| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 6.396,00 |
| Dez/25 | R$ 6.409,00 |
| Nov/25 | R$ 6.419,00 |
| Out/25 | R$ 6.494,00 |
| Set/25 | R$ 6.532,00 |
| Ago/25 | R$ 6.546,00 |
| Jul/25 | R$ 6.557,00 |
| Jun/25 | R$ 6.564,00 |
| Mai/25 | R$ 6.579,00 |
| Abr/25 | R$ 6.613,00 |
| Mar/25 | R$ 6.623,00 |
| Fev/25 | R$ 6.628,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta avaliações e seguros para o Hyundai Elantra GLS 1.6 1994
Quando se trata de seguros de automóveis, a forma como o valor do veículo é estimado importa. Para veículos usados no Brasil, a Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência amplamente utilizada por seguradoras, compradoras e vendedores. No caso específico do Hyundai Elantra GLS 1.6, ano-modelo 1994, essa tabela cumpre o papel de indicar um valor médio de mercado que serve como base para cálculos de cobertura, indenização e precificação de seguros. Compreender o funcionamento da FIPE ajuda o consumidor a entender por que determinadas margens de prêmio são aplicadas, como a depreciação pela idade do carro e quais fatores adicionais podem alterar o valor consultado pela seguradora. A seguir, exploramos a fundo o que é a Tabela FIPE, como ela se aplica ao Elantra GLS 1.6 1994 e por que isso é relevante para quem busca proteção veicular com qualidade.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o Hyundai Elantra GLS 1.6 1994
A Tabela FIPE é um levantamento mensal que reúne preços médios de veículos usados no mercado brasileiro. Ela não representa o preço de venda de um carro específico, mas sim uma referência de valor de mercado para cada modelo na faixa etária correspondente. Esse instrumento é amplamente utilizado como base pela indústria de seguros para estimar o “valor de reconstrução” ou o “valor de indenização” em casos de colisões, roubo ou perda total. No contexto do Hyundai Elantra GLS 1.6 1994, a FIPE atua como bússola para entender o quanto um exemplar típico dessa geração vale, considerando a idade, a configuração de motor, o tipo de câmbio e a popularidade do modelo no mercado de usados. Ao longo dos anos, esse referencial passou a influenciar também decisões de garantia estendida, de cobrança de franquias e de reajustes anuais de contrato. Em síntese, a FIPE serve de ponto de partida para alinhar expectativas entre o segurado, a seguradora e o corretor.

É importante notar que a FIPE não é o único índice disponível no ecossistema de avaliações de veículos usados. Existem tabelas privadas, consultas regionais e avaliações de mercado que podem divergir do valor calculado pela FIPE. Contudo, a referência FIPE continua sendo a mais difundida no Brasil por oferecer uma linha de base padronizada e amplamente aceita pelo setor de seguros. Ao trabalhar com o Elantra GLS 1.6 1994, essa referência ajuda a estabelecer uma faixa de valor que respalda a construção de apólices coerentes, evitando surpresas tanto para quem faz a cotação quanto para quem precisa acionar o seguro no momento de uma eventual indenização.
Para entender como a idade do veículo, o uso diário e a condição geral influenciam a variação do valor FIPE, vale observar alguns aspectos que costumam impactar a leitura dessa tabela ao longo de um ano: a desvalorização convencional de carros com mais de duas décadas de uso, a demanda por modelos de linha esportiva ou de família da época, além de variações regionais de oferta e procura. Embora o Elantra GLS 1.6 1994 tenha características técnicas definidas, cada unidade pode apresentar condições diferentes de conservação, quilometragem, histórico de manutenções e substituições de componentes. Essas variáveis costumam ajustar o valor apurado pela FIPE em uma operação de seguro real, sempre dentro do marco de referência da tabela.
Por fim, a atualização mensal da FIPE é relevante para o cálculo de reajustes. Mercados e condições de uso mudam com o tempo, e os seguros costumam incorporar essas oscilações para manter a cobertura alinhada com o que seria praticado em termos de mercado. Em termos simples: quando a FIPE sobe, o valor de referência pode aumentar; quando a FIPE cai, o valor de referência tende a recuar. Essa dinâmica é relevante para quem possui um Hyundai Elantra GLS 1.6 1994 e busca uma proteção que reconheça, de modo equilibrado, a realidade de uso e de mercado do veículo.
Ficha técnica do Hyundai Elantra GLS 1.6 1994
Abaixo apresentamos uma síntese prática das características técnicas típicas desse modelo, com observação de que variações regionais e de configuração podem ocorrer. A ficha técnica ajuda o leitor a entender o que, em termos básicos, define o veículo e como isso se conecta à forma como ele é avaliado pela FIPE e pelas seguradoras.
- Motorização: 1.6 L (1597 cm³) – quatro cilindros
- Transmissão: Manual de cinco marchas ou automática de quatro marchas, dependendo da versão disponível no mercado
- Tração: Dianteira
- Capacidade do porta-malas: aproximadamente 350 litros
Além desses itens, é comum encontrar referências adicionais na ficha técnica, como combustíveis preferenciais (gasolina), configuração de assentos para cinco ocupantes, tipo de suspensão (dianteira MacPherson e traseira com eixo rígido, típico da época), além de parâmetros de dimensionamento (comprimento, largura, altura) que variam levemente conforme a carroceria específica do exemplar. Em termos de desempenho, é comum falar em potências na faixa de aproximadamente 95 a 110 cavalos de potência, com torque em níveis que giram em torno de 12 a 15 kgf·m, dependendo da configuração de motor e câmbio. Esses números ajudam a compor o perfil de consumo, manutenção e, por consequência, a avaliação de valor na FIPE e no seguro. A mensagem central é que a geração GLS 1.6 de 1994 é um veículo da época com características próprias de projeto e construção, que ainda pode oferecer satisfação de uso hoje em dia, desde que mantido em bom estado de conservação.
