Valor FIPE Atual
R$ 14.950,00
↑ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 022056-6
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.950,00
Dez/25R$ 14.892,00
Nov/25R$ 14.831,00
Out/25R$ 14.867,00
Set/25R$ 14.916,00
Ago/25R$ 14.860,00
Jul/25R$ 14.854,00
Jun/25R$ 14.869,00
Mai/25R$ 14.899,00
Abr/25R$ 14.760,00
Mar/25R$ 14.701,00
Fev/25R$ 14.634,00

Análise prática da Tabela FIPE para o Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor médio de negociação de veículos usados. Ela serve como base para orçamentos de seguro, avaliação de veículos na hora da troca ou venda e também como referência em processos de financiamento. Para modelos especiais ou de séries antigas, como o Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 de 1996, entender como a FIPE classifica e atualiza esses dados ajuda tanto o corretor quanto o proprietário a tomar decisões mais embasadas. Importante: os valores da Tabela FIPE aparecem no topo deste post e não são repetidos ao longo do texto. O objetivo aqui é explicar como ler essa tabela para o exemplar específico do Galant e como isso impacta a visão educativa sobre seguros e planejamento financeiro.

Ficha técnica do Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996

A ficha técnica de um carro é como um mapa que descreve as suas características técnicas essenciais. No caso do Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996, a ficha técnica, quando consultada pela FIPE ou por catálogos da época, destaca elementos que influenciam não apenas o desempenho, mas também o custo de reposição e a avaliação de seguro. Abaixo estão os componentes-chave, apresentados de forma didática para facilitar a compreensão pelos profissionais de seguros e pelos interessados em entender o contexto técnico do veículo:

Tabela FIPE Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996
  • Motor e transição de energia: motor V6 associado a um deslocamento típico de 2.0 litros, refletindo uma configuração que busca equilíbrio entre desempenho e consumo para a época.
  • Transmissão: opções de câmbio variando entre manual (com mais de uma marcha) e automática, conforme lembranças de catálogo da época, com foco na flexibilidade de uso diário.
  • Tração e chassis: tração dianteira com suspensão dianteira do tipo MacPherson e eixo traseiro com configuração independente, visando conforto em piso urbano e bom comportamento em rodovias.
  • Dimensões gerais e peso: carrocerias sedã de quatro portas, com espaço interno adequado para família e bagagem, mantendo o equilíbrio entre largura, altura e comprimento que favorecem a estabilidade de condução. Valores exatos de comprimento, largura e peso variavam conforme o ano-modelo e as especificações regionais, mas o conjunto geral seguia esse patamar.

Observação sobre a ficha: a descrição acima reflete a leitura típica de fichas técnicas associadas a versões GS com motor V6 na faixa de 1990–1996, mas é comum encontrar pequenas variações entre os mercados (Brasil, Japão e outros). Ao consultar a FIPE, é comum que o registro associe o modelo a uma variação de motor e a uma faixa de equipamento, o que pode influenciar o valor de referência na hora de cotar seguros ou de participar de negociações. Reforçando: os números exatos variam conforme o ano-modelo específico e a origem do registro, por isso a leitura cuidadosa da descrição na Tabela FIPE é essencial para evitar distorções na percepção de preço.

Sobre a marca Mitsubishi

A Mitsubishi Motors é uma fabricante japonesa com histórico consolidado na indústria automobilística global. Fundada em um grupo empresarial milenar com forte foco em tecnologia, a marca tornou-se conhecida por suas soluções em propulsion, engenharia de chassis e, especialmente, por linhas que combinam robustez com autonomia. O portfólio histórico da Mitsubishi inclui modelos que marcaram época, como sedãs, esportivos de performance e SUVs robustos, muitas vezes adotando soluções técnicas avançadas para a época de lançamento. A marca também teve participação expressiva em provas de rali e em outros campeonatos de motorsport, o que ajudou a projetar uma imagem de confiabilidade e engenharia orientada para o desempenho. Em termos de público-alvo, a Mitsubishi agregou valor com carros que primavam pela experiência de condução, durabilidade de componentes mecânicos e disponibilidade de peças na rede de assistência técnica, fatores que influenciam diretamente o custo de seguros para proprietários de modelos mais antigos. Hoje, a marca continua sendo reconhecida por seu portfólio diversificado, que transita entre utilitários, sedãs de uso cotidiano e opções que ainda despertam curiosidade entre fãs de automóveis de legado. A compreensão da história da marca ajuda a contextualizar por que determinados modelos, mesmo com décadas de uso, permanecem relevantes para colecionadores e entusiastas, além de influenciar percepções de valor no mercado de seguros.

Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo

Interpretar a Tabela FIPE envolve entender o papel de cada elemento que a compõe e como isso se traduz em valores de referência para seguro e negociações. No caso do Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996, alguns aspectos são particularmente relevantes:

1) Ano-modelo e variações de motor: a FIPE segmenta os dados por ano-modelo, refletindo mudanças de equipamento, revisão de motor e alterações de design que ocorreram ao longo dos anos. Para o Galant de 1996, o registro pode aparecer sob uma faixa de anos com pequenas diferenças entre versões GS com motor V6. É comum que o valor de referência varie conforme o ano-modelo específico, mesmo dentro da mesma denominação de versão, porque pequenas evoluções de fábrica podem impactar a perceção de valor no mercado.

2) Versão e equipamentação: variantes de sedãs da Mitsubishi, como o GS, costumavam incluir alfabetos ou códigos de versão que sinalizam itens de conforto, segurança e acabamento. A FIPE leva em conta essa diferenciação, pois itens como ar-condicionado, sistema de som, airbags ou ABS podem influenciar o preço de reposição na base de dados. Embora essas diferenças não alterem a identificação do modelo, elas afetam o valor de referência utilizado pelo corretor de seguros para a apólice e para o cálculo de indenização em caso de colisão ou roubo.

3) Condição de conservação e histórico de uso: a FIPE registra o valor com base em dados de mercado, que incluem anúncios, negociações e avaliações de avaliadores. Em veículos de identidade histórica, como o Galant GS 1996, a depreciação tende a seguir um caminho diferente de modelos atuais. Um veículo bem conservado, com histórico de revisões em dia e com documentação completa, pode manter o valor de referência próximo ao valor de mercado, enquanto unidades com baixa manutenção ou com sinais de desgaste severo tendem a ficar abaixo da média. Para seguradoras, isso traduz-se em variabilidade de indenização e, por consequência, em opções de cobertura mais adequadas.

4) Estado de conservação e adicionais: itens adicionais, como sistemas de segurança, alarmes, cabo de rebatimento de bancos, rodas, pneus e acessórios originais, influenciam a percepção de valor na FIPE. Embora a base seja sistematizada, o mercado entende que versões bem equipadas ou com acessórios originais podem ter um valor de reposição diferente, o que se reflete na apólice de seguro. Por isso, ao preparar um orçamento para seguro, é recomendável uma descrição clara do equipamento de série e de eventuais extras, para que o valor estimado de indenização reflita a realidade do veículo.

Importante para o usuário: a FIPE serve como referência, não como preço fixo de venda. O valor apresentado na tabela é uma estimativa de mercado que pode divergir do preço efetivo em uma transação específica. Quando o proprietário ou o corretor de seguros utiliza esse valor como base, é essencial considerar a finalidade da apólice – indenização em caso de sinistro, valor de reparo ou substituição – para ajustar coberturas e limites. Mantendo o foco no caso do Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 1996, a leitura cuidadosa da FIPE ajuda a alinhar expectativas com o que o seguro pode oferecer.

Impacto do perfil do veículo na seguradora

Segurar um carro antigo como o Mitsubishi Galant GS 2.0 V6 de 1996 envolve particularidades que vão além do preço de reposição na FIPE. A seguradora analisa uma série de fatores que, juntos, ajudam a calcular o prêmio, o valor de indenização e as condições de cobertura. A seguir, alguns aspectos relevantes para quem planeja contratar ou renovar uma apólice:

1) Custo de reposição e peças de mercado. Vehículos mais antigos geralmente enfrentam dificuldade de reposição de peças originais. A indisponibilidade ou o custo elevado de componentes específicos pode impactar o valor de indenização e a necessidade de reposição com peças usadas ou compatíveis. A FIPE serve como referência, mas a seguradora avalia também o custo de reposição com peças novas, originais ou paralelas, dependendo do acordo de cobertura escolhido.

2) Histórico de manutenção e estado atual. Um Galant bem cuidado — com revisões em dia, histórico comprovado e documentação organizada — tende a oferecer um perfil de risco mais estável para o seguro. Por outro lado, carros com histórico de colisões, problemas estruturais ou manutenção irregular apresentam maior probabilidade de sinistros futuros, o que pode influenciar o valor do prêmio ou exigir coberturas adicionais de proteção.

3) Equipamentos de segurança e proteção antirroubo. Itens como alarmes, imobilizadores, travas adicionais, sistema de imobilização e, quando presente, airbags e freios com assistência podem reduzir o risco percebido por parte da seguradora. Mesmo em veículos de idade, a presença de dispositivos de segurança tende a impactar positivamente as condições de apólice, já que reduzem a probabilidade de perdas significativas.

4) Perfil de uso e localização. A forma como o veículo é utilizado (uso urbano, viagens curtas, uso sazonal) e a região onde circula influenciam a incidência de sinistros. Áreas com maior incidência de roubo, por exemplo, podem exigir coberturas com itens adicionais ou ajustes de prêmio, independentemente da idade do veículo. Da mesma forma, a quilometragem acumulada pode afetar a base de depreciação considerada pela segur