Valor FIPE Atual
R$ 112.919,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513111-1
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 112.919,00
Dez/25R$ 113.487,00
Nov/25R$ 114.058,00
Out/25R$ 114.632,00
Set/25R$ 115.209,00
Ago/25R$ 115.788,00
Jul/25R$ 116.370,00
Jun/25R$ 115.218,00
Mai/25R$ 114.078,00
Abr/25R$ 116.100,00
Mar/25R$ 116.684,00
Fev/25R$ 117.271,00

Guia completo da Tabela FIPE para o Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996: como interpretar o valor de referência e entender a ficha técnica

A Tabela FIPE é a referência nacional utilizada para estimar o valor de veículos usados, inclusive caminhões pesados. Quando o assunto é um modelo clássico como o Scania T-113 H 360, 6×2, 2eixos dianteiros e tração em dois eixos traseiros, movido a diesel e com cabine alta (H) fabricado em 1996, entender como a FIPE funciona fica ainda mais relevante para quem negocia seguros, transações de venda ou cotação de coberturas. Além de servir de base para estimativas de indenização em caso de sinistro, a FIPE também influencia a avaliação de depreciação ao longo do tempo, o que impacta diretamente na composição de coberturas, franquias e limites de cobertura. Ao mesmo tempo, vale destacar que esse conjunto de dados precisa ser interpretado com cuidado: veículos clássicos costumam apresentar variações de acordo com o estado de conservação, histórico de uso, alterações na carroceria ou no motor, além de particularidades regionais de mercado. Este artigo mergulha na Tabela FIPE para o Scania T-113 H 360 6×2 2p, abrindo espaço para a ficha técnica do veículo, características da marca e implicações para contratos de seguro.

Por que a Tabela FIPE é central para caminhões pesados como o Scania T-113 H 360

Para quem atua no setor de seguros, a FIPE representa uma referência crítica para o estabelecimento do valor segurado de um veículo usado. No entanto, caminhões com configurações especiais — como o 6×2 com cabine H, motores potentes e carrocerias específicas — exigem uma leitura cuidadosa, pois o valor de mercado pode ser impactado por fatores além do que a tabela registra em números brutos. A FIPE oferece um ponto de partida, que é complementado pela análise de documentação, histórico de manutenção, condições de uso (rodagem em pátios industriais, rotas de longa distância, tubulação de combustível, entre outros), e pelo estado físico do conjunto motor-cabine-carroceria. Em seguros, esse equilíbrio entre o valor de referência da FIPE e as particularidades do veículo ajuda a evitar subvalorizações ou supervalorização da proteção contratada. Do ponto de vista prático, entender esse equilíbrio facilita a negociação de coberturas como dano total, colisão, incêndio, roubo, bem como a definição de franquias compatíveis com o perfil de operação do caminhão.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996

Ficha técnica do Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996

Abaixo estão os aspectos técnicos que costum

Integração prática da Tabela FIPE na avaliação de um Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996 para seguros

Por que uma leitura cuidadosa da ficha técnica importa para seguros de caminhões com configurações especiais

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, inclusive caminhões pesados. Quando se trata de um Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996, a combinação de cabine de duas portas (2p), motor de alta potência (360 cv) e a configuração de tração 6×2 cria particularidades que vão além de um caminhão simples. A FIPE estabelece uma linha de base, mas o corretor de seguros precisa ajustar esse valor à realidade operacional: histórico de uso, estado de conservação, alterações estruturais e a segmentação de carga que o veículo costuma transportar. Esse equilíbrio entre o valor de referência e as condições reais evita subvalorizações que comprometam a proteção total e impede valor excessivo que encareça a apólice sem ganho correspondente em cobertura.

Ficha técnica aplicada ao Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996

Ao interpretar a ficha técnica do T-113 H 360 nessa configuração, destacam-se elementos que impactam diretamente o valor segurado. Abaixo estão os componentes típicos que costumam compor essa leitura, com foco naquilo que pode exigir ajuste na prática de seguros:

  • Motorização: motor diesel de alta potência, associado a torque considerável, o que influencia tanto o custo de reposição quanto o valor de reposição em caso de sinistro. A idade do veículo (ano 1996) reforça a necessidade de considerar desgaste, histórico de manutenção e disponibilidade de peças originais.
  • Transmissão: conjunto de câmbio apropriado para o serviço pesado, com possíveis variações entre manual de múltiplas marchas ou automática, refletindo no custo de manutenção e na confiabilidade operacional.
  • Tração e eixos: configuração 6×2 indica três eixos, com dois acionados e um eixo não motriz. Esse arranjo tem impacto na capacidade de carga, no comportamento de uso (em especial em terrenos com piso irregular) e, consequentemente, no valor de reposição de componentes como diferencial, eixo e suspensão.
  • Cabine e carroceria: cabine H de duas portas (2p) costuma envolver itens de custo diferenciado para reparo/possuibilidade de retoques estéticos e funcionais, especialmente se houver itens de conforto, painel, isolamento acústico e acessórios específicos para operação pesada.
  • Dimensões e peso: o conjunto carroceria–eixos determina o peso bruto total permitido e a área útil de carga, fatores que moldam o grau de risco em sinistros e, por consequência, o valor de reposição de itens estruturais.
  • Equipamentos e acessórios: plataformas, sistemas de fixação de carga, tanques lot, utilitários de serviço e outros itens que podem ter garantia de estoque de peças e disponibilidade de reposição, afetando o custo de reparo e o valor segurável.
  • Estado de conservação: condições da pintura, corrosão, integridade da cabine, sistema de freios, suspensão, sistema elétrico e motor — tudo isso influencia diretamente a avaliação do valor atual x valor de referência FIPE.
  • Histórico de uso: se o caminhão atua em rotas de longo percurso, pátios industriais, ou em operações com cargas especiais, há variáveis de risco que impactam o prêmio e o “valor de reconstrução” na seguradora.
  • Mercado regional: variações regionais podem alterar o preço de reposição, especialmente para modelos de nicho e configurações específicas como o T-113 H 360 6×2 2p.