As dimensões completas variam, mas, de modo geral, esse Hyundai Elantra de quarta geração apresentava proporções compatíveis com sedãs compactos contemporâneos: espaço interno adequado para cinco ocupantes, porta-malas que atendia às necessidades de bagagem do dia a dia e um conjunto de suspensão que buscava equilíbrio entre conforto e estabilidade. Ao considerar a FIPE, essas características ajudam a explicar por que diferentes unidades do mesmo modelo podem apresentar valores ligeiramente diversos, mesmo dentro do mesmo ano-modelo. A atenção ao estado de conservação, à quilometragem e ao histórico de manutenção costuma ser determinante na prática de seguro, influenciando o ajuste fino entre a referência FIPE e a realidade do veículo avaliado.
A marca Hyundai e o valor do Elantra GLS 1.6 1994 no Brasil
A Hyundai iniciou sua trajetória industrial na Coreia do Sul, com ambições voltadas para a produção de veículos acessíveis, confiáveis e com boa relação custo-benefício. Ao longo das décadas, a marca consolidou-se como uma das grandes fabricantes globais, expandindo a presença em diversos mercados, incluindo o Brasil. No país, a Hyundai construiu uma reputação associada a automóveis práticos, com design moderno para a época e engenharia que priorizou durabilidade para uso diário. O Elantra, em especial, chegou ao Brasil em versões de sedan de porte compacto, adequadas ao ambiente urbano e às rotinas familiares. Mesmo quando a linha evolui para gerações mais novas, modelos como o Elantra GLS 1.6 de 1994 permanecem relevantes como referência histórica para entusiastas, colecionadores ou usuários que precisam compreender como os veículos de gerações anteriores eram estruturados, mantendo um papel contínuo na memória automotiva brasileira.
Do ponto de vista de seguros, a marca Hyundai é reconhecida pela disponibilidade de peças de reposição, redes de assistência técnicas bem estabelecidas no Brasil e uma reputação de confiabilidade que ajuda a sustentar práticas de avaliação de risco. O histórico de engenharia da Hyundai, aliado ao perfil do Elantra GLS 1.6 1994, resulta em um conjunto de fatores que as seguradoras consideram durante a cotação: o estágio de envelhecimento do veículo, a probabilidade de disponibilidade de peças originais, a facilidade de manutenção e o custo de reparos. Em síntese, a marca, com seu posicionamento de fabricante global, oferece uma base de confiança para quem contrata seguro, especialmente quando se busca uma cobertura que respeite o valor de mercado indicado pela FIPE sem distorções indevidas devido a particularidades pontuais do veículo.
Como a FIPE se conecta ao seguro do Hyundai Elantra GLS 1.6 1994
Para quem tem o Hyundai Elantra GLS 1.6 1994, entender a interface entre a FIPE e o seguro é essencial para alinhar expectativas de proteção. A seguir, destacamos pontos-chave sobre essa relação, que costumam influenciar o atendimento de uma corretora de seguros e a formalização de uma apólice adequada:
- A FIPE oferece uma referência de valor de mercado que serve de alicerce para a indenização em casos de perda total, colisão ou roubo. Esse valor não é o preço de compra do veículo, mas um parâmetro para mensurar o que a seguradora deverá pagar, com ajuste às circunstâncias da ocorrência.
- O prêmio do seguro, em muitos contratos, tem como componente principal o valor segurado. Valores baseados na FIPE ajudam a calibrar esse parâmetro, reduzindo ou aumentando o custo da apólice conforme o valor de referência evolui ao longo do tempo.
- Com o passar dos anos, a depreciação natural envolve o veículo na tomada de decisão da seguradora. Carros mais velhos, como o Elantra GLS 1.6 de 1994, costumam ter prazos de cobertura específicos, franquias associadas e possibilidades de adesão a coberturas adicionais, dependendo do histórico do veículo e da apólice escolhida.
- A condição do veículo, incluindo quilometragem, histórico de manutenções, peças originais utilizadas, estado de conservação e eventual modificações, pode fazer com que o valor de indenização seja superior ou inferior ao valor FIPE. Por isso, a avaliação técnica prévia e a boa documentação ajudam a reduzir surpresas no momento de acionar o seguro.
Para quem está avaliando seguro para o Elantra GLS 1.6 1994, é comum que a corretora use a FIPE como referência, mas acrescente cláusulas que respondam às particularidades do veículo — como a valorização de itens originais ou a necessidade de peças de reposição genuínas. O objetivo é garantir que a cobertura se ajuste ao que o veículo realmente vale no momento da contratação e ao que ele pode exigir na hipótese de sinistro. Nesse sentido, o papel do corretor é facilitar o entendimento entre a tabela, o estado do carro e as opções de proteção disponíveis no mercado, sempre com foco na segurança do proprietário e na viabilidade de reparos rápidos, caso haja necessidade.
Se você está buscando entender como transformar essa referência em uma proteção mais aderente ao seu perfil, é sensato conversar com uma corretora que entenda de carros antigos e de seguros. Um consultor pode orientar sobre a melhor configuração de coberturas, franquias, assistência 24h e opções de proteção veicular, levando em conta a realidade de uso do Elantra GLS 1.6 199
