Valor FIPE Atual
R$ 170.009,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 508016-9
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 170.009,00
Dez/25R$ 170.333,00
Nov/25R$ 170.589,00
Out/25R$ 171.000,00
Set/25R$ 171.549,00
Ago/25R$ 171.911,00
Jul/25R$ 172.187,00
Jun/25R$ 172.360,00
Mai/25R$ 172.706,00
Abr/25R$ 172.862,00
Mar/25R$ 173.122,00
Fev/25R$ 173.226,00

Guia técnico da Tabela FIPE para o Marcopolo Volare Fly 2013 — Esc./Lot. W9/DW9 com motor diesel E5

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil para referência de valores de veículos usados. No contexto de seguros, para veículos de transporte de passageiros, como o Marcopolo Volare Fly na configuração Esc./Lot. W9/DW9, o valor FIPE serve como base para estimar o valor de mercado do bem e, consequentemente, para influenciar cálculos de prêmio, indenização e coberturas da apólice. A edição de 2013 deste modelo vem acompanhada de particularidades próprias da linha Volare, da carroceria Marcopolo e das características do motor diesel E5. Compreender esses elementos ajuda proprietários, motoristas e corretores a dialogar com mais clareza sobre seguros, responsabilidades e planejamento de custos.

Ficha técnica do veículo (versão 2013)

A seguir, apresenta-se uma visão resumida da ficha técnica típica associada ao Marcopolo Volare Fly, na configuração Esc./Lot. W9/DW9, diesel E5. Lembre-se de que, por se tratar de frota e de veículos com variações de lote, alguns itens podem sofrer pequenas alterações conforme a configuração escolhida pela operadora de transporte ou pelo fabricante da carroceria. Os dados abaixo refletem o conjunto geral de especificações observáveis nessa linha para o ano-modelo em questão.

Tabela FIPE MARCOPOLO VOLARE ESC./LOT. W9/DW9 FLY (dies.)(E5) 2013
  • Fabricante da carroceria: Marcopolo S.A.
  • Motorização e emissão: motor diesel, padrão E5
  • Configuração de transmissão: disponível em versões com transmissão manual ou automatizada, conforme o lote W9/DW9 Fly
  • Categoria e capacidade: micro-ônibus/van de passageiros, com ocupação variável de acordo com a configuração de poltronas; típica faixa de 20 a 30 ocupantes, dependendo da distribuição interna

Essa síntese mostra como diferentes componentes influenciam a avaliação do veículo para seguros. O conjunto motor-transmissão, a carroceria e a configuração de assentos impactam não apenas o desempenho e a manobrabilidade, mas também aspectos de risco, necessidades de manutenção e, por consequência, o dimensionamento de coberturas como roubo, colisão, danos a terceiros e proteção de frota. Para quem administra uma linha de fretamento ou turismo, entender a variabilidade entre Esc., Lot. e Fly ajuda a planejar prevenção, inspeções periódicas e estratégias de renovação de frota sem perder de vista a relação custo-benefício.

A marca Marcopolo: trajetória, inovação e presença global

Marcopolo é uma referência internacional na fabricação de carrocerias para ônibus. Fundada em 1949, na Serra Gaúcha, a empresa nasceu com o propósito de produzir carrocerias robustas para atender ao crescimento do transporte de passageiros no Brasil e, com o tempo, expandiu-se para mercados globais. A marca consolidou-se pela combinação de engenharia, ergonomia e durabilidade, elementos essenciais para operações de transporte que exigem alta disponibilidade de frota e baixo índice de falhas por quilometragem.

Ao longo das décadas, Marcopolo investiu em soluções que unem conforto ao uso diário, com atenção especial a acessibilidade, estabilidade e facilidade de manutenção. A colaboração com fabricantes de chassis, como Volare, gerou projetos adaptados a diferentes necessidades regionais, incluindo configurações voltadas a fretamento, turismo e transporte escolar. Essa sinergia entre carroceria e chassis permite a personalização de veículos para ambientes urbanos, rodoviários e intermunicipais, sempre com foco na segurança de passageiros e na eficiência operacional.

A presença internacional da Marcopolo contribui para uma rede de suporte técnico, peças e assistência que facilita a operação de frotas em diversos países. A empresa também vem promovendo iniciativas de sustentabilidade, buscando reduzir emissões, otimizar o peso das estruturas e incorporar materiais que melhoram o consumo de combustível sem comprometer a resistência. Em termos de inovação, a Marcopolo tem explorado recursos como soluções de conectividade, ergonomia de cabine, sistemas de climatização eficientes e opções de acessibilidade para diferentes tipos de passageiros. A trajetória da marca mostra, portanto, não apenas a produção de carrocerias, mas também a evolução de um ecossistema de transporte que envolve fabricantes, operadores e seguradoras em busca de soluções mais seguras e eficientes.

Entendendo a Tabela FIPE para esse modelo

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil. O valor publicado leva em conta dados de transações de veículos similares em condições consideradas ideais de uso, e é atualizado periodicamente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). No caso do Marcopolo Volare Fly 2013 com motor diesel E5, as informações da FIPE ajudam seguradoras e clientes a alinharem expectativas de indenização em casos de sinistro ou de substituição de veículo, especialmente quando há operações de fretamento ou turismo envolvidas na frota.

