Valor FIPE Atual
R$ 68.138,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 060008-3
Ano: 2010-3
MêsPreço
Jan/26R$ 68.138,00
Dez/25R$ 68.268,00
Nov/25R$ 68.371,00
Out/25R$ 68.536,00
Set/25R$ 68.757,00
Ago/25R$ 71.251,00
Jul/25R$ 71.366,00
Jun/25R$ 71.438,00
Mai/25R$ 71.582,00
Abr/25R$ 71.647,00
Mar/25R$ 71.755,00
Fev/25R$ 71.799,00

Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010 e o que isso significa para o seguro

A Tabela FIPE é amplamente reconhecida como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Em termos práticos, ela funciona como uma linha de base para seguradoras, concessionárias e compradores avaliarem o preço de mercado de um automóvel em determinado ano-modelo. Quando se fala de um modelo específico como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010, a leitura da Tabela FIPE não é apenas sobre o valor atual, mas sobre como esse valor se relaciona ao custo de uma eventual indenização ou de reposição no contexto de um seguro. Para seguros, esse parâmetro ajuda a calibrar o prêmio, a definição de coberturas e a necessidade de avaliações adicionais, levando em conta que o Marruá é um veículo com características bem próprias, ligadas a um uso utilitário fora de estrada, com histórico de produção mais restrito e público específico de compradores.

Antes de mergulhar nas implicações do FIPE para este modelo, é importante entender que o preço listado pela tabela é uma referência mediada por várias variáveis: condições de preservação, quilometragem, histórico de uso, versões e equipamentos instalados, além da idade do veículo. Em veículos com baixa tiragem de mercado ou com versões especiais — como o Marruá, que transita entre funções militares, agroindustriais e de defesa civil —, o valor de referência pode divergir significativamente conforme o estado de conservação. Por isso, seguradoras costumam combinar a leitura da FIPE com uma avaliação técnica ou com o histórico apresentado pelo proprietário para chegar a uma base de cálculo mais fiel ao valor recuperável em caso de sinistro.

Tabela FIPE Agrale MARRUÁ AM 200 2.8  CD TDI Diesel 2010

Neste cenário, o foco da Tabela FIPE não é apenas definir o quanto o veículo vale em si, mas orientar decisões de seguro que envolvem indenização, reposicionamento no mercado e substituição. A leitura cuidadosa dessa tabela, aliada à análise de documentação e de condições de uso, ajuda o corretor e o segurado a estabelecer coberturas proporcionais ao risco, evitando surpresas no momento de acionar o seguro. Quando o modelo é menos comum, como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel de 2010, é comum que o valor FIPE dependa de variações regionais de oferta e demanda, bem como de particularidades da configuração específica do veículo, que podem incluir acessórios, modificações leves para uso rural ou utilitário, e itens de segurança adicionais.

Ficha técnica do Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010

Agrale é uma marca brasileira com foco em veículos utilitários, de carga pesada e, historicamente, em aplicações off-road. O Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010 é uma dessas propostas que combinam robustez, capacidade de transitar por terrenos acidentados e utilidade prática para serviços que exigem confiabilidade de operação em áreas mais desafiadoras. Abaixo estão aspectos técnicos que costumam compor a ficha técnica desse modelo, com foco nas características mais recorrentes observadas na linha Marruá 2.8 CD TDI Diesel:

  • Motor: diesel turboalimentado com injeção direta (CD TDI) de 2,8 litros, projetado para oferecer boa resposta em baixa e média rotações, aliado a uma calibração voltada a torque no torque de saída para uso off-road.
  • Transmissão: manual, com múltiplas marchas, desenvolvida para manter tração estável em superfícies irregulares; a relação de marchas favorece arrancadas em terreno áspero e manutenção de velocidade em aclives.
  • Tração e drivetrain: sistema 4×4 com eixo dianteiro e traseiro mecânicos e, em muitos conjuntos, com redução para operações de baixa velocidade em trilhas, lama ou solo solto; diferencial central frequentemente configurado para melhor distribuição de torque entre as rodas.
  • Carroceria e finalidade: carroceria utilitária, com cabine voltada para funcionalidades de trabalho e caçamba ou plataforma de carga na traseira, priorizando durabilidade, facilidade de manutenção e capacidade de uso em atividades rurais, agrícolas ou de defesa civil.

