manter prontas notas de serviço, boletins técnicos e histórico de trocas de componentes críticos, o que facilita o processo de avaliação de risco pela seguradora.
  • Avaliação de uso: descrever rotas, frequência de viagens, condições de estrada e peso médio de carga para ajustar o valor segurado à realidade operacional.
  • Aspectos de proteção: considerar cláusulas relacionadas a acessórios, pneus, peças de reposição e possíveis upgrades que venham a impactar o custo de reposição e a recuperação de valor em caso de sinistro.

Para quem administra frotas, a combinação entre o monitoramento do valor FIPE e a gestão de riscos ajuda a equilibrar custo de seguro, prêmio anual e a liquidez do veículo quando necessário. Em particular, caminhões Scania com configuração bem mantida costumam se manter estáveis em termos de depreciação, o que facilita decisões de renovação de frota e de reposição de ativos, especialmente em operações que exigem disponibilidade contínua de veículos para cumprir prazos de entrega e demanda de clientes.

Por fim, é importante destacar que, embora a tabela FIPE forneça uma referência essencial, o valor final segurado pode ser ajustado conforme regras internas de cada seguradora, políticas de cada corretora, e avaliação de risco individual. O que permanece constante é a necessidade de uma documentação sólida, manutenção regular e um bom histórico de confiabilidade da frota para obter condições mais favoráveis em seguros de caminhões pesados como o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) Millen 1999.

Se você está revisando a cobertura da sua frota com esse tipo de veículo, lembre-se: o objetivo é manter a operação segura, reduzir o risco de paradas não programadas e, ao mesmo tempo, assegurar que o valor segurado tenha resiliência diante de eventuais percalços. A leitura cuidadosa da FIPE, aliada a dados de manutenção e uso, oferece uma base sólida para decisões responsáveis e alinhadas com as metas da frota e do negócio.

Para apoiar a proteção fiscal e a gestão de riscos da sua frota, pense na possibilidade de obter uma cotação com a GT Seguros. Eles podem ajudar a traduzir as informações da FIPE em uma proposta de seguro que combine cobertura adequada com condições competitivas.