| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 142.995,00 |
| Dez/25 | R$ 148.182,00 |
| Nov/25 | R$ 148.247,00 |
| Out/25 | R$ 148.312,00 |
| Set/25 | R$ 152.062,00 |
| Ago/25 | R$ 153.769,00 |
| Jul/25 | R$ 154.016,00 |
| Jun/25 | R$ 159.603,00 |
| Mai/25 | R$ 165.392,00 |
| Abr/25 | R$ 160.875,00 |
| Mar/25 | R$ 165.701,00 |
| Fev/25 | R$ 168.129,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE da Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de veículos comerciais leves, como a Renault Master, esse referencial ganha ainda mais relevância para seguradoras, financeiras e empresários que investem em frotas diárias. A Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016 é uma configuração muito comum em operações de entrega, logística de pequenas empresas e serviços móveis. Entender como a FIPE trabalha com esse modelo específico ajuda a alinhar expectativas de seguro, financiamento e reposição de ativos, além de facilitar negociações de compra e venda de veículos usados no mercado. Este texto aborda como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo, apresenta uma ficha técnica resumida, discute a relação entre a marca Renault e o mercado de furgões comerciais e aponta fatores que influenciam o valor de referência na prática de seguros e gestão de frota.
Ficha técnica resumida da Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Diesel 2016
Para facilitar a leitura, apresentamos uma ficha técnica objetiva, com informações relevantes para avaliações de seguro, manutenção e planejamento de frota. Lembre-se de que, dentro de uma mesma linha de produção, pequenas variações de configuração podem alterar ligeiramente alguns dados técnicos. Abaixo estão itens típicos dessa versão, organizados em uma visão consolidada que ajuda na comparação com outras opções de mercado.

- Motor e desempenho: motor 2.3 L dCi, turbo com intercooler, 4 cilindros em linha, alimentação a diesel. A potência nominal costuma variar entre 125 e 150 cavalos de potência, com torque aproximado entre 320 e 350 Nm, o que favorece o transporte de cargas moderadas em rotas urbanas e em trechos rodoviários com subidas acentuadas.
- Transmissão: caixa manual de 6 velocidades, projetada para uso diário em frotas, com boa resposta em situações de carga e com foco em durabilidade e facilidade de reparo em oficinas autorizadas.
- Capacidade de carga, dimensões e tanque: payload típico entre 1,0 e 1,4 tonelada, com espaço de carga adequado para operações de distribuição de mercadorias de pequeno a médio porte. O tanque de combustível costuma ficar entre 70 e 80 litros, o que favorece percursos mais longos entre abastecimentos sem interrupções frequentes da operação.
- Conforto, segurança e equipamentos: a versão STD Médio Esco. 20L Diesel pode incluir itens básicos de conveniência e segurança compatíveis com o segmento, como ar-condicionado, vidro elétrico, sistema de som, freios ABS e airbags, com variações conforme o pacote de fábrica ou opcionais adquiridos pela empresa.
Sobre a marca Renault e o papel do Master no mercado de frotas
A Renault é uma incorporadora automotiva com origem francesa, reconhecida por oferecer uma gama extensa de veículos que vão desde compactos de uso urbano até furgões comerciais de grande capacidade. A Master, em particular, ocupa uma posição estratégica no portfólio de utilitários da marca, voltada para necessidades de logística, entrega rápida e serviços móveis. O diferencial do Master está na combinação entre espaço de carga, praticidade de uso, robustez mecânica e rede de assistência técnica. Em muitos mercados, incluindo o Brasil e a América Latina, o Master é visto como solução de baixo custo de propriedade para negócios que exigem confiabilidade, disponibilidade de peças e manutenção acessível. A linha Master compete com outras opções de mercado de furgões médios e, por isso, a gestão de custo-benefício, bem como a previsibilidade de manuteção, ganham peso relevante na decisão de compra ou renovação de frota. Ao considerar a Tabela FIPE para esse veículo, empresários observam como o valor de referência pode influenciar não apenas o seguro, mas também a depreciação esperada ao longo de ciclos de uso e reposição.
A Tabela FIPE e o seguro de automóveis: por que a referência importa
A Tabela FIPE funciona como uma referência pública que registra o valor de mercado de veículos usados com base em dados de transações reais. No âmbito dos seguros, esse valor serve de parâmetro para várias coberturas. Em linhas gerais, o prêmio de seguro, a indenização por perda total ou danos parciais, bem como o entendimento de franquias e limites, podem ser impactados pela variação do valor de referência da FI
Influência da Tabela FIPE na apólice de seguro do Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016
Relação entre valor de referência e coberturas de seguro
A Tabela FIPE funciona como referência pública para o valor de mercado de veículos usados. Quando o assunto é seguro, esse parâmetro orienta a definição do montante segurado, a base para indenizações, bem como o enquadramento de franquias e limites de cobertura. No caso específico do Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016, esse indicador ajuda a calibrar o custo anual do prêmio de seguro, sem que haja surpresas associadas à depreciação impostas pela idade do veículo.
Como a FIPE afeta o Master 2.3 dCi 2016 ao fechar a apólice
Para o Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016, a referência FIPE impacta diretamente em quatro pilares da apólice. Primeiro, o prêmio: quanto maior o valor de referência, maior tende a ser o custo anual, ainda que isso seja compensado por coberturas adequadas às necessidades da operação. Segundo, a indenização em caso de perda total: muitas seguradoras definem o teto com base na FIPE, sujeitando-se a cláusulas de valor de reposição ou de franquia adicional para cenários atípicos. Terceiro, danos parciais: o reembolso de peças e mão de obra costuma ser ligado ao valor de referência para evitar distorções entre o custo da intervenção e o valor de mercado do veículo. Por fim, a franquia e os limites de cobertura são ajustados para manter o equilíbrio entre proteção e previsibilidade de custos.
- Prêmio alinhado ao valor de mercado: a FIPE oferece uma base estável para planejamento financeiro, especialmente em operações de frota onde o Master atua em entregas urbanas e serviços móveis.
- Indenização por sinistro: a referência ajuda a manter a correspondência entre o custo de reposição e o valor segurado, reduzindo o risco de variações abruptas entre renovação contratual.
- Franquias funcionais: escolher uma franquia que reflita o risco operacional da frota pode estabilizar o prêmio sem comprometer a proteção essencial.
- Reavaliação periódica: revisões frequentes do valor segurado com base na FIPE ajudam a evitar defasagens entre o mercado e o contrato, especialmente quando o veículo recebe adaptacoes ou melhorias.
De modo geral, a referência FIPE atua como um eixo de equilíbrio entre custo de propriedade, previsibilidade de sinistros e facilidade de reposição para o Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016. Empresas que mantêm o valor segurado próximo ao FIPE tendem a evitar surpresas com reajustes de prêmio e cenários de indenização, assegurando continuidade operacional com menos interrupções devido a sinistros.
Para alinhar as coberturas às necessidades da sua operação, a GT Seguros oferece consultoria especializada em seguros de frotas, levando em conta a Tabela FIPE como referência central e auxiliando na definição do valor segurado ideal para o Renault Master 2.3 dCi STD Médio Esco. 20L Dies. 2016.