Além dos itens acima, a ficha técnica típico do Marruá AM 200 contempla ainda aspectos que influenciam o uso e a manutenção, como suspensão robusta para absorver impactos, sistema de freios dimensionado para cargas de trabalho, e uma arquitetura de valoração que favorece reparos com peças de reposição acessíveis. Aletadas às condições reais de uso, as especificações técnicas podem variar entre versões ou lotes de produção, o que reforça a importância de consultar a documentação específica do exemplar em questão ao analisar seguro. Em termos de capacidades, o veículo é reconhecido por sua capacidade de operar fora de estrada, com boa ressalva de peso útil e porta-objetos, características que o tornam adequado para atuação em áreas rurais, de mineração, agricultura ou logística de campo, temas geralmente relevantes para seguros de veículos utilitários.

Sobre a marca Agrale

Agrale é uma empresa brasileira cuja trajetória está fortemente ligada à produção de veículos de uso prático e pesado para atuar em condições desafiadoras. Fundada com foco em atender demandas de transporte, agricultura e indústria, a marca consolidou nos anos uma linha de caminhões, tratores e, especialmente, veículos utilitários com tração nas quatro rodas. A Marruá, linha que ganhou notoriedade pelo equilíbrio entre robustez, capacidade de atuação em terrenos difíceis e custo de operação, representou um movimento estratégico da fabricante para atender tanto ao setor público quanto a aplicações civis de alto exigência. Em termos de reputação, a Agrale costuma ser associada a veículos que valorizam a simplicidade mecânica, a facilidade de manutenção local e a disponibilidade de peças, traits que se tornam decisivos ao planejar seguros para modelos que não são convencionais do mercado de automóveis de passeio.

Ao longo de sua existência, a empresa consolidou parcerias com redes de distribuição nacionais, além de manter um portfólio que contempla utilitários leves, veículos de carga e motores. O foco em soluções de campo, com adaptabilidade a diferentes ambientes de trabalho, faz com que o Marruá tenha uma identidade própria no ecossistema automotivo brasileiro. Para quem busca um veículo capaz de realizar tarefas desafiadoras com menor dependência de infraestrutura urbana, a marca traz a promessa de confiabilidade e disponibilidade de peças em vários estados do país. A integração entre projeto, fabricação e atendimento de pós-venda é um elemento que influencia o valor percebido pelo cliente e, por consequência, o tratamento conferido pela seguradora ao considerar o valor de reposição ou indenização no seguro.

Impacto da Tabela FIPE na avaliação de seguros para o Marruá

Quando a seguradora analisa o prêmio para um veículo como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010, a Tabela FIPE serve como referência inicial para o valor de mercado, mas não é o único determinante. Existem várias camadas que influenciam o prêmio final. A primeira é a própria condição de conservação do veículo: carros com pouca utilização em off-road, bem mantidos, com histórico de manutenção regular e sem alterações estruturais costumam ser avaliados como menos arriscados do que exemplares com desgaste elevado, danos não reparados ou alterações que possam comprometer a integridade do conjunto mecânico ou eletrônico. Em seguida, a documentação: a disponibilidade de manuais, notas fiscais de manutenção, registros de assistência técnica e histórico de sinistros impactam a avaliação de risco. Além disso, para modelos de nicho como o Marruá, o mercado de reposição pode exigir avaliações mais detalhadas ou notas técnicas que confirmem a procedência de componentes e a compatibilidade de peças com o veículo original.