É importante compreender que o valor FIPE não é o preço de venda de um veículo específico na concessionária ou entre particulares. Trata-se de uma referência de mercado, que pode divergir conforme condições reais do veículo, quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção, disponibilidade de peças, variação regional e demanda de uso. Para frotas com operações de longo curso, a diferença entre o valor FIPE e o valor de aquisição original pode ser significativa, como também pode haver defasagem em períodos de volatilidade econômica ou sazonalidade de demanda. Por isso, corretores e gestores de frota costumam trabalhar com a FIPE como base, suplementando-a com dados adicionais internos da empresa para ajustar o prêmio de seguro de acordo com o perfil da operação.

Abaixo, pontos que costumam orientar a interpretação do FIPE para esse modelo específico:

  • Condição de conservação: veículos bem mantidos tendem a apresentar valores FIPE mais próximos ao pleno potencial de reposição ou indenização.
  • Quilometragem e uso: frotas de fretamento com maior desgaste podem sofrer depreciação adicional em avaliações de seguro, principalmente se o histórico de uso é intenso e repetido;
  • Configuração W9/DW9 Fly: variações de carroceria e distribuição interna podem impactar a avaliação, especialmente em itens de garantia de peças e na estimativa de reposição de componentes específicos;
  • Mercado regional e demanda: regiões com maior demanda por transporte de passageiros podem influenciar as avaliações de mercado de segunda mão, refletindo-se na referência FIPE.

Em termos práticos, para quem administra uma frota com esse modelo, é essencial manter documentação atualizada de manutenção, registrar a quilometragem com precisão e guardar históricos de inspeções. Esses elementos ajudam o corretor de seguros a dimensionar coberturas de maneira precisa, evitar sub ou superavaliação do veículo e assegurar que o prêmio reflita o risco efetivo da operação.

Implicações para seguro e gestão de riscos

Veículos de transporte de passageiros, especialmente aqueles usados em fretamento ou turismo, apresentam particularidades de risco que impactam a apólice de seguro. Entre os pontos relevantes estão a necessidade de coberturas adicionais, como proteção a frota, responsabilidade civil de passageiros, danos a terceiros, roubo e colisão, além de assistência 24 horas e cobertura de peças sobressalentes. A configuração de 2013, com motor diesel E5, sugere certos padrões de consumo e manutenção que também influenciam a escolha de coberturas e franquias.

Para quem atua no setor de seguros, é fundamental considerar fatores como a idade do veículo, o histórico de sinistros da frota, o regime de uso (fretamento, turismo, aluguel) e a qualidade do serviço de manutenção. Em veículos que operam com itinerários programados e com cadência de saída e retorno, a disponibilidade de peças, o tempo de reparo e a rede de oficinas autorizadas podem ter peso significativo na avaliação de risco e no custo total de propriedade. Além disso, a adoção de programas de prevenção, como inspeções regulares, rastreamento, dispositivos de monitoramento de desempenho e treinamentos de condutores, costuma reduzir sinistros e impactar positivamente o custo do seguro ao longo do tempo.

Práticas de gestão e dicas para proprietários de frota

Para otimizar o custo de seguro e manter a operação eficiente, algumas práticas costumam fazer a diferença. Primeiro, mantenha um cronograma de manutenção preventiva bem definido, com registro detalhado de cada serviço, peças substituídas e garantia de qualidade. Em segundo lugar, padronize a formação de condutores, com foco em condução econômica, frenagens suaves e uso adequado de dispositivos de segurança a bordo. Terceiro, avalie a possibilidade de programas de fidelidade de seguradoras que ofereçam descontos por histórico de sinistros reduzido e pela adoção de medidas de mitigação de risco. Quarto, revise periodicamente o valor de referência FIPE na apólice, para ajustar a cobertura de acordo com a evolução da frota, sem perder de vista o equilíbrio entre prêmio e proteção.

É válido também considerar estratégias de reposição de frota. Em modelos como o Marcopolo Volare Fly 2013, com idade avançada para uso corporativo, pode haver benefícios na atualização gradual da frota para reduzir riscos operacionais, ampliar confiabilidade de serviço e, consequentemente, manter prêmios mais estáveis ao longo do tempo. O equilíbrio entre investimento em renovação de veículos e custo de seguro é uma decisão estratégica que envolve análise de fluxo de caixa, demanda de serviço, disponibilidade de peças e condições de financiamento.

Conclusão e chamada para ação discreta

O conjunto de especificações do Marcopolo Volare Fly na configuração Esc./Lot. W9/DW9, com motor diesel E5, do ano 2013, ilustra bem como a Tabela FIPE funciona como referência de mercado para seguros. Compreender a relação entre a ficha técnica, a presença da marca Marcopolo no mercado, as particularidades da configuração de carroceria e as nuances da avaliação de preço pelo FIPE ajuda proprietários de frota e corretores a tomar decisões mais informadas, alinhando proteção, custo e operação. Lembrando que a FIPE oferece uma referência valiosa, mas a avaliação final para o seguro considera também o estado de conservação, o uso da frota, a quilometragem e o histórico de manutenção, entre outros fatores que compõem o risco real.

Para quem busca tranquilidade na gestão de riscos e proteção financeira de veículos de fretamento com essa configuração, uma cotação personalizada pode fazer diferença. Uma sugestão prática é consultar a GT Seguros, que oferece opções de cobertura adaptadas a frotas de transporte de passageiros. Para quem está em busca de proteção adequada, peça uma cotação com a GT Seguros.