Como a FIPE se ajusta para esse conjunto específico

A FIPE fornece uma linha de referência para o valor de venda de veículos usados. No caso do Scania T-113 H 360 6×2 2p, o ajuste de valor envolve levar em conta não apenas o número de identificação do veículo (chassi, motor, etc.), mas também a soma de fatores operacionais que a tabela não capta sozinha. A saber:

  • Configuração 6×2 pode ter valor de reposição diferente de 6×4 ou 4×2, devido à complexidade de suspensão, sistema de elevador/rastro e custo de peças específicas para esse eixo adicional.
  • Cabine H de duas portas pode ter menor valor de reposição comparado a cabines com maior habitabilidade, mas, dependendo das especificações, o custo de retrofit e personalizações pode ser relevante na soma segurável.
  • A idade do veículo (1996) impõe um fator de depreciação natural, mas pode ser compensado pela condição de conservação, pelo histórico de manutenção documentado e pela disponibilidade de peças originais ainda existentes no mercado.
  • O uso real (ou seja, o tipo de rota, tempo de atividade, intensidade de operação) influencia a depreciação acelerada em peças críticas, como motor, turbo, embreagem e sistema de freios, o que deve ser considerado no alinhamento entre valor FIPE e valor de reconstrução.

Processo prático de avaliação do valor segurado

Para chegar a uma cobertura justa e adequada, o avaliador deve percorrer etapas que conectam a referência FIPE ao estado atual do veículo e ao risco envolvido na operação. Um roteiro típico envolve:

  • Conferência de dados: comparar a descrição da FIPE (modelo, ano, configuração de eixo, cabine) com o veículo efetivo, assegurando que não haja divergências na identificação da configuração (6×2 2p) e no histórico de militarização.
  • Inspeção detalhada: avaliação visual e funcional de motor, transmissão, sistema de freios, suspensão, pneus, cabine e carroceria. Verificar pintura, corrosão, vazamentos, folgas, ruídos incomuns e prontidão operacional.
  • Histórico de manutenção: rastrear manutenções preventivas, substituição de componentes críticos, reparos de cabine e alterações de configuração que possam afetar o valor de reposição.
  • Itens adicionais: identificar acessórios especiais ou úteis que tenham impacto no custo de reposição, como sistemas de fixação, plataformas, tanques adicionais, ou adaptações de utilidade para operação específica.
  • Ajuste de depreciação: aplicar critérios consistentes de depreciação com base na idade, no uso e no estado de conservação, ajustando a posição entre o valor FIPE e o valor efetivo de reconstrução.
  • Documentação de suporte: reunir notas fiscais, laudos de inspeção, boletins de garantia, registros de sinistros anteriores e qualquer prova de histórico de serviço para fundamentar o valor segurado.

Implicações para o contrato de seguro

O valor segurado calibrado a partir da FIPE, complementado pela avaliação prática, determina várias cláusulas do contrato. Em especial, as seguintes áreas recebem atenção especial:

  • Coberturas: dano total, colisão, incêndio, roubo/furto e responsabilidade civil cobertura, cada uma com limites que consideram o valor de reposição e as condições de uso.
  • Franquias: a escolha de franquias compatíveis com o perfil de operação (caminhão pesado em rotas de longo alcance, com manutenção periódica) ajuda a manter o custo da apólice alinhado ao risco assumido pela seguradora.
  • Prêmios ajustados pela configuração: a configuração 6×2 2p, cabina H e idade do veículo podem exigir taxa de prêmio diferenciada, refletindo o risco de desgaste acelerado e o custo de reposição de componentes específicos.
  • Renovações e cláusulas especiais: cláusulas de valor de reparo incluindo peças originais, garantia de disponibilidade de peças e condições para reavaliação periódica, que ajudam a manter o contrato alinhado com a evolução do mercado e com a manutenção do veículo.

Boas práticas para avaliação de seguradoras e tomadores de decisão

Para quem atua no setor de seguros ou para motoristas e operadores, algumas práticas aumentam a precisão da avaliação:

  • Utilize a FIPE como referência-base, mas confirme com o laudo técnico o valor de reposição de itens específicos da configuração 6×2 2p.
  • Exija documentação clara de manutenção e histórico de sinistros, especialmente para caminhões com anos de uso acentuados.
  • Considere a situação de uso (rotas, pátios, condições de carga) ao definir franquias e limites de cobertura.
  • Solicite avaliação por técnico especializado em caminhões pesados para uma leitura precisa da condição do conjunto motor–cabine–carroceria.
  • Documente alterações relevantes, como melhorias de segurança ou modificações de utilidade, que possam impactar o valor segurado.

Para quem busca orientações especializadas sobre como harmonizar a Tabela FIPE com as particularidades do Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1996, a GT Seguros oferece suporte técnico e financeiro para apoiar decisões seguras e economicamente eficientes. Entre em contato para uma avaliação personalizada, com foco no equilíbrio entre proteção adequada e atividade operacional.