Outro aspecto relevante é o uso. O Marruá é, por natureza, um veículo de utilidade com foco em terrenos desafiadores. A seguradora, portanto, pode considerar riscos específicos de uso off-road, como a frequência de tração em superfícies abrasivas, condições de solo instáveis ou atividades que aumentem a probabilidade de amassados de caçamba, arranhões de carroceria, ou desgaste de componentes da suspensão. Essas variáveis podem levar a alterações no valor segurado ou a escolhas de coberturas adicionais, como a inclusão de cobertura para acessórios instalados, proteção contra roubo em áreas de difícil acesso, ou a necessidade de avaliações adicionais em inspeção de sinistros.

É comum que a FIPE seja atualizada mensalmente com base em dados de mercado consolidados, mas modelos especiais de nicho podem exigir ajustes pontuais pelo corretor, pela seguradora ou por avaliações técnicas. Por isso, ao planejar a proteção do Marruá, é recomendável considerar não apenas o valor de referência da FIPE, mas também a condição real do veículo, o histórico de conservação, o valor de reposição com peças originais e o custo de mão de obra especializada. Essa abordagem reduz o risco de divergências entre o valor segurado e o custo de reparo efetivo, o que, por sua vez, protege o segurado de perdas financeiras indevidas em caso de sinistro.

Adicionalmente, quando se fala de veícu­los menos comuns, alguns contratos de seguro trabalham com cláusulas específicas para guarnecer o valor de reposição integral ou parcial em função de peças originais de origem nacional ou importada, bem como para a cobertura de itens especiais instalados pelo proprietário. A adequada classificação do modelo na apólice — incluindo versão, ano de fabricação, quilômetros percorridos, e condições de uso — ajuda a evitar sub ou superavaliação do prêmio. Em síntese, a leitura da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2010 deve ser encarada como ponto de partida, complementada por uma avaliação objetiva da condição atual do veículo e por acordos de cobertura que reflitam o perfil de uso do comprador e as exigências da operação que o veículo desempenha.

Aspectos práticos para segurados que possuem um Marruá

Para quem detém ou pretende adquirir um Marruá, algumas práticas simples podem facilitar a relação com o seguro e com a FIPE. Primeiro, manter um prontuário de manutenção atualizado ajuda a justificar o estado de conservação diante da seguradora. Em segundo lugar, registrar quaisquer alterações em relação à configuração original — como acessórios, reforços de caçamba, proteções adicionais ou melhorias mecânicas — pode exigir ajuste de coberturas. Em terceiro lugar, conservar documentação de compra, notas fiscais de peças e comprovantes de serviço é útil para revalorar o veículo ao longo do tempo, respeitando as flutuações da FIPE. Por fim, é recomendável verificar regularmente a necessidade de revisões na apólice, especialmente se o uso do Marruá mudar de mero veículo utilitário para uso contínuo em operações rurais, de defesa civil ou de logística em áreas remotas. Essas mudanças podem justificar ajustes na cobertura, franquias ou limites de indenização, de modo a evitar lacunas na proteção.

Quando o assunto é sinistro, a TIPE ou o valor de reposição deve ficar alinhada com a orientação da seguradora. Em muitos casos, as apólices preveem indenização com base no valor de reposição de Novo, na Tabela FIPE ou em um valor acordado previamente, conforme o tipo de contrato contratado. A escolha entre reposição integral ou indenização parcial influencia diretamente o impacto financeiro e a continuidade das operações do proprietário. Em plataformas de venda de seguros, a leitura cuidadosa da cláusula de indenização e a verificação de coberturas adicionais — como danos a terceiros, responsabilidade civil ambiental, guincho e avarias em acessórios — ajudam a estruturar uma proteção robusta sem custos desnecessários.

Para quem busca orientação prática, vale lembrar que o corretor tem papel essencial nesse processo. Um corretor experiente consegue cruzar a leitura da FIPE com o estado real do Marruá, o uso previsto,